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O País – A verdade como notícia

“Economia Digital e os Desafios do Conhecimento” foi o tema do terceiro painel de debate, do segundo dia, do Fórum MOZEFO 2017. O acesso às tecnologias digitais, o uso da internet, as oportunidades que o mundo digital pode oferecer ao desenvolvimento são questões que frequentemente são colocadas actualmente, principalmente com a globalização.

Durante o debate os painelistas tiveram um ponto de convergência – a necessidade de criação de infra-estruturas – para a criação de uma economia digital. O engenheiro Marcelino Nhapala, representante do Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM), defendeu que para que as nações possam caminhar para um mundo digital, economia digital é necessário que a população tenha acesso à internet, às plataformas digitais e de comunicação modernas. O engenheiro fez menção que a humanidade está a caminhar para um estágio em que as transações, negócios vão acontecer em plataformas digitais por isso devemos preparar a população e as instituições estejam adequadas a esta dinâmica.

Marcelino Nhapala diz que o Governo está ciente desta dinâmica e está a desenvolver estratégias e políticas para aproximar as comunidades para ao mundo digital.

“Economia digital só é possível com infraestruturas digitais. Os modelos convencionais de fazer negócio já não existem. Devemos atacar aquilo que é o fosso de acesso a tecnologia digital. Moçambique têm 154 distritos e 10 capitais províncias e a cidade de Maputo. Todos os distritos tem infraestrutura digital, de telefonia móvel que permite fazer transações. Dos 408 postos administrativos que temos 70 por cento em acesso a rede de telefonia móvel”, disse o engenheiro.

Estes números parecem animadores, mas um outro dado revela que em Moçambique num universo de 100 pessoas somente quatro e cinco cidadãos é que tem acesso à internet. O representante do INCM reconheceu este facto e diz que só com o investimento na educação e na redução do fosso do acesso a tecnologias se poderá mudar e colocar Moçambique numa economia digital.

“Devemos colocar as crianças a não terem medo da tecnologia. Investir na educação, nas tecnologias de informação é importante para o desenvolvimento de qualquer país”, concluiu Nhapala.

Liesbeth Botha, líder estratégica de transformação digital na Pwc Africa, na sua intervenção identificou os quatro pilares que conduzem para a economia digital, o empreendedorismo, o sistema de educação, as infra-estruturas e a mão-de-obra qualificada.

Segundo Botha o empreendedorismo é importante na economia digital porque são poucas as ofertas de emprego existentes nesta área, daí a necessidade das sociedade estar atenta e observar oportunidades e criar através destas oportunidades o seu próprio emprego.

A educação, segundo pilar, incide na necessidade de se ter bons sistemas de ensino que ajudem a formar o capital humano. “Não se pode criar uma economia digital sem um capital humano formando. As pessoas precisam ter conhecimento, acesso à formação nesta área, estarem em contacto com as plataformas digitas”, explicou Botha.

Na visão da representante da Pwc as infra-estruturas digitas permitem que a população tenha acesso ao mundo digital, referindo ainda que o acesso às infra-estruturas é deficitário em África.

“O continente africano tem sofrido com o preço dos dados, a internet é cara. A banda da conectividade deve ser acessível para que todos possam ter acesso e aprender a trabalhar com elas, ganhar familiaridade. A falta de infra-estruturas condiciona o desenvolvimento da economia digital. Não podemos criar uma economia digital em espaço que não são condicentes ao empreendedorismo e a inovação. Analisando os países africanos observo que no Quénia, mais precisamente em Nairobi é onde podemos encontrar espaços para o desenvolvimento da economia digital. Os dados e as ferramentas estão disponíveis para fácil acesso da população”, disse a representante da Pwc.

