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O País – A verdade como notícia

Assim, o tenista é o primeiro moçambicano a atingir esta fasquia no top dos melhores tenistas do mundo no escalão de juniores masculinos. A federação entende que o atleta pode melhorar esse ranking se conseguir uma bolsa para os EUA ou Europa.

De acordo com o ranking deste mês divulgado pela Federação Internacional da modalidade, na categoria de juniores, o atleta aparece na posição 218, um patamar que nenhum moçambicano já havia atingido em masculinos. A nível continental, o atleta aparece no top 10, ocupando a sexta posição.

“Em masculinos, nenhum moçambicano atingiu a posição 300 do mundo antes de Bruno Nhavene. Não estávamos a espera que a evolução fosse tao rápida. Acreditamos sempre no potencial dele, mas ele tem vindo a mostrar que está comprometido com esta causa e gosta do que faz. Ele é uma inspiração para os mais novos e ele tem capacidade de evoluir mais”, disse Jonas Alberto, Presidente da Federação Moçambicana de Ténis para depois avançar que “a ambição é que mais atletas dos juniores consigam ter a possibilidade de estar entre os melhores do mundo. Por isso, temos vindo a reiterar o convite aos pais para inscrevam os seus filhos nesta modalidade. O ténis hoje em dia não é uma modalidade de elite”, avançou.

O atleta está há quatro anos a estudar e a desenvolver as suas habilidades num centro de Alto Rendimento em Marrocos. As aspirações da federação é que o atleta possa melhorar mais e isso passa por transferir o atleta para os Estados Unidos ou a Europa. “Nestes anos em que está lá (Marrocos) teve uma grande evolução, aliás, este é um dos melhores centros de ténis de África, mas nós não paramos de ambicionar mais. Achamos que ele está numa fase que deve dar um salto maior.

Gostaríamos que ele passe para os Estados Unidos ou Europa, onde terá condições ainda maiores”, disse  
Lembre-se que Bruno Nhavene é sobrinho da Laura Nhavene, a única moçambicana que foi campeã africana da modalidade isso no ano de 1089. Na categoria de juniores, Laura Nhavene chegou a estar no top 30 do mundo.   
 

 

O atacante senegalês do Liverpool, Sadio Mané, foi eleito melhor jogador africano de 2019, numa cerimónia que aconteceu em Hurghada, no Egipto, esta terça-feira.

É a primeira vez que Sadio Mané, de 27 anos, recebe o prémio de melhor jogador africano, depois de ter visto seu colega de equipa, no Liverpool, Mohamed Salah, vencer as duas últimas edições. E coube ao presidente da Confederação Africana de Futebol, Ahmad Ahmad, fazer a entrega do troféu ao melhor africano de 2019.

Mané foi um dos destaques da temporada histórica do Liverpool, na qual os ‘Reds’ venceram a Liga dos Campeões e o Mundial de Clubes, além de alcançarem o vice-campeonato da liga inglesa de futebol.

Mané também levou a selecção senegalesa à final do Campeonato Africano de Nações de 2019, no Egipto, final perdida para a Argélia por 1-0.

Recentemente, o senegalês terminou na quarta posição nas distinções da bola de ouro, conquistada por Messi, em Dezembro passado.

Na votação, o jogador senegalês ficou à frente de seu parceiro de Liverpool, o egípcio Mohamed Salah, e do argelino Riyad Mahrez, avançado do Manchester City, que liderou sua selecção na conquista do título continental.

O último jogador senegalês a conseguir esse título havia sido o avançado El-Hadji Diouf, em 2002.

Mané esteve ainda presente na selecção do ano, compartilhando o ataque com Salah e Aubameyang.

Onana foi o guarda-redes escolhido e Aurier, Matip, Koulibaly e Achraf completaram a defesa. No meio, outros três craques: Gueye, Ziyech e Mahrez.

 

São sete os clubes que já tem a sua situação de treinadores resolvida para a presente temporada futebolística, mais dois que estão quase certos, e outros cinco que ainda não tem assegurados os timoneiros, em função dos últimos desenvolvimentos. Os próximos dias serão determinantes para as decisões finais.

Quatro das equipas que vão disputar o Moçambola renovaram com os respectivos treinadores da época passada, nomeadamente Costa do Sol, União Desportiva de Songo, Ferroviário de Maputo e Associação Black Bulls, que vão com os mesmos técnicos nesta época futebolística 2020.

