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O País – A verdade como notícia

As basquetebolistas internacionais moçambicanas Carla Budane (Sport Lisboa e Benfica), Chanaya Pinto e Célia Sumbane (Quinta dos Lombos)  e treinador  Ernesto “coach Dog”  Jamise falam este domingo, no programa Ao Ataque, a seguir ao “Pontos de Vista”, da sua experiência no basquetebol português.

Budane aborda a sua prestação no clube da Luz, depois de ter evoluído no Algés. Já Chanaya Pinto fala sobre a sua ida aos EUA, depois de ter representado o Quinta dos Lombos nos últimos quatro anos. Célia Sumbane transmite o seu sentimento após ter sido campeã sub-16, em 2018, ano em que foi ainda indicada para o cinco ideal.  

As atletas e o treinador (Ernesto Jamisse) analisam, por outro lado, a prestação da selecção nacional de basquetebol sub-19 no Mundial da categoria, prova realizada na Tailândia. Moçambique, sabe-se, ocupou a 15ª posição na sua estreia nesta competição.

 

 

O Ferroviário de Nampula assegurou, este sábado, a qualificação para a Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal após vencer o Team Niassa (76-51) em jogo da terceira jornada da “poule” de apuramento zona norte, prova havida no pavilhão dos Desportos de Nampula.

Os “locomotivas” de Nampula terminaram a fase de apuramento 100 por cento vitoriosos, porquanto bateram o Pedreiras de Pemba (57-41) e União Juvenil de Napipine (65-53) na primeira e segunda jornada, respectivamente.

Na fase final, a decorrer de 20 de Agosto a 13 de Setembro, em Maputo, o Ferroviário de Nampula vai procurar assegurar a manutenção na Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal.

 

 

União Juvenil de Napepine vs Niassa Team  (19h45)  e Pedreiras de Pemba vs Ferroviário de Nampula (17h45) são os jogos da primeira jornada da “poule” de apuramento da zona norte da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, segundo ditou o sorteio realizado esta quarta-feira, na chamada capital do norte.  Os jogos estão agendados hoje, no pavilhão dos Desportos de Nampula.

Na segunda jornada, Pedreiras de Pemba bate-se com Niassa Team, às 17h45, no pavilhão dos Desportos de Nampula. Duas horas depois, ou seja, às 19h45, será a vez da União Juvenil de Napepine medir forças com o Ferroviário de Nampula num jogo que se espera muitíssimo bem disputado.

Na derradeira ronda, Niassa Team joga com Ferroviário de Nampula, numa partida marcada para às 17h45.

A fechar a jornada, a União Juvenil de Napepine terá pela frente Pedreiras de Pemba, às 19h45, enquanto Niassa Team defronta Ferroviário de Nampula.

As entradas, segundo a Associação Provincial de Basquetebol de Nampula, serão grátis.
 
SAMORA MUCAVEL NA UJ NAPEPINE
Seriamente apostada em assegurar a presença na fase final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, prova a ter lugar de 20 de Agosto a 13 de Setembro, em Maputo, a União Juvenil de Napepine reforçou-se com alguns jogadores experimentados.

Trata-se do base Samora Mucavel, ex-jogador da selecção nacional de basquetebol que em 2011 ficou em segundo lugar nos Jogos Africanos Maputo. Samora, que na última temporada representou o Maxaquene, já evoluiu no Desportivo de Maputo e Ferroviário de Maputo. Mais: A União Juvenil de Napepine garantiu ainda os préstimos do veterano Sérgio Macuácua, ele que jogou no Ferroviário de Nacala  na edição passada da Liga Moçambicana de Basquetebol.  Macuácua já representou a selecção nacional de basquetebol, para além de ter jogado no Costa do Sol e Desportivo Maputo. Há ainda a salientar Issufo Aniquila, que jogava no Maxaquene, e Tuyo Albino.
 

