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O País – A verdade como notícia

Pelo menos 44 pessoas morreram afogadas depois de uma balsa sobrelotada ter virado no Lago Kariba, no Zimbabwe, anunciou a polícia esta quarta-feira, actualizando o balanço do acidente ocorrido na véspera.

O desastre aconteceu na terça-feira, em condições meteorológicas adversas. Uma testemunha contou à AFP que, pouco depois do naufrágio, era possível avistar corpos na água enquanto as equipas de socorro tentavam alcançar a embarcação.

Segundo a Unidade de Protecção Civil (CPU), a balsa transportava 114 passageiros adultos, cinco tripulantes e um número ainda desconhecido de crianças. A embarcação, pertencente à Agência de Desenvolvimento de Infra-estruturas Rurais (RIDA), tinha capacidade para 90 pessoas, mas fazia o transporte de passageiros entre a cidade de Kariba, no norte do país, e várias ilhas e comunidades piscatórias do lago.

Inicialmente, as autoridades tinham informado que 77 pessoas haviam sido resgatadas e que 15 corpos tinham sido recuperados. Na quarta-feira, porém, a Polícia da República do Zimbabué (ZRP) confirmou um aumento significativo do número de vítimas mortais.

“A ZRP informa o público de que o número de mortos no acidente com a embarcação Kariba RIDA é agora de 44”, escreveu a polícia na rede social X.

O acidente é considerado um dos mais graves desastres envolvendo embarcações de passageiros registados no Lago Kariba, situado na fronteira entre o Zimbabué e a Zâmbia, a mais de 300 quilómetros a nordeste de Harare. Trata-se do maior lago artificial do mundo em volume.

As operações de busca e salvamento prosseguem, uma vez que continuam a existir pessoas dadas como desaparecidas. A Unidade de Protecção Civil informou que foram contratadas duas agências funerárias para proceder à recolha dos corpos.

Maxton Kanhema, uma das testemunhas, relatou que a embarcação deixou a margem durante a manhã, apesar do mau tempo, e poderá ter sido atingida por uma onda, provocando, aparentemente, a paragem dos motores.

“Quando estávamos na água, vimos um sinal de socorro e, pouco depois, embarcações que se encontravam nas proximidades dirigiram-se para o local”, contou Kanhema à AFP.

Um parque nacional disponibilizou um helicóptero para apoiar as operações, enquanto barcos de maior dimensão, mergulhadores locais e elementos do exército também participam nas buscas. Uma equipa especializada em salvamento aquático foi ainda transportada de avião para a região.

Kanhema descreveu a situação como particularmente dramática, afirmando que havia pessoas em perigo e corpos a flutuar na água. Os sobreviventes resgatados foram posteriormente transportados para Long Island, uma ilha situada no interior do Lago Kariba.

As autoridades continuam a procurar eventuais sobreviventes e a recuperar os corpos das vítimas, enquanto deverão ser investigadas as circunstâncias que levaram ao naufrágio da embarcação.

Pelo menos 14 garimpeiros morreram e oito ficaram feridos na sequência do desabamento de uma mina ilegal na África do Sul, informou a Polícia sul-africana.

O acidente ocorreu na noite de segunda-feira, nas proximidades da cidade de Rustenburg, importante centro de mineração de platina situado a cerca de 130 quilómetros a noroeste de Joanesburgo.

Segundo o comissário da Polícia da província do Noroeste, tenente-general Arthur Adams, as operações de busca e salvamento prosseguem, não estando ainda determinado se haverá mais vítimas. Cães farejadores e equipamento especializado foram mobilizados para localizar eventuais pessoas presas nos escombros.

As autoridades esclareceram que o incidente não ocorreu num poço subterrâneo, como inicialmente se suspeitava, mas numa escavação a céu aberto feita num antigo aterro sanitário. As paredes de terra acumulada terão cedido, soterrando os garimpeiros.

