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O País – A verdade como notícia

É já esta sexta-feira em que o piloto moçambicano Rodrigo Almeida, de 17 anos, estreia na BMW M2 Cup, em Laustring, na Alemanha, competição com um total de seis provas.

Em Maio, Almeida e outros participantes da BMW M2 Cup tiveram a oportunidade de se familiarizar com os seus novos equipamentos e no traçado de Lausitzring.

Almeida, destaca a organização, é o mais novo jovem piloto a comprometer-se com a BMW M2. Apesar da sua tenra idade, a carreira tem sido marcada por aparições em eventos internacionais, com realce para a participação nas 24 horas de Dubai, em 2021, dirigindo um BMW M4 GT4 sendo um destaque particular.

O jovem piloto também tem experiência nas séries TCR DSG Europe e TCR Ibérico. A BMW M2 Cup oferece à Almeida e a outros talentos a melhor entrada possível no mundo do automobilismo, com enfoque para a série “single-make”.

Para além do moçambicano, esta prova inaugural irá contar com a participação de Czepiel que é a primeira mulher a pilotar um BMW M2 CS Racing.

A jovem polonesa teve um bom desempenho nas séries anteriores e mostrou que pode rapidamente se familiarizar com diferentes carros.

“Mery”, como gosta de ser conhecida, acumulou uma importante experiência no Campeonato Procar NGK UAE no Médio Oriente.

O “BMW M2 Cup” ganha ainda mais tarimba internacional com a confirmação da participação de Davit Kajaia, georgiano de 37 anos que dirigiu o novo BMW M2 CS Racing no lançamento oficial de Lausitzring. “BMW é meu fabricante favorito e esse foi um dos principais motivos pelos quais me inscrevi no campeonato”, diz Kajaia. “É um pacote fantástico e estou realmente ansioso para a temporada.”

Para os organizadores, esta competição promete. “O campeonato está a ganhar forma”, disse Christian Göbel, gerente do projecto assistente da série de marca única. “Claro, ainda há muitas coisas em nossa lista de tarefas, mas já alcançámos alguns marcos importantes com a apresentação dos primeiros oito carros e do primeiro conjunto de pilotos. Agora, iremos revelar o restante de nossos parceiros e motivadores passo a passo. ”

A qualificação para as  melhores posições de partida para as duas corridas, que começam às 11h: 50 no sábado e no domingo. A duração prevista da corrida são 30 minutos.

A Selecção Nacional de Futsal partiu, esta quarta-feira,  para Tailândia, onde vai participar no Torneiro Continental da modalidade. Na prova, o seleccionador nacional, Faruk “Farukito” Ismael, pretende simplesmente ganhar rodagem em preparação do Torneio COSAFA a realizar-se em Outubro na capital do país.

Tailândia vai fazer, de 25 a 30 do corrente mês, sala ao Torneio Continental de futsal. Moçambique estará lá, integrado no grupo B, com Kosovo, Tailândia e Uzbequistão, países que não permitem que o seleccionador nacional, Faruk Ismael, tenha margens para sonhar alto. Aliás, até que sonhar pode, porque, sabe o técnico, não paga imposto. No entanto, nesta empreitada, nada de estabelecer fasquias.

“Vamos tentar fazer o nosso melhor. Sabemos que vamos encontrar selecções que não são do nível de Moçambique. São selecções que estão a preparar o Mundial. Não vamos com intuito de ir ganhar, se ganharmos, terá acontecido e será um bónus para nós”, observou Farukito ao deixar o claro objectivo de Moçambique na prova.

“Nós vamos à Tailândia para preparar o COSAFA e os adversários que teremos vão conferir-nos tarimba. Este torneio apareceu como um bónus de preparação e vamos aproveitar”, notou.

O conjunto está endiabrado, não obstante o défice competitivo. Aliás, tal como o técnico, os atletas sabem da qualidade dos adversários, mas nem por isso atiram a toalha ao chão.

“Estamos motivados. Não vamos à Tailândia a passeio, mas o nosso foco é a preparação da prova continental”, dissipa José da Silva.

