Skip to main content

O País – A verdade como notícia

CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

Pela segunda vez, a Procomputers, empresa que há treze anos opera na área de tecnologia, particularmente no ramo informático, vai participar na maior feira de tecnologia do país. O maior interesse desta instituição é ganhar visibilidade e melhorar os seus serviços ao mesmo tempo que vai levar à feira produtos novos, disse Dércia Machava, Directora Comercial.

A Procomputers é uma empresa que está ciente que o mercado é cada vez mais competitivo e procura sempre acompanhar a evolução tecnológica. Por isso mesmo, usar tecnologias inteligentes, associar equipamentos de primeira gama às tecnologias globais como forma de ligar as pessoas ao mundo virtual com qualidade é uma prioridade.

De referir que a 5ª edição da feira de tecnologia Moztech decorre de 9 a 11 deste mês.

 

 

A TVCABO participa na maior feira de tecnologia de Moçambique desde a primeira edição. Este ano, a empresa pretende promover mais serviços optimizados para responder às exigências da evolução tecnológica e criar facilidades de uso.

Com efeito, a Directora-Geral da TVCABO, Raquel Cruz, entende que os temas da MOZTECH reflectem a actual conjuntura tecnológica. Para Cruz, o espaço Moztech é um lugar de referência para aprimorar e promover os serviços da sua empresa. Assim, a expectativa é que a 5ª edição da feira supere as edições anteriores.

A TVCABO considera que as telecomunicações representam uma plataforma importante na evolução tecnológica, porque, no fundo, trazem inovação, acesso à informação e a possibilidade da população contribuir para a melhoria dos serviços.

 

Sérgio Carrilho é gestor de projetos de engenharia na Sony Mobile Communications e mora no Japão há 12 anos. Licenciou-se em Engenharia electrotécnica pela Universidade Eduardo Mondlane e fez mestrado em Ciência de Informação e Tecnologia na Universidade de Tóquio. Conta que aceitou o convite para participar na MozTech porque tem consciência da importância desses eventos para a pátria que lhe viu nascer. “É minha primeira participação na MozTech e tenho informações expectaculares sobre esta feira. Estive recentemente nos Estados Unidos numa das maiores feiras de tecnologias do mundo. Esses eventos são importantes porque mais do que expor empresas firmadas, há ideias novas, projectos novos. E mais do que expor, os expositores trocam experiências e isso é bom, impulsiona o desenvolvimento”, avançou.

Sérgio disse que teve que ultrapassar várias barreiras como a língua, o estilo de vida e concorrência para conseguir vincar numa das maiores empresas de tecnologias do mundo.

“Aquele ambiente é de muita concorrência, os debates, a conversa são em japonês e eu tive que me empenhar. Há muita gente com talento. A cultura de trabalho é diferente da nossa. Mas não deixa de ser interessante trabalhar lá. Uma vez que há ideias diferentes e é essa diferença de pensamento que provoca e despoleta grandes inovações”, explicou.

Actualmente, Sérgio Carrilho lidera vários projetos na área de produtos inteligentes na Sony. Para os jovens moçambicanos, fez um convite para que bebam dos conhecimentos dos oradores que irão participar da feira. “Não devem ter medo de inovar e experimentar. O medo está sempre presente nas nossas vidas, mas não podem deixar esse sentimento vencer a vontade de alcançar os vossos objectivos. É importante que aprendam dos conhecimentos dos oradores que estarão neste evento, para que através deles, possam desenvolver ideias que possam resolver os problemas que afectam a sociedade moçambicana”, desafiou.

O jovem moçambicano disse com orgulho que alguns dos telemóveis e outros projectos da Sony tem mão moçambicana. Na Sony, ele trabalhou com vários produtos e tecnologias, como câmara, carregamento inteligente de bateria, modelagem 3D, assistentes robóticos, entre outros.

 

A mineradora Vale Moçambique faz a exploração de carvão mineral, no distrito de Moatize, na província de Tete desde 2011.

