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O País – A verdade como notícia

Dois anos após ao início das alterações de designação de Barclays Moçambique para Absa bank, a entidade bancária anunciou estar pronta para operar em Moçambique com a nova marca.
 
A mudança que surge na sequência da decisão do grupo Absa de mudar a marca de todas operações no continente africano, começa entretanto esta quarta- feira a introduzir o novo logótipo nos balcões de todo o país.
 
O administrador delegado do Barclays, Rui Barros, frisou entretanto, que todos os serviços permanecerão activos após a data da alteração e que a substituição será feita de forma gradual. Com a presença em 12 países de África e um balanço de cerca de 91 milhões de dólares americanos, o banco é um dos maiores grupos financeiros de África, tem aproximadamente 40 mil funcionários e mais de 1.000 balcões espalhados pelo mundo.
 

O distrito da KaTembe, na cidade de Maputo vai acolher, pela primeira vez, o Fórum Económico e Social de Moçambique (MOZEFO), evento que vai juntar pessoas de diversos quadrantes do mundo para um debate de ideias sobre questões que preocupam o país e o continente africano. 

A 3ª edição do MOZEFO  é um espaço de debate livre de ideias e capitalização de reflexões positivas, capazes de influenciar, positivamente, o caminho que o país quer tomar. Quem o diz é o académico José Jaime Macuane e António Costa, do Grupo Visabeira.

Para José Jaime Macuane, um dos intervenientes do evento, o MOZEFO vai permitir aos participantes aquisição de mais conhecimentos julga importante haver foco nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

“Moçambique não é uma Ilha. Os grandes desafios de desenvolvimento que existem na região naturalmente” têm influência “no nosso país. Sabemos, também, que o nosso país tem muitos desafios sob ponto de vista de desenvolvimento”, disse o académico, salientando que, deste modo, o MOZEFO é uma “oportunidade” para colher “várias reflexões e experiências que permitam ver em que medida podemos apreender do mundo”. 

Segundo o interlocutor, durante o evento os participantes e organizadores poderão perceber “como é que” os outros países “enfrentam os desafios que existem” no âmbito do desenvolvimento. 

“Isso vai também nos permitir compreender o que está acontecer em outros países do mundo onde já existe um pensamento internacional sistematizado.

Em nós pede-se uma reflexão cada vez mais ousada, não só olhar para aquilo que serviu para os outros, olhar também para aquilo que são os nossos problemas e desafios, porque nem sempre aquilo que deu certo para os outros pode dar certo para nós”, afirmou Macuane. 

Já o Grupo Visabeira, parceiro do MOZEFO, defende que o progresso de desenvolvimento do país é feito também com momentos de troca de opiniões.

“MOZEFO depois de duas edições consolidou uma marca, como espaço de debate e reflexão. O progresso de desenvolvimento do país faz-se também com momentos de reflexão com qualidade daqueles que o MOZEFO tem, por isso o mote da terceira edição deste fórum não deixa qualquer dúvida de que o Grupo Visabeira que sempre tem pautado por desafios de criação em prol de desenvolvimento tinha que estar ligado a esta iniciativa”, disse António Costa – Grupo Visabeira. 

A terceira edição do MOZEFO tem como foco temático África 2030, Moçambique como Catalisador da Transformação e já conta com a confirmação de vários intervenientes nacionais e do mundo.

 

Entre Janeiro e Setembro deste ano, as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) registaram um aumento em 6,6%, no número de passageiros transportados face ao igual período de 2018.

Concretamente, a companhia transportou mais de 415,741 passageiros nos primeiros oito meses deste ano, contra 398,208 passageiros no período homólogo.

“A LAM tem apostado na melhoria de qualidade de serviço prestado ao cliente, facto pelo qual continua a estar na escolha dos passageiros que viajam quer dentro do país, bem como a partir de Moçambique para cidades como Johannesburg, Dar-Es-Salaam e Nairobi, no segmento internacional”, indica a nota de imprensa enviada à nossa redacção.