A selecção nacional de basquetebol sénior feminina está confiante numa boa prestação diante de Cabo Verde e Quénia, seus  adversários no grupo "D" do "Afrobasket" Senegal 2019. Quando faltam oito dias para o arranque da prova de basquetebol feminino de maior prestígio no continente, as atletas dizem que o principal alvo é o troféu. Mais: sonham em marcar presença na Terra do Sol Nascente, Japão, ou seja, nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

A julgar pelas últimas exibições no Campeonato Africano de 2017, em Bamako, Mali, prova na qual ficou na quarta posição, Moçambique vai ao “Afrobasket” de Dakar, no Senegal, com o objectivo de  fazer história. Inseridas na derradeira fase de preparação para a competição de 12 selecções, as “Samurais” aproveitaram o treino desta terça-feira para testar os seus níveis competitivos diante da equipa de juniores da A Politécnica. Aliás, sem estágio fora de portas, ao técnico espanhol  Julian Martínez  nada mais resta senão mesmo optar por jogos de controlo com equipas da cidade de Maputo.
“Não tivemos o tipo de preparação que pretendíamos. Temos jogado contra equipas masculinas que nos oferecem outro tipo de oposição, diferente do que vamos enfrentar em Dakar”, lamentou Martínez, para depois acrescentar que Moçambique é favorito no grupo "D" no qual tem como opositores Cabo Verde e Quénia.

“Sempre mantendo o respeito pelo adversário e a concentração para darmos o nosso melhor, acho que podemos ganhar os dois jogos desta etapa, porque o quadro tornar-se-ia  simples passando em primeiro para os quartos-de-final”, vincou.

A poucos  dias do arranque da prova, o seleccionador nacional garante que os processos de jogo estão a ser assimilados pelas jogadoras, referindo, contudo, que os aspectos defensivos e ofensivos ainda não estão no nível que deseja.

“Até ao dia do início do campeonato, acredito que as jogadoras já estarão ao nível desejado. Agora, as atletas ainda estão a compreender o que quero que façam na quadra”, disse o técnico.

Os níveis de confiança da selecção nacional continuam a subir, até porque a ambição inclui um lugar no pódio, o que, também, garantiria uma vaga no torneio de qualificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Mas antes é preciso vencer os jogos da fase de grupos. Para o efeito, a poste Nilza Chiziane mantém o positivismo, mas assume que não haverá facilidades diante de Cabo Verde e Quénia.

“A nossa maior arma é a de estarmos unidas do início até ao fim, sempre juntas.  E, claro, trabalharmos para um único objectivo, a conquista do título”, disse a poste.

Depois de duas tentativas fracassadas de conquistar o título continental, em 2003 e 2013, este ano, as  jogadoras olham para Dakar como o palco para a viragem da página.

“A expectativa é grande, temos treinado bastante para alcançar o nosso objectivo que, queremos já há muito tempo, o primeiro lugar, por isso vamos com toda a força. Sabemos que o campeonato não será fácil, mas nós estaremos lá para dar tudo”, realçou a jogadora.

Moçambique parte para a 26ª edição do “Afrobasket” como a quarta melhor equipa de África e 27ª do mundo.
 

Os Mambas defrontam o Madagáscar este domingo, em partida da segunda mão da segunda eliminatória de acesso ao CHAN-2020. Na primeira mão, em Antananarivo, os Mambas perderam por uma bola sem resposta, com golo apontado aos 92 minutos.

Sim, os moçambicanos pedem! Todos pedimos! Mambas: parem de fazer sofrer os moçambicanos já cansados de sofrer pelas adversidades da vida e deem um pouco de alegria através de vitórias! Vitórias que devem começar a aparecer já este domingo, diante do Madagáscar, no Estádio Nacional do Zimpeto, em jogo da segunda mão da penúltima eliminatória de acesso ao CHAN-2020.