O último pilar, mas não menos importante, é a mão-de-obra qualificada. É preciso ter pessoas capacitadas, ter líderes que não tenham medo da mudança. “Os nossos líderes devem aprender mais sobre informação digital, se eles não estiverem abertos a esta mudança devem abandonar o posto e dar lugar a nova geração. Quando falo de mudança não me refiro a enviar uma mensagem através do WhatsApp. Os líderes devem olhar para a digitalização o uso das tecnologias para o desenvolvimento, devem estar aptos para aprender e a ensinar. Os líderes devem estar tecnologicamente educados”, enfatizou.

Liesbeth Botha aconselhou aos presentes a não terem medo do insucesso, porque é com o fracasso que se descobrem os erros e se reconstrói os passos seguintes. Quando se tem medo do insucesso não se sai da zona de conforto, porque não se cria uma economia digital ao se repetir os mesmos actos.

Marie Andersson de Frutos, embaixadora da Suécia, trouxe a experiencia do seu país para o debate. Actualmente na Suécia a percentagem de conectividade é de 91 por cento, o país tem a segunda média mais elevada de velocidade da internet na Europa. Segundo a diplomata o seu país chegou a este nível porque o Governo apostou em políticas públicas que fomentam a criação, desenvolvimento e utilização das tecnologias. Marie de Frutos defende que a economia digital conduz ao desenvolvimento sustentável. “A tecnologia é uma ferramenta para o combate às mudanças climáticas, permite a abertura de novos postos de trabalho, permite a conexão entre diferentes mundos, poupa tempo e transporte”, afirmou a embaixadora.

A diplomata disse ainda que o seu país está disposto a trocar experiências com Moçambique e ajudar o país a melhorar a digitalização rumo ao alcance de uma sociedade economicamente sustentável.

Rama Sithanen, antigo Ministro das Finanças e antigo Vice-Primeiro-Ministro das Maurícias, abriu o último painel do MOZEFO, no segunda dia.

Num discurso subordinado ao tema “Reformas económicas como indutor de crescimento”, o político defendeu a necessidade de se criar um ambiente favorável para que as pequenas e médias empresas possam fazer negócio e de se subsidiar infra-estruturas para atrair pessoas, com criação de zonas económicas especiais.

No processo de induzir crescimento, Sithanen observa que Moçambique precisa de dinheiro, é certo, mas precisa mais de tecnologias e de conhecimento, daí que o antigo Vice-Primeiro-Ministro daquele país africano tenha demonstrado ser a favor do investimento na educação nas áreas técnicas.

Depois, segundo Rama Sithanen, é preciso compreender que o sector privado é muito importante, pois sempre pode contribui para o crescimento com boas propostas políticas aos governos. No caso das Maurícias, Sithanen diz que o seu país conseguiu eliminar a pobreza absoluta ao levar em conta várias acções, como diversificar a economia, que garantiu que a nação atingisse a renda média, sobretudo do ponto de vista de desenvolvimento humano.

O antigo vice-Primeiro-Ministro de Portugal, Paulo Portas, considera que a globalização abre espaço para os países e as pessoas pobres melhorarem sua condição. Para o efeito, defende o não isolamento das nações através de murros ou fronteiras, pois em globalização, o dinamismo é permanente.

“Em globalização, uma boa ideia transforma-se rapidamente num bom negócio e as boas ideias são substituídas por outros negócios mais depressa”, alertou.

Portas disse acreditar que África possa dar grande contributo para o mundo, e recorreu a países da Ásia como exemplo de nações que fizeram da globalização um indutor do crescimento, apontando a China.

Falou de reformas, que aliás, considera imprescindíveis para o desenvolvimento de um país. “Só há revoluções quando não há reformas. As reformas são convidativas para os investidores. Se há reformas, nenhuma revolução é necessária”.

E lançou críticas às reformas do FMI. “As reformas são permanentes. Não se pode gerar fadiga das reformas, nem considerar que elas estejam feitas”.

Deu o exemplo da Irlanda, que atrvés de reformas fiscais, fixou a taxa do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRC) nos 12.5%, o que os possibilitou alavancar sua economia. “Isso se faz não mudando as leis todos os dias”, disse. E alertou para a questão da competitividade dos países. “Ninguém é competitivo em todos os factores de competitividade”, No entanto, defende que é preciso que os países escolham onde apostar e daí, fazerem com que tal escolha represente uma marca para o país.

