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O País – A verdade como notícia

É a reedição das meias-finais da edição 2015 da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos, jogo no qual as angolanas venceram – a 5 de Dezembro de 2015 –, por 70-51.

Com Nadir Manuel em destaque, ao arrancar um duplo-duplo (10 pontos e 10 ressaltos), o Interclube assegurou a presença na final na qual viria a perder com o rival D’ Agosto, por 69-53.

Odélia “Mafa” Mafanela foi a melhor cestinha do Ferroviário de Maputo, nesse embate, com 12 pontos.

Hoje, às 20h00 de Maputo,  no mesmo palco, pavilhão do Kilamba, Interclube e Ferroviário de Maputo discutem o acesso à final da 23ª edição da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos.

Para chegar às “meias”, o Ferroviário de Maputo derrotou o GSP da Argélia por 83-44, numa partida em que controlou todos os quartos.

Já o Interclube venceu o DCMP da RD Congo por 68-38, portanto, 30 pontos de diferença que espelham a superioridade das polícias.

Este ano, precisamente a 25 de Outubro, o Ferroviário de Maputo venceu o Interclube por 78-73, em jogo inserido na fase preliminar da zona VI da Taça dos Clubes Campeões Africanos.

No outro jogo das meias-finais, o 1º de Agosto mede forças com o First Bank da Nigéria.

Em 2015, também a contar para as meias-finais, o D'Agosto venceu o First Bank por 62-48, num embate em Sónia Ndoniema foi melhor cestinha com 17 pontos.

Com a americana Alicia Devaughn em destaque, ela que contabilizou 17 pontos, o 1º de Agosto qualificou-se, hoje, para a final da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos após vencer, no pavilhão multiusos do Kilamba, o First Bank da Nigéria, por 64-44.

A poste americana de 26 anos foi secundada pela base armadora Rosa Gala com onze pontos.

O D' Agosto regressa à final da competição dois anos depois de ter conquistado o seu segundo título continental de clubes, em 2015, curiosamente, no pavilhão multiusos do Kilamba.

Pelo segundo ano consecutivo, o Ferroviário de Maputo está na final da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos.

Pela terceira vez  na sua história como clube (2006, em Libreville, Gabão, 2016, em Maputo, e 2017, em Luanda, Angola), o Ferroviário de Maputo está na final do campeonato africano de clubes.

A terceira terá que ser de vez! O adversário da final? D'Agosto, adversário para o qual perdeu na final de 2006, em Libreville, Gabão.

Mas também, diga-se, um adversário que foi agridoce para  Rute Muianga, Ingvild “Inga” Mucauro, Anabela Cossa e Odélia “Mafa” Mafanela que, em 2012, em representação da extinta Liga Desportiva, derrotaram na final realizada em Abidjan, Costa do Marfim.

Este sábado, no pavilhão multiusos do Kilamba, naquela a que Iñaki Garcia,  treinador do  Ferroviário de Maputo  chamou de “guerra mundial”, assistiu-se a um jogo equilibradisssimo com a diferença sempre a situar-se entre os três e cinco pontos.

Pautando por um dispositivo defensivo homem a homem, com a base armadora Onélia Mutombene e a extremo Ana Suzana com a  missao de defender a base Italee Lucas, as campeãs nacionais fizeram um parcial de 7-5 com cinco minutos por se jogar no terceiro quarto.

Mas o Interclube saiu do primeiro quarto a vencer por uma diferença de dois pontos: 14-12.

O segundo quarto foi, igualmente, equilibrado. O Ferroviário de Maputo mostrava-se forte nas tabelas, colectando ressaltos ofensivos e defensivos.

Com a base Italee Lucas  “fora de cena” – contabilizou nove perdas de bola no jogo – o Interclube sentia imensas dificudades na armação, forçando o técnico Apolinário Paquete a optar por Merciana  Fernandes, segunda base.

Ainda assim, o Interclube comandou a marcha do marcador ao intervalo, etapa na qual vencia por 32-29.