É que os últimos resultados da selecção nacional de futebol, os Mambas, deixaram muito a desejar, principalmente porque não garantiram a qualificação a fase final do CAN-2019, nem para a fase seguinte do torneio regional da Cosafa, o que, de certa forma, provocaram alguma descrença dos moçambicanos em relação ao combinado nacional.

Indo aos números é evidente que não foram de todo negativo, mas também não positivos, já que nos últimos 10 jogos, entre 2018 e 2019, os Mambas venceram apenas dois jogos, perderam quatro jogos e empataram outros quatro jogos, com destaque para a vitória diante da Zâmbia, as duas derrotas contra a Namíbia e esta última com o Madagáscar, para além de dois empates com a Guiné-Bissau.

Mas mais do que os últimos jogos gerais dos Mambas, há que destacar a preocupação dos moçambicanos em relação ao adversário deste domingo, o Madagáscar, que tem sido um osso duro de roer nos últimos jogos entre ambos. Em nove jogos realizados, os Mambas vencerem três jogos, nos primeiros anos em que começaram a jogar juntos, tendo perdido quatro jogos, três deles nos últimos três jogos, registando-se ainda dois empates. Números mais do que suficientes para espelhar a real preocupação dos moçambicanos em torno deste jogo.

Entretanto, os jogadores prometeram e os moçambicanos têm ainda uma réstia de esperança em ver revertidos os resultados, a partir deste domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto, quando forem 15H00, neste embate da segunda mão da segunda eliminatória de acesso ao CHAN-2020. Por isso, Mambas, acabem com o sofrimento dos moçambicanos…
 

Moçambique
2 – 1
Seychelles

Moçambique
2 – 2
Guiné-Bissau

Moçambique
1 – 2
Namíbia

Namíbia
1 – 0
Moçambique

Moçambique
1 – 0
Zâmbia

Guiné-Bissau
2 – 2
Moçambique

Moçambique
1 – 2
Namíbia

Seychelles
0 – 0
Moçambique

Moçambique
1 – 1
Malawi

Madagáscar
1 – 0
Moçambique

Mocambique
15 : 00
Madagáscar

 

Mocambique 2-0 Madagáscar

Madagáscar 1-1 Moçambique

Moçambique 3-0 Madagáscar

Madagáscar 1-2 Moçambique

Moçambique 1-4 Madagáscar

Madagáscar 2-2 Moçambique

Moçambique 0-2 Madagáscar

Madagáscar 2-1 Moçambique

Madagáscar 1-0 Moçambique

 

Cerca de 50 mil meticais para cada jogador de prémio de qualificação

É o jogo de tudo ou nada no domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto! É o jogo da vingança ou até mesmo da consumação da promessa dos jogadores de vencer o Madagáscar e dar alegrias ao povo moçambicano. E não será por falta de incentivo que os Mambas vão perder a eliminatória de acesso ao CHAN-2020. Os jogadores terão um incentivo adicional para o jogo de domingo, com a Fundação Sidat a oferecer 200 mil meticais de prémio de qualificação, que serão adicionados ao prémio da Federação Moçambicana de Futebol.

Feizal Sidat, presidente honorário da FMF e da Fundação Sidat, disse que o principal objectivo do apoio que a sua organização está a dar, juntamente com outros empresários, é mesmo para garantir uma boa prestação da selecção e a passagem da eliminatória. “Todos nós esperamos que no domingo, esta juventude, a equipe técnica, deem-nos alguma felicidade, por isso estamos a dar este nosso apoio para incentivar os jogadores”, disse Sidat.

Os 200 mil meticais da Fundação Sidat vem acrescer aos 40 mil meticais que a Federação Moçambicana de Futebol dá de prémio para cada jogar, em caso de passarem à próxima eliminatória, bastando para tal, não só vencer, mas vencer por mais de dois golos de diferença, ou, no mínimo, arrastar o jogo para uma vitória nas grandes penalidades.