Na globalização, é essencial ser persistente, pois o imprevisível pode prevalecer, defende, baseando-se no Brexit como exemplo.

O desenvolvimento de um país depende de muitos factores, por exemplo, “Reformas económicas como indutor de crescimento”, tema do sexto painel do segundo grande fórum MOZEFO, que termina amanhã, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo. Um dos oradores convidado a intervir, José Chichava, foi exaustivo sobre o que Moçambique precisa fazer para se superar. De acordo com o antigo Ministro da Administração Estatal, o primeiro item crucial para a reforma do país é a paz e a estabilidade, feita de atitude das pessoas, com a percepção de que Moçambique é de todos e que não existe mais moçambicanos do que outros.

Com efeito, resolvido o problema do conflito das armas, diz Chichava, na estabilidade o país não foi capaz de pensar em programas a longo prazo. “Para desenvolver o país não devemos fazer programas de cinco em cinco anos, sem continuidade. Em cada mandato começamos tudo do zero. Precisamos de programas consistentes, de cinco, dez e vinte anos”, sugeriu Chichava.

Além disso, José Chichava partilhou mais ideias com o público, lembrando que a maior parte do povo moçambicano vive no campo e do campo. Então, o país tem que investir na agricultura, investir naquilo que pode ser vantagem competitiva em termos de agricultura, que para o efeito há rios e terra suficiente para produzir todo tipo de produtos com cotação a nível internacional. E o raciocínio de Chichava foi evoluindo, tocando mais em elementos que fragilizam o país, com soluções: “Temos de parar de culpar os outros pelos nossos problemas. Estamos com problemas sérios na economia, mas, em 2007 havíamos atingido o nível de não mais policiamento pelo FMI, pela capacidade de gestão e implementação que conseguimos atingir. No entanto, de repente, estamos no fundo do poço. Como moçambicanos, devemos analisar as causas que nos afectam e pensar numa solução para esses problemas. Devemos nos desfrutar daquilo que a globalização dá, sem querer desenvolver sozinho”.

Mais adiante, José Chichava disse que, para preservar as conquistas, o país deve respeitar as leis e parar de as alterar de cinco em cinco anos; criar instituições fortes, que não permitam alguém estar acima da lei. “E todos devemos sentir que temos responsabilidades. Todos culpamos o governo, mas não pensamos na nossa contribuição para ajudarmos o país a sair dos problemas. Caso corrupção. Todos nos queixamos, mas ainda não nos perguntamos quem corrompe e quem é corrompido. Isso importa, como importa punir a todos envolvidos nesses actos. Temos de moralizar as pessoas, em casa, e não deixar que esse papel seja do Estado ou do professor”.

Antes de finalizar o seu discurso, Chichava disse ainda que o país deve investir no conhecimento porque, assim, terá maior capacidade de negociar melhores contratos com entidades estrangeiras.  

Depois de Chichava, falou Ari Aisen, representante permanente do FMI em Moçambique. Aisen foi pragmático, começando o discurso por dizer que é possível que um país tenha crescimento alto e isso não fazer muito sentido, caso não seja inclusivo, não beneficie toda a sociedade. Nisso, o representante do FMI discordou da opinião defendida por Chichava, a de que o Fundo monetário é polícia dos países. Aisen corrigiu afirmando que o Fundo é parceiro dos países que devem apropriar-se das reformas e perceber que são indispensáveis para o desenvolvimento.

Ainda nesta tarde, Aisen disse que não é possível pensar em crescimento económico sem estabilidade macroeconómica, o que se traduz na inflação baixa e crescimento sustentável ao longo do tempo. “O ambiente macroeconómico é fundamental e os países que a levam em conta alcançam ganhos em termos de investimento inclusivo”, afirmou. Mas não ficou por aí. “Países que em geral não têm disciplina fiscal, ficam sob ameaça de estabilidade económica. O sector financeiro precisa receber poupança das famílias e, em função disso, transformar em financiamento. Quando as famílias não têm a possibilidade de transformar poupança por empréstimos, há problemas. Igualmente, medidas sectoriais são fundamentais, com políticas concretas, poder das instituições, autonomia e burocracia eficiente.