Os “locomotivas” de Maputo foram os primeiros a renovar com Daúde Razaque ainda em Dezembro, mesmo depois do técnico não ter conseguido os objectivos inicialmente traçados. A direcção “locomotiva” decidiu apostar no mesmo, como forma de perseguir os objectivos para esta temporada, que passam por conquistar um dos dois troféus em disputa, nomeadamente o Moçambola e a Taça de Moçambique, este último falhado ano passado, na final, perdida diante da União Desportiva de Songo.

Depois foi a União Desportiva de Songo a anunciar a renovação de contrato com Nacir Armando, também por mais um ano, colocando com fasquia a conquista do Moçambola e a reconquista da Taça de Moçambique, para além de fazer uma boa campanha nas afrotaças.
Foi dai que reforçou, não só a equipa, mas também o comqando técnico, com a chamada de Carlos Manuel, para auxiliar Nacir Armando.

No início deste ano foi a vez do Costa do Sol, anunciar a renovação com o treinador campeãoi nacional, Horácio Gonçalves, também ele por uma temporada. Os objectivos são claros no ninho do canário: renovar o título nacional, vencer a Taça de Moçambique, chegar à fase de grupos da Liga dos Campeões. Como bonús, os “canarinhos” tem a obrigação de conquistar a supertaça nacional e o torneio Top 8 Mavila Boy, que dá de prémio um milhão de meticais, naquele que é o último ano do acordo com a Associação de Futebol da Cidade de Maputo.

De renovações, mais um clube confirmou o seu treinador com quem trabalhou no ano passado, nomeadamente a Black Bulls, que vai continuar com Hélder Duarte. O técnico que garantiu a ascensão ao Moçambola é aposta da direcção da Black Bulls, que abre a época no próximo dia 20, com apresentação de novos reforços.

 

Três “locomotivas” com novos maquinistas para 2020

Por outro lado, três clubes também confirmaram os seus treinadores, contratados este ano para assumirem os destinos das suas equipas, nomeadamente os Ferroviários da Beira, de Nacala e de Nampula.

Os “locomotivas” da Beira apresentaram esta terça-feira o seu novo maquinista, Akil Marcelino, “resgatado” do homónimo de Nampula, onde foi garantir a manutenção na última jornada do ano passado. Marcelino regressou a Beira nove anos depois de ter aberto as asas para o país futebolístico e já traçou metas: conquistar um dos títulos.

Em Nampula, de onde saiu Akil Marcelino, a direcção foi a Songo buscar Chaquil Bemat, que deixa de ser adjunto e passa a ser o principal. Tem na sua agenda a renovação da equipa e o resgate da mística da equipas perdida com o tempo, depois das conquistas dos títulos de 2003 e 2004, respectivamente na Taça de moçambique e no Moçambola.

Em Nacala, por seu turno, vai lá Antero Cambaco. Este não sai da vila portuária de Nacala, depois de não ter assegurado a manutenção do Desportivo local. É aposta da direcção para o lugar deixado vago por Sérgio Faife Matsolo, que não renovou com a colectividade.

 

Dois dos restantes sete quase confirmaram seus treinadores

Da outra metade das equipas que vão disputar o Moçambola, apenas dois parecem ter tudo no preto e branco. Incomáti de Xinavane não confirmou, mas também não desmentiu a continuidade de Artur Comboio. Apenas sabe-se que o clube vai disputar o Moçambola 2020 e que está a preparar o terreno para os trabalhos que se esperam iniciem no final deste mês.

Também o primodivionário Matchedje de Mocuba pretende continuar com o treinador que ascendeu a equipa ao Moçambola 2020. Mussa Maluata é a aposta, mas ainda sem garantias, uma vez que o mesmo terá que garantir o nível A da CAF para poder orientar a equipa no camporntao nacional.

As restantes equipas ainda não tem definida a sua situação. Na ENH de Vilankulo só na sexta-feira, é que se saberá quem será o próximo timoneiro. Sabe-se porém que é estrangeiro e vem de Portugal e vai trabalhar com Victor Mayamba.

No Textáfrica do Chimoio e na Liga Desportiva de Maputo nada ainda se sabe. Os “fabris” do planalto viram Aleixo Fumo abraçar a secretária geral do Ferroviário da Beira, enquanto a Liga Desportiva de Maputo não renovou com Alcides Chambal, treinador que garantiu a manutenção da equipa na última jornada do ano passado.