Namoto Chipande, vice-presidente da FMF para as selecções nacionais, disse que os jogadores sabem da importância de vencer e garante que a motivação está em alta, tendo em conta a premiação antecipadamente garantida pela FMF. “Os jogadores estão motivados e sabem o que tem fazer no domingo, no campo. Por isso este é so mais um prémio porque nós como federação já temos um prémio preparado para eles”, assegurou Chipande.

O facto é que depois da derrota em Antananarivo, por uma bola sem resposta, a selecção tem agora o factor casa e o incentivo financeiro para reverter a eliminatória e conquistar a primeira vitória na era Matine, para além de garantir a passagem à última eliminatória de acesso ao CHAN de 2020, que terá lugar nos Camarões.

 

 

Sete jogadores moçambicanos com idades entre 7 e 12 anos participam do estágio de duas semanas na academia do Real Madrid, na Espanha. Os Campos Experience do clube madrileno conta com atletas de 80 países de todo mundo.

É no topo do futebol mundial que todos jogadores querem estar, e perfumar com a sua arte, seus dribles, seus cortes e sua criatividade os estádios preenchidos com milhares de adeptos au rubro, igual acontece na Uefa Champions Leag.

Uma parte considerável dos que sonham em actuar nos campeonatos europeus, tem na camisola do Real Madrid, a preferencial para vestir e para “dar ao litro” naqueles relvados.
Entre milhões de adeptos, amantes e simpatizantes, estão crianças de todo mundo, inclusive, diga-se, de Moçambique, que sonham, alguns em pisar a relva do Santiago Bernabeu, e outros em jogar ao lado dos galácticos.

Dois dos sete escolhidos para integrar o grupo de Moçambicanos que vão tornar o sonho em realidade, ficar duas semanas no Campos Experience do Real Madrid, a aprender o abc do futebol são Maalik e Manuel.

O primeiro, Maalik Mulima, é um jogador tímido, introvertido, e que quer conhecer o clube madrileno porque gosta do brilho de Madrid. “É tudo que sempre quis, eu gosto muito daquele clube e daquela cidade (Madrid)”.

Se por um lado Maalik quer conhecer a cidade de Madrid assim e os galácticos, Manuel dos Santos, outro menino dos sete selecionados, quer muito mais do que isso, quer trabalhar para poder, um dia, fazer parte da estrita lista de galácticos.     

“Eu jogo a estremo esquerdo e actualmente o meu ídolo no Real Madrid é o Eden Hazard” revela Dos Santos, mostrando depois o seu espirito altruísta “eu quero trabalhar e aprender muito para que a minha volta eu possa ensinar aos meus amigos”.

Do mítico Santiago Bernabeu, o estádio principal dos Blancos, os sete “magníficos” deverão aprender mais do que dizer e viver o “Hala Madrid” (que traduzido significa avante Madrid), pelo menos assim espera o pai de Maalik, Maveja Mulima.
“É uma oportunidade muito importante para quem sonha em jogar ao mais alto nível”, começou por dizer Mulima, acrescentando que “espero que eles aprendam valores importantes tais como o espirito de equipa”.

Aliás, é para ensinar valores importantes que a Fundação Madrid criou o Campus Experience há 10 anos. Na metade desses anos, cinco anos, os conhecimentos foram também transmitidos aos moçambicanos.

“Temos tido resultados positivos e há jogadores que passaram pelo nosso campus que já estão a mostrar o que valem pelo mundo a fora, um deles é o Edmilson” disse Jorge Barros, o representante do Real Madrid.

A escolha destes sete atletas deveu-se a sua postura “fair play” ou por assim dizer, foram atletas que se comportaram de forma exemplar nos relvados, o que é importante para os Blancos, sendo o aspecto mais importante da avaliação que da acesso a viajem a Espanha.  

Por falta de tempo este ano, o sonho de ver Marcelo ou Zizou foi apenas para miúdos da cidade de Maputo, mas no próximo ano Tete, Nampula, Beira e Manica serão contemplados.

