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O País – A verdade como notícia

O mercado de transferências tem sido uma realidade quando chega esta altura da época do ano. Movimentações de jogadores e de treinadores de uma equipa para a outra, negociações de renovações, confirmações de continuidades de saídas. Enfim, é a saga do chamado mercado de transferência do defeso.

Da Beira, depois de muitas especulações em torno da continuidade ou não do técnico Rogério Gonçalves, eis que agora surge a confirmação. Segundo escreve o jornal electrónico da Liga Moçambicana de Futebol, Rogério Gonçalves renovou seu contrato com os “locomotivas” de Chiveve por mais uma temporada, adicionado aos seis meses que cumpriu na temporada 2018 após a saída de João Chissano e Mano Mano do seu comando técnico.

Rogério Gonçalves veio como o “salvador da pátria” “locomotiva”, pelo segundo ano consecutivo, mesmo cenário que aconteceu quando, em 2017, a direcção despediu Aleixo Fumo por maus resultados. Mas contrariamente ao aconteceu no final da época 2017, em que não foi renovado o vínculo contratual com o português, desta vez a direcção “locomotiva” decidiu premiar o técnico com mais ano de contrato, mesmo porque Gonçalves levou a equipa à final da Taça de Moçambique, tendo perdido, com a mão do árbitro do encontro, a favor do Costa do Sol.

No campeonato nacional de futebol, o Moçambola 2018, Rogério Gonçalves encontrou a equipa na zona da despromoção e recuperou a equipa, deixando-a na nona posição, garantindo a manutenção.

Para a época futebolística 2019, Rogério Gonçalves tem a responsabilidade de devolver a mística dos “locomotivas” do Chiveve, que já conquistaram um título de campeão nacional, em 2016, e três títulos da Taça de Moçambique, nomeadamente em 2005, 2013 e 2014, estes dois últimos anos em que também foram vice-campeões nacionais. Vale isto dizer que terá a missão de colocar a equipa nos lugares de pódio do Moçambola e melhorar a posição na Taça de Moçambique, que passa necessariamente pela conquista do troféu.

Até ao momento ainda não há notícias em relação a entradas e saídas de jogadores.

Cambaco continua em Nampula

Depois de alcançar a quarta posição no Moçambola-2018, os “locomotivas” da capital do norte do país também brindaram Antero Cambaco com mais uma renovação de contrato.

Segundo uma nota do clube nampulense, o presente contrato renovado com Antero Cambaco é por objectivos, nomeadamente o de alcançar o pódio no Moçambola 2019 e chegar o mais longe possível na Taça de Moçambique.

Vale isso dizer que Antero Cambaco terá que superar o quarto lugar alcançado este ano no Moçambola, bem como chegar o mais longe na Taça de Moçambique, tendo em conta que este ano ficou-se pela primeira ronda da fase provincial, após ser afastado pelo seu homónimo de Nacala, na marcação das grandes penalidades (2-4), após empate a uma bola, no final do tempo regulamentar.

Para já, a nota do Ferroviário de Nampula que anunciou a renovação do contrato com Antero Cambaco não fala da duração do mesmo, mas deixa claro que é em função desses objectivos traçados que vão determinar a sua continuidade ou não.

Cinco treinadores confirmados nos clubes do Moçambola

Das 16 equipas que vão disputar o campeonato nacional de futebol, apenas cinco confirmaram os seus treinadores, ficando os restantes ainda a negociar com os diversos treinadores da praça.

Trata-se dos Ferroviários da Beira e de Nampula, que continuam com Rogério Gonçalves e Antero Cambaco, do Costa do Sol que transita o ano com Horácio Gonçalves, vencedor da Taça de Moçambique, a União Desportiva de Songo que mantém o vencedor do Moçambola, Nacir Armando e Maxaquene, que recentemente renovou com Antoninho Muchanga.

O Clube de Chibuto anunciou que não continuar com Daúde Razaque, tendo inclusive já tornado publico, tal como a Liga Desportiva de Maputo, que não renovou com Akil Marcelino. Estas duas equipas ainda não revelaram os substitutos destes técnicos.

O Ferroviário de Maputo, vice-campeão nacional, rescindiu com Nelson Santos após este anunciar a sua saída do comando técnico, faltando duas jornadas para o final da temporada, ainda com mais um ano de contrato. A escolha do novo treinador está para esta semana, estando em cima da mesa os nomes de Artur Semedo e de Daúde Razaque.

Relativamente as outras equipas que vão disputar o Moçambola 2019, nada há de concreto em relação a continuidade dos seus treinadores, nomeadamente Lucas Barrarijo, no Textáfrica do Chimoio, Abdul Omar, no Desportivo de Nacala, Alcides Chambal, na ENH de Vilankulo, o Incomati de Xinavane, que despediu o emprestado Carlos Manuel e Sérgio Faife Matsolo, do Ferroviário de Nacala. A estes clubes juntam-se os promovidos Baia de Pemba, Têxtil de Púnguè e Associação Desportiva de Macuácua, que ainda não revelaram seus treinadores para a época 2019.

Em centenas de tardes, voou em direcção ao esférico, para gáudio dos adeptos. A forma como saía ao encontro dos avançados, mesmo quando isolados, causou-lhe alguns amargos de boca, tendo inclusivamente contraído várias lesões, a mais grave das quais no ombro, que o obrigou a deslocar-se a Portugal, onde foi operado pelo médico da Selecção das quinas da altura, o Dr. Camacho Vieira.

No regresso provou que as suas qualidades continuavam intactas. Do seu valor, falam os jogos ao nível mais alto, sendo em regra primeira opção para a selecção, numa altura em que o país dispunha de excelente guarda-redes como José Luís e Filipe.

Cedo, com tenra idade, no Norte do País, Nuro Americano foi demonstrando qualidades acima da média. Era considerado meia equipa pelo que, ainda júnior despertou interesse do Benfica de Lisboa para onde seguiu, sem grandes parangonas. Terá sido um salto demasiado grande, a que se juntou a acção do frio e a chuva. Treinou muito, sem nunca se poder afirmar. O sonho durou pouco tempo, pelo que se decidiu pelo regresso.

Por cá, deu nas vistas na Académica e 1º de Maio, mas desde que passou para o Maxaquene, este clube passou a ser ‘’a menina dos seus olhos’’. Brilhou na defesa dos tricolores e, mais do que isso, na Selecção Nacional.

Chegou a Presidente do clube em momento muito difícil, sendo portanto um exemplo de dentro e de fora do campo. O seu amor pelo Maxaque, impele-o a continuar disponível e um dos seus mais prestigiados símbolos e referências.

VALENTIA E ELASTICIDADE
Era dotado de qualidades natas invulgares para o lugar de guarda-redes. Mas trabalhava mesmo fora das horas dos treinos, para manter-se em forma. E se é verdade que conseguia transmitir segurança entre os postes, fora deles é onde mais evidenciava as suas qualidades: valentia, elasticidade, decisão e segurança, que fizeram dele um dos maiores e melhores guarda-redes ‘’paridos’’ no nosso país.

Foi internacional em 23 partidas e sofreu 53 tentos, numa altura em que ainda “abriamos os olhos”. Para África e para o Mundo.

Quando uma criança ou jovem começa a demonstrar que no futuro terá um bom peso, mas sobretudo altura acima do normal, de imediato vem a interrogação: jogas basquete? E nem a introdução dos lançamentos triplos vieram “amenizar” as desvantagens para os baixos e menos pesados em singrar. Pois Aurélia Manave, pequena no tamanho mas grande na sua classe, ao longo de um carreira de duas décadas, conseguiu glórias e títulos, no reino dos gigantes.
 
Esguia como uma enguia, rapidez q. b., entrega total ao jogo, destemida e sem complexos, Aurélia Manave é(ra) um caso de estudo. Ao longo de uma carreira recheada de sucessos, soube tirar partido – e de que maneira – de atributos que para suplantavam as habituais mais valias na bola-ao-cesto. Velocidade e “raça” eram as suas armas principais. Com elas, “contagiava” toda a equipa, sendo também por isso titular indiscutível no Maxaquene e na Selecção Nacional. Mesmo sem actuar a base – lugar geralmente ocupado pelos “txotes” – realizou penetrações espantosas, ganhou ressaltos nas alturas e proporcionou jogadas empolgantes, com simulações e dribles que ainda devem permanecer na retina de muitos que tiveram o privilégio de presenciar.

A carreira de Aurélia Manave começa como a de outras crianças, mas num lugar e numa terra sem tradições no basquetebol: Lichinga. Aliás, é graças ao interesse de um núcleo a que ela e o seu irmão Aníbal, pertenceram, que na capital do Niassa se registou, nos primeiros anos pós-Independência uma apetência desusada em redor da modalidade.

