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O País – A verdade como notícia

Manhã cedo, partia da zona do Aeroporto de Maputo, dispensando os transportes públicos. Saía com uma sacola a tiracolo até à baixa da cidade… a correr! Era o treino matinal, que fazia de preferência nas estradas, correndo como um pardalito livre. Fazia o atletismo por prazer. Daí que nas pistas, tudo ficasse facilitado face aos exigentes programas que a ele e aos colegas eram impostos.

Quem não viu correr António Repinga, não conheceu o maior fundista moçambicano de todos os tempos. Na sua época, para além das provas de pista haviam com frequência corta-matos, além das tradicionais Léguas 24 de Julho e do Natal. Tornou-se símbolo das corridas longas no nosso país, e nas poucas deslocações ao estrangeiro, também fazia aquilo o que mais gostava: ganhar!

Uma vez nos CFM, envergava o seu fato de trabalho, para se empenhar com afinco na labuta, como operário.

Não se fartava de correr

Corria que se fartava e não se fartava de correr. Rivalizava com Fausto Archer e mais tarde com Francisco Ducodo, a quem vencia regularmente. Uma vez dado o tiro de partida, o fundista locomotiva tomava a dianteira – dizia que não gostava de ser incomodado – deixando aos adversários directos a disputa do segundo lugar.

Acabou transformando-se num autêntico “papa-léguas”. A sua especialidade eram as provas de fundo, especialmente os 5 mil e 10 mil metros. Terminava fresco e não queria boleia para casa. Tudo leva a crer que seria, nos tempos que correm, imbatível na Maratona, tal a sua apetência pelas grandes distâncias.

O seu gosto por correr em todos os momentos, tê-lo-á traído pois ao pretender apanhar um comboio em andamento, escorregou e acabou sendo trucidado. Foi desta forma triste que acabou a carreira e a sua vida de António Repinga, a quem o Governo, merecidamente, atribuíu o seu nome ao circuito da baixa de Maputo.

 

O presidente da Federação Moçambicana de Patinagem, Nicolau Manjate, foi nomeado presidente do  Comité Africano de Patinagem, durante o congresso da agremiação realizado no passado dia 28 de Novembro, no Cairo, Egipto.

Manjate irá dirigir este organismo durante dois anos, sendo que o principal objectivo passa por dinamizar a prática do hóquei e a corrida de patins em linha.

Esta nomeação irá permitir que Moçambique, uma das referências do hóquei em patins ao nível mundial, tenha cada vez mais voz activa nos congressos internacionais.

Moçambique, dada a excelente prestação nos Mundiais, onde teve um registo de um histórico quarto lugar em 2011, em San Juan, Argentina, tem sido reconhecido pelo Comité Internacional de Patinagem.

A título de exemplo, em 2011, Nicolau Manjate foi nomeado  vice-presidente do Comité Internacional de Hóquei em Patins (CIRH) para o desenvolvimento da modalidade em África.

Com esta nomeação, Manjate passou a ser membro do próprio Comité Internacional. Cinco anos depois, ou seja, em 2016, Manjate foi nomeado presidente da mesma agremiação no decurso do congresso realizado entre os dias 2 a 5 de Dezembro, em Cotonou, no Benin.

Nicolau Manjate foi presidente da Associação de Patinagem da Cidade de Maputo (APCM), em 1978. Manjate foi ainda vice-presidente da Federação Moçambicana de Patinagem para área de marketing entre 2005-2009.

Em 2010, Manjate foi eleito presidente da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) para um mandado de quatro anos.  

Já em 2016, Manjate viria ser reeleito ao cargo de presidente da agremiação para o quadriénio 2016/2020, numa eleição adiada nas vésperas por questões administrativas.

De resto, foi criada uma comissão de gestão pelo facto de a maioria dos membros da comissão votante terem chegado a conclusão que os estatutos que regiam a eleição dos corpos gerentes da FMP apresentarem, na altura, algumas lacunas.

 

Os "meninos de Victor Matine" continuam a não desiludir no torneio da COSAFA de sub-20 que decorre na Zâmbia. Esta quarta-feira empataram a um golo com o Malawi em desafio referente a segunda jornada do grupo "A". Os Mambinhas somam agora 4 pontos.

