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CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) contratou a Lazard Frères SAS and Lion’s Head Global Partners para angariar dois mil milhões de dólares nos mercados internacionais que serão aplicados em dois projectos de exploração de gás natural nna bacia do Rovuma, disse Omar Mithá em entrevista à agência financeira Bloomberg, citada pelo Macauhub.

Mithá adiantou que a empresa vai iniciar em Maio próximo os contactos com potenciais investidores ao abrigo de um programa de encontros a serem realizados na Ásia, Médio Oriente e África do Sul, tendo acrescentado ser a angariação de capital “extremamente urgente.”

A Lazard Frères SAS vai prestar aconselhamento no que se refere ao projecto Área 4, que está a ser desenvolvido pela ENI, a Lion’s Head Global Partners no projecto Área 1, operado pelo grupo norte-americano Anadarko Petroleum, indo a ENH contratar ainda o banco francês Société Générale para este último projecto.

A ENH tem uma participação de 10% no projecto operado pelo grupo ENI e de 15% no projecto da Anadarko Petroleum.

A Lazard Frères SAS tem estado a prestar aconselhamento financeiro ao Ministério das Finanças de Moçambique no que respeita a reestruturação da dívida externa contraída pela Ematum, ProIndicus e MAM.
 

A produção anual de carne de frango na província de Tete é de cerca de 600 toneladas, cifra que está muito aquém das quase oito mil toneladas necessárias para suprir a demanda, anunciou sexta-feira o governador, Paulo Auade, citado pela AIM.

“No ano passado, a nossa província registou uma produção de 637 toneladas de carne de frango que está muito aquém da demanda que é de 8.956 toneladas por ano”, disse Auade, na abertura do I Seminário de Capacitação de Avicultores e Extensionistas de Tete.

A produção actual corresponde a cerca de 7,1 por cento da demanda, razão pela qual o governador sublinha a necessidade do aumento da produção, pois a carne de frango tem um contributo inestimável na disponibilidade de proteína animal e, deste modo, melhorar a dieta e estado nutricional das famílias.

Auade afirma que a meta do governo é reduzir a importação de frango, através da produção local e o seu Executivo continuará a apostar na alocação de insumos para a concretização deste projecto.

“O investimento no sector agrário, especialmente na produção do frango, constitui uma das maiores oportunidades de negócio para a província, bem como para a massificação do processo de transferência de tecnologias agrárias, de modo a transformar mais jovens e mulheres em empresários e empreendedores do ramo agrário”, sublinhou Auade.

Por isso, o governante convida os provedores de serviços e produtores de ração animal para o estabelecimento de programas e parcerias no sentido de se produzir mais cereais. Isso irá ajudar a reduzir os custos da ração, que é o factor determinante na produção de frangos.

Para o efeito, Auade lançou um desafiou a empresa Higest a estabelecer parcerias com os agricultores locais para o aumento da produção de cereais e soja, que são alguns dos principais ingredientes para a produção de ração.

“A nossa província tem potencial para a produção massificada de cereais, com destaque para o milho e a soja, implementos necessários para a produção de rações”, frisou.

O governador também ambiciona ver na província uma unidade de abate e processamento de frangos.

Explicou que a avicultura constitui um dos focos centrais da acção governativa, daí a realização, em Dezembro de 2016, em Rapale, em Nampula, da I Reunião Nacional para Reflexão da Cadeia de Valor da Avicultura, orientada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi.

Na altura, os participantes vincaram a necessidade de acções concretas que conduzam o país para uma situação de auto-suficiente na produção de frango até 2019.

 

 

A produção de energia eléctrica da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, SA situou-se em 3.433.504 MWh, no primeiro trimestre de 2018, o que representa uma superação em 1.61% da produção planificada para este período.

Em comunicado, a instituição avança que a baixa precipitação da época chuvosa 2017/18 resultou na cota de 320.04 metros, quatro metros abaixo do desejável.

E face à prevalência de escassez de chuva, a HCB refere ainda que “a operação na produção de energia continuará a realizar-se com base em quatro grupos geradores, mantendo-se a observação e análise da informação meteorológica e hidrológica para eventuais ajustamentos”.

Por outro lado, diz que vai acelerar a implementação dos projectos no âmbito do CAPEX VITAL, um programa selectivo de investimento de reposição e modernização, tendo em vista a manutenção da operacionalidade e eficiência de equipamento, de acordo com a capacidade instalada, no médio e longo prazo.

 

Moçambique passa a exportar produtos para o mercado europeu sem taxas aduaneiras, nem quotas, no âmbito da implementação do Acordo de Parceria Económica (APE) entre os países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e a União Europeia (UE).

