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O País – A verdade como notícia

É um campeonato bastante renhido, o qual movimenta sete equipas das províncias de Cabo Delgado, Niassa, Nampula, Chimoio e Maputo, nomeadamente Académica de Pemba, União Desportiva de Lichinga, Cocorico de Wampula, Academia Militar, Força da Mudança, Ferroviário de Maputo e Benfica de Laulane.

Ontem, realizou-se a terceira jornada do campeonato da liga nacional de futebol feminino, na qual Academia Militar derrotou em Chimoio por duas bolas a uma a Força da Mudança, enquanto que em Maputo o Ferroviário local goleou o Benfica de Laulane por quatro bolas sem resposta.

A organização mostra-se satisfeita pela massificação do futebol feminino no país, e, de acordo com Augusto Dlamine, as equipas que estarão nos lugares de pódio na prova, para além dos habituais troféus, receberão valores monetários, que não quantificou.

 

Em termos de classificação, a Academia Militar de Nampula está no topo com nove pontos, seguindo-se o Ferroviário de Maputo com seis, em terceiro a União Desportiva de Lichinga com três pontos, enquanto a Força da Mudança de Chimoio é lanterna vermelha, sem registo de alguma pontuação.

 

A direcção do Desportivo Maputo coloca alta a fasquia e quer a águia campeã nacional já em 2019. Artur Semedo assegura estar na melhor equipa e garante que está onde sempre quis estar. Os “alvi-negros” vão apresentar a nova casa do futebol e o campo de jogos na próxima semana.

O renovado centro social do Grupo Desportivo Maputo encheu-se de adeptos e dirigentes “alvi-negros”, bem como outras personalidades ligadas ao desporto nacional, para testemunhar a contratação e apresentação de Artur Semedo como novo treinador da águia.

Inácio Bernardo, presidente da colectividade “alvi-negra”, foi quem apresentou o novo treinador, reiterando que “é o homem certo, neste momento, que o Desportivo vai ter”.

Visivelmente emocionado com a “brilhante” recepção que teve, Artur Semedo começou por dizer que “não esperava uma recepção desta magnitude. Embora reconheça que este é o apanágio deste clube”, referindo-se a outras ocasiões que passou pelo clube e teve “quase” a mesma recepção. Reconheceu que foi uma “manifestação de carinho e de dedicação para com aquele que foi escolhido para ser o treinador para se associar a esta nova arrancada da época de um Desportivo renovado como todos desejam e ambicionam”, para mostrar a sua satisfação em dirigir os destinos da equipa sénior do Desportivo Maputo, mais uma vez.

Aliás, segundo o próprio Semedo, os adeptos o recebem com o mesmo espírito de dedicação, com a relação efectiva que foi criando ao longo destes anos. E depois assegurou: “Este é o clube certo para a pessoa que eu sou”. Afinal, Artur Semedo sente o carinho e agradece, não só à direcção, mas aos adeptos. “Por isso, contem com meu apoio, com minha dedicação e com meu esforço para construirmos um Desportivo ambicioso que vai lutar pelo título esta época”, prometeu na sua apresentação.

 

Inácio Bernardo: “Ele vem mais pelo projecto e não pelos valores”

O presidente da colectividade, Inácio Bernardo, referiu-se às condições que contribuíram para a contratação de Artur Semedo. Na verdade, o facto do Desportivo ter subido ao Moçambola faz com que venda mais a sua marca e por conseguinte muitos parceiros aproximaram para apoiar e garantir o salário da equipa técnica, que para eles devia ser o Artur Semedo. Isso porque “com as capacidades que o clube tem não teria muitas condições para trazer o Artur e levar avante um projecto igual a este com a presença do Artur”, disse Inácio Bernardo, que reconhece que as coisas aconteceram muito rápido, mas que o importante é “termos trazido o Artur”.

