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O País – A verdade como notícia

Ébola na RD Congo ultrapassa 5 mil casos

A epidemia do vírus Ébola na República Democrática do Congo (RD Congo) ultrapassou os 5 mil casos, anunciaram ontem as autoridades congolesas, e as equipas

Ébola na RD Congo ultrapassa 5 mil casos

A epidemia do vírus Ébola na República Democrática do Congo (RD Congo) ultrapassou os 5 mil casos, anunciaram ontem as autoridades congolesas, e as equipas

Israel promete cessar os ataques à faixa de Gaza, por dois meses, em troca de 130 reféns israelitas. No entanto, a proposta não prevê a libertação dos cerca de 6 mil prisioneiros palestinianos.

Depois de recusar a proposta do Hamas, de retirada total das suas forças da faixa de Gaza em troca de reféns, Israel propôs, esta segunda-feira, aos principais mediadores no conflito com o Hamas, que são Egipto e ao Qatar, um acordo que prevê a libertação de mais de 130 reféns, de forma faseada, em troca de um cessar-fogo de até dois meses.

Segundo escreve a imprensa local, o acordo prevê ainda que as forças do país seriam, também, desmobilizadas dos principais centros populacionais da Faixa de Gaza, permitindo um regresso gradual de civis palestinianos para a cidade de Gaza e para o norte do enclave.

No entanto, o acordo não prevê nem o fim da guerra, nem a libertação dos 6 mil palestinianos presos em prisões israelitas.

O Hamas ainda não reagiu à proposta.

O Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, promoveu segunda-feira uma remodelação governamental com a criação da Secretaria de Estado da Reforma Administrativa, liderada por Mónica Buaro, que deixa a Secretaria do Estado do Plano.

Através de decretos presidenciais, Sissoco Embaló dá conta da sua decisão de criar a Secretaria de Estado da Reforma Administrativa e de nomear para a pasta Mónica Buaro, que deixa a Secretaria de Estado do Plano e Integração Regional, agora ocupada por Fatumata Jau, escreve a Angop.

Até aqui, Jau era uma das conselheiras do Presidente da República, cargo do qual foi exonerada também hoje, refere um outro decreto presidencial, para ser nomeada secretária de Estado.

Mónica Buaro é dirigente do Partido da Renovação Social (PRS) e Fatumata Jau do Movimento para a Alternância Democrática (Madem G15).

Em notas divulgadas à imprensa, que a Angop teve acesso, a presidência da República explica que as mexidas no Governo de iniciativa presidencial foram feitas sob propostas do primeiro-ministro, Rui Duarte de Barros.

A Secretaria de Estado do Plano e Integração Regional funciona sob dependência do Ministério da Economia e a agora criada Secretaria da Reforma Administrativa funcionará sob a coordenação do Ministério da Administração Pública, Emprego, Formação Profissional e Segurança Social.

O Governo de iniciativa presidencial tomou posse a 21 de Dezembro, depois de o Presidente guineense ter dissolvido o parlamento e destituído o executivo de maioria absoluta da coligação PAI-Terra Ranka.

O grupo palestiniano Hamas diz que só vai libertar os reféns israelitas após o fim dos ataques a Gaza e a retirada total das forças. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, rejeitou todas as condições.

O Hamas mantém em cativeiro cerca de 130 reféns israelitas e em resposta ao pedido do exército de Israel para a sua libertação impôs quatro condições, nomeadamente o fim dos ataques a faixa de Gaza, a retirada total das forças israelitas, a libertação de todos os assassinos e violadores da Nuhkba, uma força de elite da ala militar do Hamas e deixar o Hamas intacto.

Neste domingo, o primeiro-ministro do Israel, Benjamin Netanyahu, rejeitou todas as condições, resultantes das negociações de acordos entre as partes, mediada pelo Egito e o Qatar.
Se aceitarmos isto, os nossos guerreiros caíram em vão e não poderemos garantir a segurança dos nossos cidadãos”, disse o primeiro-ministro.

Benjamin Netanyahu está sob intensa pressão para conseguir a libertação dos reféns que foram levados para a Faixa de Gaza no passado dia 07 de outubro, durante um ataque sem precedentes do Hamas em solo israelita.
Se aceitarmos isto, os nossos guerreiros caíram em vão e não poderemos garantir a segurança dos nossos cidadãos”, disse o primeiro-ministro israelita, reforçando que a pressão militar é o único caminho para se ter a libertação dos reféns em vida e garantir que um ataque semelhante ao de 7 de outubro nunca mais se repita.

O veterano político da Libéria Joseph Boakai é hoje empossado na Presidência, após a vitória na segunda volta das eleições presidenciais, realizadas em 14 de Novembro de 2023.

Joseph Boakai, de 78 anos, venceu com 50,64% dos votos, contra 49,36% do até aqui Presidente e antigo futebolista George Weah, com uma vantagem de apenas 20.567 votos num universo de pouco mais de 1,6 milhões de eleitores, escreve o Notícias ao minuto.

As eleições presidenciais, e legislativas, foram o primeiro ato eleitoral realizado sem a presença da missão da ONU (2003-2018), criada para garantir a paz após as guerras civis que causaram mais de 250 mil mortos entre 1989 e 2003.

Os confrontos durante a campanha causaram várias mortes antes da primeira volta, realizada em 10 de Outubro, e fizeram temer a violência pós-eleitoral.

O Presidente da República Democrática do Congo, Félix Tshisekedi, tomou posse, este sábado, para um segundo mandato, depois de vencer as polémicas eleições de 20 de Dezembro.

A cerimónia decorreu no Estádio dos Mártires de Kinshasa, capital da RDCongo, o maior estádio do país e contou com a presença de mais de 80 mil pessoas.

O Presidente chegou ao estádio escoltado por guarda motorizada e soldados a cavalo e, num tapete vermelho, passou em revista as tropas das Forças Armadas destacadas para a ocasião, descreve a Lusa.

“Juro solenemente, diante de Deus e da nação, observar e defender a Constituição e as leis da República”, disse Tshisekedi ao prestar juramento perante os juízes do Tribunal Constitucional.

Cerca de 20 chefes de estados africanos marcaram presença, entre os quais os lusófonos João Lourenço, Umaro Sissoco Embaló e Carlos Vila Nova.

Tshisekedi foi empossado depois de o Tribunal Constitucional ter confirmado, no dia 09, a sua reeleição nas polémicas eleições de 20 de Dezembro, marcadas por várias irregularidades.

Segundo o Tribunal Constitucional, Tshisekedi obteve 73,47% dos votos, apesar das críticas dos rivais.

O Governo sul-africano vai contestar um leilão de artefactos históricos do ex-Presidente Nelson Mandela, marcado para o próximo mês em Nova Iorque. O leilão foi autorizado pela família Mandela representada pela sua filha, Makaziwe Mandela.

Pelo menos 75 artefactos pertencentes a Nelson Mandela, o primeiro presidente negro da Africa do Sul, serão leiloados no próximo dia 22 de fevereiro pela Guernsey’s, em Nova Iorque, após um acordo com a família Mandela representada pela sua filha, Makaziwe Mandela.

O Governo da África do Sul diz que vai impedir o leilão, pois considera que os objectos de Madimba têm um significado histórico e que devem ser preservados no país.

Entre os artefactos está o bilhete de identidade de Mandela após a sua libertação da prisão em 1990.

“O ex-presidente Nelson Mandela é parte integrante da herança da África do Sul. A sua vida, experiências e o seu legado vivem na nossa consciência e nos valores que promovemos como país”, frisou o ministro do Desporto, Artes e Cultura, Zizi Kodwa.

A governante reiterou o apoio do Governo a uma acção judicial da Agência Sul-Africana de Recursos do Património, entidade responsável pela preservação do património cultural do país, para preservar o que considera de rica herança do país.

O Presidente da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa reiterou, ontem, a possibilidade de enviar uma missão de bons ofícios à Guiné-Bissau face à crise política naquele país.

A crise política que se vive na Guiné Bissau, país membro da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa, já é tema de análise na comunidade, que poderá enviar uma missão de bons ofícios para se inteirar da situação.

Neste sexta-feira, o presidente da CPLP, que é também presidente do São-Tomé e Príncipe, afirmou que apesar de a organização ainda não ter recebido a informação diretamente com a Guiné-Bissau, sobre o que está a acontecer no local, tem estado em contacto com outros países e com alguns chefes do Estado por forma a se encontrar uma solução conjunta.

“Nós tudo faremos, na nossa presidência, para que haja um ambiente de diálogo entre os países membros e veremos como é que em caso de actuação se pode agir, mas qualquer actuação passará pelo Secretariado Executivo e auscultação dos outros Estados membros”, acrescentou o chefe de Estado são-tomense.

Mais uma vez a capital de Taiwan viu-se sobrevoada, esta sexta-feira, por aviões militares chineses. As autoridades Taiwanesas dizem que os 10 caças e quatro navios do exército chinês entraram na Zona de Identificação de Defesa Aérea da ilha, sem autorização nas imediações da ilha, anunciaram as autoridades taiwanesas.

Mais uma vez a China demonstra a sua musculatura militar contra a Ilha de Taiwan, um território considerado província chinesa e que Pequim recusa conceder a independência.

De acordo com o Ministério da Defesa de Taiwan, foram registados 10 aviões nas imediações da Ilha, nesta sexta-feira, dois dos quais atravessaram a linha mediana do Estreito de Taiwan e entraram na Zona de Identificação de Defesa Aérea da ilha.

Imediatamente, as autoridades taiwanesas enviaram meios aéreos e marítimos para acompanhar a situação, além de vários sistemas de mísseis terrestres activados.

Este evento acontece uma semana depois de se ter avistado, na mesma área, cerca de 24 caças Chineses e 24 horas.
Recorde-se que as tensões entre a China e Taiwan agudizaram-se com a eleição de William Lai Ching-te, do Partido Democrático Progressista, descrito por Pequim como um separatista perigoso.

Os rebeldes Houthis do Iémen, que têm atacado navios comerciais no golfo de Aden e no mar Vermelho, garantiram hoje a passagem segura aos navios da China e da Rússia, no entanto prometem abater qualquer embarcação ligada aos Estados Unidos ou Grã-bretanha.

Os Houthis do Iémen, qualificados como terroristas pelos Estados Unidos da América, vêm atacando dezenas de navios comerciais, que consideram ligados a Israel, no golfo de Aden e no mar Vermelho, em solidariedade com o movimento islamita palestiniano Hamas, que desde 7 de Outubro está em guerra com Israel na Faixa de Gaza.

Em retaliação, os Estados Unidos da América e o Reino Unido têm vindo a fazer, desde 12 de Janeiro, bombardeamentos a posições dos Houthis.
A resposta não tardou. os Houthis prometeram atacar, na mesma rota marítima, todas as embarcações ligadas aos norte-americanos e britânicos, deixando a salvo os outros países, incluindo a China e a Rússia.

“Estamos até prontos para garantir a passagem segura dos seus navios no mar Vermelho. Mas os navios israelitas, ou aqueles com uma ligação mesmo que ténue com Israel, não terão a menor hipótese de cruzar o mar Vermelho”, sublinhou o responsável dos Houthis.

O Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, garantiu que os ataques contra os rebeldes vão continuar, enquanto os Huthis perturbarem o comércio marítimo internacional ao largo do Iémen.

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