Finalmente o Ferroviário de Lichinga, ainda a espera da decisão do Conselho Jurisdicional da Federação Moçambicana de Futebol sobre a denúncia do Sporting de Monapo. Mas estes tem um contrato-promessa com Sérgio Faife Matsolo, que só se tornará efectivo caso este emblema seja admitido no Moçambola 2020.

Os próximos dias serão, efectivamente, determinantes para a definição dos treinadores desta equipas.

 

Lista de treinadores confirmados:
•    Costa do Sol: Horácio Gonçalves
•    UD de Songo: Nacir Armando
•    Ferroviário de Maputo: Daúde Razaque
•    Ferroviário da Beira: Akil Marcelino
•    Ferroviário de Nacala: Antero Cambaco
•    Ferroviário de Nampula: Chaquir Bemat
•    Black Bulls: Hélder Duarte

Eis a lista das equipas que ainda não confirmaram:
•    Desportivo Maputo: Dário Monteiro??
•    ENH de Vilankulo: Treinador português
•    Incomáti de Xinavane: Artur Comboio??
•    Matchedje de Mocuba: Mussa Maluata??
•    Ferroviário de Lichinga: Sérgio Faife Matsolo!!
•    Textáfrica do Chimoio:
•    Liga Desportiva de Maputo:

 

 

 

O internacional moçambicano Luís Miquissone já fez a sua estreia com a camisola do Simba da Tanzania, esta terça-feira, no embate em que a sua nova equipa derrotou o Zimamoto, por 3-1, em jogo do grupo B do torneio Mapinduzi Cup, em Zanzibar.

O avançado que trocou a União Desportiva de Songo pela equipa tanzania fez apenas dez minutos, segundo escreve o jornal local Daily News, entrando a substituir o seu colega Hassan Dilunga. Foi uma oportunidade para o treinador ver a qualidade do jogador, tendo ficado ainda mais impressionado com o pouco tempo em que o jogador esteve em campo.

Miquissone está no Simba da Tanzania a menos de uma semana e já se mostra um jogador com créditos firmados, podendo ser opção do treinador nos próximos jogos, nomeadamente já este sábado, para as meias-finais da competição.

Com mais esta vitória diante do Zimamoto, o Simba vai cruzar caminho do Azam, nas meias-finais do torneio Mapinduzi Cup, para disputar pela final da prova que já conquistou por várias ocasiões.

Esta é a segunda aventura de Luís Miquissone no estrangeiro, depois de ter se transferido para a África do Sul pela mão do Mamelodi Sundowns. Na África do Sul ainda foi emprestado a dois clubes e não tendo conseguido singrar, regressou a União Desportiva de Songo para relançar sua carreira. Marcou um golo nas afrotaças que afastou o Simba da Liga dos Campeões, e os tanzanianos gostaram da sua exibição e decidiram levá-lo à sua casa.

Está no Simba comprado por um gigante tanzaniano de um gigante sul-africano, quando jogava num gigante moçambicano, e almeja voltar a disputar a Liga dos Campeões Africanos.

 

 

Além das contratações, a direcção daquela colectividade decidiu manter a espinha dorsal da equipa, sendo que neste momento, ainda não decidiu se renova ou não com o treinador Nazir Salé.

Apesar dos investimentos, há dois anos que o Clube Ferroviário da Beira não consegue conquistar o nacional. Para este ano, a equipa quer melhorar a sua prestação, sendo por isso que foi a A Politécnica contratar o poste Lote Tonela e ao Costa do Sol o extremo Augusto Matos.

“O primeiro esforço feito foi o de manter toda a estrutura do ano passado. Sentimos que em algumas posições estávamos fragilizados por isso contratamos esses dois jogadores e deixamos um espaço para a composição do plantel pela futura equipa técnica. Para dizer que haverá espaço para a equipa técnica sugerir jogadores provenientes de outros clubes. E a nível interno, temos jogadores da nossa formação (juniores) que quase a metade deles passarão para os séniores e há jogadores com muito talento que podem jogar pela equipa principal”, disse Carlos Crispim, vice-presidente para a Alta Competição CFB para depois esclarecer sobre o futuro de Elton Ubisse.