“Ele vem mais pelo projecto e não pelos valores e é preciso reconhecer isso. O Desportivo é uma marca que vende e interessa muita gente”, garantiu Inácio Bernardo para justificar a escolha no treinador.

E com esta aposta elevou-se a fasquia do Desportivo Maputo para esta temporada. O próprio Artur Semedo assume que “a fasquia é alta em qualquer clube que eu represento”.

“Independentemente da vontade dos associados e dos adeptos e, muitas vezes, dos directores desses clubes que me contratam, a minha ambição é intrínseco e minha pessoa e por isso faço questão de não trair aquilo que são as minhas convicções e lutar pelos objetivos supremos e neste caso não vou fugir a eles” frisou Artur Semedo para deixar tranquilos os adeptos “alvi-negros”.

Mas para isso é preciso garantir que o plantel seja forte. A direcção promete para próxima semana a apresentação do plantel, sem referir a nenhum jogador que vai fazer parte do mesmo, pese embora já se avance nomes como de Mano (ex-UD Songo), Cedric e Sataca Jr. (ex-Chibuto) e Sidique (ex-Ferroviário de Maputo), entre outros.

O plantel do Desportivo Maputo para esta temporada terá 23 a 25 jogadores.

 

 

Depois de ter “esticado” a época 2018 até inícios de Dezembro, quando as outras equipas foram até inícios de Novembro, devido à participação na época transitória das afrotaças, nomeadamente na Liga dos Campeões, onde foi eliminado ainda na pré-eliminatória, diante do Nkana da Zâmbia, a União Desportiva de Songo volta aos trabalhos, com vista a temporada 2019 das competições internas, mas a pensar nas competições africanas, edição 2019/20.

A equipa técnica liderada por Nacir Armando já chamou todos os jogadores para a abertura das oficinas, esta quarta-feira, na vila de Songo, seu quartel-general.

Para esta temporada futebolística, o campeão nacional conta com dez novos jogadores, que vão reforçar a equipa e ajudar a colectividade a atingir os seus objectivos. Para já, os mesmos passam pela revalidação do troféu de campeão nacional, título que “jorra” nas vitrinas de Cahora Bassa há duas temporadas, bem como a conquista da Taça de Moçambique, já conquistada em 2016.

E para atingir este objectivo, são dez os reforços chamados, sendo que metade deles já faziam parte da equipa desde o mês de Novembro, quando foram solicitados para ajudar a equipa nas afrotaças, nomeadamente Telinho, Bheu, Infren, Sunday e Amarashi. Estes já vestiram o “jersey” azul dos “hidroeléctricos” na eliminatória da Liga dos Campeões. A estes cinco juntam outros tantos, nomeadamente Áurio (ex-Ferroviário da Beira), John Banda (irmão de Frank Banda e que actuava no Ferroviário de Nampula), Agenor (vindo do 1º de Maio de Quelimane) e Comissario (ex-Desportivo de Nacala).

Para além destes dez reforços, a União Desportiva de Songo conta ainda com os regressos de Boné, que esteve emprestado ao Desportivo de Nacala, Terrence, que estava ligado ao Ferroviário de Nacala e Norberto, também conhecido por Betão, que ano passado alinhou pelo Ferroviário da Beira, por empréstimo.

Com este plantel, a expectativas de renovação do título de campeão nacional e da conquista da Taça de Moçambique aumenta, no seio dos amantes do futebol e dos adeptos e simpatizantes da União Desportiva de Songo.

Para já, há que recordar que a União Desportiva de Songo vai participar, este ano, pela quarta vez consecutiva, nas afrotaças, depois de ter estado na Taça CAF, em 2017, e na Liga dos Campeões, em 2018, por duas ocasiões, tendo alcançado a fase de grupos da Taça CAF, em 2018, após ter sido eliminado do play-off da Liga dos Campeões.

E mesmo para esta participação na Liga dos Campeões, que inicia em Agosto próximo, para a época 2019/20, Nacir Armando vai contar com os jogadores qua compõem o plantel “hidroeléctrico”.