O terceiro quarto foi mais do mesmo. “Polícias” e “locomotivas” mantiveram a defesa homem a homem, mesmo ritmo de jogo e uma aproximação na marcha do marcador!  O conjunto orientado por Apolinário Paquete entrou para o quarto e decisivo quarto com uma vantagem de cinco pontos: 49-45.

No quarto e derradeiro quarto, a agressividade defensiva do Ferroviário de Maputo aliada à clarividência ofensiva permitiram, nos momentos decisivos do jogo, ganhar uma vantagem de cinco pontos: 66-61.

Aqui, frise-se, uma perda de bola de Italee Lucas e um tiro exterior de Ana Suzana Jaime que deram o mote para uma vitória bem conseguida: 71-62.

Odélia Mafanela, com um duplo-duplo, ou seja, 19 pontos e 11 ressaltos, foi a melhor unidade do Ferroviário de Maputo.

Em termos globais, o Ferroviario de Maputo obteve uma percentagem de 65 porcento na linha de lançamentos livres (17 lançamentos convertidos em 26 tentados), 20 porcento na zona dos 6.75 metros (quatro lançamentos certeiros em 20 tentados), 36 ressaltos (12 ofensivos e 24 defensivos), 16 assistências e 27 perdas de bola.

Do  lado do Interclube, houve registo de uma média de 35 porcento na zona dos 6.75 metros (seis lançamentos certeiros em 17 tentados), 72 porcento na linha de lançamentos livres (18 lançamentos convertidos em 25 tentados), 34 ressaltos (12 ofensivos e 24 defensivos), 16 assistências e 25 perdas de bola.

 

Pelo segundo ano consecutivo, o Ferroviário de Maputo esta na final da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos.

Pela terceira vez  na sua história como clube (2006, em Libreville, Gabão, 2016, em Maputo, e 2017, em Luanda, Angola), o Ferroviário de Maputo está na final do campeonato africano de clubes.

A terceira tera que ser de vez! O adversario da final? D'Agosto, adversario com o qual perdeu na final de 2006, em Libreville, Gabão.

Mas também, diga-se, um adversário que foi agridoce para  Rute Muianga, Ingvild “Inga” Mucauro, Anabela Cossa e Odélia “Mafa” Mafanela que, em 2012, em representaçao da extinta Liga Desportiva, derrotaram na final realizada em Abidjan, Costa do Marfim.

Este sábado, no pavilhão multiusos  do Kilamba, naquela a que Iñaki Garcia,  treinador do  Ferroviário de Maputo  chamou de “guerra mundial”, assistiu-se a um jogo equilibradisssimo com a diferença sempre a situar-se entre os três e cinco pontos.

Pautando por um dispositivo defensivo homem a homem, com a base armadora Onélia Mutombene e a extremo Ana Suzana com a  missao de defender a base Italee Lucas, as campeãs nacionais fizeram um parcial de 7-5 com cinco minutos por se jogar no terceiro quarto.

Mas o Interclube saiu do primeiro quarto a vencer por uma diferença de dois pontos: 14-12.

O segundo quarto foi, igualmente, equilibrado.  O Ferroviário de Maputo mostrava-se forte nas tabelas, colectando ressaltos ofensivos e defensivos.

Com a base Italee Lucas  “fora de cena” – contabilizou nove perdas de bola no jogo-o Interclube sentia imensas dificudades na armação, forçando o técnico Apolinário Paquete a optar por Merciana  Fernandes, segunda base.

Ainda assim, o Interclube comandou a marcha do marcador ao intervalo, etapa na qual vencia por 32-29.

O terceiro quarto foi mais do mesmo. “Policias” e “locomotivas” mantiveram a defsa homem a homem, mesmo ritmo de jogo e uma aproximação na marcha do marcador!  O conjunto orientado por Apolinário Paquete entrou para o quarto e decisivo quarto com uma vantagem de cinco pontos: 49-45.

No quarto e derradeiro quarto, a agressividade defensiva do Ferroviário de Maputo aliada a clarividência ofensiva permitiram, nos momentos decisivos do jogo, ganhar uma vantagem de cinco pontos: 66-61.

Aqui, frise-se, uma perda de bola de Italee Lucas e um tiro exterior de Ana Suzana Jaime que deram o  mote para uma vitória bem conseguida: 71-62.

Odelia Mafanela, com um duplo-duplo, ou seja, 19 pontos e 11 ressaltos, foi a melhor unidade do Ferroviário de Maputo.

Em termos globais, o Ferroviario de Maputo obteve uma percentagem de 65 porcento na linha de lançamentos livres (17 lançamentos convertidos em 26 tentados), 20 porcento na zona dos 6.75 metros ( quatro lançamentos certeiros em 20 tentados), 36 ressaltos (12 ofensivos e 24 defensivos), 16 assistências e 27 perdas de bola.

Do  lado do Interclube, houve registo de  uma média de 35 porcento na zona dos 6.75 metros (seis lançamentos certeiros em 17 tentados), 72 porcento na linha de lançamentos livres (18 lançamentos convertidos em 25 tentados), 34 ressaltos (12 ofensivos e 24 defensivos), 16 assistências e 25 perdas de bola.

 

O Ferroviário de Maputo defronta, hoje, às 15h30, o GSP da Argélia, em jogo dos quartos-de-final da 23ª edição da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos.

É, de resto, a reedição dos quartos-de-final da edição 2016 do Campeonato  Africano de Clubes, jogo no qual as campeãs nacionais venceram por 69-57.

Nesse embate, realizado a 2 de Dezembro, no pavilhão do Maxaquene, Ingvild Mucauro foi a melhor cestinha com 16 pontos.

Ainda a contar para os quartos-de-final, o KPA do Quénia joga às 13h30 com o First Bank da Nigéria.

Já o 1º de Agosto mede forças, às 17h30, com o Equity Bank do Quénia. Finalmente, às 20h00, o Interclube defronta o DCMP da RD Congo.

Tal como se previa, o First Bank da Nigéria qualificou-se hoje para as meias-finais da 23ª edição da Taça dos Clubes Campeõs Africanos de basquetebol em seniores femininos.

As nigerianas derrotaram, no primeiro jogo dos quartos-de-final, o KPA do Quénia por 84-63.

O primeiro quarto foi equilibrado com o  First Bank a vencer pelo parcial de 20-19.

No segundo quarto, o mais produtivo em termos de pontuação para o First Bank, as nigerianas lideraram com o parcial de 24-9.

Já no terceiro quarto, o First Bank voltou a liderar a marcha do marcador: 22-14.

Dominique Wilson, base-armadora americana, foi a melhor cestinha ao contabilizar 25 pontos.

No último quarto, o KPA do Quénia venceu por 21-18. Nas meias-finais, o First Bank da Nigéria irá jogar com o vencedor do jogo 1º de Agosto (Angola) vs Equity Bank (Quénia).

 

 

 

 

 

O Ferroviário de Maputo qualificou-se, hoje, para as meias-finais da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos após vencer o GSP da Argélia, por 83-44.

Ciente das dificuldades que poderia encontrar, o Ferroviário de Maputo apostou em defesas pressionantes (dois contra um e a toda largura de campo, em algum momento, sobre a base-armadora do GSP) e contra-ataques, fazendo um parcial de 7-0.

Extremamente fortes a defender, com as ajudas a funcionarem, as campeãs nacionais forçaram as argelinas a muitas perdas de bola e, com esclarecimento ofensivo, fecharam o primeiro quarto a vencer por 15-2.

O segundo quarto continuou a ser dominado pelo Ferroviário de Maputo com melhor rotação defensiva e clarividência no ataque. Ao intervalo, o conjunto orientado por  Iñaki Garcia vencia por uma diferença de 29 pontos: 39-8.

O terceiro quarto, sem muita intensidade, foi uma etapa na qual o técnico espanhol fez a rotatividade do seu plantel. Ainda assim, o Ferroviário de Maputo liderou a marcha do marcador: 60-25.

