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Extraparlamentares dizem que manifestações põem a democracia em risco 

A plataforma dos partidos políticos extraparlamentares convida a Renamo, MDM, PODEMOS e a todos os partidos concorrentes nas eleições gerais de 09 de outubro para privilegiar o diálogo e não as manifestações, porque, no seu entender, minam a democracia, a paz e a unidade nacional. Também, os extraparlamentares repudiam os resultados eleitorais por entenderem que não refletem a verdade. A

O cabeça de lista da FRELIMO em Inhambane, Francisco Pagula, trabalhou, nesta terça-feira, no distrito de Vilankulo, onde é administrador.

Pagula esteve com o primeiro edil de Vilankulo, Suleimane Amuji, e juntos percorreram algumas artérias da cidade turística para convencer o eleitorado a votar no seu partido e no seu candidato, Daniel Chapo.

Em conversa com os jovens, Pagula explicou que a Frelimo é a melhor opção para governar o país, porque tem um candidato presidencial jovem e um cabeça de lista que concorre para ser governador de Inhambane, que também é jovem. Foi nessa quantidade que Pagula explicou que conhece todos os problemas dos jovens, e citou como exemplo a dificuldade que os jovens enfrentam para ter uma habitação.

O político explicou que uma das apostas da FRELIMO para os próximos anos é dar terra infraestruturada aos jovens, como o primeiro dos principais passos para ter casa própria

Ainda na mesma cidade, Pagula interagiu com as vendedoras do mercado municipal e lá explicou que o candidato presidencial da Frelimo, Daniel Chapo, tem na manga um projecto para a criação de um fundo, que servirá de linha de financiamento para pequenos negócios dos vendedores dos mercados, que muitas vezes são obrigado a recorrer a microcréditos ou agiotas para financiarem suas iniciativas de negócio.

Para a concretização de tal atitude, Francisco Pagula pediu às mulheres presentes no mercado para votar na Frelimo e no seu candidato, Daniel Chapo.

O candidato presidencial da Frelimo, Daniel Chapo, diz que o país não voltará à guerra. Chapo, que trabalhou, esta terça-feira, no distrito de Marromeu, ainda na província de Sofala, também repisou que, antes de haver paz, em Cabo Delgado “o país ainda não está em paz”.

Já é o quarto dia de caça ao voto para as eleições presidenciais, legislativas e de governadores provinciais, e o partido Frelimo não cessa a esperança de tornar Moçambique melhor, com a eleição dos seus candidatos a 09 de Outubro próximo.

Esta terça-feira, à população de Marromeu, Chapo prometeu paz em todo o país e recordou, através de uma simples analogia, sobre o terrorismo em Cabo Delgado, em que reflectiu que, quando uma parte do corpo está ferida, então, a pessoa não está bem. “Atacar a Cabo Delgado é como cortar meu dedo do pé, dói o corpo todo”, disse.

Assim, Chapo prometeu trazer reconciliação e paz em todo o país. “Nós precisamos de lutar para que o terrorismo também termine e haver paz, do Rovuma ao Maputo. Eu sofri da guerra, não quero saber mais e não quero ver ninguem a passar pela mesma situação, por isso, vou trabalhar para que a paz e reconciliação sejam uma realidade”, concluiu.

Além da paz, Chapo também disse que tem conhecimento de que Marromeu é vulnerável às cheias e encorajou aos residentes a continuarem a desenvolver a agricultura, pois num futuro próximo, com a sua eleição, grandes empresas e fábricas serão implantadas no distrito.

“Quando chove em Marromeu, nós sabemos que temos tido cheias, mas Marromeu é muito rico e produz quase tudo. Por isso vamos trabalhar para que Marromeu não dependa só da empresa de açúcar. Por isso vamos investir na agricultura, trazer grandes empresas e fábricas.”

Usando a metáfora da “condução sem carta”, comparado aos seus candidatos presidenciais, Chapo diz que seu partido, sobretudo o seu candidato presidencial, são os únicos que têm carta de condução para Moçambique chegar a “bom porto”.

“Motorista é um só e já conduziu Nacala, conduziu bem, conduziu Palma, conduziu bem, conduziu Inhambane, conduziu bem, agora vai conduzir Moçambique e vai conduzir bem.”

O partido Frelimo escalou, no quarto dia de campanha eleitoral, o maior mercado informal da Beira, o mercado do Goto.

No referido mercado, contactou separadamente os vendedores, tentando convencer os eleitores a votarem nos camaradas e no seu candidato, com promessas de melhorar as condições de saneamento do mercado.

Distribuindo bonés, camisetas e panfletos, Celmira da Silva, membro da brigada central de assistência à província de Sofala, foi recebendo abraços e garantias dos eleitores que contactava de que votariam em Daniel Chapo e na Frelimo.

“Vote, vote em nós, que queremos continuar a trabalhar e ajudar a melhorar as condições de saneamento deste mercado”, disse Celmira da Silva.

E a Renamo esteve no bairro da Munhava. De casa em casa e contactando os potenciais eleitores nas ruas, a “perdiz” dizia que, caso vença as eleições, uma das suas prioridades será melhorar o atendimento hospitalar.

“Nos hospitais, não há medicamentos, há papéis para passarem eventuais receitas. Os hospitais tornaram-se nossos cemitérios. A Renamo pretende acabar com isso, melhorando, por outro lado, as condições de trabalho dos profissionais de saúde. Na nossa governação, os hospitais serão lugares onde os utentes terão a oportunidade de ser atendidos cuidadosamente. A solução é votar em Ossufo Momade”, afirmou Guacha Mandevo, membro da Liga da Juventude da Renamo na Beira.

O MDM esteve, igualmente, no bairro da Munhava. O delegado político da cidade da Beira, Picardo Sola, lembrava os potenciais eleitores que contactava de que o país está independente há 49 anos, mas “o Governo que o dirige não consegue garantir uma vida condigna aos moçambicanos, com inúmeros problemas. Queremos mudar tudo para o melhor. Não duvide das nossas capacidades. O exemplo da nossa boa gestão da coisa pública está aqui, na cidade da Beira. A governação de Lutero Simango assim será em todo o país. Vote no nosso candidato e no MDM”, pediu Sola.

Lutero Simango promete criar a Casa do Agricultor, no distrito de Buzi para apoiar os pequenos agricultores. Simango falava, esta terça-feira, na localidade de Inharongue, um povoado que vive à base da agricultura, pesca e pastorícia.

Lutero Simango reservou o dia para trabalhar, porta a porta, naquela localidade, que, por sinal, tem algo de especial: é a terra dos seus avós.

“Aqui é onde minha mãe nasceu e cresceu. É terra dos meus avós. Conheço os problemas deste povo. Nós vamos criar a Casa do Agricultor, que vai comprar os produtos dos pequenos produtores, mas também ajudar a desenvolver as suas machambas.”

Simango diz que não vai prometer construir fábrica de processamento de açúcar, até porque os outros já prometeram e vêm prometendo há 30 anos, mas até hoje nada foi feito.

“Chissano prometeu, Guebuza idem, mesmo Nyusi falou para vocês, na sua campanha, mas está aonde a companhia?”, questionou.

Já no comício, Lutero Simango apresentou-se como a melhor pessoa para acabar com o que chamou de discriminação do povo no acesso às oportunidades.

“Aqui nada chega para vocês? Idai não passou aqui? O dinheiro chegou? Quem levou? Agora tem esse projecto de gás de Buzi, é bom, mas não estão a levar a população de Buzi para trabalhar. Isso é discriminação. Mas com o Governo do MDM e Lutero Simango, isto vai acabar.

Simango apresentou à população o candidato do partido a Governador da província de Sofala, José Domingos, que entre outros assuntos, mostrou-se indignado com o estado da tão propalada estrada que liga Tica a Buzi, no interior do distrito de Buzi, que embora ainda não tenha sido entregue ao Governo, já se apresenta degradado em muitos troços.