A maioria das vítimas mortais aparenta ser constituída por cidadãos do vizinho Lesoto. Entre os oito feridos, três receberam alta hospitalar e foram detidos sob suspeita de mineração ilegal, enquanto os restantes cinco permanecem internados sob custódia policial.

A África do Sul enfrenta há anos o problema da mineração ilegal, com dezenas de milhares de garimpeiros a operar em antigas minas de ouro e platina, frequentemente sem condições adequadas de segurança. Conhecidos localmente como «zama zamas», estes trabalhadores são, em alguns casos, associados a grupos criminosos envolvidos em disputas violentas pelo controlo dos territórios de exploração.

O mais recente grande acidente relacionado com mineração ilegal no país ocorreu no final de 2024, quando mais de 80 mineiros morreram durante um impasse de vários meses numa mina de ouro cercada pela Polícia.

Perante o agravamento da criminalidade associada à exploração mineira ilegal, o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, mobilizou este ano efectivos militares para uma operação com duração prevista de um ano, tendo como principal alvo o crime organizado ligado à mineração ilegal.

Os zambianos vão às urnas esta quinta-feira para eleger o Presidente da República e os representantes parlamentares, naquela que será a oitava eleição geral do país desde o regresso à democracia multipartidária, em 1991. A economia surge como a principal preocupação dos eleitores.

O Presidente Hakainde Hichilema e o seu partido, o Partido Unido para o Desenvolvimento Nacional (UPND), procuram conquistar um novo mandato de cinco anos, defendendo que precisam de mais tempo para consolidar as reformas económicas iniciadas depois de assumirem o poder. O actual Governo herdou uma dívida externa estimada em cerca de 19 mil milhões de dólares.

Apesar de alguns sinais de recuperação económica, muitos zambianos afirmam que ainda não sentiram melhorias significativas nas suas condições de vida. O desemprego, sobretudo entre os jovens, continua elevado e constitui uma das principais preocupações da população.

A analista política Leah Mitiba considera que o resultado das eleições permanece imprevisível e poderá depender, em grande medida, do nível de participação eleitoral. Segundo a especialista, uma elevada afluência às urnas, semelhante à registada em 2021, poderá traduzir-se numa forte mobilização dos eleitores contra o partido no poder.

Por seu turno, o economista Trevor Hambayi considera que o Executivo já dispôs de tempo suficiente para apresentar resultados mais concretos na economia. O especialista entende ainda que a Zâmbia não conseguiu aproveitar plenamente a subida dos preços internacionais do cobre, principal produto de exportação do país, para acelerar a recuperação económica.

Com cerca de 70 por cento da população zambiana com menos de 30 anos, o voto da juventude deverá assumir um papel decisivo na definição do próximo Governo. O desemprego, o custo de vida e as perspectivas económicas poderão, assim, ser determinantes para o comportamento dos eleitores nas urnas.

Um forte terramoto de magnitude 7,4 atingiu, na manhã desta segunda-feira, o oeste da Colômbia, provocando pelo menos 132 mortos e mais de 570 feridos. O sismo, considerado um dos mais fortes registados no país nas últimas décadas, causou elevados danos em edifícios, hospitais e outras infra-estruturas.

O epicentro foi localizado na região de San José del Palmar, no departamento de Chocó, mas o abalo foi sentido em várias cidades colombianas, incluindo Cali, Pereira, Manizales e Quibdó. Em Cali, uma das zonas mais afectadas, registaram-se desabamentos e pessoas ficaram presas sob os escombros, obrigando à mobilização de equipas de emergência e voluntários para as operações de busca e salvamento.

O terramoto provocou ainda danos em unidades sanitárias e escolas, enquanto várias estruturas ficaram parcialmente ou totalmente destruídas. As operações em diversos aeroportos foram igualmente interrompidas devido aos danos provocados pelo sismo.

O abalo foi também sentido no Equador e no Panamá, levando à evacuação de edifícios em algumas zonas. As autoridades colombianas declararam situação de emergência e mantêm as operações de socorro, numa altura em que continuam as avaliações dos danos e a procura de possíveis sobreviventes.