Essa melhoria nos indicadores verifica-se, igualmente, na componente de pontualidade dos voos, indicador que tem sido partilhado com o mercado de forma mensal, onde a tendência é de crescimento.

Entre Janeiro e Setembro de 2019, a transportadora aérea de bandeira nacional obteve uma média de 83% da pontualidade dos voos, significando um incremento em 11 por cento em relação ao período homólogo de 2018.

Refira-se, que a par destes indicadores, a companhia afirma estar em fase avançada para a introdução de mais um Boeing 737-700 e dois Bombardier Q400 para consolidar a sua frota.

Com a finalização deste processo, a LAM passará a contar com três aeronaves do tipo Boeing 737-700 mais duas do tipo Bombardier Q400.

 

 

Passageiros que adquiriram passagens de voos operados pela Fastjet serão transportados pelas Linhas Aéreas de Moçambique sem alteração de horários. A medida surge na sequência do anúncio de suspensão das operações da Fastjet em Moçambique, com efeitos a partir da meia-noite de Sábado próximo.

24 horas após o anúncio da suspensão de todos voos da companhia aérea Fastjet no espaço aéreo moçambicano, as Linhas Aéreas de Moçambique informaram em comunicado enviado esta terça-feira à nossa redacção, que os passageiros não serão prejudicados.
 
“A companhia comunica aos passageiros que tenham adquirido passagens LAM para viajar em voos operados em codeshare pela Fastjet, que os mesmos farão as referidas viagens nos voos LAM a serem introduzidos no horário dos voos que eram operados pela Fastjet”, refere o comunicado.
 
“A LAM mantém o compromisso de sempre servir o passageiro com o mínimo de inconveniência, criando soluções com rigor no cumprimento de horários”.
 
Refira-se, que a Fastjet iniciou voos domésticos no espaço aéreo moçambicano em Novembro de 2017. A suspensão a partir de 26 de Outubro corrente inclui todos voos com acordo de partilha de códigos com a companhia Linhas Aéreas de Moçambique para Maputo, Tete, Beira e Quelimane.

O Fórum Económico e Social de Moçambique (MOZEFO) é um lugar único e privilegiado para o debate de ideias entre os moçambicanos e o mundo, segundo Ari Aisen, representante residente em Moçambique do Fundo Monetário Internacional (FMI). Ele considera também que o país tem todas as condições para liderar o processo de promoção de debates com vista a estimular o desenvolvimento do continente africano.

A 3ª edição do MOZEFO terá lugar de 20 a 21 de Novembro próximo, na Arena 3D na KaTembe, cidade de Maputo. “África 2030, Moçambique como Catalisador da Transformação” será o principal tema em debate no evento que já mexe com os organizadores. O tema está em linha com a Agenda 2030 das Nações Unidas, para o Desenvolvimento Sustentável.

O MOZEFO acontece numa altura em que vários países africanos têm apresentado, de forma consistente, uma posição comum sobre o desenvolvimento económico e social do continente, facto que tem permitido aos líderes africanos assumir um papel fundamental nas negociações da agenda de desenvolvimento sustentável no Pós-Acordo de 2015.

“O País” conversou com o representante residente do FMI, cuja presença no MOZEFO está confirmada, para compreender a sua visão sobre os desafios que o continente enfrenta na persecução dos objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

“A terceira edição do MOZEFO vai acontecer num momento único para o país, um momento em que poderão ser discutidas as perspectivas a médio prazo que Moçambique tem de modo a atingir o desenvolvimento sustentável no âmbito do acordo assinado em 2015 com os outros países da região, no âmbito dos objectivos de desenvolvimento sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas. Nesse sentido, nós como Fundo Monetário Internacional estamos muito expectantes em participar neste fórum (MOZEFO) e debater as políticas adequadas que o país e outras partes envolvidas precisam para o cumprimento dos objectivos de desenvolvimento sustentável”, afirmou Ari Aisen em representação do FMI.

