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A Cooperativa de Desenvolvimento Agrário do Sul de Incomáti vai juntar-se à quarta edição da Mozgrow. Na feira de agro-negócio, a COOPDASI pretende apresentar variedades de batata-doce e outros produtos e serviços da agremiação.

Lançada, recentemente, no distrito de Marracuene, província de Maputo, a Cooperativa de Desenvolvimento Agrário do Sul de Incomáti (COOPDASI) confirma a sua presença na quarta edição da Mozgrow. Tratando-se da sua primeira participação no evento, a entidade colectiva e solidária espera aprender e fazer-se conhecer no mercado nacional.

“Vamos à Mozgrow para pedir apoio na comercialização, mostrar como trabalhamos e adquirir conhecimento que nos vai impulsionar a avançar nas nossas actividades”, disse Eva Nguenha, presidente da COOPDASI.

A cooperativa, que se dedica à produção, ao escoamento e à comercialização de produtos agrícolas, vai levar para o quarto maior encontro dedicado a diversos actores do agro-negócio variedades de batata-doce.

“Os produtos que iremos apresentar, que temos agora nesta nossa cooperativa, são batatas-doces”, revelou a presidente da COOPDASI.

A COOPDASI, cuja criação contou com um apoio da Cooperação Canadiana através do Projecto do Empoderamento Económico das Mulheres Rurais (PAEF), pretende eliminar aquele que era o calcanhar de Aquiles dos produtores da Manhiça e Marracuene, ou seja, comercialização dos produtos.

A maior feira de agro-negócio do país arranca amanha, na Arena 3D, em KaTembe. As inscrições continuam abertas a partir do site: www.mozgrow.co.mz

A multinacional Syngenta e a empresa fornecedora de Material Hidráulico, a INOXMECC Water Equipment, vão juntar-se, nos próximos dias 6 e 7, à quarta edição da feira de agro-negócios, a Mozgrow, na qual vão expor os produtos que produzem e comercializam no mercado nacional.

Presente na maior feira nacional de agro-negócios desde a primeira edição, a Syngenta voltou a dizer “sim” à Mozgrow. A empresa que promove a melhoria da produção no país, através da disponibilização de sementes híbridas de grande qualidade, vai ao grande encontro dedicado a diferentes actores do sector com a lição bem estudada.

“Nós estamos no mercado onde os produtores têm várias culturas para fazer escolha consoante a época de produção. Nós, como Syngenta, recomendamos e instruímos sobre quando e como devem fazer isso e temos sementes de qualidade certificada e mais eficiente em termos de uso e rentabilização dos investimentos”, esclareceu Carmona Cossa, promotor de vendas da Syngenta Moçambique

A empresa pretende aproveitar a oportunidade para atingir novos públicos: “Esperamos, mais uma vez, poder atingir um público específico e inclusivo que a Mozgrow sempre nos traz. No fim de tudo, esta plataforma dá-nos vantagens competitivas em relação ao mercado onde operamos”, realçou António Magaia, representante comercial da Syngenta Moçambique.

Está, igualmente na lista de expositores, a INOXMECC Water Equipment. Por ser a sua primeira participação no evento, a empresa tem grandes expectativas: “Nós vemos à Mozgrow como um evento muito importante aos parceiros desta indústria. Nesta edição, teremos o privilégio de lidar com as empresas que estão envolvidas no agro-negócio e expandir os nossos serviços”, disse Alessandro Conficoni, representante da INOXMECC Water Equipment.

A empresa especializada no fornecimento de equipamento de gestão de água vai apresentar, na Mozgrow, produtos e serviços virados para o sector de agro-negócio: “Vamos apresentar vários produtos, entre os quais, as bombas de água para servir a indústria agrícola, junto a vários acessórios de canalização”, revelou Alessandro Conficoni.