O embaixador da UE em Moçambique, Sven Von Burgsdorff, anunciou o facto, na sexta-feira, citado pela AIM, no lançamento do plano de implementação da iniciativa.

Sven Von Burgsdorff anunciou igualmente que a UE vai disponibilizar 12 milhões de euros para a implementação do mesmo.

O representante da UE disse tratar-se de um acordo comercial adaptado às necessidades de desenvolvimento de Moçambique e prevê mecanismos que permitem ao país adoptar medidas para proteger a sua indústria, além de oferecer várias oportunidades.

Uma das oportunidades é o facto de o APE garantir um regime estável previsível para as trocas comerciais nos próximos 10 anos.

Ao abrigo desse regime, o sector privado poderá investir com uma visão de longo prazo e com a garantia de estabilidade para as importações e exportações.

“O APE garante o acesso ao mercado europeu sem taxas aduaneiras, nem quotas, para todos os bens vindos de Moçambique, excepto armas e armamentos. Assim, os bens moçambicanos passam a ter acesso ao mercado europeu com 500 milhões de consumidores com um poder de compra dos mais elevados do mundo”.

O APE incentiva a industrialização no país, ao prever a importação de vários bens intermediários (usados para produzir outros bens) da UE, como produtos farmacêuticos, electrodomésticos, fertilizantes, peças de automóveis e industriais e sementes a um custo relativamente baixo.

A UE é o primeiro parceiro da exportação dos produtos de Moçambique e o quarto parceiro de importações, depois da China, África do Sul e Índia, segundo dados revelados, na ocasião, por Acconcia Diana, da Direcção Geral de Comercio da União Europeia.

Os mesmos dados revelam que a UE importou, de Moçambique, mercadorias no valor 1,3 bilião de euros e exportou no valor de aproximadamente 700 milhões de euros para o país.

 

 

O Corredor de Desenvolvimento do Norte (CDN) vai introduzir, a partir do segundo semestre deste ano, a venda de bilhetes de forma electrónica para os utentes do comboios de passageiros, em todos troços onde a empresa opera, nomeadamente, Nampula-Cuamba, Cuamba-Lichinga e Cuamba- Entre Lagos, diz um comunicado da instituição.

A empresa vai adquirir um total de 23 máquinas de impressão de bilhetes que vão funcionando tipo POS, estes que serão distribuídas nas diferentes estações ferroviárias e nos comboios que fazem os trajectos onde a composição de passageiros da CDN opera, para fazer as cobranças.

Para facilitar o registo de dados no sistema de controlo central da empresa, a máquina de impressão de bilhetes foi programada para usar cartões de todas redes de telefonia móvel moçambicanas e tem autonomia para funcionar em offline para permitir que em zonas onde não haja sinais de rede, o processo de compra decorra normalmente.

Com este modelo de bilhete, elimina-se toda possibilidade de realização de viagens de pé e os supostos desvios que os utentes de passageiros se queixavam, principalmente, no troço Cuamba-Lichinga.

Isso porque, ainda de acordo com a instituição, com esta migração, todas as vendas no comboio de passageiros serão programadas envolvendo a atribuição de uma descrição que pode incluir, origem e tipo de destino, se é metade ou bilhete completo (caso de menores), preço, status fiscal, há um número específico de bilhete e indicação de assento do passageiro na carruagem.

“ Os bilhetes electrónicos vão facilitar e dinamizar o fluxo de venda dos bilhetes para o passageiro quer nas bilheteiras assim como durante o trajecto. Igualmente, irão facilitar a gestão do revisor a nível de controlo das carteiras que o mesmo era submetido a andar com elas em mão”.- disse Pino Santos, Gerente das operações ferroviárias da CDN, citado no comunicado.

A empresa refere que ao introduzir este sistema, seu maior desafio passa pela prestação de melhores serviços à população e garantir a segurança dos seus passageiros de comboio, pois, com este tipo de bilhetes, haverá certificação de autenticidade do bilhete garantindo assim assertividade nos preços, flexibilidade na sua aquisição, maior segurança e confiabilidade.

 

O Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação procede, amanhã, em Maputo, o lançamento do Plano de Implementação dos Acordos de Parceria económica entre seis países da SADC e a União Europeia.

De acordo com um comunicado do MINEC, o acordo visa expandir o comércio, atrair investimentos, abrir mais oportunidades para o sector privado, criar emprego e garantir o acesso ao mercado europeu sem taxas aduaneiras e sem limites de quantidades para todos os bens exportados de Moçambique para os países da União Europeia.

O Acordo de Parceria Económica entrou em aplicação provisória no país, em Fevereiro do ano em curso.

