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O País – A verdade como notícia

Conhecidas todas as selecções que vão disputar a última eliminatória de acesso à fase final do CHAN 2023, que terá lugar na Argélia. Pela zona austral, serão três embates que vão definir os três qualificados, que vão juntar-se às já qualificadas selecções da Argélia, anfitriã, Marrocos e Líbia, apurados pela zona Norte de África.

Os Palancas Negras defrontam, a 27 de Agosto, os Bafana Bafana da África do Sul, no Estádio Nacional 11 de Novembro, para a primeira mão da segunda e última eliminatória de qualificação ao Campeonato Africano das Nações (CHAN), dedicado aos jogadores que actuam em competições domésticas, mercê da vitória por 1-0, sobre as Ilhas Maurícias, este domingo, em desafio da segunda mão da preliminar de apuramento, disputado no Estádio Nacional 11 de Novembro, em Luanda.

Um golo de Megue, na primeira metade do jogo, confirmou a qualificação dos Palancas Negras, com agregado de 3-0, depois do triunfo fora de portas por 0-2.

Angola decide o apuramento para a fase final  da competição, no dia 3 de Setembro, na África do Sul, no desafio da segunda mão.

Para a mesma eliminatória, os Bafana Bafana da África do Sul afastaram os Celacanto das Ilhas Comores, apesar da igualdade sem golos no Estádio Volkswagen  Dobsonville, na cidade de Soweto, em jogo referente à segunda mão.

No primeiro desafio, disputado no dia 22 deste mês, os sul-africanos venceram as Comores, no Estádio do Complexo Desportivo Nacional da Côte d’Ôr, na cidade de Port Louis, por 1-0.

A Tanzânia também passou para a derradeira eliminatória de acesso à fase final do CHAN da Argélia. Depois de vencer a Somália na primeira mão por 1-0, dominou a segunda mão por 2-1.

A Tanzânia vai defrontar, na derradeira eliminatória, a similar do Botswana, que, na eliminatória diante de eSwatini, saiu sorridente, após empate fora de portas, a dois golos.

Na primeira mão, Botswana e eSwatini empataram sem abertura de contagem e, na segunda mão, em Manzini, houve empate a dois golos que garante passagem dos tswanas, pelo empate a golos fora de portas.

Assim, além do embate entre Angola vs África e Sul e Botswana vs Tanzânia, a região austral terá, ainda, o jogo entre Moçambique e Malawi, para apurar as três selecções que vão disputar a fase final do CHAN da Argélia, em Janeiro e Fevereiro de 2023.

 

NIGÉRIA E GANA DEFINEM APURAMENTO AO CHAN

Rivais eternos, Nigéria e Gana vão lutar por um lugar no Campeonato das Nações Africanas de 2023 (CHAN).

O Gana derrotou o Benim por 4-0, no agregado das duas mãos para marcar encontro com as Super Águias. As Estrelas Negras do Gana venceram a partida da primeira mão por 3-0, em Cape Coast, e venceram a segunda mão por 1-0, no Stade de l’Amittie, em Cotonou.

Gana vai receber o jogo da primeira mão entre os dias 26 a 28 de Agosto em Cape Coast, enquanto a segunda mão terá lugar na Nigéria entre os dias 1 e 3 de Setembro de 2022.

O vencedor do concurso entre Nigéria e Gana qualifica-se para o CHAN 2023.

Outra selecção apurada para a última eliminatória de qualificação ao CHAN é o Senegal. Apesar de ter perdido na segunda mão, diante da Libéria, no novo estádio Abdoulaye Wade, os terceiros classificados do Cosafa levavam uma vantagem confortável de 3-0 do embate da primeira mão e conseguiram, assim, passar à fase seguinte.

Os senegaleses defrontam a Guiné-Bissau na segunda e última jornada. Os Djurtus garantiram a qualificação após afastarem a Gâmbia na marcação das grandes penalidades, por 5-3.

As duas selecções terminaram empatadas no agregado a um golo, depois de a Guiné-Bissau ter vencido pelo mesmo resultado de 1-0 com que a Gâmbia tinha vencido na primeira mão.

Outras selecções qualificadas à fase seguinte são a Serra Leoa, que afastou Cabo Verde por 3-2 no agregado. Serra Leoa venceu na primeira mão por 2-0 em sua casa e este fim-de-semana perdeu fora de portas por 2-1, garantindo a última eliminatória de acesso ao CHAN 2023.

Etiópia e Djibuti também vão disputar acesso à fase final na última eliminatória. Os etíopes eliminaram o Sudão do Sul com uma goleada de 5-0 na segunda mão, em casa, depois do nulo sem abertura de contagem, na primeira mão.

Já o Djibuti afastou o Burundi nas grandes penalidades, por 4-2. Na primeira mão, o Burundi venceu em casa por 2-1, mesmo resultado alcançado pelo Djibuti na segunda mão, levando o jogo às grandes penalidades, tendo vencido por 4-2.