Para chegar à Arena 3D, palco da quarta edição da MozGrow, a organização do evento criou facilidades, entre as quais, o transporte gratuito para os participantes. As inscrições estão abertas e são feitas através do site: www.mozgrow.co.mz

 

O preço do diesel aumentou cerca de 26 Meticais de Janeiro a Julho deste ano. No mesmo período, a tarifa do transporte de passageiros, na Cidade de Maputo, manteve-se inalterada.

No dia 2 de Janeiro, entrou em vigor, na Cidade de Maputo, a nova tarifa de transporte. Para distâncias inferiores a 10 quilómetros, o preço passou a ser de 12 Meticais e, para as maiores, passou para 15 Meticais. De lá para cá, o preço do transporte, na capital do país, não foi alterado.

Entretanto, durante o mesmo período, ou seja, de Janeiro a Junho deste ano, os preços dos combustíveis foram mexidos três vezes: em Março, Maio e a última em Julho.

Por exemplo, o diesel que era vendido em Janeiro a 61,71 Meticais, em Março subiu 9,26 Meticais, passando a custar 70,97 Meticais. Em Maio, o preço do gasóleo voltou a aumentar, desta vez, oito Meticais, e passou a ser vendido a 78,97 Meticais. Passaram mais dois meses, e o preço do gasóleo voltou a ser agravado em nove Meticais, passando a custar, desde o dia 2 de Julho último, 87,97 Meticais.

Com estas três subidas, significa que, de Janeiro a Julho deste ano, o preço do diesel, que é o combustível usado em grande parte dos transportes de passageiros, na Cidade de Maputo, passou a custar 26 Meticais mais caro, embora a tarifa do transporte seja a mesma praticada desde o início deste ano.

Os aumentos não aconteceram somente no diesel. O litro da gasolina que era vendido a 69,04 Meticais, em Janeiro, actualmente é vendido a 86,97 Meticais, um aumento do preço, por litro, de 17,93 Meticais.

Por seu turno, o gás para viatura, que custava 32,69 Meticais em Janeiro, já é vendido a 43,73 Meticais, o equivalente a mais 11 Meticais.

Há mais. A botija de gás de cozinha de 11 quilos que era vendida a cerca de 780 Meticais, actualmente custa 1122,22 Meticais, uma subida de 341 Meticais. Todas estas despesas tornam mais pesadas as contas das famílias e das empresas.

A selecção nacional de futebol, os Mambas, inicia, esta terça-feira, os trabalhos de preparação para o torneio regional da Cosafa, que terá lugar em Durban, África do Sul.

Os Mambas, que começam a sua participação na Cosafa, nos quartos-de-final, em função da sua boa prestação na última edição, para além da sua boa posição no ranking da FIFA, defrontam o país anfitrião a 13 de Julho corrente.

Chiquinho Conde convocou 23 jogadores para esta empreitada, todos eles a actuarem internamente, ou seja, em clubes do Moçambola. Os mesmos juntaram-se, na noite de hoje, numa estância hoteleira para entrar em estágio de preparação.

Trata-se de três guarda-redes, oito defesas, sete médios e cinco avançados, que jogam nas cinco melhores equipas do Moçambola. A União Desportiva do Songo é a que mais jogadores cede aos Mambas, nomeadamente, sete, seguida do Costa do Sol, com cinco, e da Black Bulls, com quatro jogadores. Os Ferroviários de Maputo e da Beira contribuem com três jogadores cada, enquanto o Ferroviário de Nampula coloca apenas um jogador na selecção nacional.

O seleccionador nacional espera que todos estejam em condições de iniciar a preparação a partir desta terça-feira, tendo em conta os locais onde cada um jogou no fim-de-semana.

Os jogadores da União Desportiva de Songo jogaram em casa, diante do Matchedje de Mocuba, e chegaram a Maputo ainda hoje, o mesmo que aconteceu com os jogadores dos Ferroviários da Beira e de Nampula, que jogaram no “Caldeirão” de Chiveve, na cidade da Beira.