Segundo Aisen, a fortaleza das instituições é a chave no âmbito das políticas públicas. Nessa área, o FMI quer criar nos países parceiros a capacidade de gerenciar uma economia.

O sexto painel contou ainda com Paulo Portas, antigo Vice-Primeiro-Ministro de Portugal, e Rama Sithanen, antigo Ministro das Finanças e antigo Vice-Primeiro-Ministro das Maurícias.

 

 

A empresa mineira Vale Moçambique quase duplicou, para 10 milhões de toneladas, a produção e escoamento de carvão na mina de Moatize, na província de Tete, durante os meses de Janeiro e Outubro. A mineradora brasileira espera produzir e vender 13 milhões de toneladas de carvão metalúrgico e térmico até final de 2017, contra 5,9 milhões de toneladas em 2016. Uma nova unidade de processamento de carvão levou a empresa a atingir um recorde de produção no segundo trimestre deste ano, de 3,2 milhões de toneladas, disse Rogério Cendela, especialista técnico de carvão da Vale.

“Temos agora duas secções em operação e iniciámos trabalhos para ter uma terceira”, disse o responsável durante uma visita guiada à mina de Moatize, na província de Tete. A meta da empresa é atingir os 22 milhões de toneladas anuais quando aquela terceira unidade de produção estiver activa.

A Vale iniciou as operações na mina de Moatize em 2011, com uma primeira secção de processamento de carvão com capacidade para 11 milhões de toneladas anuais, que operava com duas linhas, carvão metalúrgico e carvão térmico.

A segunda unidade, com a mesma capacidade, entrou em actividade em Outubro de 2016 e a empresa opera com quatro linhas.

A multinacional brasileira abandonou o uso da linha férrea de Sena, que liga Moatize ao porto da Beira, no Oceano Indico, devido à insegurança e baixa capacidade do volume de escoamento, passando a usar a linha de Nacala.

Teodato Hunguane defende que a questão de empregabilidade da juventude no contexto de economias em desenvolvimento deve ser discutida com bastante franqueza e honestidade.

O jurista, que falava à margem do segundo grande Fórum MOZEFO, apelou ao Governo moçambicano a reflectir sobre o assunto no contexto das fragilidades a que a nossa economia está sujeita.

Para ele, a nossa situação económica é debilitada e por isso é urgente a correcção da mesma, resgatando a confiança com os parceiros internacionais.

No mesmo prisma, o religioso Dom Dinis Sengulane explicou que a questão da empregabilidade da juventude no contexto da economia em desenvolvimento é um tema não só de Moçambique como também de África no geral. Dom Dinis afirma, que nesta fase, a espiritualidade, a esperança e engajanento no trabalho podem ser pilares fundamentais para que os jovens saiam vencedores na batalha que travam no quadro da enpregabilidade.

Lá vão dois anos, depois do primeiro grande fórum MOZEFO, tempo suficiente para o grupo SOICO preparar o segundo, que, há instantes, começou no Centro de Conferências Joaquim Chissano, na cidade de Maputo, a qual tem como Governadora Iolanda Cintura. Convidada a discursar, no momento dos discursos iniciais, Cintura apreciou a essência do fórum económico, considerando que MOZEFO é um evento estratégico de debate de nível social que leva os moçambicanos a pensar no futuro. Por isso, a Governadora felicitou a SOICO pela iniciativa que se concentra numa partilha de conhecimento proveniente de todas partes do mundo, por exemplo, Espanha, Portugal, México e Costa Rica.

Considerando o carácter cosmopolita do fórum, Iolanda Cintura convidou, de seguida, a todos os participantes do MOZEFO a conhecer melhor a capital do país, o seu turismo, a sua cultura e a sua gastronomia.

