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O País – A verdade como notícia

Ébola na RD Congo ultrapassa 5 mil casos

A epidemia do vírus Ébola na República Democrática do Congo (RD Congo) ultrapassou os 5 mil casos, anunciaram ontem as autoridades congolesas, e as equipas

Ébola na RD Congo ultrapassa 5 mil casos

A epidemia do vírus Ébola na República Democrática do Congo (RD Congo) ultrapassou os 5 mil casos, anunciaram ontem as autoridades congolesas, e as equipas

Terminou, esta quinta-feira, o acordo de paz que existia entre o governo do Mali e os rebeldes separatistas do Norte. O anúncio foi feito pelo exército do país. 

De acordo com a Agência France-Presse, o fim do acordo, em vigor desde 2015, tem efeitos imediatos.

O acordo em causa existia desde 2012 e era considerado essencial num país que, desde 2012, tem vindo a ser atingido por uma onda de violência jihadista.

Segundo o porta-voz do governo, citado pela AFP,  a junta militar culpa “a mudança de postura de alguns grupos signatários do acordo”, mas também “actos hostis” levados a cabo pelo mediador principal deste acordo, a Argélia.

Centenas de apoiantes do principal partido da oposição da Tanzânia, Chadema, saíram às ruas de Dar es Salaam, marcando a primeira manifestação significativa no país em sete anos.

Trata-se de uma mudança notável desde a proibição de comícios políticos imposta pelo falecido Presidente John Magufuli em 2015. A actual Presidente, Samia Suluhu Hassan, levantou a proibição no ano passado, como parte dos seus esforços de reconciliação após assumir o cargo em 2021.

A manifestação de Chadema sinaliza uma exigência de reformas constitucionais e eleitorais antes das próximas eleições em 2024. O partido defende a alteração da constituição para permitir a contestação dos resultados das eleições presidenciais em tribunal. Além disso, procuram alterações nas leis eleitorais para impedir que o presidente nomeie membros da comissão eleitoral.

De acordo com a Africannews, o partido da oposição também apelou ao governo para que enfrentasse o elevado custo de vida na Tanzânia. Os manifestantes, agitando cartazes e apitando, marcharam pacificamente pelas ruas de Dar es Salaam sob forte protecção policial.

Durante a presidência de Magufuli, as reuniões da oposição foram violentamente interrompidas pela polícia e os seus líderes foram frequentemente presos. 

Um tribunal de apelações do Vaticano condenou, esta terça-feira, um padre por ter abusado sexualmente de um colega, enquanto ambos eram estudantes de uma escola para coroinhas papais.

Revertendo parcialmente uma decisão de primeira instância de 2021, os juízes sentenciaram o padre Gabriele Martinelli a dois anos e meio de prisão, segundo uma cópia da deliberação.

O julgamento original, que começou quatro anos atrás, foi o primeiro sobre abuso sexual que aconteceu em território do Vaticano.

Martinelli foi considerado culpado de corromper um menor e multado em 1.000 euros por eventos que aconteceram entre 2008 e 2009.

Não houve comentários do padre em um primeiro momento.

Martinelli foi julgado por ter forçado uma pessoa conhecida apenas como L.G. a fazer sexo por um período entre 2007 e 2012, enquanto ambos estavam no pré-seminário Saint Pius X.

A instituição, anteriormente sediada no Vaticano, abriga coroinhas que servem em missas na Basílica de São Pedro, inclusive para o papa, e pensam em se tornar padres.

Um avião russo que transportava 65 militares ucranianos para uma troca de prisioneiros despenhou-se hoje na região de Belgorod, próximo da fronteira com a Ucrânia.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, médicos e agentes da autoridade foram ao local, mas não adiantam informações sobre possíveis vítimas.

Segundo o Notícias ao Minuto, o acidente ocorreu cerca das 11h00 de Moscovo (10 horas em Moçambique).

O governador da região de Belgorod, Vyacheslav Gladkov, disse nas redes sociais que “uma equipa de investigação e funcionários do Ministério das Situações de Emergência” estavam no local, mas não divulgou mais informações sobre o acidente, acrescentou a TASS.

O presidente da câmara baixa do parlamento russo (Duma) acusou a Ucrânia de ter abatido o avião.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas defende  que África deve ter um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU, para que possa participar das decisões que o afectam.  António Guterres reiterou a necessidade da reforma do organismo.

48 horas depois de a ministra dos Negócios estrangeiros e cooperação, Verónica Macamo, na sequência da cimeira G77+China,  ter defendido a necessidade de o continente africano estar representado no conselho de segurança das Nações Unidas, o secretário-geral da ONU questionou a ausência da África nas sessões deste órgão, encarregado de garantir a paz e a segurança mundiais.

Na opinião de António Guterres, as instituições devem reflectir o mundo de hoje, não o mundo de há 80 anos. Guterres desafiou para que a próxima Cimeira do Futuro da ONU, a acontecer em Setembro, seja uma oportunidade para analisar as reformas da governação global e reconstruir a confiança.

Embora África tenha três lugares no Conselho de Segurança de 15 membros, estes são rotativos, e os cinco lugares permanentes são ocupados pela Europa (França e Reino Unido), América do Norte (EUA) e Ásia (China), para além do lugar da Rússia, que atravessa dois continentes.

Pelas normas, cabe aos próprios Estados-Membros decidir se algum país, africano se torna ou não membro permanente do Conselho de Segurança.

A polícia de Gauteng deteve um homem que confessou a autoria do incêndio que ocorreu em Agosto do ano passado no centro da cidade sul-africana, no qual morreram 76 pessoas.

O porta-voz Dimakatso Nevhuhulwi explicou que o indivíduo, de 29 anos, foi preso depois de confessar a autoria do crime a uma comissão governamental que investiga a tragédia ocorrida no prédio Usindiso, em Marshalltown, centro de Joanesburgo.

Assim, o homem deverá comparecer em breve perante um tribunal de Joanesburgo, sendo acusado de “incêndio criminoso, 76 acusações de homicídio e 120 acusações de tentativa de homicídio”, de acordo com a fonte.

No inquérito, o homem declarou que o incêndio se propagou quando ateou fogo sobre o corpo da vítima de um crime que tentou esconder, após estrangular um homem até à morte, deitando-lhe depois gasolina sobre o corpo e um fósforo, escreve a Lusa.

Pelo menos 76 pessoas morreram em consequência do incêndio que deflagrou num edifício de cinco andares denominado “Sintechos Usindiso Shelter”, propriedade da autarquia e que esteve arrendado a uma Organização Não-Governamental (ONG).

O parlamento da Turquia ratificou, esta terça-feira, a adesão da Suécia à NATO, após 20 meses de negociações entre Ancara e Estocolmo.

Isto significa que a Hungria é o único dos 31 estados-membros da Aliança que ainda não deu esse passo, que permitirá a entrada da Suécia na NATO, tal como aconteceu ano passado com os vizinhos da Finlândia.

A ratificação da candidatura sueca à Aliança Atlântica foi aprovada por uma ampla maioria de 287 votos a favor, 55 contra e quatro abstenções, de acordo com a agência de notícias France-Presse.

A Turquia mantinha resistências à adesão da Suécia, alegando que as suas autoridades não tomavam medidas suficientes contra militantes de movimentos curdos residentes no país.

O pedido de adesão da Suécia, tal como o da Finlândia, foi avançado após a invasão em grande escala da Ucrânia começada pela Rússia em Fevereiro de 2022.

Para satisfazer as exigências de Ancara, a Suécia teve de rever a sua Constituição e adoptar uma nova lei antiterrorista.

O número de mortos provocado por um aluimento de terras na província de Yunnan, no sudoeste da China, subiu para 20, informou, ontem, a televisão estatal CCTV.

Mais de 1000 soldados e bombeiros foram destacados para as operações de resgate, que prosseguem depois de terem sido retiradas mais de duzentas pessoas da zona.

Embora tenham sido já encontradas 20 pessoas “sem sinais de vida”, no total, 44 pessoas ficaram soterradas.

Fontes oficiais informaram ainda que conseguiram contactar três das pessoas que se julgava estarem desaparecidas, mas que não se encontravam na zona do incidente, especificando ainda que duas pessoas foram tratadas por ferimentos em hospitais e que 918 residentes foram realojados após o acidente.

O incidente ocorreu na última segunda-feira na vila de Zhenxiong, situada no norte da região, e afectou cerca de 18 casas na zona baixa entre duas montanhas.

“Estávamos a dormir nessa altura, era de manhã cedo e ainda estava escuro. De repente, ouviu-se um ruído forte e o chão tremeu. Parecia um grande terramoto”, disse um residente local, citado pelo jornal local Jimu News.

A região registou uma forte queda de neve durante a noite de domingo e, embora a intensidade seja menor, a precipitação ainda não diminuiu, com temperaturas a rondar os zero graus Celsius.

De acordo com uma investigação preliminar citada pela Xinhua, a massa de terra que desabou tinha cerca de 100 metros de largura, 60 metros de altura e uma espessura média de seis metros.

O estado das estradas que conduzem à zona afectada, congeladas ao amanhecer, está a dificultar os esforços de socorro, disse um funcionário do gabinete local de gestão de catástrofes.

O Presidente chinês, Xi Jinping, apelou para um “esforço total” para procurar e resgatar as pessoas soterradas, disse a Xinhua.
O aluimento de terras ocorreu pouco mais de um mês depois de o terramoto mais forte dos últimos anos ter atingido a China a noroeste, numa região remota entre as províncias de Gansu e Qinghai. Pelo menos 149 pessoas morreram no terramoto de magnitude 6,2 na escala de Ritcher, registado a 18 de Dezembro.

Cerca de 1000 pessoas ficaram feridas e mais de 14 mil casas foram destruídas, na sequência do sismo mais mortífero dos últimos nove anos na China.

O novo Presidente da Libéria, Joseph Boakai, tomou posse na segunda-feira, após uma vitória apertada nas eleições de Novembro. Durante a cerimónia, o presidente eleito passou mal e foi forçado a interromper o discurso.

De acordo com a imprensa internacional, a cerimónia terminou depois de Boakai começar a mostrar sinais de sofrimento físico enquanto falava. As autoridades o levaram para fora do pódio depois que ele tentou, sem sucesso, continuar seu discurso.

Um porta-voz do partido político de Boakai disse que a fraqueza do Presidente foi causada pelo calor e não teve nada a ver com a sua saúde.

Boakai rejeitou as preocupações sobre a sua idade, argumentando que ela veio acompanhada de uma riqueza de experiência e conquistas que beneficiariam o país.

Boakai, que aos 79 anos se tornou o presidente mais velho do país, prometeu unir e resgatar a república mais antiga de África dos seus problemas económicos.

“Só pessoas unidas podem construir uma nação. E para onde planeamos levar a Libéria nos próximos seis anos? Devemos reorientar a nossa energia política”, disse Boakai aos cidadãos e membros da delegação estrangeira que participaram na sua cerimónia de inauguração em Monróvia, capital da Libéria.

Nas suas primeiras palavras como Presidente, ele listou como prioridades melhorar a adesão ao Estado de direito, combater a corrupção e renovar a esperança dos cidadãos.

Boakai venceu um segundo turno acirrado para derrotar o presidente mais jovem de todos os tempos da Libéria, George Weah.

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