A mineradora realizou uma conferência de imprensa, esta quinta-feira, para dar a conhecer os resultados financeiros do ano 2017. A empresa teve um resultado operacional de 5.7 biliões de meticais, o que equivale a um crescimento de 162 por cento quando comparado a 2016 .

A mineradora produziu 11.2 milhões de toneladas de carvão em 2017.

Apesar destes resultados positivos a mineradora ainda não conseguiu produzir lucro suficiente para cobrir a dívida com os accionistas.

A Vale pagou ao Estado 30 milhões de meticais pela exploração da mina. Neste ano a Vale prevê produzir 15 milhões de toneladas de carvão mineral.

 

Anualmente, cerca de 20 mil elefantes são mortos em África. O marfim dos animais abatidos alimenta o comércio ilegal da mercadoria no mundo. Como forma de travar esta prática no país, o Governo tem vindo a implementar diferentes medidas, e, neste sentido, o executivo vai investir mais de 100 milhões dólares americanos, em cinco anos, em projectos das comunidades que integram os parques e reservas nacionais, por forma a evitar, não só o tráfico ilegal de espécies como marfim, mas também para reduuzir o conflito homem-animal.  No entanto, o ministro da Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural considera que estes esforços só vão surtir efeito com o envolvimento das comunidades.

O país tem dado grandes avanços no combate à caça furtiva no país. A título de exemplo, houve a redução de 68 por cento para 28 por cento.

Celso Correia falava, nesta quarta-feira, na abertura da reunião da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas em Extinção (CITES) sobre os Planos Nacionais de Acção do Marfim. No parecer da CITES, o país deu grandes passos na componente legal, mas ainda persistem desafios.

Moçambique é signatário da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de fauma e flora silvestres ameaçadas de extinção desde 1981. A reunião internacional da organização vai decorrer até o dia 4 deste mês e envolve 75 delegados de diferentes país.

Água, material de lavoura e uma motobomba são as maiores barreiras que as mulheres camponesas de Paquete, no distrito da Manhiça, na província de Maputo, têm vindo a enfrentar na prática da actividade agrícola.
Mas estas barreiras ficaram para trás, pois estas camponesas passam a contar, desde hoje, com equipamentos modernos para a prática da agricultura numa área de cerca de 26 hectares oferecidos pela Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) e a Exxon Mobil. A cerimónia de entrega destes materiais foi dirigida pela ministra do Género, Criança e Acção Social, Cidália Chaúque.

Antes mesmo de proceder à entrega dos equipamentos, Cidália Chaúque visitou os campos de cultivo, onde foi explicada sobre as condições em que funciona a Associação das Mulheres Camponesas do bloco 4.

A Associação, constituída por 69 integrantes, entre mães solteiras, viúvas e outras mulheres que têm na agricultura a fonte de rendimento para sustentar as suas famílias, garante que vai fazer de tudo para que o material ora oferecido seja duradoiro.

“Há muito precisávamos de pessoas como vocês, pessoas amigas para que pudéssemos trabalhar juntos e nos ensinarem aquilo que não sabemos. Obrigada por tudo que nos deram, vamos usar e conservar muito bem”, assegurou Alice Matsolo em representação da associação.

Já a Cidália Chaúque enalteceu o gesto das duas petrolíferas, tendo dito que esta é mais uma forma para aumentar os rendimentos e consequentemente a segurança alimentar destas famílias.

“Com as condições que o nosso país tem, é possível o nosso país produzir e ter excedentes e a cadeia de valores para reduzir a dependência económica no meio das famílias”, sublinhou Chaúque.

Enquanto isso, a Exxon Mobil, parceira da iniciativa, explicou que a sua participação neste evento justifica-se pela necessidade desta organização ter de abraçar projectos no âmbito da responsabilidade social e identificaram-se com este por envolver mulheres e crianças.