Os atletas do Ferroviário de Maputo, Black Bulls e Costa do Sol não tiveram necessidade de viajar, uma vez que as suas equipas jogaram em Maputo e Matola, respectivamente.

A equipa técnica dos Mambas já começou a avaliar o seu adversário, através de um dos seus membros, que acompanhou a convocatória e o estágio de cada um dos atletas. “Estamos a observar a África do Sul e vamos encontrar os seus pontos fracos. Vamos transmitir essa informação aos jogadores, para que possam trabalhar a conhecer o adversário”, realçou o seleccionador nacional.

Por isso mesmo, a palavra de ordem é a vitória, até mesmo para contrariar o favoritismo e o histórico de resultados, que dá vantagem à África do Sul. “Obviamente, o historial não é favorável para nós, mas não podemos colocar todo o passado como parte negativa do que queremos para o futuro. Só nós temos a possibilidade de inverter este paradigma, e vamos fazer de tudo para que isso aconteça”, disse Chiquinho Conde, durante a conferência de imprensa, realizada na passada sexta-feira, na sede da Federação Moçambicana de Futebol.

Conde vincou, ainda, que “vamos encarar o adversário com realismo e disfrutar de uma belíssima partida de futebol”.

Os Mambas vão realizar cerca de oito sessões de treinos em solo pátrio, antes de se deslocar a Durban a 11 de Julho, para o jogo do dia 13.

A Tecap vai apresentar, na 4ª edição da Mozgrow, soluções viradas para a massificação do uso de sementes certificadas e das tecnologias no sector agrário. A maior feira nacional de agro-negócios terá lugar em KaTembe nos dias 6 e 7 deste mês.

Apenas cerca de 10 por cento dos agricultores, em Moçambique, utilizam sementes certificadas. Em esforços para reverter o cenário, a Tecap, uma das empresas que lideram a introdução de novas tecnologias no ramo da agricultura no país, vai apresentar, na quarta edição da Mozgrow, suas soluções.

“Queremos mostrar as vantagens das sementes certificadas e tecnologias que temos, máquinas, tractores e outros produtos. Temos vindo a falar dos problemas na agricultura nacional e conhecemo-los muito bem e este é o momento de soluções, começando por aplicar as tecnologias. A agricultura é educação, é tecnologia e é inovação”, disse Rolando Gemo, director-geral da Tecap

A empresa de tecnologia e consultoria agro-pecuária conta com uma vasta experiência na maior feira nacional de agro-negócios e faz um balanço positivo de suas participações nas edições anteriores. Do evento que se aproxima, a firma promete tirar mais vantagens em benefício do país.

“A agricultura é um ramo de muita complementaridade entre os intervenientes e acreditamos que haja outros parceiros que possam completar o que nós temos, do mesmo modo que os nossos produtos e serviços complementam os dos outros. Portanto, a nossa expectativa é ‘be to be’, como se diz em inglês, apresentando coisas mais eficazes e proactivas”, garantiu o director-geral da Tecap.

A quarta edição da Mozgrow poderá ser acompanhada através da televisão e das plataformas digitais. O evento vai, mais uma vez, propor respostas aos desafios do agro-negócio no país.

A Afritool vai participar, mais uma vez, na quarta edição da Feira Mozgrow. A empresa distribuidora de ferramentas agrícolas vê, no encontro com diferentes agentes do agro-negócio, oportunidade para fazer novas parcerias.

Mais uma vez, a Afritool vai marcar presença na Mozgrow. A empresa com mais de 30 anos de experiência em gestão de negócios e logística na África, Europa e Oriente Médio considera ser esta uma oportunidade de contribuir para o desenvolvimento do agronegócio no país.