Para além dos meninos da cidade de Maputo que representam Moçambique, a iniciativa se expande por cerca de 80 países, sendo que a fundação Real Madrid ajuda a cerca de três mil crianças, dando a possibilidade de aceder a escola, oferecendo habitação e a oportunidade de jogar futebol.

 

 

Nené, Luís Miquissone, Victor e Telinho apresentaram algumas dores nos últimos dias, que foram prontamente resolvidos pela equipa técnica dos Mambas, e estão agora aptos e prontos para dar o seu contributo no domingo, no geral, o estado clínico dos jogadores inspira confiança.

Mussa Calú começou por fazer uma radiografia dos jogadores antes do jogo da primeira mão, em Antananarivo, quando os mesmos apresentaram-se ao departamento clínico dos Mambas para uma primeira avaliação, não tendo se notado nenhuma anomalia, à excepção de Luís Miquissone que apresentou uma distensão muscular dos auditores da região inguinal, que são dores na virilha, mas que “não criava nenhum impacto no treino que aconteceu no Zimpeto”, segundo o médico da selecção. O jogador não apresentou dores nenhumas desde que se apresentou à selecção, pese embora tenha sido diagnosticado, o que fez com que tivesse aval para se deslocar a Madagáscar, disputar a partida e regressar, sem apresentar dores.

Quem também apresentou problemas de saúde foi Nené, que contraiu um síndrome gripal, ainda em Maputo, mas nada que criasse pânico na sua utilização. Mas tudo foi agudizou-se em Antananarivo porque a temperatura encontrada foi baixa, o que fez com que este ficasse debilitado. Ainda assim nada comprometedor, tanto mais que o atleta fez toda primeira parte do jogo e, já na segunda parte, apresentou dores na região posterior da coxa direita e ao ser avaliado constatou-se que não havia condições para continuar, tendo sido substituído por Amadú.

Já fora do campo foi lhe diagnosticado uma distensão muscular na face posterior da coxa direita, tendo passado por um tratamento médico que corrigiu o seu estado.

Victor, guarda-redes, é outro jogador que foi avaliado pela equipa médica dos Mambas, que apresentava distensão muscular da face posterior da coxa esquerda, tendo sido estancada através da terapia adequada, estando agora apto para os trabalhos de preparação da selecção nacional. Já Telinho queixou-se de cefaleia (dores de cabeça) e do cansaço físico, derivados do esforço físico desenvolvido em Madagáscar, mas também causado por disputar jogos a meio da semana e ao final de semana do Moçambola, pela sua equipa, tal como Luís Miquissone.

Para já, todos os jogadores se mostram aptos para o jogo deste domingo, diante do Madagáscar, segundo disse Mussa Calú, médico da selecção nacional. “O melhor indicador que nós temos para aferir a capacidade física mencionados (Nené, Miquissone, Victor e Telinho) dos atletas é sua participação nos treinos que decorrem diariamente”, disse Mussa Calú, que acrescentou que “estamos preparados para observar, ainda hoje (ontem) como vai evoluir o treino dos atletas”.

Mussa Calú tem um prévio diagnóstico clínico destes jogadores até ao dia do jogo: “tudo me leva a crer que estarão a 100% no jogo de domingo”.

 

Jogos seguidos do Moçambola contribuíram para cansaço dos jogadores

O médico da selecção nacional não descarta o facto dos jogos do campeonato nacional de futebol, o Moçambola, que foram realizados a meio da semana e ao final de semana, terem contribuído para o cansaço dos jogadores e para algumas queixas apresentadas.

“Provavelmente para o Telinho e ao Luís Miquissone poderá ter contribuído essa situação de jogos do Moçambola, mas para o Nené não me parece que tenha contribuído, porque contraiu a lesão em campo”, entretanto Mussa Calú garante que os treinos instituídos permitem uma ligeira recuperação física dos jogadores: “os treinos não são com um esforço demasiado elevado. É um esforço gradual que permite o atleta recuperar substancialmente a sua forma física”, garantiu.

Quanto a questão alimentícia, Mussá Calú garantiu que a mesma é de acordo com a recomendações da equipa médica da selecção nacional, junto da instância hoteleira onde os jogadores estão alojados, onde foi estabelecido um menú rico em carbohidratos, lípidos e proteínas em menor escala.

 

Mussa Calú – Médico dos Mambas

“Do ponto de vista clínico estão todos saudáveis e neste momento não temos nenhuma preocupação em relação aos jogadores convocados para o jogo de domingo, diante do Madagáscar. E se por ventura aparecer uma lesão ao longo dos treinos, como é habitual, nós estamos preparados para intervir imediatamente. Nós supomos que não vai acontecer nada, mas não podemos afirmar categoricamente isso, porque as lesões decorrem durante os treinos e estamos suficientemente preparados para tomar conta imediato da situação”

 

 

No pote 1, e como cabeça-de-série na qualidade de quarto classificado da edição 2017, em Bamako, Mali, já se sabia que Moçambique evitava a Nigéria, campeã em título; Senegal, vice-campeão; e Mali, terceiro classificado.

Rolaram as bolas e, findo o escalonamento, saíram como adversários no grupo “D” as selecções de  Cabo Verde e Quénia, ausentes do último campeonato africano de basquetebol sénior feminino.

Ainda de acordo com o sorteio realizado esta segunda-feira, Senegal, Costa do Marfim e Egipto compõem o grupo “A”, enquanto que o “B” é constituído por Nigéria, Camarões e Tunísia. Já no grupo “C” encontram-se as selecções de Angola, Mali e República Democrática do Congo.

Os primeiros classificados de cada grupo qualificam-se para os quartos-de-final, ficando, desta forma, à espera dos seus adversários que sairão dos jogos entre os segundos e terceiros classificados.

Neste cruzamento, o  segundo classificado do grupo “A’ joga com o terceiro do grupo “B’, enquanto o segundo de “B”  mede forças com o terceiro do “D”. O segundo classificado do grupo “C” bate-se com a equipa posicionada na terceira posição no grupo “D e o terceiro de “C” joga com o segundo de “D”.

Os vencedores dos quartos-de-final avançam para as meias-finais, enquanto os perdedores disputam as classificativas do 5.º ao 8º lugares.

Os jogos da final e  de atribuição do terceiro lugar será disputados no dia 18 de Agosto, último dia da competição.

Os seis melhores classificados disputarão o torneio de pré-qualificação da FIBA ??África para  os Jogos Olímpicos de  verão de 2020, em Tóquio, no Japão.

 

A selecção nacional de basquetebol sub-16 alcançou, esta terça-feira, a segunda vitória no Campeonato Africano da categoria. O conjunto orientado por Carlos Dezanove e Nilton Manheira venceu o Ruanda (anfitrião), por 62-37, em jogo da terceira jornada do grupo “A”.

A selecção nacional controlou o jogo, vencendo no primeiro quarto por 22-7. Já no segundo quarto, em que as moçambicanas baixaram a sua pontuação, o Ruanda venceu por três pontos: 16-13.

No terceiro quarto, a selecção nacional voltou a ser a mais esclarecida ao vencer por 19-7, sendo que no último registou a pior pontuação do jogo com oito pontos contra sete das ruandesas.

Com um duplo-duplo (20 pontos e 19 ressaltos), Jessie Joaquim liderou a selecção nacional de basquetebol sub-16.

Com esta vitória, Moçambique ocupa a segunda posição do grupo “A” com cinco pontos, atrás de Angola com seis.

As angolanas somaram esta terça-feira a terceira vitória no certame ao baterem a Tanzânia, por 71-48.

 

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