 

Cerca de quatro centenas de trabalhadores da empresa Electricidade de Moçambique (EDM) poderão ser dispensados  no âmbito das reformas em curso desde 2015. Fátima Arthur, Administradora do Pessoal e dos Serviços Corporativos, disse que o processo de mapeamento e selecção já foi concluído e os visados notificados.

É uma medida justificada pelas reformas em curso na empresa, visando torna-la mais sustentável e moderna, e que começou com a criação do novo Conselho de Administração, em 2015. Fátima Artur, Administradora do Pessoal e dos Serviços Corporativos, disse, hoje, durante uma mesa redonda com jornalistas na capital do país, que a empresa pretende entre outras coisas reduzir os custos com o pessoal, e começou mesmo pelos próprios executivos da empresa, tendo sido reduzidos de 75 para 35. Uma medida justificada pela necessidade de centralizar as actividades e flexibilizar os processos de tomada de decisão, melhorando, consequentemente, a prestação de serviços da EDM.

O mesmo aconteceu a nível de gestores de base como chefes de departamentos, que passaram de 620 para 85. A nível dos trabalhadores, a empresa conta actualmente com 3.545 e pretende reduzir para 3.148. A Administradora do Pessoal e Serviços Corporativos disse que das reformas feitas consta a reintegração de trabalhadores noutros sectores, a extinção de algumas unidades e a criação de novas o que vai exigir novas habilidades aos funcionários.

Artur disse que tudo começou com um convite aos trabalhadores para que cada um indicasse em que sector gostaria de trabalhar ou sentia que tinha as capacidades necessárias para serem enquadrados. Artur disse ainda que o processo de selecção foi demorado e feito em várias fases, por vários gestores e sempre com os pareceres do sindicato, até se chegar à conclusão sobre quem era realmente necessário na empresa e em que sector.

Existem porém os que devido a sua idade, reencaminha-los para novas formações não seria um investimento bom para a empresa e por isso seriam reformados. Aos que tiverem mais de 25 anos de serviço, a empresa decidiu atribuir uma reforma completa, ou seja como se tivessem completado os 35 anos de serviço exigidos por lei. “Identificamos um grupo de trabalhadores que neste momento não tem lugar na estrutura ou porque estão próximos da reforma, portanto não faz sentido investir em termos de formação ou porque não tem capacidade para fazer os trabalhos necessários na nova estrutura” clarificou.

A administradora disse também que para os que não têm enquadramento na empresa e nem podem ter direito a reforma por estarem há pouco tempo na empresa, o Conselho de Administração ainda está à procura de formas de não deixá-los prejudicados.

Fátima Artur diz que neste momento vai se implementar o mapeamento feito que não irá afectar apenas os que ficarão fora da empresa como os que vão ficar, pois casos há, de pessoas que vão ter de mudar de actividades ou passar a trabalhar em unidades que não serão aquelas a que estão habituadas.

 

O ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, diz que o país está aberto e que existe oportunidades para novos investidores. O país oferece oportunidades de produção para o consumo interno e também para a exportação. Ragendra de Sousa afirma ainda que o país goza de uma boa localização geográfica, quando comparado com alguns países, uma vasta costa, terras aráveis, vias que permitem a entrada e saída de mercadorias dos países do hinterland. O ministro fez esta descrição para despertar o interesse de investidores chineses.

Ragendra de Sousa disse ainda que Moçambique está preparado para receber parques industriais da China que se queiram estabelecer no país, mas lembrou que as empresas que vierem para o país “têm de produzir para o mercado doméstico sem esquecerem o da exportação”, disse o ministro, numa entrevista à revista Macau, citada no portal Macauhub.

O ministro recordou que a China está num processo de transformação e deslocação de indústrias para o território nacional pode beneficiar dessa estratégia. “A nossa localização é uma mais-valia porque faz de Moçambique uma ponte entre a Ásia, o resto da África e o mundo”, disse De Sousa.