No quarto e último quarto, as campeãs nacionais fizeram a gestao de esforços e qualificaram-se, pelo terceiro ano consecutivo, para as meias-finais da prova.

Sara Chan foi a melhor cestinha  do jogo ao contabilizar 15 pontos, sendo ainda de destacar a prestação de Odélia Mafanela que arrancou um duplo-duplo: 11 pontos e 11 ressaltos.

Com 11 lançamentos convertidos em 17 tentados, o Ferroviário de Maputo apresentou-se com uma média de 65 porcento na linha de lançamentos livres. Ao nivel dos lançamentos exteriores, registe-se uma percentagem de 38 porcento (dez lançamentos certeiros em 26 tentados).

As campeãs nacionais contabilizaram 31 pontos em situações de perdas de bola, contra 11 do GSP.

Há, outrossim, a registar 23 pontos nas segundas bolas contra dois do GSP.

O clube Ferroviário da Beira acaba de garantir que já fechou um contrato com um novo treinador para treinar a equipa principal na próxima época desportiva e que está a preparar-se para reforçar o seu plantel, com objectivo de lutar pelo título.

Foi através do seu Vice-Presidente, Eugénio Caetano, que o clube anunciou à imprensa, ontem, que terá um novo treinador no próximo campeonato do Moçambola. Contudo, o Ferroviário, apesar de ter garantido que o contrato com o novo técnico já foi assinado, recusou-se a anunciar o nome do mesmo. 

Quanto ao plantel, Eugénio Caetano garantiu que 80 por cento dos jogadores continuarão na equipa.

Este ano, o Ferroviário da Beira terminou o campeonato em quarto lugar, depois de ter conquistado o título no ano passado.

 

O Clube de Chibuto renovou o contrato de trabalho de Artur Semedo, para a próxima temporada futebolística, com o desafio claro de conquistar a Taça de Moçambique

O contrato que liga Artur Semedo ao Clube de Chibuto foi renovado ontem, tendo como principal meta a melhoria da 7ª posição alcançada em 2017. Para além deste objectivo, há um desafio que foi colocado pela direcção do clube. “Renovamos com ele ontem, para o próximo ano, depois de termos feito um contrato de seis meses este ano. Sentimos que ele não tinha feito tudo o que queria, por isso decidimos renovar com ele. O que nós queremos é que ele nos dê a Taça de Moçambique, próximo ano”, disse Betuel Sanveca, falando dos desafios do treinador dos “guerreiros” de Gaza.

Sob responsabilidade de Artur Semedo está a contratação de novos jogadores, bem como a despensa de alguns que não farão parte do plantel para 2018. Para o efeito, segundo o presidente do Chibuto, tudo vai ser decidido no início da próxima temporada, embora já haja saídas confirmadas e contratações em cima da mesa, esperando apenas pelo aval de Semedo.

Outrossim, Johane é o nome confirmado como de saída, devendo ser confirmado nos próximos dias.

Num outro desenvolvimento, o presidente do Clube de Chibuto disse que a época 2017 não correu tal como era o desejado, daí que a avaliação não seja positiva. “Começamos a perder pontos ainda na primeira volta e quando sentimos que já não dava, conversamos com o anterior treinador, Portela, para podermos negociar com o Semedo, mas acho que era tarde. Queríamos ter conquistado uma Taça de Moçambique, mas não foi possível e depois pensamos na conquista do Moçambola, mas não conseguimos. Por isso a nossa avaliação não foi boa”, disse Betuel Sanveca.

Relativamente ao início tardio da época futebolística, Sanveca garantiu que será um tema a ser levado a debate na Assembleia Geral da Liga Moçambicana de Futebol, tendo em conta que prejudica as equipas. Para este dirigente desportivo, seria interessante e benéfico que o Moçambola iniciasse mais cedo, em 2018.

Recorde-se que na temporada terminada, o Clube de Chibuto terminou com 43 pontos, a 21 do campeão nacional, a União Desportiva de Songo. Artur Semedo “pegou” a equipa na última jornada da primeira volta, tendo conseguido seis vitórias, cinco empates e quatro derrotas.

 

 

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