Recorde-se que a turma de Songo perdeu alguns jogadores da época passada, que não continuaram na equipa, com destaque para Mano, defesa experiente de 36 anos, que vinculou-se ao Desportivo de Maputo, bem como LauKing, que transferiu-se para o Amora de Portugal.

O Governo da Província de Cabo Delgado entregou, esta semana, oficialmente, as instalações onde vai funcionar a sede do Baía de Pemba, equipa recentemente promovida para o Moçambola 2019. A cerimónia de entrega da sede dos pembenses foi dirigida pelo respectivo governador provincial, Júlio Parruque, e contou com a participação de várias personalidades políticas e desportivas, com destaque para o presidente do Conselho Municipal do Município de Pemba, representantes da Associação Provincial de Futebol da província e, claro, a direcção da colectividade e atletas.

Esta foi a contribuição do governo provincial para apoiar a equipa que vai representar a província na prova máxima do futebol moçambicano, o Moçambola 2019, depois de ganhar direito pela conquista do campeonato da divisão de honra, zona norte.

Na ocasião, Satar Abdulgani, presidente do Baía de Pemba, agradeceu o gesto do governo e prometeu fazer melhor uso das instalações, que vão dignificar a equipa e a província.

Recorde-se que as novas instalações do Baía de Pemba já foram pertenças do Matchedje de Pemba e foram reabilitadas pelo esforço do governo provincial, com fundos locais.

Até ao momento ainda não há indicações do plantel e nem da equipa técnica que vai estar a frente da colectividade, no ano de estreia no escalão máximo do futebol moçambicano.

 

Pode ser o regresso de Semedo e seu discurso ao activo depois de um período relativamente longo de ausência. Semedo rescindiu a meio da última época com o clube do Chibuto, equipa que este ano terá como técnico, curiosamente, o antigo timoneiro do Desportivo de Maputo.

Representaria, também, o recuo por parte da direcção do clube alvinegro que, através do seu presidente, havia garantido confiança no trabalho de Sebastião Sitoe, o homem que “a priori”, seria o primeiro técnico do Desportivo neste regresso ao Moçambola.

Seria, também, o regresso do último técnico que levou o Desportivo a uma vitória de conquistar o título na mais recente possibilidade que a equipa teve, quando em 2009, no jogo decisivo, empatou a um golo com o Ferroviário de Maputo no estádio da Machava.

De lá a esta parte, as coisas nunca mais foram as mesmas no Desportivo, tendo, inclusive, experimentado, bastas vezes, a Divisão de Honra. A isto, junta-se a subida milagrosa derivada da diminuta lucidez da Associação Desportiva de Macuácua e seus dirigentes.

A par de Semedo, outros nomes que conhecem a casa podem também ser apresentados, nomeadamente, os irmãos Sataca. Na última época, Sidique esteve ligado ao Ferroviário de Maputo sendo que Sataca Jr. pertenceu ao Clube do Chibuto, onde era capitão.   

A estes, há também a possibilidade de se juntar o experiente defesa Mano, proveniente da União Desportiva de Songo.

Entretanto, é quase seguro que o Desportivo vá procurar construir um plantel aceitável para que consiga garantir manutenção no Moçambola.

 

O destino como grande futebolista ficou traçado no Matchedje e na Selecção Nacional, onde foi um dos melhores laterais direitos que passaram pelos nossos campos, nos anos de ouro da equipa militar. Arrumou as botas e acabou perdendo-se na bebida, vindo a falecer no Chimoio, com o físico e a mente totalmente destroçados. O seu nome: Maenga!