O titular da pasta da Indústria e Comércio lembrou que a exploração de gás e de carvão pode fazer com que o rendimento per capita da população aumente de 400 para 3000 dólares. “O facto de existirem reservas de minério de ferro com possibilidades de exploração nos próximos 150 anos poderá permitir que se criem indústrias pesadas em Moçambique porque teremos energia e gás, além do minério”, disse.

Referindo-se à próxima presença de Moçambique na Feira Internacional de Macau em Outubro deste ano, Ragendra de Sousa disse que o objectivo “é mostrar o que temos e internacionalizar cada vez mais a nossa economia de modo a que os empresários moçambicanos possam fazer parcerias e negócio”, concluiu.

Actualmente, a China é o maior financiador e construtor de infra-estruturas no país. O grande destaque vai para a ponte Maputo-Katembe, a Estrada Circular de Maputo, a Estrada Nacional número 6 e o porto de Pesca da cidade da Beira, que na semana passada foi visitado pelo ministro Ragendra de Sousa, acompanhado por uma comitiva do Conselho de Ministros.

 

O relógio está em contagem regressiva rumo à 5ª edição da MozTech, a maior feira de tecnológica do país. Para a Confederação das Associações Económicas de Moçambique, CTA, as tecnologias são uma ferramenta de que as empresas não podem e nem devem abdicar nos dias que correm, sob risco de não sobreviverem no mercado cada vez mais exigente. “Entendemos que para as nossas Pequenas e Médias Empresas serem competitivas são obrigadas a adaptar-se a novas realidades trazidas pelas novas tecnologias. E as feiras tecnológicas são um palco de troca de experiências, contactos para a realização de grandes negócios. Essas PME devem aproveitar esse espaço oferecido pela MozTech para encontrar soluções inovadoras que lhes possa permitir alcançar, com menos custos, maior produtividade, rentabilidade e uma concorrência diferenciada. Porque hoje em dia não apostar nas novas tecnologias é perder terreno em relação aos seus concorrentes”, defendeu Vuma.   

Porque a inovação é uma realidade no nosso país, Agostinho Vuma defende reformas que garantam incentivos a ideias e projectos inovadores. No seu entender, só assim é que o país poderá maximizar os ganhos dessas inovações. “Como colectivo empresarial já estamos a fazer o nosso papel, temos vindo a sugerir ao Governo reformas nessa área de novas tecnologias.

O Governo tem um papel fundamental nesse processo de massificação e incentivo de pessoas com ideias inovadoras. O Governo deve apostar em reformas nesse sector, garantir priorização na sua acção governativa, mas igualmente a colocação de expressão financeira. Quando falo de priorização estou a dizer que na sua expressão financeira, o Governo deve criar incentivos que possam convidar mais jovens – que é o grosso da população – a criar e inovar. Se isso acontecer nos próximos tempos iremos ter ganhos imensuráveis neste sector”, defendeu.    

A cada ano que passa, o número de expositores e participantes tende a aumentar. Para o presidente da CTA, esse facto não deixa dúvidas que a feira MozTech está a tornar-se num projecto credível a nível nacional e internacional. “Os números comunicam. O aumento de empresas associadas ou não a CTA, de jovens, de oradores é revelador que o evento está a agregar valor à vida das empresas e na vida dos moçambicanos. Sendo assim, espero que a 5ª edição supere as quatro anteriores”, disse Vuma.

Porque a adopção das novas tecnologias exige dos gestores mudanças, Vuma mostrou as vantagens que as empresas podem ter em participar na feira tecnológica. “Esta feira é uma oportunidade para tirarmos o mito que paira sobre as pessoas que não acreditam na força das tecnologias”.

Recorde-se que a 5ª edição da MozTech irá decorrer nos próximos dias 9, 10 e 11 deste mês, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, na cidade de Maputo. Além de exposições, o evento contará com oradores nacionais e internacionais que irão debruçar sobre os mais variados temas.

 

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE