Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A Federação Moçambicana de Futebol acaba de extinguir a realização da divisão de honra do futebol moçambicano, prova que apurava equipas para o Moçambola. A decisão foi divulgada através de um comunicado, que faz referência à época futebolística 2020.

É a primeira grande decisão do elenco directivo da Federação Moçambicana de Futebol, liderada por Feizal Sidat, vencedor do escrutínio de 14 de Dezembro de 2019.

No primeiro dia de trabalhos no ano 2020, um comunicado oficial, com 35 páginas, que traz as directrizes de funcionalidade da Federação e das competições sob sua égide.

A principal novidade é a abolição do campeonato nacional da segunda divisão, outrora disputada nas três regiões, sul, centro e norte, que apurava os seus representantes no Moçambola do ano seguinte.

De acordo com o comunicado, a Federação Moçambicana de Futebol aprova quatro competições na presente época futebolística, nomeadamente a 1ª liga, que é o Moçambola, os campeonatos provinciais, na sua fase provincial e fase final, para apuramento dos clubes ao Moçambola, a Taça de Moçambique e os campeonatos nacionais das diversas categorias e escalões.

Foi assim que a Federação Moçambicana de Futebol decidiu acabar com a divisão de honra, com efeitos imediatos a partir da época em curso. Uma medida que vem responder a uma das promessas de Feizal Sidat durante a sua campanha eleitoral, que defendia o regresso dos provinciais, com mais competitivos e menos onerosos.

No comunicado, a Federação não avança o modelo de apuramento das equipas que vão ascender ao Moçambola 2021.

No que se refere à inscrição de atletas a FMF definiu que as equipas da I Liga e os Campeonatos Provinciais deverão o fazer de 8 de Dezembro de 2019 a 29 de Fevereiro de 2020, para os jogadores profissionais. Os jogadores que militam nas várias provas provinciais, em diferentes escalões e categorias, o período de inscrição decorre de 8 de Dezembro de 2019 até 31 de Maio de 2020.

Por outro lado, o segundo período de transferências nacional ou internacional irá decorrer de 1 a 30 de Junho de 2020.

 

 

É o fim do relacionamento que unia Antoninho Muchanga e a ENH de Vilankulo, sete meses da consumação do casamento.

Muchanga ainda encontrou a equipa na zona da despromoção, em Junho do ano passado, quando deixou o “seu” Maxaquene para ocupar o lugar deixado vago pela saída de Alcides Chambal, e conseguiu conquistar pontos suficientes para “salvar” a equipa e mantê-la na rota do Moçambola 2020.

Mas tudo muda no início deste ano, quando a 2 de Janeiro corrente recebe uma carta da direcção máxima da ENH de Vilankulo, a anunciar que prescindiu, com efeitos imediatos, os serviços de Antoninho Muchanga, numa altura em que já estava a trabalhar para montar o seu plantel para a época futebolística 2020. Uma decisão que deixou surpreso o treinador e o seu representante, Quinito Todo.

Para já, o técnico ainda não tem assegurado nenhum contrato com qualquer clube do Moçambola, embora alguns deles já tenham manifestado interesse em contar com o contributo do treinador que se notabilizou no Maxaquene, como jogador e treinador. Como treinador, Muchanga se notabilizou ainda nos Ferroviários de Pemba, de Nampula e de Nacala, e no Textáfrica de Chimoio.

Para já, nada de concreto, mas segundo a imprensa nacional, os clubes da região centro do país é que estão na dianteira, nomeadamente o Textáfrica do Chimoio, que ainda não tem a situação com Aleixo Fumo assegurada, em ainda o primodivisionário Matchedje de Mocuba, que ainda não apresentou o treinador para a presente época futebolística.

 

Victor Mayamba pode ser a solução nos “hidrocarbonetos”

Entretanto, do Alto Makhassa há indicações de o lugar deixado vago por Antoninho Muchanga será, em princípio, ocupada por Victor Mayamba, que vinha assumindo as funções de treinador-adjunto e braço-direito do técnico ora dispensado. Afinal foram juntos aquando da nomeação da nova equipa técnica, em Junho de 2019, sendo que Mayamba saia do Costa do Sol, onde também era adjunto de Horácio Gonçalves.

Recorde-se o contrato de Antoninho Muchanga e Victor Mayamba era de meia-época, ou seja, até ao final da temporada 2019, com mais uma de opção.

 

 

A União Desportiva do Songo anunciou a contratação do treinador Carlos Manuel para o cargo de adjunto de Nacir Armando, na sequência da saída de Chaquir Bemat. Carlos Manuel afirma esta contratação e assume o desejo de conquistar títulos com a equipa “hidroeléctrica”.

Carlos Sérgio Domingos Manuel, ou simplesmente Caló, é o novo reforço da União Desportiva de Songo para a temporada futebolística 2020, para auxiliar Nacir Armando no comando técnico da equipa.

Depois da renovação de Chaquil Bemat, que decidiu abraçar outros desafios, a direcção dos “hidroeléctricos” optou por procurar um treinador experiente para o cargo de adjunto e encontrou em Caló a pessoa indicada.

Com mais de 12 anos como treinador, e com passagens por clubes como Ferroviário de Maputo, Clube de Chibuto, Incomáti de Xinavane e Têxtil de Púnguè, este último onde trabalhou em 2019, Caló diz que aceitou o desafio devido aos objectivos do clube, que se confundem com os seus objectivos pessoais.

“Os meus objectivos são os mesmos da equipa. Todo treinador gosta de estar associado a uma equipa ganhadora e eu quero estar lá também para ganhar e me renovar, para me projectar no futebol moçambicano”, disse Carlos Manuel, que espera que possa conquistar tudo que for possível conquistar, num ano em que os “hidroeléctricos” vão disputar o a Supertaça nacional, o Moçambola, a Taça de Moçambique e a Taça Nelson Mandela, também conhecida por Taça CAF.

Apesar de ter suas próprias ideias para o plantel, Caló prefere ouvir de Nacir Armando com que equipa vai contar, tendo em conta as saídas e entradas já confirmadas.

“Eu vou lá como treinador adjunto e, por isso, as minhas ideias devem estar de acordo com aquilo que são as ideias do treinador principal, Nacir Armando. Ele chega cá na segunda-feira (hoje) e vamos nos reunir para pensarmos juntos a época futebolística. É certo que a equipa teve algumas saídas, mas também há jogadores que entraram e temos que pensar tendo em conta isso”, disse Caló referindo ainda que “a União Desportiva de Songo é uma equipa grande e todos os jogadores que fizerem parte do plantel vão se esforçar para tornar a equipa ainda mais grande e conquistar títulos”.

A União Desportiva de Songo assegurou, para esta temporada futebolística 2020, as contratações de Sidique Sataca (defesa que vem do Desportivo Maputo), Laque (ex-ENH de Vilanculos), Kwali (de nacionalidade malawiana e ex-Ferroviário de Nampula), Dário (ex-Textáfrica do Chimoio) e Uche (nigeriano que esteve no Ferroviário de Maputo).

Das saídas, para além de Luís Miquissone, confirmado no Simba da Tanzania, o avançado Mário Sinamunda e o guarda-redes Charles Swini, também não vão continuar no plantel, para além de Zequito, que regressa ao Costa do Sol, depois do empréstimo de um ano.

Recorde-se que em 2019 a União Desportiva de Songo terminou na segunda posição no Moçambola e conquistou a Taça de Moçambique, devendo representar o país na Taça CAF.

Chaquil a caminho do Ferroviário de Nampula
Se a chamada de Carlos Manuel na União Desportiva de Songo é para substituir a saída de Chaquil Bemat, em Nampula pode-se estar em festa com a possibilidade do experiente treinador chegar para comandar o Ferroviário de Nampula.

Chaquir Bemat estará, assim, de regresso à casa que foi sua antes de rumar à Songo, mas desta vez não como treinador-adjunto, mas sim como técnico principal do Ferroviário de Nampula. Esta contratação de Chaquil Bemat pelos “locomotivas” da capital do norte será para substitui Akil Marcelino, técnico que conduziu os verde-e-branco do norte a uma manutenção no Moçambola 2020, a ferro e fogo, depois de uma longa travessia no deserto, em que andou pelos lugares da despromoção.

 

 

Sérgio Faife Matsolo já não é opção da direcção do Ferroviário de Nacala para comandar a equipa na época 2020. O clube decidiu não renovar o contrato com o técnico devido a alegada má prestação na época passada.

Faife, lembre-se, reassumiu o comando técnico do Ferroviário de Nacala em Maio do ano passado depois de ter-se demitido do cargo de treinador principal do Desportivo de Nacala devido ao mau ambiente.

Na altura, havia muita expectativa em relação ao técnico que em 2015 conquistou a primeira edição da Taça da Liga pelos “locomotivas” de Nacala. Entretanto, o quinto lugar na tabela classificativa conseguido na época passada não convenceu a direcção daquela colectividade.

Sem avançar nomes, o representante do clube falou em reforços para que a equipa esteja melhor que no ano passado.

A direcção do Ferroviário de Nacala não avançou nomes dos possíveis candidatos à sucessão do técnico, mas garantiu que será um treinador moçambicano. Sérgio Faife tem larga experiência no futebol moçambicano tendo passado pelo Chingale de Tete, Liga Desportiva de Maputo, Desportivo de Nacala, Incomáti de Xinavane, Estrela Vermelha de Maputo e Costa do Sol.    

 

Segundo melhor marcador do Moçambola 2019, com 19 golos, ao serviço da União Desportiva de Songo, o internacional moçambicano volta a aventurar para outros campeonatos, depois de ter passado pela África do Sul.

Na sua página do Facebook, o Simba Sports Club, actual campeão em título da principal prova futebolística da Tanzânia, certifica o vínculo contractual com a estrela moçambicana. Aliás, Luís Miquissone aparece em fotografias ao lado do treinador principal daquela colectividade, Sven Vandenbroeck.

As boas exibições do atleta nas Afrotaças e no Moçambola terão motivado a cobiça do gigante da Tanzânia. Aliás, Luís Miquissone foi responsável por eliminar o Simba na segunda eliminatória de acesso à Liga dos Campeões Africanos 2019.
O contrato do meio campista moçambicano é válido por dois anos.

De salientar que o Simba foi campeão da Tanzânia por 19 vezes. Nesta altura, com dois jogos em atraso, a equipa está a liderar o campeonato tanzaniano com 34 pontos, mais seis que o segundo classificado o Azam Football Club.

 

Horácio Gonçalves renovou o seu contrato com o Costa do Sol por mais uma temporada no comando técnico da equipa de futebol. Esta é a segunda confirmação de renovação, depois da anunciada renovação de Daúde Razaque no Ferroviário de Maputo.

As renovações de Horácio Gonçalves e Daúde Razaque juntam-se a de Nacir Armando como as primeiras renovações dos treinadores que estiveram nos comandos das equipas do Moçambola 2019, depois de terminada a temporada futebolística passada.

Nos “canarinhos”, através de um comunicado publicado na sua página do Facebook, Horácio Gonçalves renova por mais temporada, depois de concluídas negociações com a direcção local.

O comunicado refere que o “Clube dos Desportos da Costa do Sol e o treinador Horácio Gonçalves chegaram a acordo para época 2020. O acordo será de uma época com mais uma de opção”, o que quer dizer que esta será a segunda temporada e meia do luso no comando do canário.

Recorde-se que Horácio Gonçalves chegou à Moçambique à meio da temporada 2018, para substituir Leonardo Costas, afastado em Abril do mesmo ano por maus resultados.

De canário ao peito, Horácio Gonçalves conquistou, na sua época de estreia no futebol moçambicano a Taça de Moçambique, em 2018. Na época 2019, Gonçalves foi responsável pela conquista da Supertaça Mário Coluna, o Torneio de Abertura da Cidade de Maputo, mais conhecida por Top 8 Mavila Boy, e o Moçambola, sendo que este último título fugia das vitrinas do Costa do Sol há 12 anos.

 

RAZAQUE E NACIR TAMBÉM FIRMES NO FERROVIÁRIO E UD SONGO

Confirmado no comando técnico de uma equipa do Moçambola está Daúde Razaque, que em princípios de Dezembro renovou com o Ferroviário de Maputo, por mais uma temporada.

Apesar do Ferroviário de Maputo ter falhado nos objectivos desportivos que passavam pela conquista do título no Moçambola 2019, em que terminou na terceira posição, e da Taça de Moçambique, prova na qual foi finalista vencido pela União Desportiva do Songo, a direcção “locomotiva” optou por continuar com Daúde Razaque no comando da equipa.

Daúde Razaque chegou ao Ferroviário de Maputo no início da época 2019, tendo sido bastante contestada no início, pelos adeptos, que não aceitavam de forma fácil a indicação deste treinador.

Para além destes dois, sabe-se que Nacir Armando também continua de pedra e cal no comando técnico da União Desportiva de Songo, por mais uma temporada. Os restantes clubes ainda não confirmaram seus treinadores para a época 2020.

 

RESTANTES CLUBES AINDA SEM INFORMAÇÃO

As restantes equipas do Moçambola 2020 ainda não confirmaram a continuidade ou contratação de novos treinadores, porém, maior partes deles poderá continuar com os seus timoneiros.

O Ferroviário da Beira, que ano passado estava sob comando de Lucas Barrarijo, pode continuar com o mesmo treinador, olhando para os resultados alcançados, bem como Sérgio Faife Matsolo e Antoninho Muchanga, nos comandos dos “locomotivas” de Nacala e dos “hidrocarbonetos” de Vilankulo.

Do Incomáti de Xinavane não há certeza nenhuma, tendo em conta que, apesar de ter terminado na sétima posição, não há garantias de participar na prova, devido a problemas financeiros. Por isso, a continuidade de Artur Comboio pode estar comprometida.

No Desportivo Maputo ainda não há nenhuma confirmação, uma vez que depois da saída de Artur Semedo, por maus resultados e “choques” com a direcção, a solução passou por chamar Dário Monteiro para garantir a manutenção. Entretanto, Monteiro é funcionário da Federação Moçambicana de Futebol, onde assume o cargo de seleccionador nacional de sub-20.

O Textáfrica do Chimoio, nono classificado, e a Liga Desportiva de Maputo, décimo, podem manter os seus treinadores da época passada, nomeadamente Aleixo Fumo e Alcides Chambal, este último que chegou quase no final da temporada para substituir Nilton Terroso, afastado por maus resultados.

Finalmente o Ferroviário de Nampula, que conseguiu a manutenção sob comando de Akil Marcelino, poderá, também, continuar com o mesmo treinador, para esta temporada futebolística.

 

PROMOVIDOS AINDA SEM MUITAS CONFIRMAÇÕES

Relativamente as três equipas que foram promovidas do escalão secundário para o Moçambola 2020, nomeadamente Black Bulls, pela zona sul, Matchedje de Mocuba, pelo centro, e Ferroviário de Lichinga, pelo norte, pouco há por se dizer, uma vez que os treinadores que conseguiram a proeza da ascensão, são as apostas, até aqui, das respectivas direcções, faltando saber se reúnem as exigências mínimas para comandar equipas do Moçambola.

 

Os atletas estrangeiros voltaram a dominar e conquistar a 18ª edição da tradicional corrida do final do ano, a São Silvestre. Ontem, nas artérias da capital do país, Maputo, foi o corredor sul-africano, Abedigno Machaba, e a atleta da e-Swatine, Samkelisiwe Thoala, a serem coroados os grandes vencedores da 18ª edição da São Silvestre.

Abedigno Machaba fez a prova dos 10 quilómetros com o tempo de 49 minutos, 37 segundos e três centésimos, tendo sido seguido pelo seu compatriota Prince Ndlovo, que chegou quase dois minutos depois. O primeiro moçambicano a cortar a meta foi Betinho Gervásio, que fechou o pódio, com o tempo de 53 minutos, 15 segundos e 47 centésimos. Samuel Machava e Bento Gervásio ficaram nas posições imediatas, ou seja, quarto e quinto lugares.

Na classe feminina dos federados, Samkelisiwe Thoala, atleta de e-Swatine, fez os 10 quilómetros com o tempo de 1 hora, 5 minutos e 35 segundos. Madalena Quisito, corredora da província de Manica, foi a segunda classificada, enquanto Zeferina Marinho, vencedora da edição passada, terminou esta edição na terceira posição, chegando à meta com três minutos de atraso em relação a vencedora.

Para este escalão, federados, os primeiros classificados de cada categoria (masculinos e femininos) receberam um prémio monetário de 10 mil Meticais, enquanto os segundos tiveram o prémio de 7.500 meticais, e os terceiros classificados levaram para casa o valor de 5.000 meticais. Já os quartos e quintos classificados de cada categoria receberam a premiação de 4.000 e 2.500 meticais, respectivamente.

Nas outras categorias, nomeadamente populares, veteranos e triciclos, os vencedores foram todos eles nacionais.
A organização da 18ª edição da corrida São Silvestre, a Federação Moçambicana de Atletismo, fez um balanço positivo da prova, mesmo tendo em conta as vicissitudes, tendo assumido que muitos inscritos não se fizeram à prova.

Federados
Masculinos
1º Abedenico Machava        49:37:03 minutos
2º Prince Ndlovo        51:19:75 minutos
3º Betinho Gervásio        53:15:47 minutos
4º Samuel Machava        53:28:10 minutos
5º Bento Gervásio        53:48:50 minutos

Femininos
1º Samkelisine Thola        1:05:35 hora
2º Madalena Quisito        1:06:28 hora
3º Zeferina Marinho        1:08:09 hora
4º Elisa Manhique        1:09:04 hora
5º Meci da Tecica        1:33:05 hora

Populares
Masculinos
1º Filimone Micas        52:33:20 min.
2º Samuel Savanguane        53:39:11
3º Constantino Fondo        55:10:45

Femininos
1º Cristina Macie        
2º Olga Bata
3º Ruthe Soares
Veteranos + 50 anos
Masculinos
1º Sousa Manuel
2º Afonso Manhiça
3º Carlitos Francisco

Femininos
1º Beatrice Hlorien
2º Gail Krise
3º Elisa Paco

Triciclos
Masculinos
1º Mário Bernardo
2º João Massango
3º Gabriel Manhiça
4º Lourenço Fabião
5º Enoque Anastâncio

Femininos
1º Sandra Armando
2º Verónica de Fátima
3º Detinha Américo

 

É oficial! Dia 03 de Fevereiro de 2020 marca o início da época futebolística que se avizinha, com a disputa do jogo da Supertaça nacional, entre as formações do Costa do Sol, campeão nacional de 2019, e a União Desportiva de Songo, vencedor da Taça de Moçambique deste ano.

Foi assim que a Federação Moçambicana de Futebol agendou o início da temporada futebolística 2020, de acordo com um comunicado assinado, pela primeira vez, pelo novo Secretário-geral Interino, Hilário Madeira, que substituiu no cargo a Filipe Johane.

De acordo com o comunicado da Federação Moçambicana de Futebol, o encontro da Supertaça Mário Coluna, que abre oficialmente a época desportiva 2019, terá lugar no dia 03 de Fevereiro, no Estádio da Machava, quando forem 16H00.

O encontro, que envolve o campeão nacional e o vencedor da Taça de Moçambique, ambos deste mesmo ano, tem a particularidade de ser o terceiro consecutivo, entre Costa do Sol e União Desportiva de Songo, tendo em conta que em 2017 e 2018 os “hidroeléctricos” conquistaram o título de campeão nacional e os “canarinhos” a Taça de Moçambique, tendo as duas equipas se trocado de títulos este ano.

O Estádio da Machava foi o palco encontrado, contrariamente ao que tem acontecido nos últimos anos, em que a prova era disputada no Estádio Nacional do Zimpeto. Aliás, o Estádio da Machava foi palco da final da Taça de Moçambique de 2018, entre o Costa do Sol e o Ferroviário da Beira, ganho pela formação de Maputo, na marcação das grandes penalidades.

Grandes penalidades será, de resto, a forma de se encontrar o vencedor da edição 2020 da Supertaça, caso o encontro termine num empate, no final dos 90 minutos, segundo o regulamento da competição.

Recorde-se que estas duas equipas vão representar o país na próxima edição das afrotaças, nomeadamente na Liga dos Campeões e Taça CAF.

 

A Direcção da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo (ABCM), presidida por Rui Hélder Guilaze, foi empossada na passada sexta-feira para o quadriénio 2019-2023. Este será o segundo mandato de Rui Hélder na frente dos destinos do basquetebol da capital do país.

A grande aposta desta direcção empossada na passada sexta-feira é encontrar parceiros para apoiar as provas dos iniciados aos juniores, já que os seniores tem os apoios necessários para as competições. “A nossa equipa de marketing já está a trabalhar em como vender o produto, tendo em conta por exemplo que não podemos associar a essas competições parceiros que estejam relacionados com bebidas alcoólicas”, revelou Rui Hélder, logo a seguir ao seu empossamento. Hélder acrescentou que “estamos já a trabalhar para que a partir de meados de Janeiro 2020 consigamos ter a estabilidade financeira que desejamos”.