“Mozgrow é uma plataforma de maior publicidade de serviços e os componentes da produção agrícola. Acreditamos na Mozgrow, um trabalho gratificante. A nossa expectativa é reafirmar as velhas parcerias que nós temos”, disse Cláudio Serra, gestor agrícola da Afritool

E para além disso, a Afritool vai, no quarto maior encontro dedicado aos diferentes actores do sector do agronegócio no país, expor os seus produtos como resposta aos mais recentes desafios do ramo.

“Temos uma gama de produtos da Honda que funcionam para a irrigação. Também temos charruas, enxadas, temos um leque de serviços que podemos oferecer, desde as sementes até ao transporte final do produto acabado”, afirmou o gestor agrícola da Afritool.

Sob lema “Transformar para Competir”, a quarta edição da Mozgrow vai decorrer nos dias 6 e 7 de Julho próximo. O evento é aberto ao público e as inscrições estão ainda decorrerem a partir do site: www.mozgrow.co.mz

A companhia aérea ruandesa inicia, em Agosto próximo, voos directos entre Maputo e Kigali. A medida anunciada, hoje, pelo alto-comissário ruandês em Moçambique vai estimular o aumento do volume de negócios entre os dois países.

A partir de Agosto, a ligação Moçambique-Ruanda poderá ser por voo directo. O transporte de pessoas e bens será materializado pela companhia ruandesa Rwandair Express e vai estimular o volume de negócios entre os dois Estados que, nos últimos tempos, reforçam a cooperação no domínio político e comercial.

A par desta ligação facilitada, Ruanda quer ver mais simplificada a entrada dos seus cidadãos em Moçambique, tendo em conta que os moçambicanos não precisam de visto da representação diplomática para entrar no território de Paul Kagame.

“Gostava de dizer que a nossa companhia aérea ruandesa, vai iniciar voos directos Maputo-Kigali, o que vai impulsionar a movimentação de pessoas e bens e estimular o comércio. Em princípio, será na primeira semana de Agosto. Os moçambicanos que têm passaporte normal podem viajar sem precisar de visto. Estamos a discutir com a contraparte, para ver se conseguimos ter a mesma facilidade para os ruandeses”, explicou Claude Nikobisanzwe, alto-comissário do Ruanda.

Para o Ruanda, que também apoia Moçambique na área militar, os portos e caminhos para escoamento de bens que Moçambique detém são apetecíveis.

O alto-comissário revela que as partes continuam a discutir a possibilidade de exploração do porto de Nacala a favor do Ruanda.

“Acreditamos que o porto de Nacala, com águas profundas, pode ajudar nesta cooperação. Acreditamos que o comércio entre os países africanos pode gerar emprego para os povos africanos, em particular os moçambicanos e contribuir para a economia dos países” explicou o líder.

Fruto das relações existentes, Moçambique exporta, actualmente, açúcar e minerais para a República do Ruanda. Entretanto, as partes querem incrementar produtos na balança de exportações.

Claude Nikobisanzwe recorda que, recentemente, uma delegação de 120 empresários ruandeses esteve, no Fórum de Negócios Moçambique-Ruanda, a prospectar oportunidades de investimentos no país.

No domínio da cooperação militar, o alto-comissário do Ruanda disse que as tropas ruandesas libertaram todas as zonas que estavam sob sua alçada.

O responsável falava durante a realização de um trabalho comunitário em prol da saúde e ambiente, em Maputo.

O país espera aumentar a quantidade de carga manuseada nos portos nacionais, de 48 milhões de toneladas registadas ano passado para 83 milhões de toneladas até 2024, e espera-se que o corredor de Maputo contribua com cerca de 22 milhões de toneladas.

Foi assinado, na última sexta-feira, um acordo entre os Caminhos-de-ferro de Moçambique (CFM) e a sul-africana Trasnet Freight Rail (TFR), que visa aumentar o número de comboios para transportar cromo e ferro-cromo entre os dois países, sem interrupções.

Segundo o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, o corredor de Maputo passa a contar, a partir deste mês, com 21 comboios por semana, que vão transitar entre os dois países, e os CFM passarão a fazer viagens de longo curso para a vizinha África do Sul.