“Rabota, muita rabota”, o que quer dizer trabalho, muito trabalho, era a mensagem, quase em permanência que Victor Bondarenko transmitia aos seus pupilos. O Matchedje vivia os seus tempos áureos, tendo conquistado o título nacional sob o comando do ucraniano, em 1987. No ano seguinte, chegou às meias-finais da então Taça dos Campeões Africanos.
O ponto forte dos militares era o contra-ataque. Algo novo e que veio revolucionar o futebol de então. A turma jogava retraída “convidando” o adversário a subir. Depois, em altas “cavalgadas” ou em pontapés longos, chegava à baliza adversária e o perigo ficava instalado. A componente física era determinante e no Matchedje não havia poupanças. Todos corriam que se fartavam e não se fartavam de correr. Como autênticos militares que eram.
Recordemos alguns craques da formação base do Matchedje: Filipe, Maenga, Luís, Maló, Zacarias, Nico, Adelino, Betinho…
Maenga era uma das peças-chave, no futebol moderno que Bondarenko punha em prática. Ele subia pelo flanco direito, tabelava com os colegas e dos seus pés saíam cruzamentos para a área ou fortes remates à baliza.

Do S. Benedito para a selecção

Começou como muitos meninos da sua idade, na Cidade da Beira, no S. Benedito. Era baixinho, mas gostava de jogar ao ataque. Quando se decidiu pelos federados. Cedo apercebeu-se que a sua propensão e características apontavam para jogar à defesa.
Em boa hora terá vindo o recrutamento para o serviço militar, num período de ouro do Matchedje. Na altura, os convites para estagiar e actuar nos países socialistas eram muitos e a competição era a sério.
Daí para Selecção Nacional, foi um passo. Estreou-se a 16 de Abril de 1989, na Machava, frente a Zâmbia, em que fomos derrotados por 1-0, em eliminatória para o CAN. Depois actuou por mais nove vezes na equipa de todos nós, disputando o lugar com Dinis, do Desportivo, e Cachela, do Maxaquene.

Ascensão e… Queda

Jogou até aos 30 anos e deixou o futebol. Porque era militar,
“reformou-se” com a patente de capitão. Uma nova vida começava, nem sempre com a mesma determinação e consciência do Maenga futebolista, que levantou os estádios.
Foi-se perdendo nas noitadas, com bebedeiras descontroladas à mistura. Nem a ida para o Chimoio, onde tinha casa, contribuiu para melhorar o seu comportamento. Em dia de salário, havia “festa na aldeia” à custa do tio-Maenga.
Os convites para se enquadrar no futebol, ajudando no dirigismo ou transmitindo a sua experiência no enquadramento da camada jovem não resultaram.
Há cerca de cinco anos, foi-se deste mundo o excelente lateral direito, mas ficaram na retina de quem o viu actuar, imagens das suas grandes jogadas, com cortes em “carrinho” e velozes partidas para o contra-ataque.

 

 

O futebolista egípcio, Mohamed Salah, foi esta Terça-feira eleito pela segunda vez seguida melhor jogador africano do ano passado, batendo o senegalês Sadio Mané e o gabonês Pierre-Emerick Aubameyang.
“Não acredito que passou um ano desde a última vez que estive neste palco. Este prémio é muito importante para mim. Adoro-o porque o via em pequeno e sonhava em ganhá-lo um dia: agora é a segunda vez”, congratulou-se o avançado do Liverpool, na cerimónia que decorreu em Dacar.

Salah tornou-se o quarto jogador a erguer o troféu em dois anos consecutivos, depois dos senegaleses El Hadji Diouf (2001 e 2002) e Yaya Touré (2011 e 2012) e do camaronês Samuel Eto'o (2003 e 2004).
O avançado de 26 anos revelou-se “muito orgulhoso” do seu feito e agradeceu o prémio à “família, colegas de equipa e adeptos”, dedicando-o ao seu país, o Egipto.

Segundo o site Africanews, Salah recebeu 64% do total de 194 votos, enquanto Mané, seu colega de equipa no Liverpool, teve 22%. Aubameyang, que actua no rival Arsenal, recolheu a preferência de 14%.