 

O Ministério dos Recursos Minerais e da Energia de Moçambique está a analisar “activamente” a atribuição de três licenças para a exploração de depósitos de areais pesadas de Mutamba que foram apresentadas pela Mutamba Mineral Sands, informou a empresa britânica Savannah Resources em comunicado citado pelo Macauhub.

Os três pedidos de licença cobrem uma área de 417,32 quilómetros quadrados na província de Inhambane, tendo a Jangamo 118,08 quilómetros quadrados, a de Dongane/Ravene 161,26 quilómetros quadrados e a de Chilubane 137,98 quilómetros quadrados, ainda de acordo com a informação da Savannah Resources.

A Savannah Resources, empresa que explora depósitos de cobre e de ouro no Omã e de lítio em Portugal, está envolvida neste projecto de areias pesadas em Moçambique em consórcio com o grupo mineiro Rio Tinto, com uma participação de 20%, que poderá aumentar para 35% e 51% após a conclusão do estudo de pré-viabilidade e de viabilidade económica, respectivamente.

O presidente executivo da Savannah, David Archer, afirma, no comunicado, que enquanto se aguarda o resultado da análise do governo de Moçambique, a parceria tem estado a efectuar alguns trabalhos, caso de estudos de hidrologia, de opções portuárias para escoamento do produto e recolha de 10 toneladas de amostras para ajudar a determinar a capacidade final de produção

 

Com o lema “Desenvolver os Recursos Naturais de Moçambique para uma Industrialização Avançada e Criação de Valor para o País”, inicia, amanhã, na cidade de Maputo, a sexta edição da Conferência de Moçambique Minas, Energia e Gás Natural (MMEC-2018), um evento que conta com a participação de 130 empresas e 72 oradores de 20 países.  

A MMEC-2018 é organizada pela AME Trade, uma empresa promotora de eventos, em parceria com a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) e com a Associação Geológica Mineira de Moçambique (AGMM), e tem como principal objectivo debater os diferentes estágios da indústria mineira e de hidrocarbonetos no país, desde a componente legal, ao ambiente de negócios e as oportunidades que podem servir nesta área.

A conferência vai ainda abordar os últimos desenvolvimentos da indústria extractiva nacional, com apresentações e debates sobre o ponto de situação do potencial geológico mineiro; mercados de LNG e seu impacto no projecto actual e estratégias de monetização de gás no futuro; ponto de situação do potencial de geração de energia; potencial de energias renováveis; bem como questões de desenvolvimento de infra-estruturas energéticas e de logística.

“Desde 2008 que a MMEC tem dado visibilidade aos desenvolvimentos chave nas indústrias extractivas de Moçambique, tornando-se num evento de participação prioritária para os membros da indústria no país”, afirma o ministro dos Recursos Minerais e Energia, Ernesto Max Tonela, na carta endereçada aos profissionais da indústria a participar no encontro, citado pelo comunicado de imprensa enviado à nossa redacção.

A conferência que inicia, hoje, tem a duração de dois dias e a sua abertura contará com a participação do ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, do PCA da Empresa Moçambicana de Hidrocarbonetos (ENH), dos representantes do Instituto Nacional de Petróleos, do Ministério da Indústria e Comércio, do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural e do sector privado.

 

 

O Ministério dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique está a analisar “activamente” a atribuição de três licenças para a exploração de depósitos de areais pesadas de Mutamba, que foram apresentadas pela Mutamba Mineral Sands, informou a empresa britânica Savannah Resources em comunicado ao mercado.

Os três pedidos de licença cobrem uma área de 417.32 quilómetros quadrados na província de Inhambane, tendo a de Jangamo 118.08 quilómetros quadrados, a de Dongane/Ravene 161.26 quilómetros quadrados e a de Chilubane 137.98 quilómetros quadrados, ainda de acordo com a informação da Savannah Resources.

O interesse pela exploração de arreias pesadas em Inhambane iniciou em 2014, e desde então a empresa britânica tem desenvolvido diferentes estudos para analisar a qualidade e quantidade dos minérios existentes no local.

A Savannah Resources, empresa que explora depósitos de cobre e de ouro no Omã e de lítio em Portugal, está envolvida neste projecto de areias pesadas em Moçambique em consórcio com o grupo mineiro Rio Tinto, com uma participação de 20 por cento, que poderá aumentar para 35 por cento e 51 por cento após a conclusão do estudo de pré-viabilidade e de viabilidade económica, respectivamente.

O presidente executivo da Savannah, David Archer, afirma no comunicado que enquanto se aguarda o resultado da análise do Governo, a parceria tem estado a efectuar alguns trabalhos, caso de estudos de hidrologia, de opções portuárias para escoamento do produto e recolha de 10 toneladas de amostras para ajudar a determinar a capacidade final de produção.

 

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