O candidato a governador diz que o facto resulta da corrupção.

“Andaram a propalar Tica-Buzi, onde está a estrada? Aquela que em menos de seis meses já está neste estado? Nós vamos fiscalizar as obras e não vamos permitir que haja obras mal feitas”, disse.

Simango, no quarto dia, solicitou que as pessoas confiem em si e no seu partido.

Verónica Macamo, chefe da Brigada Central de Assistência à província de Maputo, trabalha hoje na autarquia da Matola, onde está a pedir votos para o candidato presidencial Daniel Francisco Chapo  e para o Partido Frelimo.

O dia desta terça-feira começou com um encontro com religiosos. De seguida, o encontro com o eleitorado foi no mercado da Machava Sede. As bandeiras vermelhas flutuavam ao ritmo de danças, abraços e o que nunca falta é a capulana para as senhoras e os homens recebiam sempre uma camiseta ou outro material de propaganda.

A azáfama tomava conta de todos. Nisso tudo, o discurso da Verónica Macamo era pedir voto para Daniel Chapo, candidato presidencial da Frelimo e para o próprio partido. 

Num breve encontro com uma das vendedeiras, Macamo expressou a vontade de ver Chapo a governar o país e, para tal, apelou o eleitorado a votar no partido já no dia 9 de Outubro. 

“Viemos aqui para pedir voto para o nosso candidato, vota em Daniel Chapo e no Partido Frelimo para continuarmos a trabalhar” disse Verónica Macamo que, rodeada por várias pessoas, entre membros do partido, simpatizantes e vendedores que recebiam e usavam as camisetas e capulanas do partido dos camaradas.

E na banca seguinte, dois jovens voluntariaram-se para dialogar com Verónica Macamo e, nessa interação, notava-se exigências pela melhoria da vida da província e do país em geral e, como forma de resposta, vinha a mensagem de que votando na Frelimo há garantias para a continuidade da construção da província e do país.

O cabeça-de-lista da Renamo na província de Maputo está em campanha eleitoral no distrito de Boane. Discursando no mercado municipal, António Muchanga explicou que há ganhos com a recente revisão da Lei Eleitoral, esclarecendo que os Tribunais Judiciais Distritais não perderam competências de dirimir ilícitos eleitorais. Mas sim os Tribunais Judiciais não validam resultados eleitorais ficando esta competência única e exclusiva para o Conselho Constitucional.

Muchanga e sua comitiva iam caminhando pela estrada Nacional número dois, a mesma que dá acesso à vila municipal de Boane, partindo da Matola a capital provincial de Maputo, mas a viagem era, às vezes, intercalada entre carro e caminhada. O sol estava radiante, com água nas mãos e capulanas à cabeça os membros e simpatizantes da Renamo seguiam Machanga que estava de microfone em punho espalhando a mensagem eleitoral da Renamo. 

“Boa tarde, bom dia, estamos aqui, em Boane, para pedir votos para o Presidente Ossufo Momade, para a Renamo e para mim, que sou o cabeça-de-lista daqui da província”, disse.

Chegados ao mercado, a marcha abrandou e, de novo, António Muchanga pegou no microfone e começou por dizer que há mentiras que estão a ser espalhadas em torno da Lei Eleitoral. 

“A Lei eleitoral traz novidades e segurança para as eleições, é mentira o que andam a dizer por aí. Os Tribunais vão continuar a dirimir conflitos eleitorais. O Que os Tribunais Judiciais não vão fazer é validar ou não resultados, isso será feito pelo Conselho Constitucional”, esclareceu.

O candidato continou explicando as vantagens da Lei Eleitoral e pediu que os moradores de Boane votem no dia 9 de Outubro em Ossufo Momade e na Renamo, para que haja mudanças na província de Maputo.

O candidato presidencial da Frelimo, Daniel Chapo, trabalha, esta terça-feira, em dois distritos do norte da província de Sofala, nomeadamente, Caia e Marromeu. 

O dia iniciou em Caia onde milhares de pessoas lotaram o aeródromo local para receber o candidato da Frelimo, com vários grupos culturais a fazer a animação do momento.

Chapo devia seguir de viatura para a residência protocolar, mas devido a multidão que lotava as ruas da Vila Autárquica de Caia decidiu seguir a pé cerca de um quilómetro e meio interagindo e saudando os populares. Numa breve entrevista exclusiva à nossa reportagem revelou ter ficado bastante entusiasmado com a forma como a população de Caia o recebeu. Para Chapo aquele era sinal claro que no dia 9 de Outubro não deverá haver reclamações dos seus concorrentes em Caia porque o povo foi mostrar quem vai votar.

Reiterou ainda o seu compromisso em trabalhar afincadamente para resolver os problemas com que os moçambicanos se debatem no seu dia-a-dia provendo mais água potável, energia, infraestruturas sociais e económicas que promovam o desenvolvimento de Moçambique. 

Depois foi ao comício no campo municipal. No seu discurso disse aos presentes que ele é um condutor experiente porque já conduziu uma viatura ligeira, referindo-se aos distritos em governou, depois conduziu camioneta, referindo-se a província de Inhambane em que foi governador durante oito anos, e que agora a Frelimo o desafiou a conduzir um camião pesado que é Moçambique porque as outras “viaturas” conduziu muito bem. Usando essa analogia diz que agora foram colocados à disposição dos moçambicanos quatro motoristas para escolherem um para conduzir o camião pesado e que dos quatro só ele tem experiência de condução de vários modelos de viaturas, pelo que questionou aos presentes se eles vão entrar na viatura a ser conduzido por um motorista que nunca conduziu ou vão para aquele que tem experiência?

“QUANDO UM NIGGER ESTÁ NO PODER O SWAGGER ESTÁ A VONTADE”

O candidato diz que por ser jovem entende muito bem as preocupações dos jovens. E contou ter sido abordado por um jovem em Maríngue que disse “senhor candidato quando olho para as suas calças vejo que se tivermos um nigger no poder os swagger estarão a vontade”. E para fazer jus a esse entendimento dos jovens quando olham para ele, pretende atrair investimentos para o sector da agricultura de modo a se explorar o enorme potencial agrícola que o distrito de Caia não só para instalação de grandes plantações de diversos produtos, como também para a instalação de fábricas de processamento.

Quer ainda resolver o problema da habitação para a juventude. Existem duas soluções para este problema. A primeira é continuar os programas de construção de casas sociais e a segunda é infra-estruturar terrenos colocando estradas, água, energia, saneamento e depois atribuir talhões aos jovens para que possam construir sozinhos as casas.

Prometeu a instalação de um centro de formação técnico profissional para que jovens que não tenham condições de irem continuar seus estudos superiores nas grandes cidades possam fazer cursos de curta duração para que possam aprender uma profissão tais como electricidade, carpintaria, construção civil, mecânica entre outras. 

Para os jovens que já desenvolvem algum tipo de negócio em Caia mas que não conseguem desenvolver por dificuldades de acesso ao financiamento, pelo que a Frelimo e Daniel Chapo estão a planear criar um Banco de Desenvolvimento para ultrapassar este problema.

Na educação voltou a salientar a necessidade de introduzir disciplinas que ajudem os jovens a melhorar o amor pelo nosso país, como a Educação Patriótica e Cívica e a disciplina de Ética e Moral.

Houve registo de escaramuças, na campanha eleitoral, na província de Manica. Duas pessoas foram parar no Hospital Provincial de Manica, por contraírem ferimentos ligeiros, após se envolverem em actos de pancadaria por causa de disputa de espaço para colagem de cartazes de propaganda eleitoral.

A campanha eleitoral, que arrancou no sábado último, já fez vítimas em Manica. Dois membros de diferentes formações políticas, cujos nomes não foram revelados, envolveram-se em confrontos.
O responsável do Banco de Socorros no Hospital Provincial de Chimoio, Mbuyamba Tshiphuka, confirmou o facto e disse que as vítimas que tiveram ferimentos foram tratadas em regime ambulatório.

“A campanha começou no fim-de-semana. Registámos dois casos. O caso de sábado para domingo foi de um idoso vítima de agressão física e que chegou ao hospital com uma ferida incisa ao nível da coxa direita. No domingo, tivemos um caso também de agressão física e o paciente apresentava contusões em quase todo o corpo e algumas escoriações”, disse Mbuyamba Tshiphuka.
Enquanto a equipa do jornal O País se encontrava no Hospital Provincial de Manica, chegou a terceira vítima, desta feita de acidente de viação. Caiu de uma carrinha de caixa aberta quando fazia campanha eleitoral.

Tirando estes incidentes, a campanha eleitoral em Manica tem estado a decorrer sem sobressaltos, com os partidos políticos a intensificarem a “caça ao voto”.

O candidato presidencial da Frelimo, Daniel Chapo, prometeu, hoje, que vai atrair grandes investimentos para o desenvolvimento de farmas agrícolas de modo a explorar o “enorme” potencial agrícola do distrito. Chapo entende que a instalação de fábricas de agro-processamento vai evitar que as matérias-primas sejam retiradas do distrito sem acrescentar valor.

Chapo diz ser o candidato mais adequado para trazer mudanças significativas e completamente benéficas aos moçambicanos, em especial à população do distrito de Marínguè, Sofala, local escolhido para o comício do terceiro dia da campanha.

“Nós sabemos que Marínguè é muito fértil e produz quase tudo. Primeiro, vamos abrir grandes farmas para com as farmas empregar os jovens, mas, na medida que aumentamos a produção, vamos precisar de processar, vamos ter pequenas, médias e grandes indústrias. Os jovens vão trabalhar nas farmas para produzir, mas também vamos processar aqui mesmo, para não acontecer o que aconteceu agora”.

E o que não deve acontecer agora, segundo Chapo, é que as empresas usem matéria-prima de Marínguè, sem benefício algum para o povo. Aliás, sobre esta postura, Chapo condenou a postura da empresa Mandora Investimento, que entende que enganou o povo, pois “comprou algodão e não pagou”.

“Aqui em Marínguè produzimos muito algodão, mas a empresa Mandora Investimentos chegou aqui, comprou algodão, disse que ia pagar. Levou algodão da população e não está a pagar. Nós vamos perseguir esta empresa para pagar esse dinheiro, porque é muito dinheiro”.

O que também não será tolerado, segundo Chapo, é que as empresas usem o povo sem acrescentar valor. “Para acabar, vamos ter empresas aqui para que a pessoa que comprar algodão não saia daqui, porque se vai processar aqui em Marínguè”, defendeu.

Entre as promessas, Chapo vai resolver o problema da falta de habitação para os jovens e sua estratégia é construir casas sociais que os jovens deverão pagar aos poucos e ao “custo justo”.

O Banco de Desenvolvimento, ora prometido em Nhamatanda, é também uma iniciativa que vai abranger o distrito de Marínguè, que vai igualmente beneficiar de financiamento de projectos de jovens, novas estradas e acesso aos serviços básicos.

Chapo disse estar ciente da necessidade de uma estrada asfaltada que liga o distrito à Estrada Nacional Número 1 (EN1), em Nhamapaza, passando por Marínguè, até a Estrada Nacional Número 7 (EN7), passando por Macossa em Manica.

Chapo também reiterou que é o único candidato presidencial que teve êxito na sua experiência de governação, desde o nível mais baixo, como administrador distrital, Governador Provincial, e, agora, será o Presidente da República, onde vai também destacar-se como um “servidor íntegro”.

 

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