“Como sabem, Helton Ubisse foi emprestado ao Ferroviário de Maputo para os compromissos internacionais (apuramento para a fase regular da Liga Africana de Basquetebol), mas não significa que estamos dispostos a empresta-lo para outros compromissos. Ele fará parte do nosso plantel”, esclareceu o dirigente para depois falar de ambições. “Procuraremos sempre conquistar o título nacional que nos foge há dois anos e o ano passado foi o pior em termos de desempenho e nem à final conseguimos chegar. Sabemos que pela frente teremos adversários fortes como são os casos do Ferroviário de Maputo e o Costa do Sol, sem querer menosprezar as outras equipas que fazem investimentos ao nível dos séniores. O Ferroviário de Maputo tem a vantagem de estar a competir a nível mais alto e por isso, mais preparado para atacar o nacional”.

Crispim falou ainda das frustrações e ambições em relação a equipa sénior feminina. “O processo de construção da equipa feminina começou bem. Construímos uma equipa que nos pudesse levar a atingir resultados positivos, infelizmente nos correu mal. No ano passado, chegamos a contratar duas atletas estrangeiras, mas os resultados deixaram muito a desejar. Sendo assim, pretendemos reforçar esta equipa e adoptar um outro modelo de gestão e acompanhamento destas atletas para que possamos atingir os nossos objectivos que passam por atacar todas as provas”, disse.   

 

NAZIR SALÉ PODERÁ ESTAR “FORA” DOS PLANOS DO CFB

O contrato do treinador Nazir Salé terminou a 31 de Dezembro passado, sendo que neste momento, a direcção ainda não decidiu sobre a sua continuidade ou não. Em cima da mesa há três opções. “Uma é a continuidade do professor Nazir Salé, a segunda hipótese é a contratação de um treinador estrangeiro e que conheça a nossa realidade –  porque achamos que é muito mais fácil o seu enquadramento – e a última opção que é da contratação de um treinador nacional. A direcção está a trabalhar nessas possibilidades e achamos que até o dia da abertura das oficinas teremos a equipa técnica completa. A contratação dos treinadores não depende só da direcção, mas também do nosso patrono”, esclareceu.

O Ferroviário da Beira irá abrir as suas oficinas no próximo dia 13 e a direcção espera apresentar a equipa técnica até o próximo dia 13. Lembre-se que o Ferroviário da Beira terminou Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal 2019 na terceira posição após vencer a A Politécnica no play-off.  

 

O vice-presidente da Federação Moçambicana de Judo, Nilton Mujovo, acaba de ser nomeado para presidir a Comissão dos Veteranos da modalidade, cargo indicado pela União Africana de Judo, semana passada.

Nilton Mujovo faz parte de uma lista recentemente divulgada, que integra ainda o presidente da Federação Zambiana da modalidade, Alfred Foloko, que passa a ser o Director Desportivo da União Africana de Judo e a sua homóloga de Eswatini, Princess Thobile, que passa a presidir a Comissão Feminina de Judo.

O presidente regional da modalidade disse, em documento que traz as nomeações desta personalidades para cargos africanos do Judo, congratular-se com estas indicações e orgulhoso por ver mais membros da região a integrar cargos da União Africana de Judo.

 

Nilton Mujovo honrado

Por seu turno, Nilton Mujovo diz sentir-se honrado com esta nomeação, tendo em conta ser o primeiro moçambicano a ocupar o cargo. “E um reconhecimento ao trabalho desenvolvido em prol do Judo nacional e internacional e ao anos dedicados como atleta e participante nos campeonatos de veteranos da modalidade, após a minha retirada do ciclo olímpico”, afirmou o vice-presidente da Federação Moçambicana de Judo.

Para Mujovo, o Judo é uma modalidade sem fim e com esta indicação para presidir a Comissão de Veteranos, vai fazer com que os os antigos praticantes continuem a praticar a modalidade, sem receios. “Ao nível do continente é uma glória, pois com o trabalho da comissão todos antigos praticantes poderão continuar a competir e realizar acções de desenvolvimento da modalidade e continuarem a serem reconhecidos pelo contributo ao desenvolvimento do Judo”, garantiu, para depois prometer que “organizaremos o 1º Campeonato Africano de Veteranos” uma vez que todos os continentes organizam e África não deve ficar à margem.

“Há muitos judocas veteranos que ainda querem continuar a contribuir para o crescimento da modalidade” e promete trabalhar para que isso seja possível.