“O acordo assinado vai muito além de um simples contracto. Trata-se de um paradigma em que se privilegia a cooperação como forma de melhorar a competitividade do corredor e privilegiar o posicionamento da região no mercado internacional”.

O pacto feito pelas duas administrações rodoviárias elimina, segundo o governante, as fronteiras físicas existentes entre os dois países, o que representa avanços na integração regional que os dois países almejam.

Outro ganho do contracto é que será reduzido o tempo de trânsito, o que vai contribuir para oferecer soluções logísticas mais eficientes e económicas aos clientes.

“Os nossos sistemas logísticos são complementares e, quando usados de forma integrada, agregam valor à economia e servimos melhor os utentes. Com este novo modelo operacional, tornar-nos-emos mais competitivos, eficientes e focados na prestação de um serviço de qualidade”, referiu.

Magala disse que esta é uma oportunidade para as linhas de navegação, os exportadores e outros actores na cadeia de logística atraírem e movimentarem mais cargas pelo corredor de Maputo.

Com o acordo, espera-se, ainda, o equilíbrio entre os transportes ferroviário e rodoviário e aliviar a pressão registada na EN4.

“O novo modelo deverá contribuir para que se atinja, o quanto antes, o equilíbrio necessário”, disse para depois desafiar os CFM, a Transnet e o Porto de Maputo a “acelerarem o processo de integração de sistemas com recurso às tecnologias de informação, que são, hoje, um imperativo e trarão segurança ferroviária, fiabilidade do sistema e eficiência do corredor”.

Mateus Magala quer das duas empresas ferroviárias soluções como esta para melhorias no transporte ferroviário de passageiros entre Moçambique e África do Sul.

O diesel passa a custar mais caro que a gasolina a partir de amanhã. O litro do gasóleo aumentou nove Meticais e passa a custar, a partir deste sábado, 87,97 Meticais. O preço do gás de cozinha também disparou. Uma botija de 14 quilogramas passa a custar 1428 Meticais.

Os novos preços, que entram em vigor amanhã (sábado), foram tornados públicos esta tarde pela Autoridade Reguladora de Energia. Segundo a instituição pública, os preços a serem praticados a partir de amanhã ainda não são os que satisfazem as gasolineiras.

O gasóleo é vendido, até ao fim do dia de hoje, por 78,97 Meticais, passando, a partir de amanhã, a custar ao bolso do cidadão 87,97 Meticais. Já o quilograma de gás de cozinha, que hoje é vendido a 85,53 Meticais, a partir de amanhã, passa a custar 102,02 Meticais por quilograma.

Portanto, quem adquiria uma botija de gás de 11 kg dos fornecedores oficiais, normalmente as bombas de gasolina, a 940,83 Meticais até hoje, a partir de amanhã, terá de gastar 1122,22 Meticais com a mesma quantidade, um agravamento de preço de 181,39 Meticais.

Os outros combustíveis também aumentaram. A gasolina, que até hoje custa 83,30 Meticais por cada litro, a partir de amanhã, passa a ser vendida a 86,97 Meticais, um aumento de 3,67 Meticais. Já o preço do petróleo de iluminação sobe de 71,48 para 75,58 Meticais o litro, mais 4,10 Meticais.

O preço do gás veicular aumentou 3,16 Meticais, passando a custar, dentro de sete horas, 43,73 Meticais. Estes aumentos são explicados pela guerra na Ucrânia, que fez com que a Rússia, um dos principais fornecedores de combustíveis a nível mundial, fosse sancionada por vários países.

Com as sanções impostas à Rússia, aquele país viu-se obrigado a deixar de fornecer combustíveis a várias empresas, algumas das quais fornecem combustíveis diversos a Moçambique. Sendo assim, a procura pelos combustíveis aumentou; a oferta reduziu e o custo de aquisição subiu devido à carência.

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