À Tailândia, dos 22 atletas com quem trabalhavam, Farukito leva 18 que foram selecionados às “cegas”, tendo em conta que há quase dois anos que não há competição.

O seleccionador nacional de futsal sabe dos riscos que corre sob ponto de vista de produção, sabe também que, ao voltar, terá de fazer outro “scouting”.

“Baseamo-nos numa convocatória anterior. Ao voltarmos da Tailândia, vamos avaliar o nível de atletas que temos e, se calhar, olharmos para os outros jogadores que cá não estão”.

 

FRESCURA FÍSICA GRANDE CONDICIONANTE

Meses e meses a contemplarem a bola foram-se, desde que a COVID-19 abraçou os moçambicanos. Agora, com olhos para o COSAFA e de malas para o “continental” da Tailândia, Farukito e os pupilos lutam pela recuperação da forma, o que não tem sido fácil e pode condicionar, de certa forma, o desempenho da selecção.

“A condição física tem vindo a melhorar depois de muito tempo sem treinar. Nos primeiros dias, foi um choque, porque estivemos num cenário de espécie de pré-epoca”, anota Farukito, secundado pelos atletas.

“Ficamos muito tempo sem competir, mas estamos numa situação melhor, tratando-se de primeira. Ainda assim, estamos a tentar trabalhar para recuperar a frescura física de modo a que consigamos bater de frente com os adversários”, deseja José Da Silva.

 

CONDIÇÕES LOGÍSTICAS “AU POINT”

O chefe da delegação moçambicana que vai à Tailândia, Amilcar Jussub, garante estarem criadas todas as condições para que o combinado nacional participe na prova da melhor forma possível.

“Está tudo acautelado junto aos organizadores. À nossa ida, vamos sair de Maputo via Qatar e vamos fazer escala em Doha e seguiremos à Tailândia. No regresso, sairemos de Bangkok, escalaremos Doha, Johannesburg e depois Maputo”, explica Jussub a rota da viagem. E, esclareceu as razões de uma viagem longa e, acima de tudo, cansativa: “Esses são os voos possíveis, em função das condições financeiras que temos”.

Estando o mundo a passar por uma terceira vaga da COVID-19, Jussub alerta: “Temos de cuidar um dos outros, porque a Tailândia tem maior índice de casos de positividade da pandemia”.

Os Milwaukee Bucks são campeões da NBA, 50 anos depois. A conquista veio na madrugada desta quarta-feira (21/7), com uma vitória por 105- 98 contra o Phoenix Suns, que fechou a decisiva série melhor de sete jogos em favor do conjunto de Wisconsin.

Apesar de a “franquia” ter dado aulas sobre como construir uma equipa vencedora tendo a desvantagem de estar em um mercado pequeno, uma possível vitória dos Bucks foi questionada em diversos momentos ao longo das últimas temporadas.

Após ter recrutado e desenvolvido Giannis Antetokounmpo – que se tornou um dos jogadores mais dominantes da NBA- e ter construído um elenco digno ao seu redor, trocando por Khris Middleton e assinando com Brook Lopez, os Bucks passaram por eliminações traumáticas, que fizeram os analistas questionarem se esse “team” de Milwaukee era realmente um candidato ao título, ou apenas uma equipa sólida em temporadas regular.

As principais vítimas foram o técnico Mike Budenholzer, cuja estabilidade no seu posto, até o início da série contra o Phoenix Suns, não era garantida, e o próprio Greek Freak. As deficiências do bi-MVP foram amplificadas – a falta de consistência de seu jogo ofensivo e suas dificuldades na linha de lances livres – e começaram a pairar dúvidas sobre sua viabilidade como opção número um de uma formação com pretensões de título.

Com o decepcionante afastamento para o Miami Heat nos “playoffs” da temporada passada e as inevitáveis críticas ao grupo de trabalho, Giannis entrou para a actual temporada com a renovação de contrato pairando sobre a sua figura. O grego iria renovar com uma equipa no modesto mercado de Milwaukee, que vinha somando prematuras saídas em pós-temporada, ou tentar a sorte em pastos mais…abastados, como Miami ou na Califórnia?

Giannis sempre se mostrou uma superestrela relutante, que nunca se sentiria à vontade em um mercado como Los Angeles e Miami. Com a lealdade posta à prova (e um belo incentivo financeiro), Antetokounmpo renovou com os Bucks por modestos USD 256 milhões, o maior salário da NBA, isto por um período de cinco anos. Sem a pressão e a dúvida sobre se a sua maior estrela desde Kareem Abdul-Jabbar permaneceria na cidade, Milwaukee foi ao mercado, reforçar a equipa para mais uma batalha.

Apesar de a “off-season” ter começado com uma decepção, a contratação de Bogdan Bogdanovic não se concretizou por uma falha de comunicação entre o atleta e a directoria do Sacramento Kings , Milwaukee, eventualmente, fecharia uma troca que mudaria os destinos da equipa na temporada 2020-21 da NBA. No dia 17 de Dezembro de 2020, os Bucks enviaram Eric Bledsoe, George Hill e três trocas de primeira “rodada” para o New Orleans Pelicans pelo armador Jrue Holiday. E o resto, como dizem, é história.

Milwaukee registrou um recorde de 46 vitórias e 26 derrotas na temporada regular, varreu o Miami Heat na primeira “ronda” dos “playoffs”, exorcizando o fantasma da temporada anterior, e contou com a “sorte” e grandes performances do criticado Khris Middleton para bater o badalado Brooklyn Nets com um impossível Kevin Durant e um endiabrado James Harden (Kyrie Irving sofreu uma lesão no tornozelo e ficou de fora dos jogos finais da série). Se a sorte é aliada de todo equipa campeã da NBA, ela pareceu ter abandonado os Bucks na final de conferência, contra o surpreendente Atlanta Hawks. No Jogo quatro, Giannis teve uma hiperextensão no joelho esquerdo e perdeu o restante da série, e os Bucks tiveram que, novamente, contar com Middleton, Holiday e seu elenco de apoio para chegar à primeira final da equipe desde 1974.

Contra o Suns, Giannis mostrou toda a sua resiliência, e o que era para ser uma ausência, se tornou uma presença surpreendente, com um jogo completo tanto na defesa quanto no ataque, em uma série que suas principais peças tiveram grandes momentos para ajudar Milwaukee a conquistar seu primeiro campeonato desde 1971, quando a equipa ainda contava com a lenda Kareem Abdul-Jabbar em seu elenco.

No jogo que fechou a série a melhor de sete, Antetokounmpo marcou 50 pontos, colectou 13 ressaltos e fez duas assistências, tornando-se apenas o sétimo jogador a arrancar 50 pontos numa partida da final (a lista é formada por LeBron James, Michael Jordan, Jerry West, Rick Barry, Elgin Baylor, Bob Petit e, agora, o Grego).

Aos 26 anos, o anel de campeão se junta a um currículo que conta com dois prémios de MVP, um MVP das Finais e um melhor defensor da temporada.

Uma jornada que o credencia para a conversa de um dos melhores jogadores de todos os tempos da sua posição. Kareem está orgulhoso.

O internacional moçambicano Jeremias Manjate foi apresentado, terça-feira, como novo reforço da equipa sénior masculino de basquetebol do Vitória de Guimarães, em Portugal.

O poste, de 22 anos, deixa, desta forma, o Sporting dois meses depois de se ter sagrado campeão nacional pelo clube após vitória sobre o FC Porto (86-85) no jogo 5 da final do “play-off”. Os “leões” voltavam a erguer o troféu na Proliga 39 anos depois.

Jeremias Manjate fez, na última temporada, 36 jogos dos quais 18 na Liga Placard, 12 na Proliga, 4 na Taça de Portugal e 2 na Taça da Liga.

Para além do campeonato, Manjate conquistou a Taça de Portugal, em Abril, numa final em que o Sporting bateu o Imortal (83-59) em Matosinhos.