Maré, jogador da Liga Desportiva de Maputo, fez o golo que deu um ponto aos Mambinhas sub-20 no jogo diante da similar do Malawi, para a segunda jornada do Grupo "A"

A selecção nacional estreou-se no evento com vitória diante do República  Democrática do Congo por uma bola a zero, com golo a ser apontado por Geny Catamo, que viria a ser eleito homem do jogo.

No próximo sábado, os sub-20 terão pela frente a Zâmbia, naquele que pode ser o jogo mais complicado do combinado nacional, nesta primeira fase da competição. Para além de Moçambique e Malawi, o grupo "A" inclui as selecções da República Democrática do Congo e Zâmbia.

O guarda-redes Victor Guambe, do Costa do Sol é dos poucos jogadores que está nas escolhas de Victor Matine e que fez parte da equipa que, no ano passado, representou o país no evento que, curiosamente, também realizou-se na Zâmbia.

A África do Sul é a actual campeão da Zona Austral em sub-20, depois de ter vencido na final da última edição a selecção do Lesotho. O sul-africano Luvuyo Mkatshana foi o melhor jogador do torneio, tendo também recebido o prémio de melhor marcador com três golos apontados.

Os "Amadjitas" (nome de guerra da selecção sul africana de sub-20) a par do Zimbabwe, somam seis títulos conquistados. A Zâmbia é a recordista com 11 títulos ganhos. Em 2017, Africa do Sul, Egipto e Uganda ocuparam as primeiras três posições. Moçambique não passou da fase de grupos.

Papelão, aliás, Stefâzia Chiziane está a mostrar os créditos com os quais atravessou o atlântico para singrar na terra dos sonhos: EUA.

A talentosa, “fininha” e explosiva basquetebolista moçambicano está a fazer a diferença na sua época de estreia, tendo sido nomeada semana passada como melhor jogadora da sua conferência.

Terça-feira, Papelão arrancou 25 pontos na vitória do Highland Community College frente ao Metropolitan Community College (83-78), atingido a melhor marca desde que chegou aos EUA.

Envergando a emblemática e inspiradora camisola 23, a moçambicana esteve muito bem nos lançamentos de campo com nove lançamentos convertidos em 14 tentados (64.3 %), quatro tiros exteriores certeiros em sete, três lançamentos livres convertidos em quatro tentados, duas assistências e cinco perdas de bola.

Aposta no cinco inicial, Stefânia Chiziane contabilizara 16 pontos, cinco ressaltos, seis assistências e cinco perdas de bola a 30 de Novembro, quando o Highland Community College venceu o Washburn University JV (89-77).

Com 100% de aproveitamentos nos lançamentos de campo (4-4) e tiros exteriores (3/3) e seis lançamentos livres convertidos em 14 tentados, Stefânia Chiziane foi um dos destaques da sua equipa que teve em Tuana Dinc a melhor marcadora com 21 pontos.

A 17 de Novembro, a basquetebolista da Matola liderou o Highland Community College com 20 pontos na vitória sobre o Colby Community College, por 70-56. Hoje, Chiziane volta a entrar em cena quando o Highland Community College bater-se com o Grand View Vikings.

Em oitos jogos, a basquetebolista moçambicana apresenta 46 lançamentos de campo concretizados em 77 tentativas (59.7 % de aproveitamento), doze lançamentos abertos certeiros em 20 tentados (60% de aproveitamento) e uma percentagem muito boa nos lançamentos livres de 63.9 %:  23/36.

Mas há mais nos dados estatísticos da vice-campeã nacional de basquetebol pelo Ferroviário das Mahotas: 28 ressaltos dos quais 11 ofensivos e 17 defensivos, 25 assistências e 23 “turnovers”.

Geny Catamo, jogador da Associação Black Bulls, foi o autor do único golo dos Mambinhas, na tarde de hoje, diante da República Democrática do Congo, em partida de estreia no torneio regional da Cosafa, em sub-20

Uma entrada em grande da selecção nacional de futebol de sub-20 no torneio da Cosafa, da categoria, que decorre na Zâmbia desde o passado domingo. Uma vitória que, se calhar, não estava nas expectativas de muitos, tendo em conta o adversário, que era a República Democrática de Congo.

Mas a determinação dos pupilos de Victor Matine não se deixaram derrotar pelo poderio do seu adversário e deram cara ao jogo acabando por sair sorridentes após vitória difícil, por uma bola sem resposta.

Aliás, foi preciso ir ao intervalo com o nulo a prevalecer e uma partida bastante frenética, com jogadas de perigo nas duas balizas. Mas há que reconhecer que a defensiva moçambicana esteve a altura do jogo, não defraudando a confiança do seleccionador nacional da categoria.

À entrada da segunda parte, logo ao minuto três, Geny Catamo apontou aquele que foi o único golo da partida, mas da primeira vitória desta selecção, este ano, em competições oficiais, depois de ter sido afastado da corrida do CAN da modalidade, pela África do Sul, com agregado de 3-1, com 1-1 na cidade da Beira e 2-0 em Rusternberg.

O golo apontado aos 48 minutos, dá ao Mambinhas a liderança, em igualdade pontual com a anfitriã Zâmbia, do grupo A desta competição, depois dos zambianos terem vencido o Malawi por duas bolas sem resposta, no jogo inaugural desta competição, no domingo.

Assim, Zâmbia e Moçambique contam com 3 pontos cada e RD Congo e Malawi ainda não pontuaram.

O grupo A volta a acção esta quarta-feira com Moçambique a defrontar o Malawi, em Shinde, quando forem 15H30, de Maputo, para depois a Zâmbia medir forças com a República Democrática do Congo, a mesma hora, mas em Nkana. Uma vitória dos Mambinhas coloca em pressão os donos da casa no último jogo, que será no sábado.

Para o grupo B, em Shinde, às 12H30, Eswatini começa a disputa do torneio diante das Maurícias, esta última que perdeu com a África do Sul por 0-5. Já em Nkana, pelo grupo C, a mesma hora, Angola e Botswana medem forças com objectivo de vitória para acalentar esperanças de qualificação.

O combinado moçambicano entrou com o seguinte 11 escalado por Victor Matine:

12. Victor

2. Fidel

4. Leonel

6. Thaimo

7. Adamo

10. Kamo Kamo

15. Martinho

17. Nhambire

18. Lampião

19. Shelton

20. Geny Catamo

Suplentes:

1. Simone

3. Belarmino

5. Kelvin

8. Michel

9. Pablo

11. Luís

13. Celton

14. Valdemiro

16. Aly

 

Protagonizou o KO mais rápido dos Jogos Africanos do Cairo. Estava-se em pleno dia 25 de Junho de 1991. Às 9 horas a delegação moçambicana festejava, um pouco às corridas, mais um aniversário da nossa Independência, em terras egípcias. Lucas Sinóia não pôde marcar presença na festa, porque tinha um combate aprazado para as 13 horas, frente ao campeão africano do escalão, em representação do Gana.

O jogo começou. Lucas entrou decidido a não dar qualquer hipótese ao ganês, partindo de imediato para o corpo-a-corpo. De repente… passavam apenas 30 segundos do primeiro assalto e o ganês já havia sido enviado ao tapete. Sinóia desferira uma sucessão de murros cruzados dirigidos à zona do estômago e quando o adversário se tentou proteger, veio a opção por o atingir contundentemente no queixo.

Foi o mais rápido KO dos Jogos do Cairo. Sinóia além de pugilista bem maduro, trazia o país no coração. Interrogado sobre o porquê de se apresentar nas competições internacionais bem mais duro e “castigador” que internamente, respondeu; “aqui tenho que demonstrar o que é a verdadeira auto-estima”.

Contraste

Lucas Januário Sinóia, é natural de Mutarara, província de Tete. De estatura sobre o baixo, é a “calmaria”e bom trato em pessoa. Fora dos ringues, é pouco falador, sempre pronto a fazer amigos, cidadão avesso a zaragatas e protagonismos.

Porém…

No ringue e logo após soar o “gong”, torna-se um verdadeiro leão. Frequentou as escolas de boxe soviético, cubana e norte-americana, tendo sido, seguramente, o melhor pugilista moçambicano dos últimos tempos.