O pódio é exatamente igual ao de 2017, sendo que a única diferença na altura é que Aubameyang actuava nos alemães do Borussia Dortmund. O ponta de lança dos ‘gunners’ venceu o prémio em 2015 e foi segundo em 2016.

 

 

O Canário já ensaia o voo de 2019! E a época abre com algumas novidades no ninho do canário. A direcção Moçambola-se em vários sectores, com destaque para a equipa técnica, onde Victor Mayamba auxilia Horácio Gonçalves, e no campo mais seis reforços, com destaque para dois estrangeiros, sendo um ganês e um brasileiro que chegam esta semana.

Se Victor Mayamba já trabalha com Horácio Gonçalves, Vitor, defesa brasileiro, chega esta quarta-feira à noite e quinta-feira já vai se juntar aos colegas para os trabalhos de preparação, tal como acontece com Stephen, Sibale e Nelson, que ainda não se juntaram à equipa.

Até ao momento, quem já se juntou aos trabalhos dos “canarinhos” são os nacionais vindos do Sporting de Nampula, nomeadamente Eládio e Roldão, para além de Michael e Kampango, vindos dos juniores do clube.

Eládio, novo reforço dos “canarinhos”, diz que está no clube para ajudar a conquistar títulos e “fazer o sol brilhar”, tal como é o slogan da colectividade. “Vou dar o meu máximo para conquistarmos títulos. O presidente disse que temos que estar unidos e fortes para podermos alcançar títulos”, referiu o jogador que apelou aos adeptos para que tenham paciência e confiem nos jogadores, estando sempre com a equipa em todos os momentos.

No fundo, o Costa do Sol mantém a base do ano passado, com excepção de dois a três jogadores que saíram, com destaque para a saída de Guirrugo, guarda-redes internacional que até era titular na equipa e na selecção nacional, ora transferido para o Incomáti de Xinavane. E é com esse plantel que colocou a fasquia de conquistar todos os títulos, depois de duas Taças de Moçambique consecutivas.

Nilton, que a par de Eládio não treinou ontem devido a uma mazela no joelho, diz que a opção de se manter a espinha dorsal do ano passado foi bem pensada. “Tenho certeza que com os jogadores do ano passado e mais alguns que vão reforçar a equipa, podemos criar uma equipa forte e vencedora e isso vai melhorar os índices de confiança e fazer com que possamos conquistar os nossos objectivos”, assegurou. Aliás, Nilton disse mesmo que a equipa tem que fazer de tudo, estar mais concentrada e mais unida por forma a conquistar os troféus que vierem pela frente.

Termina assim a novela sobre a organização do Campeonato Africano das Nações, depois de ter sido retirada aos Camarões por alegados problemas de segurança naquele país.

Vai ser a quinta vez na sua história. O Egipto, o país que mais vezes conquistou a prova, vai acolher o Campeonato Africano da Nações edição 2019, segundo fez saber, hoje, a Confederação Africana de Futebol (CAF), em reunião do comité executivo do organismo que teve lugar em Dakar, Senegal.

O país de Mohamed Salah substitui, desta forma, os Camarões, que perdeu o posto por problemas relacionados com segurança, quando faltavam sete meses da realização do evento.

O Egipto superou na corrida à organização do evento a África do Sul.

A última vez que organizou o evento foi em 2006, ano em que também conquistou a prova, vencendo na final a Costa do Marfim dos tempos áureos de Didier Drogba e companhia.  

O Egito oficializou sua candidatura há menos de um mês, no último dia 13, após Marrocos anunciar que não tinha interesse de receber o torneio. O país e a África do Sul foram os únicos que oficializaram o desejo de sediar o CAN-2019.

A edição deste ano da copa africana de nações acontecerá entre Junho e Julho, o que dará ao Egipto apenas cinco meses de preparação. Esta será a primeira edição do torneio com 24 selecções – até então, apenas 16 times disputavam o título.

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