Jeremias Manjate chegou a Portugal em 2015 para jogar no NB Queluz, vindo do histórico Maxaquene após passagem pela Bela Rosa. Mais tarde, representou o Belenenses antes de chegar ao Sporting na temporada 2019/2020. Apesar de ter integrado o plantel dos ‘leões’ nos últimos dois anos, o moçambicano, que actua como poste, foi cedido por duas vezes à Academia do Lumiar, da Proliga.

Jeremias Manjate estreou-se pela selecção principal de basquetebol em Novembro de 2020 na janela de qualificação para o “Afrobasket” 2021, havida em Ruanda. Depois, em Fevereiro último, voltou a ser chamado para representar Moçambique na derradeira fase de apuramento para o “Afrobasket” em Yaoundé, Camarões.

Nestas fases, o poste moçambicano teve uma média de 4,8 pontos, 5.4 ressaltos e 0.4 assistências num total de cinco jogos.

O poste acumulou 77 minutos (15.4 por jogo) com 9/30 nos lançamentos de campo ( 0 em 3 nos tiros exteriores (0 % de aproveitamento), 6 em 8 nos lances livres (média de 75%), 27 ressaltos dos quais 11 ofensivos e 16 defensivos, duas assistências e 24 pontos.

A melhor pontuação foi diante de Angola com 8, numa partida em que contabilizou 23 minutos quadra. Terminou, lembre-se, com 3 em 10 nos lançamentos de campo (30% de aproveitamento),

2 Em 4 na linha de lances livres (50%), 7 ressaltos (dois ofensivos e cinco defensivos) e duas perdas de bola.

Manjate não foi utilizado na última partida diante do Quénia por decisão do seleccionador nacional de basquetebol sénior masculino, Miguel Guambe.

O Lille, conjunto onde evolui o internacional moçambicano Reinildo Mandava, defronta, quinta-feira, 22 de Julho, o Benfica em mais um dos jogos de pré-época dos campeões franceses, inserido no Torneio Algarve.

Três dias depois, ou seja, domingo, o Lille vai medir forças com o FC Porto, no Estádio do Algarve, no seu último encontro de preparação antes de defrontar o Paris SG na Supertaça de França.
É a segunda vez em que os dois emblemas se encontram no Algarve, depois de os franceses terem batido a equipa de Sérgio Conceição, no verão de 2018, por 2-1, na Algarve Football Cup.
Estes jogos seguem aos que os franceses realizaram na Bélgica, onde, no último sábado, 17 de Julho, empataram com o KV Kortrijk a uma bola.  Reinildo esteve em destaque no primeiro jogo de estágio na Bélgica ao anotar o primeiro golo do Lille na vitória sobre o Waasland-Beveren, por 2-0. O Lille intensifica a sua preparação, tendo em vista o jogo da Supertaça da França, a 1 de Agosto, com o PSG, naquela que será a primeira prova oficial da época.

 

EMPATE NO ÚLTIMO TESTE NA BÉLGICA

 Desde os primeiros momentos, os belgas assumiram o controlo da bola e tentaram ultrapassar um bloco defensivo adversário muito bem colocado, uma semana antes do início do campeonato local. Depois de uma primeira combinação entre Xeka e Ikoné, o Lille sofreu um primeiro alerta, mas Sven Botman estava sólido. No entanto, no processo, Chevalier viu-se sozinho e ajustou Léo Jardim (1-0, 19 ‘). O Lille, punido, recuperou o controlo do jogo sem poder ser perigoso. Foi, finalmente, o capitão do dia, Benjamin André, que trouxe a única emoção real para a superfície belga com uma cabeça empurrada para a linha.

Quando voltaram do vestiário, os Dogues voltaram a nove contra dez, após as expulsões de Djaló e Xeka, enquanto os belgas caíram para dez (decisão do treinador). Em menor número, o Lille sofreu e Nlandu salvou o seu povo com um gesto acrobático. Por sua vez, e para os primeiros minutos de preparação, Yusuf Yazici foi interessante com duas chances no seu crédito. Mas, foram os jogadores do KV Kortrijk que tiveram as situações mais quentes, com Gueye ou Fixelles, enquanto os Mastiffs foram forçados a contentar-se com os golpes de génio, como uma abertura brilhante de Gomes para Weah. E, finalmente, graças a uma nova chamada afiada de Timothy Weah, os Mastiffs obtiveram um penálti que Yusuf Yazici transformou com calma (1-1, 84 ‘), permitindo que a sua equipa deixasse a Bélgica com um empate.

O Campeonato da Cidade de Maputo de basquetebol poderá perder o nível competitivo que atingiu nos últimos quatro anos, com a saída do principal patrocinador que rescindiu contrato com a Associação da modalidade na capital. A ABCM corre contra o tempo para viabilizar uma prova sem sobressaltos.

Contas apertadas, incertezas quanto ao futuro! É uma verdadeira corrida contra o relógio para se encontrarem parceiros e um modelo alternativo que dignifique uma prova que, nos últimos quatro anos, atingiu grande dimensão ao nível nacional.

Mais: transformou-se numa competição atractiva e apetecível pelo nível de premiação colectiva e individual, sendo que o valor global se situava em um milhão e meio de meticais.

Em 2018, só para se ter uma ideia do bolo reservado aos melhores, o vencedor teve direito a um prémio monetário de 500 mil meticais, enquanto o segundo classificado encaixou 300 mil. Já o terceiro lugar recebeu o valor monetário de 200 mil meticais.

Os prémios contemplaram ainda os destaques individuais: o jogador mais valioso (MVP) recebeu 50 mil meticais, enquanto ao melhor ressaltador, marcador e melhor triplista do certame coube o prémio de 25 mil meticais cada.

Estes valores já não existem. “Nós tínhamos um apoio da Engen… este já não existe. A Engen rescindiu o contrato com a Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo. Estamos a tentar arranjar outros parceiros no sentido de levarmos a bom porto esta competição. Estamos a trabalhar para conseguir um montante que possa cobrir a totalidade da prova”, explicou Hélder Amiel, secretário-geral da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo (ABCM).

O novo normal, ou melhor, a nova realidade obriga a ajustes no calendário. Obriga a uma competição mais curta do que a habitual. Antes, a prova comportava três voltas, seguindo-se depois a fase a eliminar. “Do encontro que tivemos com os clubes da Cidade de Maputo, decidimos fazer o campeonato em duas voltas e no sistema cruzado. E é preciso fazer isso, porque temos que entregar os nossos representantes para a Liga Moçambicana de Basquetebol até finais de Setembro”, clarificou a fonte.

Com a saída do principal patrocinador, há que assegurar valores para o pagamento de subsídios aos árbitros, um cenário que, no passado, chegou mesmo a atingir níveis de alarme com a paralisação de provas.

“Já falamos com os nossos filiados que temos para que comparticipem na prova. Pedimos a todos os clubes intervenientes que comparticipem com um valor para salvaguardar o pagamento dos árbitros”, notou.

O campeonato da cidade de Maputo dimensionou os clubes, deu mais jogos aos atletas e, a final de 2019 em masculinos entre a A Politécnica e Maxaquene, atingiu níveis de assistência que não se via há muito tempo numa prova da capital. Qual ovo de Colombo, o pavilhão do Maxaquene esteve composto. Fez-se historia.

Não se endiabra com o facto de ter ajudado, no passado domingo, o D’ Agosto a conquistar o segundo título esta temporada, depois do campeonato provincial. Como profissional que se preze (o seu percurso e “targets” na Espanha, na Liga Endesa, comprovam-no) quer cada vez mais.

A Taça de Angola é só o princípio. Ouro sobre azul seria açambarcar o troféu do Campeonato Nacional de Angola. “Infelizmente, o processo de comemoração é curto porque o trabalho ainda não acabou. Esta semana continuamos a disputa do título do campeonato nacional. Só depois darei por terminado o meu trabalho e experiência”, notou a poste que despontou em Nacala.

Seda tem garra. Tem foco. Capacidade de integração em qualquer grupo. “O convite do D’ Agosto apareceu de forma inesperada. Então, o processo da integração na equipa tinha que ser rápido como estratégia”. No D’Agosto, e depois de bem referenciada, a internacional basquetebolista moçambicana não queria decepcionar. Ela que deixou Walter Costa, treinador do D’ Agosto, maravilhado. “Como estrangeira, o que se espera sempre é que o nosso contributo seja positivo. Graças a Deus tem sido”.

Não se pode, nesta altura, deixar de olhar para um aspecto: Tamara entrou para o quadro das melhores de África fruto das grandes exibições nos “Afrobaskets” 2017, prova na qual foi “Rookie”, e 2019, quando confirmou os seus créditos. Na Liga Endesa, Espanha, já nem se fala. Experiência em Angola é muito boa. “Sinto-me feliz por cá estar e muito mais por ter cumprido um dos objectivos traçados que foi ganhar a Taça de Angola. O título fica marcado na história do clube e na minha carreira desportiva”

O Comité olímpico sul-africano confirmou, último domingo, que dois jogadores da selecção sul-africana foram infectados pelo novo Coronavírus.

Dois jogadores da selecção sul-africana de futebol, assim como um membro do “staff” da equipa instalada na Aldeia Olímpica, estão infectados pelo novo Coronavírus, confirmou hoje o Comité olímpico sul-africano.

“Três elementos da delegação da equipa sul-africana de futebol tiveram resultados positivos à COVID-19 e estão em isolamento. O resto da equipa passou dois testes negativos e vai ser seguida segundo as recomendações das autoridades médicas locais”, indicou o organismo em comunicado.

Os futebolistas infectados são Thabiso Monyane e Kamohelo Mahlatsi, enquanto o terceiro elemento é o analista de vídeo da selecção sul-africana.

A organização dos jogos olímpicos de Tóquio 2020 anunciou que foram detectados os dois primeiros casos da COVID-19 entre os atletas residentes na Aldeia Olímpica, sem, contudo, os identificar.

Desde a chegada das delegações, quatro atletas acusaram positivo nos testes de despistagem à COVID-19, de acordo com a organização, que vai fornecer relatórios diários sobre os testes realizados em atletas, pessoal e funcionários acreditados para os Jogos Olímpicos.

No sábado, os organizadores de Tóquio 2020 anunciaram o primeiro caso na Aldeia Olímpica, mas não se tratava de um atleta.

Recorde-se que Moçambique se fará representar, nesta competição planetária, por 10 atletas, nomeadamente Deyse Nhaquile, Denise Parruque e Maria Machava, na Vela; Joaquim Lobo, na Canoagem; Rady Gramane e Alcinda Panguana no Boxe, e Kevin Loforte, no Judo e Creve Machava, no atletismo.

Os jogos olímpicos de Tóquio 2020, adiados para este ano devido à pandemia da COVID-19, realizam-se de 23 de Julho a 08 de Agosto.

No início da segunda semana do estágio de pré-época em Lagos, Rúben Amorim riscou três jogadores do grupo, uma vez que também começa a receber os internacionais que só agora se juntam aos trabalhos depois de terem férias prolongadas por terem estado ao serviço das respectivas selecções.

Com efeito, Flávio Nazinho, Geny Catamo e Joelson Fernandes já não integraram o treino desta manhã, tendo regressado a Lisboa para integrarem a equipa B dos leões. O mesmo aconteceu com Bruno Paz, mas este, tal como A BOLA avançou, está a caminho do Portimonense, por empréstimo.

O grupo é assim cortado, uma vez que, depois de Palhinha, Nuno Mendes e Pedro Gonçalves terem chegado das férias. O extremo equatoriano já se encontra em Lagos, enquanto o defesa uruguaio é esperado a qualquer momento.

No que diz respeito ao treino, Antunes e Pedro Marques já integraram os trabalhos sem quaisquer limitações, enquanto o jovem guarda-redes André Paulo não marcou presença no relvado, estando entregue ao departamento médico juntamente com Pedro Porro.

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