Exímio a jogar à meia-distância, nem por isso se furtava ao corpo-a-corpo. Do seu registo de combates, ressalta o facto de evitar colocar os pugilistas nacionais KO, em claro contraste com o que acontecia frente aos estrangeiros.

Deixou a modalidade e passou a encarar o boxe de outra maneira: ensinando os mais novos. A Academia Lucas Sinóia, que vem produzindo pugilistas principalmente para o Matchedje, seu clube de coração, foi a resposta para se manter útil à modalidade que sempre amou.

 

Luka Modric, 33 anos, é o vencedor da Bola de Ouro, prémio atribuído desde 1956 pela revista France Football ao melhor jogador do mundo.
O experiente médio do Real Madrid passou a ser o primeiro jogador na história do futebol a ser coroado no mesmo ano com os três maiores títulos individuais: Bola de Ouro, jogador do ano da FIFA e jogador do ano da UEFA.

"Um sentimento único. É difícil descrever o que sinto. Agradeço a todos os que me ajudaram. Primeiro aos meus colegas de equipa do Real Madrid e aos companheiros da selecção. À minha família. Todos temos sonhos: o meu era jogar num grande clube. É uma verdadeira honra", disse o croata. E acrescentou:  "Nada foi fácil para mim. O importante é saber agarrar as oportunidades. Esta mudança de posição ajudou-me, porque antes era mais ofensivo, mas depois pude ler melhor o jogo", frisou.

Na lista de premiados, Modric sucede a Cristiano Ronaldo, vencedor em 2017, 2016 e ainda em 2014, 2013 e 2008. O internacional português, ausente da cerimónia (tal como Messi, por exemplo), ficou, desta feita, no segundo lugar, seguido de Antoine Griezmann.

Numa para o vencedor da Bola de Ouro, a presidente da Croácia, Kolinda Grabar-Kitarovic, disse: "O que conseguiste resulta de trabalho duro. Estamos orgulhosos". Na gala realizada ontem, Mbappé venceu o troféu Kopa (melhor jogador sub-21): "Estou muito feliz, foi um ano formidável graças a todos os meus companheiros".

Entretanto, a norueguesa Ada Hegerberg conquista a Bola de Ouro feminina! "É inacreditável. Um grande momento para mim. Obrigado ao Lyon", disse.

Durante a gala, alguns campeões do Mundo subiram  ao palco. A taça estava com eles e foi  levada por Griezmann. "Agradecer ao povo francês por todo o apoio, todos são campeões do Mundo", atira Deschamps, seleccionador.

A União Desportiva de Songo joga na tarde desta quarta'feira, na Zâmbia, diante do Nkana FC, em partida da segunda mão, da pré-eliminatória, de acesso a fase de grupos da Liga dos Campeões africanos em futebol. Na primeira mão, na Beira, o campeão moçambicano perdeu por duas bolas a uma

Uma primeira mão para esquecer por parte da União Desportiva de Songo, no “caldeirão” do Chiveve, há sensivelmente uma semana, pode ter deitado por terra a possibilidade de chegar a fase de grupos da Liga dos Campeões africanos, depois da derrota por duas bolas a uma, diante do Nkana da Zâmbia.

Uma equipa mal estruturada tacticamente, com jogadores em sobre rendimento e alguns em baixo de forma, sem contar com um ataque pouco venenoso e sem convicções, que perderam imensas oportunidades de golos e uma defesa a claudicar em alguns momentos, permitindo dois golos mais consentidos do que conseguidos e uma avalanche ofensiva forte do adversário, fizeram o campeão nacional da primeira mão.

Desta vez, em terreno alheio, a responsabilidade é ainda maior para uma equipa que vem da fase de grupos da Taça CAF, onde esteve integrado com colossos do futebol africano, que foram tarimba africana a uma equipa nova e que começa a se impor no país. Aliás, a esperança é(ra) que já estivesse se impondo em África, tendo em conta que não se trata de uma primeira experiência.

Se na primeira mão viu-se pouco dos reforços, com alguns a aquecerem o banco de suplentes, casos de Sunday e Amarachi, desta vez espera-se que os mesmos possam deixar tudo em campo para justificar o real motivo da sua contratação para os “hidroeléctricos”, que passa(va) necessariamente por ajudar a equipa a atingir a fase de grupos da Liga dos Campeões africanos, a começar por esta eliminatória.

Se Amorin, a quem se esperava muito dele na defensiva hidroeléctrica, e Telinho, que andou de um lado para o outro no ataque, foram pedras de pouca influência, Nacir Armando terá a responsabilidade de pensar em outras pedras basilares para colamatar quaisquer baixas de rendimento na equipa, Sunday e Amarachi, que entraram a substituir, foram mais visíveis, com o primeiro a apontar o tento de honra já nos minutos finais do jogo, e o segundo a ser um jogador fundamental nas manobras ofensivas dos moçambicanos. Aliás, estes dois jogadores mostraram merecerem a titularidade no jogo desta tarde.

Para passar a eliminatória, a turma de Nacir Armando precisa vencer por duas bolas sem resposta, ou pelo menos, ao sofrer, que vença por uma diferença de dois golos.

No jogo da primeira mão, na Beira, Nacir Armando entrou com uma praticamente defensiva, utilizando um sistema táctico de 4-4-1-1, com Hélder Pelembe na frente a ser apoiado por Telinho. Mário Sinamunda e Jimmy eram os médios alas que tinham de permeio Kambala e Cremildo, ambos defensivos e com poucos raides para o ataque. Amorin, recentemente contratado, assumiu o lugar de Mano no centro da defesa, ao lado de Cremildo, uma dupla que jogava pela primeira vez junta, tendo nas laterais Bhéu e Tony, numa defensiva cuja baliza estava a cargo de Leonel.

 

Estágio na África do Sul com pouca carga

Logo após a partida da passada quarta-feira diante do Nkana da Zâmbia, em que perdeu por duas bolas a uma, a União Desportiva de Songo, deslocou-se, quinta-feira, para África do Sul, onde final de semana defrontou o Jomo Cosmos, equipa da segunda divisão sul-africana, onde perdeu por 2-3. Foi, de resto, uma partida em que Nacir Armando aproveitou para observar os jogadores que estarão aptos para o embate desta tarde, no Nkana Stadium, na Zâmbia, para a segunda mão da pré-eliminatória de acesso a fase de grupos da Liga dos Campeões africanos.

Dos jogadores que estiveram em Joanesburgo, destaque vai para os jogadores de ataque, nomeadamente Telinho, Sunday, Amarachi e Mário Sinamunda, que muita deram a uma equipa da segunda divisão totalmente cheia de jovens jogadores que procuram despontar no futebol sul-africano.

Realçar que a União Desportiva de Songo viu-se reforçada por Banda, jogador malawiano que vai ajudar a equipa de songo nesta deslocação a Nkana, dependendo do treinador principal, Nacir Armando a sua utilização no embate de mais logo.

O vice-presidente da Federação Internacional de Taekwondo, ITF, Paul Weiler, chega a Maputo na próxima sexta-feira para dirigir um seminário nacional da modalidade, mais virada para instrutores. É, na verdade, o 7º Seminário Nacional, mas o primeiro curso dos instrutores, depois de ter havido vários outros para treinadores, dirigentes, árbitros e mais. Paul Weiler, o grande mestre, vem pela segunda vez ao país e deverá encontrar-se com dirigentes do Ministério da Juventude e Desportos para dar a conhecer o estágio da modalidade no país, bem como fora de portas.

Para este seminário, que terá lugar na Escola São José de Lhanguene, entre sexta-feira a domingo, espera-se a participação de instrutores da modalidade vindos de vários cantos do país, com destaque para as escolas que tem massificado a prática do Taekwondo. Em Moçambique, muitos praticantes já estão reconhecidos e oficializados internacionalmente como assistentes, bem como árbitros internacionais de Taekwondo, principalmente na classe blackbelts do país.

Este seminário acontece numa altura em que a modalidade celebra os seus 100 anos após o surgimento, em 1918, fundado por Choi Hong Hi.

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