Outras das apostas desta direcção de Rui Hélder Guilaze para o seu segundo mandato são: tornar a modalidade mais competitiva, garantir que os árbitros tenham os seus subsídios em dia, para que possam dirigir os jogos sem sobressaltos e a introdução do Director de Provas que vai olhar para a calendarização dos jogos no escalão de seniores masculinos, de modo a que a prova decorra sem sobressaltos.

Na área de massificação, a direcção empossada vai introduzir um programa denominado “Uma Tabela de Basquetebol, Um Bairro”, uma iniciativa a ser levada a cabo em coordenação com o Município de Maputo, associado ao projecto de distribuição de 400 bolas que serão oferecidas aos bairros da capital do país.
Ao nível dos seniores, a aposta é melhorar a qualidade dos jogos, assim como dos escalões de formação, num elenco com algumas figuras que pretendem potenciar o basquetebol da capital do país, particularmente nível competitivo e de sustentabilidade financeira.

Eis o elenco da ABCM:
Assembleia Geral:
Presidente – Leopoldo do Amaral
Vice – Presidente – Bela Raquel Lituri
 Vogal – Paulo Assubuji

Direcção Executiva
Presidente – Rui Helder Guilaze
(Vice para Adm. e Finanças – Luis Mucave Jr.
Vice para a Alta Competição – Felisberto Macuácua
Vice para o Marketing – Agostinho Mahumane
Secretário Geral – Hélder Amiel

Conselho Fiscal:
Presidente – Danilo Aly Teixeira
Vice–Presidente – António Chambal
Vogal – Circe Chally

Conselho Jurisdicional
Presidente – Télio Chamuço
Vice–Presidente – João Nandza
Vogal – Arnaldo Bene

Conselho Técnico:
Presidente – Deolinda Ngulela
Vice–Presidente – Carlos Niquice
Vogal – Simao Mataveia

Conselho de Arbitragem:
Presidente – Artur Bandeira
Vice-Presidente – por indicar
Secretario Geral – por Indicar

Direcção de Provas
Anastácio Monteiro (seniores)
A indicar (formação)

Horácio Gonçalves ainda não renovou no Costa do Sol que está sem data para eleger nova Direcção

O Costa do Sol está ainda sem treinador para atacar a época 2020, após o treinador português Horácio Gonçalves ter terminado o vínculo contratual com os campeões nacionais, cumprido o período de um ano e meio à frente do clube “canarinho”.

A dúvida em relação ao próximo timoneiro dos campeões nacionais prende-se com o facto de a Direcção interina ora chefiada por Bruno Morgado ter terminado a sua missão na condução dos destinos do clube, reservando esse direito para a próxima direção do clube que deveria ter sido eleita há duas semanas, ou seja a 16 de Dezembro.

Assim os destinos do clube estão nas mãos de membros da Comissão de Gestão que já não conta com os préstimos de Bruno Morgado que anunciou a sua indisponibilidade para conduzir os destinos do clube, por conta de compromissos empresárias que tem pela frente no ano de 2020.

 

Bruno Morgado diz adeus e Noel Govene e Jeremias da Costa na calha para presidente

Quando abordado sobre uma eventual continuidade sua na condução dos destinos do Costa do Sol Bruno Morgado descartou qualquer hipótese, afirmando que a Comissão de Gestão por si liderada recebera uma missão de liderar o clube por seis meses, período que acabou por ser estendido até ao final da presente época o que culminou com bons resultados desportivos e de construção de infraestruturas não só no futebol, mas também no basquetebol e andebol.

Enquanto isso, alguns nomes  começam a ser cogitados no ninho do “canário” para conduzir os destinos do clube ao longo dos próximos anos. Noel Govene, antigo jogador do clube na modalidade de basquetebol e funcionário da EDM, e Jeremias da Costa, sócio do clube que tem se destacado em programas televisivos, são apontados como estando na “pole position” para ocupar o cargo de Presidente do Costa do Sol.

Refira-se que caberá a Electricidade de Moçambique, que detém 51% do peso na massa associativa do clube, a última palavra na escolha do próximo timoneiro do Costa do Sol, algo que deverá acontecer no mês de Janeiro, após ter sido adiada a Assembleia Geral Eleitoral que estava prevista para o dia 16!de Dezembro.

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE