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O País – A verdade como notícia

O novo presidente do Automóvel e Touring Clube de Moçambique será conhecido terça-feira, 22 de Janeiro, durante a Assembleia-geral ordinária da agremiação.
 
Com apenas um único ponto de agenda, neste caso a eleição de novos órgãos sociais, a Assembleia-geral do ATCM irá ditar quem sucede a António Marques na presidência da maior agremiação de desporto motorizado do país.

Concorrem ao cargo de presidente do ATCM Rodrigo Rocha e Ricco Alibai, duas figuras que prometem elevar a qualidade do desporto motorizado.

Aos sócios, fica o apelo para que participem em massa na reunião magna de terça-feira com espírito de associativismo.

Na hora de saída, Marques diz que vai deixar a instituição em bom estado de saúde. Destaca ainda os projectos levados a cabo no autódromo, assim como a elevação do nível competitivo dos pilotos dentro e fora do país. A Assembleia-geral do ATCM terá lugar na faculdade de medicina de Universidade Eduardo Mondlane.

Moçambique pode acolher africanos de voleibol de praia, Em abril próximo, segundo revelou o Presidente da Federação Moçambicana da modalidade, Khalid Cassamo. Em provas africanas, o nosso país conquistou, ao longo do ano passado, quatro medalhas de ouro.

“2018 foi para nós um ano magnífico, conseguimos em todas as provas que participamos um lugar no pódio, exceptuando os jogos olímpicos da juventude e campeonatos mundiais”, disse Cassamo.

As presenças no mundial de voleibol e nos jogos olímpicos de verão da juventude foram dois grandes momentos de Moçambique nas modalidades de voleibol, mas foi em África onde o país voltou a ter destaque ao conquistar quatro medalhas de ouro.

Em abril haverá africano de juniores e seniores, Moçambique candidatou-se para acolher a prova.

O voleibol é uma das modalidades que Moçambique tem boas prestações em provas internacionais.

Das equipas da cidade de Maputo que vão disputar o Moçambola 2019, apenas a Liga Desportiva não tem a sua situação regularizada, em termos de plantel e equipa técnica. Mas a colectividade já abriu as oficinas, há duas semanas, sob cuidados de Aly Hassan, homem da casa que vai segurando os trabalhos enquanto não se define a equipa técnica.

No início dos trabalhos foram mais de 50 jogadores que estiveram sob olhar de Aly Hassan, que procuravam convencer o técnico de que merecem um lugar na equipa. Mais tarde, alguns foram dispensados e nestes dias já são 30 os que se juntam aos seis que transitaram da época passada, formando assim uma equipa jovem para enfrentar as provas de 2019. Aly Hassan assegura que o plantel pode ainda ser reduzido, em função das condições que a direcção apresentar.

“Daqueles que ficaram, são jogadores que reúnem condições para representar a Liga. Também vai depender do treinador principal quando chegar para fazer a sua análise se, de facto, com aquilo que temos vindo a trabalhar estamos no caminho certo ou não. Quem vai decidir é o novo treinador”, defendeu Aly Hassan para quem “nós estamos a procurar encontrar o melhor para a Liga e o melhor para o futebol moçambicano, que é fazer uma equipa competitiva”.

Da época passada, o plantel da Liga sofreu uma grande sangria, tendo permanecido apenas seis jogadores, nomeadamente o guarda-redes Pinto, e os jogadores Mocas, Momed Hagy, Gerson, Daínho, Nonó. “O resto dos jogadores são, praticamente novos, que vem de outras equipas e outros que vem de equipas dos bairros, mas que possuem algum talento que vamos procurar limar o máximo, que é o nosso papel, de trabalharmos com eles”, esclarece Aly Hassan, que orienta os trabalhos de preparação da equipa.

Relativamente aos novos jogadores, Hassan diz que “ainda não temos nenhum jogador de renome contratado”. Aliás, segundo o técnico que ano passado foi adjunto de Akil Marcelino, “a Liga é uma equipa que está a procura de talento e, neste contexto, há poucos jogadores que se oferecem e com vontade de querer estar aqui”. Mas afirma que “é salutar para nós que trabalhamos com jovens e quando eles tem vontade de querer fazer as coisas acabamos ficando satisfeitos com isso”. Afinal, agora é começar tudo de novo: “aqui na Liga é tudo novo, praticamente. É começar do zero, de princípio, porque são jogadores com algumas deficiências e que temos que fazer um trabalho muito aturado para conseguirmos ultrapassar estas lacunas”, disse o antigo jogador dos Mambas.
 
Objectivos são os mesmos da época passada
Apesar de ainda não ter definido o plantel para esta época, com base nos jogadores que vão permanecer na equipa, Aly Hassan já traçou o objectivo para esta temporada. E não serão diferentes dos objectivos do ano passado: “manter uma equipa competitiva e que jogará por lugares honrosos em conformidade com aquilo que é a Liga”. Mas assume que a direcção do clube, depois de olhar para os jogadores de que dispõe, poderá definir melhor os objectivos.

Aliás, o treinador principal que chegará é que melhor fará a definição dos objectivos, pese embora o mesmo continue no segredo dos deuses. Um segredo que nem Aly Hassan quis revelar. “Vou deixar para a direcção anunciar porque não tenho certeza do treinador que vem para trabalhar para a Liga. Se é Diamantino Miranda não posso confirmar. Não tenho certeza de quem vem e só a direcção pode responder isso”, esquivou-se o técnico.

Para já, os trabalhos da Liga Desportiva de Maputo vão continuar bi-diários até que se defina os jogadores que permanecem, ou seja, até a chegada do novo treinador, no final deste mês.
 
Não conhecer datas do início do Moçambola preocupam a Liga
Sem conhecer o modelo que será usado para o Moçambola deste ano e muito menos a data do início da prova preocupa a equipa técnica interina da Liga Desportiva de Maputo. Conquanto “todo staff técnico quer iniciar a época sabendo das datas e o tempo que vai iniciar as provas. Isso é importante para fazermos o planeamento da nossa preparação para as competições”, disse Hassan.

Este revela que é problema do futebol do nosso país, que deixa tudo para a última hora e isso “nos prejudica. Caímos no marasmo de pensar que temos que esperar as coisas acontecem, mas temos que ter o espírito de ir atrás das coisas”, desabafa.

Pela classificação da Liga Desportiva de Maputo no ano passado, que terminou na terceira posição, há possibilidade da mesma participar nas afrotaças que iniciam em Agosto próximo, concretamente na Taça CAF. Mas Aly Hassan diz que só a direcção pode garantir ou não a participação da colectividade. “Bem que gostaríamos mas acho que só a direcção pode responder se sim ou não”, concluiu o técnico moçambicano.

À revelia da decisão da Federação Moçambicana de Futebol, anunciada um dia antes do escrutínio, a Associação Provincial de Futebol de Sofala (APFS) elegeu Momade Ismael para liderar os próximos quatro anos da agremiação.

A suspensão deriva das irregularidades identificadas na organização do processo, aliadas as inscrições dos candidatos, segundo as quais o candidato Fernando Dias, até então actual presidente, e que concorria para a sua própria sucessão, terá atrasado a entrega da sua candidatura, o que fazia com o mesmo estivesse perto de não concorrer.

Segundo informações avançadas, Fernando Dias só conseguiu submeter a sua candidatura na tarde de segunda-feira, data limite da apresentação das candidaturas, que deviam ser 48 horas após o fim das submissões das candidaturas, devido a morosidade das instituições do Estado no desbloqueio de Certificados do Registo Criminal dos que fazem parte da sua lista, segundo alega um membro da lista de Dias.

E porque havia muitas irregularidades no que diz respeito aos membros das listas de candidaturas, a Federação Moçambicana de Futebol decidiu pela suspensão das eleições, recomendando a criação de uma comissão ad-hoc eleitoral independente para a realização do acto no prazo de 15 dias.

E porque o órgão rejeitou a decisão da FMF, avançou com a realização da Assembleia Geral electiva, cuja eleição só aconteceu por volta das 19 horas desta quarta-feira, ou seja, três horas depois do previsto, e somente Momade Ismail foi a corrida, sendo que Fernando Dias retirou a sua candidatura, após tomar conhecimento da suspensão do acto pelo órgão máximo do futebol moçambicano.
Da eleição havida, Momade Ismail conseguiu 27 votos de um total de 29 possíveis, tendo havido apenas duas abstenções.

Mas antes da eleição propriamente dita houve espaço para a apresentação e discussão dos relatórios de actividades e de contas, tendo o primeiro sido aprovado e o segundo reprovado, devido a questões que os delegados diziam não compreender. No encontro fez-se ainda saber que a associação tem uma dívida de 690 mil meticais, dívida esta que vem desde 2016, facto que fez com que o relatório apresentado fosse chumbado.

Para já, segundo fonte da Federação Moçambicana de Futebol, a nova direcção da Associação Provincial de Futebol de Sofala não será reconhecida por ter se transgredido uma recomendação do órgão que superintende o futebol moçambicano, não se sabendo que a mesma, a par das Associações provinciais de Tete e da Zambézia, que estão suspensas pela FMF, terão direito a voto, na Assembleia Geral eleitoral do organismo da casa do futebol.

Os “canarinhos” deixaram o país no passado domingo, com destino a Johannesburg, local onde vai realizar um pré-estágio de dez dias convista a sua participação na época futebolística deste ano, em todas provas em que estiver inserida.

São ao todo quatro competições que esperam pelo vencedor da Taça de Moçambique do ano passado, nomeadamente a Supertaça nacional, que irá disputar ainda este mês (de princípio), diante da União Desportiva de Songo, campeão nacional da temporada passada, o Moçambola 2019, com ambições de lutar pelo título, ou, pelo menos, melhorar significativamente a posição alcançada ano passado, a Taça de Moçambique, que quer revalidar o troféu, e as competições africanas, respectivamente a Taça da Confederação (Taça CAF), também conhecida como Taça Nelson Mandela.

O Costa do Sol, que partiu para África do Sul com todo “esquadrão” de jogadores para esta época, já realizou duas partidas de controlo com equipas locais do escalão muito inferior, mas a experimentar algumas dificuldades para se superiorizar.

Por exemplo, na segunda-feira, em jogo diante do Acornbush United FC, os “canarinhos” venceram por apenas uma bola sem resposta, com golo a ser apontado por Nelson.

Esta partida marcou a estreia de Vitor, central brasileiro que veio reforçar a defesa “canarinha”, que esteve no 11inicial, onde apareceram jogadores já firmados, casos de Nené, Mbulu, Raúl, Nelson e outros.

Já esta terça, no embate diante do TS Sporting, da segunda divisão do futebol sul-africano, o Costa do Sol privilegiou a posse de bola e controlou quase todo o jogo, mas enfrentando muitas dificuldades para se impor. Novamente venceu a tangente, desta feita com golo de Kino.

Os primeiros dias de trabalhos na África do Sul não contam com a participação de Sibale, que se encontra em fase de recuperação física. Esta é a segunda vez que o atleta começa a época lesionado, tendo, no ano passado tido um arranque perturbador, mas que acabou se encontrando a meio da época e ajudando a equipa a conquistar a Taça de Moçambique.

Para já, os “canarinhos” já contam com todos os jogadores disponíveis, incluindo os que semana passada ainda não tinham se juntado à equipa, o que contribuiu para que a equipa não tivesse viajado na quinta-feira passada, tal como inicialmente havia sido programado, para o estágio.

Para além dos dois jogos já realizados, o Costa do Sol terá ainda mais três a quatro jogos de controlo, sendo que os últimos dois serão com equipas do topo do futebol sul-africano, mesmo para medir o nível de aproveitamento do plantel, com jogadores a procurarem convencer a equipa técnica de merecerem a sua confiança para fazerem parte da linha inicial da equipa nos seus jogos.

Muito recentemente, o técnico Horácio Gonçalves disse estar satisfeito com o plantel de que dispõe, não obstante não estar fechada a porta para mais um avançado, que pode ser o internacional moçambicano Luís Miquissone, ainda vinculado ao Royal Eagles da segunda divisão da África do Sul.

Recorde-se que o Costa do Sol dispensou cinco jogadores do plantel do ano passado, nomeadamente o guarda-redes Guirrugo, os jogadores Danito, Samito, Artur e Isaías, que procuram a sua sorte em outras colectividades desportivas que vão disputar o Moçambola 2019.

A União Desportiva de Songo vai realizar a segunda fase da pré-época na vizinha África do Sul, com objectivos claros de dotar os jogadores de alguma competitividade desportiva no início da época, tendo em conta as provas em que estará inserida. Até porque os “hidroeléctricos” tem encontro marcado com os “canarinhos” nos próximos dias, para a supertaça, único troféu que os bicampeões nacionais ainda não conquistaram, depois de duas tentativas falhadas.

Na primeira vez que disputou a Supertaça, em 2017, na qualidade de vencedor da Taça de Moçambique de 2016, a União Desportiva de Songo sucumbiu no “caldeirão” do Chiveve diante do Ferroviário da Beira, por duas bolas a uma, com o golo da vitória dos “locomotivas” de Chiveve a ser apontado já no prolongamento, depois do empate a uma bola, no tempo regulamentar. Na segunda experiência, ano passado, já como campeões nacionais de 2017, diante do Costa do Sol, os “hidroeléctricos” voltaram a sair derrotados, desta feita por duas bolas sem resposta, em jogo realizado no Estádio Nacional do Zimpeto.

Com este título em falta, Nacir Armando quer formar um equipa capaz de conquistar títulos, a começar pela Supertaça e vai, dai, que esteja a realizar trabalhos de preparação puxados para recuperar a forma física dos jogadores.

Na vizinha África do Sul, os bicampeões nacionais vão realizar quatro jogos de controlo com equipas locais, antes do seu regresso para a capital do país, para o referido jogo da Supertaça Mário Esteves Coluna.

Nacir Armando  vai levar para África do Sul todo plantel disponível, com destaque para os reforços, dentre os que chegaram ano passado e os que só agora se juntaram a colectividade. São eles Telinho, Bheu, Infren, Sunday, Amarashi, Áurio, John Banda, Agenor e Comissario.

A União Desportiva de Songo vai representar o país nas afrotaças 2019/20, na Liga dos Campeões, prova que vai iniciar em Agosto próximo, depois de ter sido eliminado na pré-eliminatória da mesma competição, ano passado, na chamada época transitória 2018/19.

 

O árbitro assistente moçambicano, Arsénio Marrengula, continua a merecer a confiança da Confederação Africana de Futebol, CAF, para auxiliar no ajuizamento de jogos da Afrotaças. Desta vez, o juiz moçambicano será o segundo assistente de Hélder Martins, angolano que tem, também, sido um dos árbitros mais chamados pela CAF para jogos sob sua gestão, nomeadamente de clubes e de selecções.

Assim, estes dois árbitros juntam-se a Jerson Emiliano dos Santos, como primeiro assistente, e António Dungula, quarto árbitro, ambos angolanos, para ajuizarem a partida entre o Mamelodi Sundowns da África do Sul e o Widad Casablanca do Marrocos, referente à segunda jornada do grupo A da Liga dos Campeões africanos.

A partida, que terá lugar no próximo sábado, no Estádio Lucas ‘Masterpieces’ Moripe, em Pretória, África do Sul, é de carácter importância para a formação sul-africana, que procura a sua primeira vitória, uma vez que na primeira jornada perdeu, na deslocação a Nigéria, diante do Lobito Stars, por duas bolas a uma. Já o Wydad Casablanca quer cimentar a liderança, depois da goleada caseira imposta ao Asec Mimosas da Costa do Marfim, por 5-2.

No passado sábado, um trio moçambicano foi chamado a apitar um jogo da Taça CAF, que envolveu o Ittihad Raidi de Tanger do Marrocos e o Zamalec do Egipto, da primeira mão dos dezasseis-avos-de-final, que terminou sem abertura de contagem. Trata-se de Celso Alvação, que chefiava Olívio Saimone e Osvaldo de Jesus como seus adjuntos. Esta equipa de arbitragem, tem sido, também, convidada diversas vezes para ajuizar jogos das competições africanas de clubes há bastante tempo.

Quase um mês depois da decisão do Conselho de Disciplina da Federação Moçambicana de Futebol penalizar a Associação Desportiva de Macuácua com a retirada de 21 pontos por alegado uso do jogador mal inscrito, de nome Samuel Sião Mendes, a equipa de Gaza reagiu.

A Associação Desportiva de Macuácua considera improcedente a decisão, uma vez que o jogador apresentado pelo Desportivo Maputo como mal inscrito havia disputado alguns jogos pelos alvi-negros, no Moçambola 2016. E por isso, pede a anulação da decisão tomada.

Com tudo isto, a direcção de Macuácua interpôs recurso junto do Conselho Jurisdicional do órgão que gere o futebol moçambicano, estando ainda à espera da decisão final. E adianta que caso a resposta não seja satisfatória, vai requerer às instâncias superiores.

E porque a direcção do Macuácua não se conforma com o seu afastamento do Moçambola 2019, amanhã, vai abrir as oficinas e apresentar a equipa técnica e os jogadores com o sonho de disputar a maior prova de futebol nacional.

Para reagir ao recurso interposto pela Associação Desportiva de Macuácua, a Federação Moçambicana de Futebol diz que vai se pronunciar depois do dia 21, uma vez estar de férias colectivas.

 

 

Sete anos depois de ter ascendido ao escalão máximo do futebol moçambicano, o Clube de Chibuto muda de objectivos na sua participação no Moçambola 2019. A redução orçamental para custear as despesas da equipa sénior de futebol estão por detrás desta decisão, segundo deu a saber o treinador, Sebastião Sitoe. Por isso mesmo, na temporada que se avizinha, os “guerreiros de Gaza” vão lutar pela manutenção, no campeonato nacional de futebol.

Ainda assim, os técnicos do Chibuto pretendem fazer do Chibuto uma equipa competitiva e que pratique um bom futebol.

Sebastião Sitoe lamenta o facto de não haver ainda datas para o início do campeonato e assume que vai complicar a planificação das equipas participantes do Moçambola 2019.

O clube de Chibuto ainda não definiu o plantel para esta temporada que deverá ser composto por jogadores vindos da segunda divisão.

A abertura de oficinas nos guerreiros de Gaza vai acontecer a 21 deste mês.

 

 

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