O número de vítimas poderá aumentar, uma vez que as equipas de resgate continuam a trabalhar em áreas onde existem pessoas que poderão estar soterradas. Foram registadas ainda várias réplicas após o terramoto principal.

O julgamento por traição do líder da oposição tanzaniana, Tundu Lissu, foi retomado esta segunda-feira, após uma suspensão de cinco meses, reacendendo um processo que tem merecido atenção internacional devido ao actual ambiente político na Tanzânia.

Lissu, presidente do partido de oposição Chadema, encontra-se detido desde Abril de 2025, depois de ter sido acusado de traição, um crime que, na Tanzânia, é punível com pena de morte.

À saída do Tribunal de Dar es Salaam, Lissu acusou o Ministério Público de atrasar deliberadamente o processo com o objectivo de prolongar a sua permanência na prisão preventiva. O dirigente oposicionista afirmou que as autoridades estariam a “ganhar tempo” para mantê-lo detido.

O julgamento encontrava-se suspenso desde Fevereiro, enquanto os procuradores recorriam de uma decisão que autorizava a apresentação de provas adicionais. O Tribunal de Recurso da Tanzânia rejeitou o recurso no mês passado, abrindo caminho para a retoma do processo.

O Chadema considera a audiência um teste ao compromisso da Tanzânia com a democracia, o Estado de Direito e as liberdades políticas. O partido sustenta que o processo judicial tem sido utilizado para silenciar a oposição legítima.

A retoma do julgamento acontece depois de fortes críticas à actuação das autoridades tanzanianas durante os protestos relacionados com as eleições realizadas no ano passado. Apoiantes de Lissu acusam a Presidente Samia Suluhu Hassan de recuperar métodos repressivos associados ao antigo Presidente John Magufuli, acusações rejeitadas pelo Governo.

O Presidente da Serra Leoa, Julius Maada Bio, está a pressionar o Parlamento a aprovar um controverso pacote de reformas eleitorais que prevê a redução da barreira mínima para a eleição presidencial, a introdução da representação proporcional e a reserva de 30 por cento dos cargos de liderança política para mulheres.

Num discurso televisivo, proferido no domingo, Bio apelou aos deputados para que ultrapassem o impasse que se prolonga há várias semanas e aprovem o projecto de reforma constitucional.

“O projecto de lei em análise no Parlamento é fruto de anos de consulta e diálogo”, afirmou o Chefe de Estado, apelando aos parlamentares para que coloquem os interesses do país acima das divergências partidárias.

Entre as principais alterações propostas está a redução da percentagem necessária para vencer as eleições presidenciais em primeira volta, de 55 por cento para 50 por cento mais um voto. As mudanças deverão vigorar antes das eleições presidenciais previstas para 2028.

O projecto estabelece, contudo, que um candidato terá de obter mais de metade dos votos nacionais e, simultaneamente, pelo menos 20 por cento dos votos em dois terços dos distritos do país para garantir a vitória na primeira volta. Caso contrário, será necessária uma segunda volta.

 

Oposição contesta mudanças

As reformas têm provocado um impasse no Parlamento, com o Partido Popular da Serra Leoa (SLPP), no poder, a defender as alterações, enquanto o Congresso de Todo o Povo (APC), na oposição, rejeita algumas das principais propostas.

O partido no poder considera que o novo modelo poderá reforçar a democracia e reduzir os custos financeiros, as tensões políticas e os riscos de segurança associados à realização de uma segunda volta nas eleições presidenciais.

A oposição, por seu lado, defende a manutenção da actual barreira de 55 por cento. O APC argumenta que uma percentagem mais elevada obriga os candidatos presidenciais a procurarem um apoio nacional mais amplo e confere maior legitimidade ao vencedor.