Anos volvidos, já em Maputo e integrada no Maxaquene, foi chegar, impor-se e vencer. Com trabalhou, muito trabalho, até para contrabalançar a desvantagem da falta de peso e altura, tão propalados no basquetebol.
 
TAMANHO NÃO É QUALIDADE
Titular no Maxaquene e “cliente assídua” da Selecção, fez parte da geração de ouro da bola-ao-cesto nacional. Um grupo de atletas de elite que, mais do que espalhar o perfume do bom basquetebol pelo Continente, também obteve títulos e glórias, unindo o útil ao agradável: jogar bem e ganhar.

Os triunfos no feminino com que o basquetebol nacional sempre se impôs e se impõe no continente, mais a desmistificação de alguns tabus relativos à prática do desporto pelas mulheres, deve muito à imagem de marca deixada por Aurélia, Esperança, Joaquina Balói, Ana Paula e outras. Foram elas que, em 1991 obtiveram no Cairo, a única medalha de ouro para o país em modalidade colectiva nos Jogos Africanos.

Afinal, foram os associados que pediram a continuidade de Francisco Mabjaia na Federação Moçambicana de Basquetebol mesmo tendo expirado o seu mandato.

Mabjaia está fora do mandato desde Julho último. Segundo Mabjaia, os associados pediram a sua continuidade devido aos bons resultados que o basquetebol nacional apresentou durante a vigência do seu "governo".

O Presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol garante que as eleições vão acontecer assim que os associados "quiserem".

"Estamos fora do nosso mandato e se ainda permanecemos na FMB é porque os associados pediram a nossa continuidade" garantiu Mabjaia, para quem os resultados recentes concorreram para este pedido expresso pelos associados.

"Eles dizem  que os resultados do nosso basquetebol foram bons durante o período que dirigimos a modalidade. Perante esta solicitação, aceitamos o pedido mas tudo depende deles. Só vamos continuar até onde eles quiserem, tudo depende dos associados", disse Mabjaia.

Mesmo com tudo nas mãos dos associados, Francisco Mabjaia fala do futuro e espera muito apoio a selecção Sub-19 de basquetebol feminino que no próximo ano vai disputar pela primeira vez o campeonato do Mundo da modalidade.

Mabjaia confirma também a continuidade de Leonel Manhique nos Sub-19, até porque foi com ele que a selecção conseguiu a inédita qualificação ao Mundial da categoria.

Há sete anos que a Universidade Pedagógica, delegação de Nampula, participa no torneio regional da Zona VI de voleibol de sala.

Na recém-terminada edição da prova, que teve lugar em Durban na vizinha África do Sul, as também campeãs nacionais, atingiram o seu melhor desempenho desde que participam da competição, terminando como vice-campeãs da prova. Derrota na final diante do Sunrise de eSwatini por 3-2.

Para além do inédito segundo lugar, a equipa de Nampula viu três das suas jogadoras serem premiadas, com destaque para Ana Sinaportal que foi eleita melhor jogadora do evento.

O prémio de melhor defesa, também veio na bagagem das campeãs nacionais, e foi ganho por Juliana Júlio. Ainda no capítulo das premiações, Ancha Mitequia foi a melhor passadora numa prova que teve participação de 12 equipas de países da região.

O desempenho mereceu homenagem por parte da Universidade pedagógica. O reitor desta instituição de ensino, Jorge Ferrão, entende que a equipa da UP Nampula deve merecer especial atenção daqui em diante por aquilo que tem vindo a alcançar dentro e fora do país.

“Entendemos que possam estar frustradas por não terem conseguido chegar ao título, mas nós louvamos o esforço que fizeram para alcançar esta medalha de prata” começou por dizer Ferrão, antes de garantir que serão criadas condições para que a equipa esteja no africano de Abril do próximo ano.

“Estou seguro que a equipa estará no africano do próximo ano. Quando é para representar Moçambique não há nada que nos impeça, vamos criar condições para que a equipa esteja no africano”, garantiu.

“Foi difícil mas conseguimos. Desde 2012 que participamos e este é o nosso melhor desempenho, estamos felizes. Não esperávamos que a UP sede, através do Reitor, nos prestasse homenagem. O gesto dá-nos mais força para próximas batalhas" disse a capitã.

A UP Nampula também fornece jogadoras às selecções nacionais de voleibol de sala. “Ser melhor defesa num evento regional é uma grande honra. Estou orgulhosa de mim e da equipa”, referiu Juliana Júlio.

A direcção da UP Nampula diz que é o resultado do projecto traçado nos últimos anos. “Isto mostra que o projecto traçado esta a dar certo. Estas atletas, para além de jogadoras tem formação académica superior feita na UP. Destas, apenas duas é que não fazem parte dos nossos quadros. Acho uma homenagem reconhecida" finalizou José Maússe, Presidente do Clube de Desportos da Universidade Pedagógica de Nampula.

A Federação Moçambicana de Futebol já definiu a data de 19 de Janeiro de 2019 para disputa da Supertaça nacional entre a União Desportiva de Songo e o Costa do Sol, respectivamente, campeão moçambicano (vencedor do Moçambola 2018) e vencedor da Taça de Moçambique.

Esta partida vai marcar o início da época futebolística 2019 que está inicialmente agendada para Fevereiro, com o arranque do Moçambola, o principal campeonato nacional de futebol, na sua edição 2019.

Para já, as duas equipas vão entrar em igualdade de circunstância, no que diz respeito ao ritmo competitivo, uma vez que não estarão em competição quando chegar a data da disputa do referido jogo. Aliás, mesmo em termos de pré-época não haverá muita diferença entre as duas equipas que não estarão a preparar nenhuma prova internacional, tendo em conta que para as competições africanas nenhuma delas estará em acção devido ao início antecipado das afrotaças (que começou em Novembro último) para dar lugar a época transitória, que passará a iniciar em Agosto de um ano, terminando em Maio do ano seguinte.

A União Desportiva de Songo que havia sido inscrito para disputar a época transitória 2018/19, foi afastada ainda na pré-eliminatória, aos pés do Nkana FC da Zâmbia, na eliminatória de duas mãos que teve um agregado de 3-1 (2-1 na primeira mão, na Beira, e 1-0 na segunda, em Kitwe).

Esta será a segunda vez consecutiva que estas duas equipas se defrontam para a supertaça, depois de terem de digladiado em Janeiro deste ano para o início da época, no Estádio Nacional de Zimpeto, com a vitória a sorrir para os “canarinhos” por duas bolas sem resposta.

Este ano 2018, as duas equipas também se cruzaram no Moçambola por duas vezes, sendo que na primeira volta, em Maputo, os “hidroeléctricos” venceram por uma bola sem resposta, verificando-se um empate a um golo na segunda volta, em Agosto último.

Para já, a época futebolística moçambicana de 2019 vai comportar apenas duas competições internas, nomeadamente o Moçambola e a Taça de Moçambique, pelo menos até Agosto, quando iniciar a época 2019/20 das Afrotaças, que o país será representado por quatro equipas, nomeadamente a União Desportiva de Songo e o Ferroviário de Maputo, na liga dos campeões, na qualidade de campeão e vice-campeão nacional, bem como pelo Costa do Sol, vencedor da Taça de Moçambique e a Liga Desportiva de Maputo, terceiro classificado do Moçambola 2018, que vão disputar a Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela.

O Moçambola 2019 será disputado por 16 equipas, nomeadamente União Desportiva de Songo, Ferroviário de Maputo, Liga Desportiva de Maputo, Ferroviário de Nampula, Maxaquene, Clube de Chibuto, Textáfrica do Chimoio, Costa do Sol, Ferroviário da Beira, Desportivo de Nacala, ENH de Vilankulo, Incomati de Xinavane e Ferroviário de Nacala, que se posicionaram nas 13 posições da manutenção de 2018, aos quais vão se juntar o Baia de Pemba, Têxtil de Púnguè e Associação Desportiva de Macuácua, vencedores dos campeonatos regionais Norte, Centro e Sul da segunda divisão, que substituem os despromovidos UP de Manica, Primeiro de Maio de Quelimane e Sporting de Nampula.

Costa do Sol mantém espinha dorsal

As duas equipas que vão disputar a supertaça, Costa do Sol e UD Songo, mantiveram as respectivas espinhas dorsais dos seus plantéis, desde a equipa técnica até aos jogadores preponderantes. Nos “canarinhos”, Horácio Gonçalves continua a merecer a confiança da direcção, ou seja, da comissão de gestão, liderada por Bruno Morgado. Este técnico português fez, até agora, uma contratação, do maliano de 22 anos, Prince Saydee, que é um defesa. Das várias despensas feitas, destaque vai para Guirrugo, que ainda não renovou com o Costa do Sol e ainda não assinou com nenhum clube nacional. Em contra partida manteve seus melhores jogadores, com destaque para Mbulu, que regressou a meio da temporada e conquistou a confiança do técnico.

Do lado dos “hidroeléctricos”, Nacir Armando também manteve a sua espinha dorsal, pese embora tenha dispensado jogadores de grande calibre, casos de Mano e LauKing, mas foi ao mercado buscar outras unidades, como por exemplo Telinho e Infren, idos da liga Desportiva de Maputo, por empréstimo, Amarachi, Bhéu e Amorin.

As duas colectividades prevêem arrancar com os trabalhos de preparação para a época futebolística 2019, já em Janeiro próximo.

A Selecção sub-20 de futebol de Moçambique empatou com a Zâmbia, na terceira e última jornada do Grupo “A” do Torneio de Futebol da COSAFA, que decorre desde o dia três em Kitwe, na Zâmbia. Kamo-Kamo foi quem marcou o golo que deu um ponto aos Mambinhas.

Três dias depois do empate a uma bola frente a similar do Malawi, os Mambinhas voltaram a não dar o braço a torcer diante da equipa tida como a mais difícil do grupo: a Zâmbia. Entraram determinados os zambianos. Forte ofensivamente e a controlar todas as linhas de passe e a transpor a defensiva montada por Victor Matine. Com efeito, o golo surgiu no minuto doze.

Num lance, em que mais uma vez os avançados zambianos conseguem transpor a defensiva moçambicana, a bola só não entrou na baliza de Victor Guambe, guarda-redes do Costa do Sol, porque o poste esteve a favor da equipa moçambicana. Foi a perder por uma bola que a equipa moçambicana foi ao intervalo.

À entrada para a segunda etapa, os Mambinhas precisaram de seis minutos para ar um aviso à navegação. Mas foram precisos 77 minutos para destronar a teia defensiva zambiana e chegar ao golo. Kamo-kamo foi quem teve a responsabilidade de marcar depois de muitas tentativas – alívio para a formação moçambicana. Um resultado que se manteve até ao apito final.

Apesar do alívio, Moçambique terá que aguardar pelo resultado do jogo entre Angola e Zimbabwe. Em caso de um empate ou derrota por parte de Angola, Moçambique qualifica-se, mas se Angola vence ter-se-á que recorrer a diferença de golos.

Já a Zâmbia tem presença garantida nas meias-finais, onde vai jogar com o Zimbabwe.
 

A cidade de Maputo acolhe no próximo dia 15 de Dezembro, uma competição de fisiculturismo designada “Hard Body”. Será o terceiro evento de fisiculturismo este ano a nível da capital moçambicana, desta vez espera-se que mais de 60 atletas tomem parte do evento, entre masculinos e femininos

A organização está interessada em inovar e desta vez vai atribuir carteiras profissionais aos atletas.

A federação prevê investir 100 mil meticais só em prémios. Os concorrentes trabalham com determinação para fazer frente aos adversários.

No último sábado, a organização do evento reuniu com parte dos atletas para explicar as condições do concurso.

O Médico dos Mambas, Mussa Calú,  defende a profissionalização dos massagistas de diferentes modalidades em medicina desportiva, como forma de garantir mais qualidade na recuperação dos atletas lesionados e na sua intervenção durante uma competição.

Geralmente, no desporto, os atletas são os principais protagonistas, mas por detrás deles existem outros profissionais que contribuem para o seu estrelato. É o caso da equipa médica.

A nossa reportagem conversou com o médico fisiatra, formado em medicina desportiva desde 1992, e actualmente a desempenhar a função de médicos dos Mambas. Este explicou que não é qualquer pessoa que deve desempenhar a função de massagista numa equipa.

Mussa Calú lamenta o facto de algumas equipas apresentarem, nos recintos desportivos, massagistas que não estão devidamente equipados.

Antes de fazer parte da equipa médica dos Mambas, Calú esteve ligado a equipas como Palmeiras da Beira, Maxaquene, Desportivo de Maputo, entre outras, sempre tendo como principal papel a recuperação jogadores lesionados.

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