Mas como é que os países africanos, particularmente Moçambique, podem se organizar para cumprirem com os objectivos macroeconómicos?

“Do ponto de vista macroeconómico, entendemos que uma boa gestão é fundamental para manter a inflação baixa, e agora com os recursos naturais será necessária uma boa administração para fazer o melhor uso das receitas que entraram no país cientes de que não será de hoje para amanhã mas sim de forma gradual. Neste momento é importante que o país comece a se preparar para melhor gestão e todo esse processo requer a participação de todos sem excepção”, disse o interlocutor do “O País”.

Aisen considera ainda que Moçambique pode assumir um papel catalisador para o continente nos processos de desenvolvimento que impliquem a passagem da teoria à prática, ser um instrumento de promoção do debate pan-africano e o MOZEFO é uma plataforma privilegiada para a materialização desse posicionamento, “Moçambique tem um papel importante e é um exemplo para muitos países africanosª.

De acordo com a fonte, “com a sua boa gestão macroeconómica”, Moçambique “pode impulsionar de forma relevante uma integração regional, seja a nível da SADC bem como da União Africana, o país pode se unir com os outros países do continente e coordenar de forma proactiva as políticas macroeconómicas”.  

Perspectivas Económicas Regionais para a África Sub-Sahariana 2030: Desafios e oportunidades para Moçambique, será um dos temas a ser debatido no MOZEFO e terá como moderador Abebe Selassie, director do Departamento Africano do FMI.

Recorde-se que a terceira edição do MOZEFO, subordinada ao tema, “África 2030: Moçambique como catalisador da transformação”, vai acontecer na cidade de Maputo concretamente na ARENA 3D no distrito municipal KaTembe. Durante dois dias, serão promovidas várias sessões plenárias, debates temáticos e espaços de reflexão, além de momentos culturais. Os temas em debate na presente edição serão inspirados em 8 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“Moçambique tem um papel importante e é um exemplo para muitos países africanos. Com a sua boa gestão macroeconómica pode impulsionar de forma relevante uma integração regional, seja a nível da SADC bem como da União Africana”

A Fastjet iniciou voos domésticos no espaço aéreo moçambicano em Novembro de 2017, operados pela Solenta Aviation Mozambique. Contudo, o negócio está tremido.

Na manhã desta segunda-feira, a Direcção desta companhia aérea conhecida por seus serviços de baixo custo, anunciou que vai suspender suas operações em Moçambique, a partir da meia-noite de Sábado próximo, depois reportar prejuízos na ordem de mais de dois milhões de dólares nos primeiros seis meses deste ano.

A suspensão inclui todos voos, incluindo os de acordo de partilha de códigos com as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) para Maputo, Tete, Beira e Quelimane.

“Os clientes que realizaram reservas em voos terão direito a um reembolso total do valor”, refere a nota da Fastjet, a que “O País” teve acesso.

A companhia explica que a decisão de suspender os serviços das rotas seguiu uma revisão abrangente de todos os serviços oferecidos em Moçambique.

“A decisão de suspender os serviços só foi tomada após uma revisão considerável, principalmente devido ao compromisso significativo da Fastjet com Moçambique nos últimos dois anos. Mas o excesso de oferta contínua de assentos disponíveis por outras transportadoras em todas as rotas e o impacto financeiro negativo, significa que, infelizmente, essa é uma decisão que tivemos que tomar”.

A companhia informa que só retomará suas operações em Moçambique quando a demanda geral por viagens aéreas no país aumentar significativamente em comparação com a capacidade fornecida para permitir a viabilidade financeira a longo prazo.

“Lamentamos a inconveniência que isso possa ter sobre nossos valiosos clientes em Moçambique e queremos garantir que eles serão totalmente reembolsados. Também gostaríamos de reconhecer o tremendo apoio que a Fastjet sempre teve das autoridades e de nossos parceiros de viagem em Moçambique”, realça.