 

Representação proporcional e participação das mulheres

 

As reformas prevêem igualmente a introdução da representação proporcional nas eleições parlamentares, alterando o actual modelo de distribuição dos assentos no Legislativo.

Outra das medidas estabelece uma quota de 30 por cento para mulheres em cargos de liderança política. O Presidente passaria ainda a ter de considerar critérios como equilíbrio regional, igualdade de género e inclusão de minorias no processo de nomeação para cargos públicos.

Os defensores das reformas entendem que estas medidas poderão ampliar a representação política e responder a preocupações antigas relacionadas com a inclusão de diferentes grupos da sociedade.

 

Reformas testam consenso político

O apelo de Julius Maada Bio surge num momento de forte pressão sobre os deputados para que encontrem uma solução para o impasse parlamentar antes da entrada em vigor das alterações propostas.

O debate tem evidenciado profundas divergências sobre o futuro do sistema eleitoral da Serra Leoa, sobretudo em torno do equilíbrio entre representação política, legitimidade eleitoral e estabilidade.

Para o Governo, as reformas constituem uma oportunidade para modernizar o sistema eleitoral. A oposição considera, porém, que a redução da barreira presidencial poderá enfraquecer o amplo mandato eleitoral tradicionalmente exigido para governar o país.

A decisão do Parlamento poderá, assim, transformar-se num importante teste ao consenso político na Serra Leoa, numa altura em que o país se prepara para as eleições presidenciais de 2028.

 

As autoridades da República Democrática do Congo libertaram uma embarcação que havia sido retirada na semana passada, devido a receios de que passageiros pudessem estar infectados com o vírus Ébola.

O ministro da Saúde da RDC explicou, em declarações à RFI, que a retenção ocorreu na sequência de uma informação considerada incorrecta sobre a origem do barco. Inicialmente, acreditava-se que a embarcação tivesse partido de Kisangani, região onde foram detectados casos de Ébola. Contudo, as autoridades esclareceram posteriormente que o barco partiu de Mongala, uma província sem registo de casos da doença.

A embarcação foi interceptada depois de um passageiro apresentar sintomas semelhantes aos provocados pelo Ébola e ser obrigado a desembarcar. O indivíduo morreu posteriormente, mas não foi recolhida qualquer amostra que permitisse confirmar ou excluir a presença do vírus.

Outras três pessoas, incluindo duas crianças, morreram a bordo. No entanto, os testes realizados deram negativo para Ébola. Outros passageiros que apresentaram sintomas também foram submetidos a testes, sem que tivesse sido identificado qualquer caso da doença.

Apesar da libertação da embarcação, as autoridades congolesas afirmam que vão manter a vigilância sobre os barcos que navegam pelo rio em direcção a Kinshasa, num raio de 65 quilómetros da capital. No sábado, duas barcaças já tinham sido inspeccionadas pelas autoridades de saúde.

 

Os zambianos vão às urnas esta quinta-feira para escolher o próximo Presidente da República, numa eleição que coloca em confronto a continuidade das reformas económicas do actual Chefe de Estado, Hakainde Hichilema, e a promessa de mudança defendida pela oposição.

Até 8,7 milhões de eleitores estão inscritos para votar, numa disputa em que a situação económica e o elevado custo de vida figuram entre as principais preocupações da população.

Hichilema, de 64 anos, concorre à reeleição pelo Partido Unido para o Desenvolvimento Nacional (UPND), depois de ter conquistado a Presidência em 2021, na sua sexta tentativa. O actual Presidente herdou um país em incumprimento da dívida soberana, após anos de forte recurso ao endividamento durante o Governo de Edgar Lungu.

Desde então, o Executivo conseguiu um acordo de reestruturação da dívida, retomou o programa com o Fundo Monetário Internacional e registou crescimento económico, medidas que lhe valeram o reconhecimento de credores e investidores internacionais.

Apesar destes avanços, uma parte significativa da população considera que os resultados ainda não se reflectem no quotidiano. O aumento dos preços dos alimentos, o desemprego e a pobreza continuam entre os principais problemas, num país onde, segundo dados do Banco Mundial, mais de 70 por cento da população vive com menos de três dólares por dia.

A oposição procura capitalizar este descontentamento. Brian Mundubile, antigo ministro e aliado do falecido Presidente Edgar Lungu, tornou-se o principal adversário de Hichilema depois de ser apoiado por uma coligação de partidos da oposição.

Embora 14 candidatos concorram à Presidência, analistas consideram que a disputa se concentra essencialmente entre Hichilema e Mundubile, de 55 anos.

A juventude poderá desempenhar um papel decisivo no escrutínio. Quase metade dos eleitores registados têm entre 18 e 35 anos, constituindo um importante bloco eleitoral.

A economia estará igualmente no centro do debate. A Zâmbia é o segundo maior produtor de cobre de África e o Governo estabeleceu como meta triplicar a produção até 2031. Empresas chinesas desempenham um papel relevante no sector mineiro, reforçando a influência económica de Pequim no país.

 

TENSÕES MARCAM CAMPANHA

A campanha eleitoral ficou também marcada por episódios de violência e acusações de intimidação. A Polícia recorreu a gás lacrimogéneo para dispersar confrontos entre apoiantes de diferentes forças políticas, enquanto a oposição acusou as autoridades de restringirem as suas actividades de campanha.

Na semana passada, Mundubile afirmou que atiradores de elite teriam sido posicionados num comício em Mongu, a cerca de 580 quilómetros a oeste de Lusaca, acusando as autoridades de estarem a intensificar a repressão contra a oposição.

As assembleias de voto abrem às 06h00 locais e encerram 12 horas depois. Para além do Presidente, os zambianos vão eleger um Parlamento ampliado, passando o número de deputados eleitos directamente de 156 para 226.

De acordo com o calendário da Comissão Eleitoral, os resultados presidenciais deverão ser anunciados a 17 de Agosto. Para vencer na primeira volta, um candidato terá de obter mais de 50 por cento dos votos válidos. Caso nenhum alcance essa fasquia, os dois candidatos mais votados disputarão uma segunda volta.

O escrutínio será também um teste à estabilidade política da Zâmbia, considerada uma das democracias mais estáveis de África, num contexto de crescentes preocupações sobre restrições à dissidência e redução do espaço político.

Mais de 380 mil pessoas, distribuídas por oito regiões das Filipinas, foram afectadas pela passagem de ciclones tropicais até à manhã deste domingo, segundo dados do Conselho Nacional de Gestão e Redução de Riscos de Desastres daquele país.

De acordo com as autoridades, pelo menos 110 mil famílias foram afectadas pelos fenómenos meteorológicos. O balanço oficial aponta para seis mortos e sete feridos. Duas das vítimas mortais foram atingidas por deslizamentos de terra provocados pelas chuvas intensas, outras duas morreram na sequência de deslizamentos de rochas, enquanto as restantes perderam a vida por afogamento e electrocussão.

Os ciclones também provocaram danos em 148 habitações, das quais 138 ficaram parcialmente destruídas e 10 foram completamente destruídas, segundo dados divulgados pela Philippine News Agency.

Perante o agravamento das condições meteorológicas, a Administração de Serviços Atmosféricos, Geofísicos e Astronómicos das Filipinas emitiu, no sábado, um alerta vermelho de chuva para várias zonas do país, incluindo a Região Metropolitana de Manila, a capital.

Várias localidades registaram inundações severas, com a subida do nível das águas em alguns rios. As autoridades locais estão a apoiar a retirada de moradores de zonas baixas, numa operação de evacuação e realojamento das populações afectadas.

Como parte da resposta à emergência, foram instalados 86 centros de evacuação, que acolhem cerca de 2.200 famílias. Outras 1.132 famílias, correspondentes a aproximadamente 3.700 pessoas, encontram-se alojadas fora dos centros oficiais de evacuação.

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