Ora, mesmo antes dos momentos dedicados a discursos inaugurais, o segundo grande fórum MOZEFO iniciou com a entoação do hino nacional, Pátria Amada. Logo a seguir, Alvim Cossa exibiu a performance dos seus xithokozelos, gritando a plenos pulmões o nome Moçambique, tal como o fez o grupo de Tufu que levou ao palco a dança de Nampula, com Regina dos Gran’Mah na vanguarda, como vocalista. Na verdade, o momento cultural serviu para exibir manifestações culturais do país, daí que o xigubo, numa mistura com o RAP de SG, do grupo Xitiku ni Mbaula, também teve espaço. Racionalizando-se o tempo, depois do rapper, Lizha James cantou o seu Nita mukuma kwine.

E porque é sempre importante saber-se de onde se vem, no ousado desafio ao futuro, por via da tela gigante, o auditório e os telespetacdores da Stv espalhados pelo mundo viram o vídeo, emotivo, dos eventos atinentes ao primeiro grande Fórum, realizado em 2015, no Campus Universitário Eduardo Mondlane, em Maputo.

 

Numa altura em que os jovens se debatem com desafios que vão desde à falta de emprego entre outros, o PCA do Grupo Soico, Daniel David, anunciou que em 2018, será realizado o Fórum Especial da Juventude, onde os jovens poderão debater o seu futuro.

Durante a cerimónia  de abertura do segundo grande Fórum MOZEFO, Daniel David reconheceu os artistas nacionais que actuaram no evento e não se alongou muito no discurso de boas-vindas por considerar que os músicos o fizeram devidamente e representaram a nossa moçambicanidade.

Sobre os debates que se esperam do evento, apelou aos oradores a observarem uma discussão aberta e  franca, de modo a que sejam alcançados os objectivos traçados.

“Os moçambicanos são resilientes porque acreditam que é um país de todos nós. Os moçambicanos querem construir um Mocambique melhor, e é o que estamos a fazer.

Também fez das suas as palavras do Presidente da República da República ao considerar que as boas ideias não têm cor partidária, por isso, exortou as autoridades a fazerem uso das contribuições que surgirem do fórum, visando o desenvolvimento do país.

E porque o MOZEFO junta personalidades não só do país, Daniel David agradeceu a Vicente Fox, Laura Chinchila, José Maria Neves, Zapatero, Paulo Portas e as demais individualidades pela presença.  “É uma honra terem aceite o convite e estarem connosco”.

Falou de gratidão. Primeiro ao governo por acolher o projecto, aos membros da Comissão pelo apoio, ao jovens, parceiros e também à família, pelo suporte.

Várias personalidades participam na sessão inaugural do segundo grande fórum MOZEFO. Desde políticos a empresários, do antigo Chefe do Estado, Joaquim Chissano, a diplomatas, encontra-se o Presidente da CTA, Agostinho Vuma. Intervindo nesta manhã, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo, o empresário não hesitou ao referir-se ao fórum económico: “o MOZEFO enquadra-se num conjunto de mecanismos consultivos que reforçam a criação de um bom ambiente de negócio”.

Falando a um auditório muito concorrido, Agostinho Vuma afirmou que, num mundo mais globalizado, é impossível desassociar o conhecimento do desenvolvimento do país. “E, estando a economia a mostrar sinais de recuperação, há que incluir todas as forças produtivas do país, daí que CTA está certa de que este fórum, com várias experiências, consiga libertar ferramentas para o desenvolvimento do país”.

Na percepção de Agostinho Vuma, MOZEFO transforma-se num fórum privilegiado de diplomacia económica. Logo, a CTA pretende reforçar a cooperação com entidades estratégias estrangeiras, com parceria do MOZEFO, porque, a partir disso, acredita que pode alcançar os seus objectivos e divulgar ideias de desenvolvimento no país através de conselhos empresarias nas províncias e aos parceiros

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