Contactada pelo “O País”, a Direcção LAM assegurou que a decisão da Fastjet não irá afectar o negócio da companhia aérea de bandeira nacional, embora haja um acordo de partilha de voos domésticos.

 

 

 

O Departamento de Estudos Económicos do Standard Bank prevê mais uma descida da taxa de juro de referência (taxa MIMO) no sistema financeiro. A decisão poderá ser tomada em finais deste mês, pelo Comité de Política Monetária do Banco de Moçambique (BM).

A reboque dos recentes anúncios de investimentos nos grandes projectos de exploração do Gás Natural Liquefeito (GNL) na bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, o custo do crédito bancário poderá ficar mais barato a partir de finais deste mês.

Actualmente, a taxa MIMO em vigor na banca recuou para 12,75%.
Esta tendência, segundo o economista-chefe do Standard Bank, Fáusio Mussá, poderá ocorrer, igualmente, ao longo do próximo ano, com “algum impacto positivo para a economia nacional”.

“Com o encaixe financeiro resultante das decisões iniciais e finais de investimento no gás do Rovuma, existem vários tipos de impactos que podemos esperar no país. O primeiro seria de alguma estabilidade cambial. Moçambique depende muito de importações. Tem um défice na balança de transacções correntes, pelo que é de se esperar que à medida que iniciar a exportação do GNL, o país vai gerar excedentes de moeda externa, que vão ajudar a manter a moeda relativamente estável”, argumentou o economista.

Neste contexto, e com conforme sustentou, é também de se esperar que o Banco Central esteja mais confiante para continuar a cortar as taxas de juro. “A partir daí, nós pensamos que haverá uma série de efeitos positivos para a economia nacional”, frisou.

“Mas se torna imperioso perceber que o GNL, por si só, não vai resolver os problemas do país. Para que haja estabilidade económica é preciso perceber o papel que a agricultura pode desempenhar em Moçambique e como capacitá-la, para que o país deixe de depender de uma agricultura de subsistência e experimente uma melhoria da produtividade agrícola, assim como o desenvolvimento da cadeia de valor do sector”, apontou Fáusio Mussá.

De acordo ainda com o economista-chefe do Standard Bank, se Moçambique adoptar políticas económicas que ajudem a canalizar os recursos do sector do gás para o da agricultura, visando a sua capacitação e transformação, ter-se-á, a prazo, uma melhoria do rendimento da população.

“Se todo este investimento não for capaz de gerar excedentes a serem investidos para outros sectores da economia, então teremos duas economias isoladas. Uma economia tradicional que não conversa com a nova economia que vai ser gerada pelo gás em Moçambique, colocando-se grandes dúvidas sobre a sustentabilidade e ainda sobre um crescimento económico não inclusivo”, disse.

Entretanto, o economista mostrou-se optimista que “Moçambique saberá tirar o máximo benefício dos recursos do gás, para que possa crescer, sempre olhando para as questões de sustentabilidade, uma vez que esses recursos são esgotáveis”.

Num outro desenvolvimento, Fáusio Mussá indicou que Moçambique enfrenta vários desafios na consolidação da democracia e da paz. Contudo, os recentes investimentos nos projectos de gás da bacia do Rovuma, do ponto de vista económico trazem grandes oportunidades para o país.

Os projectos de Gás Natural Liquefeito são de uma escala de investimento muito superior ao Produto Interno Bruto (PIB). “Se considerarmos os três projectos, em conjunto, estamos a falar de três vezes o valor do PIB de Moçambique”, concluiu.

O economista fez estes pronunciamentos à margem do Standard Bank Master Class, uma iniciativa da Incubadora de Negócios desta instituição financeira, visando a capacitação e desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas (PME), por forma a beneficiarem das oportunidades que os projectos de GNL.

 

 

 

Durante três anos cerca de cinco mil Pequenas e Médias empresas serão capacitadas em matérias de gestão de negócios. O facto deriva de um memorando assinado na última sexta-feira pelo Barclays e AMSCO.  

Numa simples assinatura, ficou "decidido" o futuro de cerca de cinco mil Pequenas e Médias empresas de todo país, que poderão beneficiar nos próximos três anos, de uma capacitação em matéria de gestão empresarial.  

O memorando (Decisivo) foi rubricado entre o banco Barclays e a AMSCO uma empresa que se foca no desenvolvimento de capital humano em toda a África, a fim de criar organizações competitivamente sustentáveis, resultando em crescimento econômico para todas as pessoas da África.

"A AMSCO vai olhar para a componente da capacitação" disse Hélia Nsthandoca, directora executiva da AMSCO, explicando de seguida que "por capacitação refere-se a modelos próprios de negócio, a governança da empresa, a gestão de operações, mercado e claramente uma componente importante que é o acesso ao financiamento, que vem ser feita pelo Barclays".   

Hélia Nsthandoca entende que é na capacitação onde reside o grande entrave para o crescimento das Pequenas e Medias Empresas no país, uma visão que colhe consenso do Director da Banca de retalho e Negócios Barclays, Pedro Carvalho.

"Julgo que a maior dificuldade que as PME tem na relação com a banca é uma questão de informação, formação e capacitação" clarificou o Director da Banca de retalho e Negócios Barclays.

O desenvolvimento passa pela melhoria da relação da entre as PME e a banca, aliás "quando os bancos tem conforto que a empresa que está a apresentar um projecto, que está a solicitar um crédito, está bem capacitada, tem um bom plano de negócios, os bancos não tem nenhum problema em emprestar" explicou Pedro Carvalho.   

O Director da Banca de retalho e Negócios Barclays explicou que o mercado moçambicano é um mercado com muita liquides, os bancos tem liquides suficiente para emprestar.

Com as taxas de juro que tem vido a baixar significativamente, há cada vez mais facilidade de acesso ao crédito, relativamente mais barato, explicou Pedro Carvalho.

O memorando assinado pelo banco Barclays nesta sexta-feira e a AMSCO prevê que a parceria dure três anos, que podem ser renovados.

Entre Julho e Agosto deste ano, os preços de milho aumentaram nos mercados de Tete, Chimoio (Manica) e Nampula na ordem de 40%, em média. Para os próximos meses, pelo menos até Fevereiro de 2020, o aumento será acelerado.

“Este aumento de preços nos mercados excedentários típicos nas regiões centro e norte reflete uma disponibilidade abaixo da média de milho devido à oferta abaixo da média”, explica a Rede Mundial de Sistemas de Aviso-prévio (Fews Net, sigla em inglês).

Relativamente ao nível de assistência humanitária, nota-se uma situação de stress alimentar em partes das províncias de Sofala e Manica. 

A crise também persiste nas zonas semiáridas do sul, onde as famílias enfrentaram o segundo ano consecutivo de fraco desempenho agrícola devido à seca, bem como parte de Cabo Delgado, onde o conflito continua, e o ciclone tropical Kenneth que afectou negativamente a época agrícola 2019. 

Em relação às restantes regiões do país, a Fews Net, no seu mais recente relatório, indica que assiste-se uma crise alimentar mínima.
De acordo com as previsões internacionais e nacionais, o início da estação chuvosa 2019/20, provavelmente estará abaixo da média, com potencial para um início tardio e irregular nas regiões centro e sul. 

A precipitação acumulada para a época 2019/20 é mais provável que seja média para acima da média no norte de Moçambique. No entanto, as áreas do sul provavelmente terão chuvas abaixo da média. 
“Entre Dezembro de 2019 e Março de 2020, há maior probabilidade de ocorrência de número quase médio de ciclones”, alerta a Rede Mundial de Sistemas de Aviso-prévio.

 

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