 

País saíra a ganhar com esta nomeação

Para Nilton Mujovo, que já foi nomeado para vários cargos regionais do Judo, para além de ser Membro Executivo da Commonwealth da modalidade, nomeação que aconteceu durante o Congresso da Federação Internacional de Judo, que teve lugar Índia, ano passado, garante que o país terá muitos ganhos com esta nomeação, uma vez que “vamos receber fundos do desenvolvimento da Comissão Internacional de veteranos da Federação Internacional de Judo da qual a Federação Mocambicana de Judo poderá fazer o uso e realizar eventos e campeonatos de veteranos de judocas moçambicanos e resgatar os antigos praticantes”.

Mujovo recordou que actual Presidente da Federação Mocambicana de Judo, Fernando Sumbana Junior, e o Ex-presidente da FMJ e actual Presidente da Mesa da Assembleia Geral de Judo, Igor Vaz, são veteranos da modalidade e passarão a ter este espaço para continuar a mostra seus dotes em provas de veteranos.

 

 

As selecções nacionais de sub-14 e sub-16, respectivamente, vão participar, de 10 a 20 deste mês de Janeiro, na fase de qualificação ao campeonato africano das respectivas categorias.

Esta fase de qualificação tem lugar em Windhoek, Namíbia, e o país será representado por quatro atletas, dos quais três dos sub-14, nomeadamente Luca Figueiredo, Edilson Rosa e Bruno Baptista, enquanto a selecção de sub-16 estará representada por Helen Khumalo.

Para seleccionador nacional, a Federação Moçambicana de Ténis escolheu Bruno Figueiredo, que tem a missão de qualificar os atletas nacionais para a fase final, que terá lugar em Abril próximo, num país ainda por indicar.

A delegação moçambicana parte esta quinta-feira e regressa no dia 21 de Janeiro corrente.

 

 

Maputo prepara-se para acolher a primeira etapa da Continental Cup, em voleibol de praia, prova qualificativa para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Na prova irão participar duas duplas em masculinos e femininos.

A prova a ser organizada pela Federação Moçambicana de Voleibol irá decorrer na praia da Costa do Sol, na cidade de Maputo, de 10 a 15 do corrente mês. Falando ao programa Ao Ataque da Stv, Khalid Cassamo, presidente do organismo avançou os países que irão participar no certame.

“Até neste momento estão inscritos para esta competição cinco países, nomeadamente África do Sul, Botswana, Zimbabwe, Zâmbia e obviamente Moçambique. Sabemos que e-Swatini tem intenções de participar, mas as inscrições enceraram, mas querendo, a Confederação Africana pode abrir uma janela para a participação daquele país, porque também convém a aquele organismo que mais países façam parte destas competições”, disse o dirigente.

A jogar em casa, organismo que gere a modalidade tem esperanças que as duplas nacionais consigam passar para as fases seguintes e quiçá garantir um lugar nas olimpíadas de Japão. “Depois da primeira fase, passarão a fase seguinte três países,  totalizando 24 em todo o continente. Esta etapa deverá ser entre Março e Abril e ainda não sabemos onde será porque vai depender dos países que passarem a essa segunda fase.

Os 24 países vão ser divididos em quatro grupos de seis, desses quatro grupos, oito países vão passar a fase final. E esta fase todos estarão no mesmo local e será a eliminar. Temos esperanças de qualificação a esta importante prova, mas não vamos deixar de mencionar que os atletas de outros países preparam-se fora de África e nós preparamos na praia da Costa do Sol com todos os problemas ambientais associados. Por isso, que vamos mobilizar uma equipa para trabalhar durante três dias para a remoção dos cacos de vidro. Mesmo com todas as dificuldades há vontade, os atletas procuram dar o seu melhor para representar condignamente o país”, referenciou.

De salientar que na Continental Cup, prova qualificativa para os jogos Olímpicos, participam duas duplas em femininos nomeadamente: Mércia Mucheza e Jéssica Moiane e Leocádia Manhiça a fazer parelha com Vanessa Muianga. Já em masculinos as duplas Délcio Soares e Aldivino Nuvunga e Carlos Acácio a fazer par com Justino Tovela.

 

Zainadine Jr. e Witi Quembo foram eleitos para os onze mais valiosos do futebol português, nomeadamente para a Liga NOS, o principal campeonato, e a Liga Pro, a segunda liga. Os dois mais valiosos moçambicanos, Mexer e Reinildo, ainda não entraram em acção neste 2020, enquanto os restantes já brilham.

Em Portugal as notícias são promissoras para os atletas moçambicanos, nomeadamente Zainadine Jr. e Witi Quembo, que perfilam no onze mais valioso das ligas que estão a disputar.

O defesa moçambicano Zainadine Júnior faz parte da equipa do ano da Liga Portuguesa de Futebol, numa nomeação do jornal desportivo A Bola, referente ao ano de 2019.

O defesa moçambicano do Marítimo faz parte de uma lista onde figuram mais jogadores do Benfica, líder da liga portuguesa, quatro deles no sector defensivo, nomeadamente o guarda-redes Vlachodimos e os defesas André Almeida, Rúben Dias e Grimaldo.

No onze do jornal A Bola, o meio campo conta com seguintes jogadores: Danilo (FC Porto), Pizzi (Benfica), Corona (FC Porto) e Bruno Fernandes (Sporting). O ataque é composto por dois avançados do Benfica, nomeadamente Seferovic e Rafa.

Na última jornada da liga NOS, a 15ª, Zainadine foi capitão do Marítimo e ajudou a equipa a conquistar os três pontos, na deslocação ao terreno do Rio Ave, onde foi vencer por uma bola sem resposta.

Em termos de mercado, dos moçambicanos Zainadine ocupa a quarta posição, com o passe avaliado em 800 mil euros, cerca de 56 milhões de meticais, atrás de Mexer, Reinildo e Simão Mate.

Aliás, Zainadine Jr. reagiu a sua nomeação ao onze mais valioso, tendo dito que é fruto de muito trabalho individual e em grupo, facto que engrandece, não só a ele, como jogador, mas também ao povo moçambicano e ao seu clube, o Marítimo.

Por seu turno, Witi, já na liga Pro, a segunda liga portuguesa, titular no nulo do Nacional diante do Académica de Viseu, foi eleito para o onze mais valioso da segunda liga, sem jogadores das equipas B’s das equipas da principal liga. Ou seja, exceptuando jogadores do Benfica B e do Porto B, Witi segue 11ª posição dos que tem o valor do mercado mais elevado, com 450 mil euros, equivalentes a pouco mais de 31 milhões de meticais.

No Nacional, Witi é o terceiro mais caro, depois de Bryan Róchez e João Camacho, que tem o passe avaliado em 500 mil e 450 mil euros, respectivamente.

 

Mais valiosos ainda não jogaram este ano

Dos jogadores moçambicanos mais valiosos em termos de valor de marcado, o destaque vai para o defesa Mexer, que trocou o Rennes pelo Bordéus, tendo o seu passe avaliado em 4 milhões de euros, equivalentes a 280 milhões de meticais.

Em segundo lugar está Reinildo, também a actuar na França, mais concretamente no Lille, depois de trocar os portugueses do Belenenses SAD pelos gauleses. Mandava tem o seu passe avaliado em 3 milhões de euros, pouco mais de 210 milhões de meticais.

Estes dois jogadores a actuarem na França ainda não jogaram este ano pois o campeonato local esteve parado este final de semana. Os dois jogadores fizeram o último jogo a 21 de Dezembro, devendo fazer o próximo jogo a 11 de Janeiro.

Simão Mate, o terceiro mais vaioso moçambicano, que joga no Vegalta Sendai do Japão, tem o passe avaliado em um milhão de meticais, quase 70 milhões de meticais. Mate terminou o campeonato japonês no mês de Dezembro, com a sua equipa a fechar com uma derrota, diante do Hiroshima, a tangente, terminando a prova na 11ª posição, com 41 pontos, fora dos lugares das competições continentais, e a 29 pontos do campeão japonês, o Yokohama.

O arranque da J1 League está aprazado para Março deste ano.

Fecha o top cinco dos moçambicanos mais valiosos, Reginaldo Faite, outro jogador que viu o seu campeonato terminado em Dezembro. Faite tem o valor do mercado avaliado em 550 mil euros, equivalentes a cerca de 38 milhões de meticais. Na liga cazaque, Reginaldo viu o Shakhtar terminar no limite da despromoção, num campeonato disputado por 12 equipas. A equipa de Reginaldo terminou o campeonato na 9ª posição, com 35 pontos, muito atrás do Astana, campeão, que terminou com 69 pontos.

 

Edmilson, Chelito e Domingues moçambicanos mais valiosos em África

Dos moçambicanos a actuarem em África, Edmilson Dove é o mais valioso, com o mesmo valor do passe de Reginaldo Faite, ou seja, 550 mil euros, equivalentes a cerca de 38 milhões de meticais.

 
 

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