 

AGREGADOS DOS RESULTADOS DA PRELIMINAR DO CHAN 2023

Comores      0-1      África do Sul

Etiópia        5-0     Sudão do Sul

Malawi*      –         Zimbabwe

Seychelles     0-4     Madagáscar

Somália        1-3      Tanzânia

Botswana    2-2     eSwatini

Gâmbia        (3)1-1(5)       Guiné-Bissau

Burundi        (2)3-3(4)      Djibouti

Maurícias      0-3     Angola

Moçambique        1-0      Zâmbia

Gana 4-0     Benim

Libéria 2-4     Senegal

Serra Leoa   3-2     Cabo Verde

 

*Malawi qualificou-se sem jogar diante do Zimbabwe devido à sanção imposta pela FIFA ao Zimbabwe

A dupla Ainadino Martinho e Jorge Monjane disputam, esta noite, a final do Campeonato Africano de Vólei, que decorre em Marrocos. Para chegar à final, a dupla derrotou, nas meias-finais, os compatriotas José Mondlane e Osvaldo Mungoi. 

Numa final genuinamente moçambicana, Ainadino Martinho e Jorge Monjane foram sempre superiores em relação aos seus compatriotas, razão pela qual venceram os primeiros dois sets com parciais de 21-19 e 21-15, assegurando, dessa forma, a presença na final da prova.

Na final, os moçambicanos terão pela frente a dupla marroquina formada por Mohamed Abicha e Zouheir El Graoui. Os marroquinos garantiram a presença na final após derrotarem Jack e Chiswaniso, do Botswana, por 2-0. O jogo da final está marcado para hoje, às 19 horas locais e 20 de Maputo.

Em femininos, Vanessa Muianga e Ana Paula Sinaportar não tiveram argumentos para contrariarem a dupla anfitriã Imane Zeroual e Nora Darrhar, num desafio que, devido à qualidade das duas duplas, teve de ir a um terceiro set.

As moçambicanas tiveram um mau arranque no primeiro set, o que permitiu que as marroquinas vencessem por 21-17, tendo, no segundo set, Vanessa Muianga e Ana Paula Sinaportar aparecido melhor, vencendo por 21-12.

Ora, no desempate, a dupla moçambicana não esteve melhor, daí que as marroquinas alcançaram a vitória, por 15-06, no parcial. A dupla moçambicana vai lutar pelo bronze contra as nigerianas Esther Mba e Rafiat Mustapha.

O presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Ananias Couana, mostrou-se encantado com o Centro de Estágio do Clube Ferroviário de Maputo (CFvM), no decurso da visita que a direcção da agremiação que gere o Moçambola efectuou, semana passada, ao Vale de Infulene.

Acompanhado pelo vice-presidente da LMF, Augusto Pombuana, Couana começou por apreciar o trabalho de melhorias de alguns sectores do Estádio da Machava, tais como o túnel de acesso e outros compartimentos deste recinto desportivo. As obras de melhoria surgiram no quadro do trabalho de reabilitação de infra-estruturas que a actual direcção do Ferroviário de Maputo projectou, assim como pelas recomendações da Comissão de Licenciamento de Clubes da Federação Moçambicana de Futebol.

Couana constatou, no terreno, um centro de estágio moderno e com condições criadas para receber qualquer clube do Moçambola e qualquer outra competição.

Mais, o presidente da Liga Moçambicana de Futebol enalteceu o trabalho ali desenvolvido e que constitui uma aposta acertada para a projecção do clube, em particular, e do desporto moçambicano, no geral. Até porque o centro de estágio pode acolher equipas de qualquer modalidade, mesmo em competições internacionais.

“Começámos por visitar o clube e, agora, o espaço desportivo. Era uma visita de cortesia e saber qual é a vida do Clube Ferroviário de Maputo. Ficámos extremamente surpreendidos pela positiva pelo trabalho que está a ser feito nas suas instalações, desde as da Baixa da Cidade e Infulene na perspectiva de rentabilização daqueles espaços. Ficámos satisfeitos por saber que a reabilitação não só inclui a prática do desporto nas suas várias modalidades, mas a ocupação de espaços para a rentabilização, porque o clube precisa, de facto, de ter dinheiro para pagar por algumas das suas despesas que não são poucas, olhando para aquilo que é a dimensão e as modalidades que o CFvM está a movimentar neste momento”, frisou Ananias Couana, citado pela página do clube.

Adiante, Ananias Couana destacou a nova cara e imagem que o Estádio da Machava ganhou com as obras de melhoria recentemente efectuadas no palco da celebração da Independência Nacional.

“Visitámos o Estádio da Machava e vimos aquilo que é possível se fazer – há outras reabilitações que estão na perspectiva de investimento – porque requer muito investimento, portanto, a questão do próprio recinto e a questão da iluminação. Também ficámos deveras surpreendidos pela positiva pelo Centro de Estágio do Ferroviário de Maputo. É muito positivo termos clubes assim. Está a cumprir os padrões internacionais dum clube de futebol e tudo aquilo que tem em termos de acomodação; é o recomendável para a vida de um atleta. Aquilo que poderemos dizer é que os outros clubes que estão no Moçambola, se calhar poderiam usufruir destas instalações porque penso que o Clube Ferroviário de Maputo está aberto neste sentido, mediante as condições que a própria direcção do clube impõe. Isto para evitar que o Centro de Estágio do Ferroviário de Maputo seja um elefante branco”, observou.

A terminar, desafiou o corpo directivo do Ferroviário de Maputo a dar continuidade ao trabalho que visa, acima de tudo, dotar o clube de instalações com excelentes condições para a prática do desporto.

“Estamos satisfeitos, estão num bom caminho e damos forças para que continuem a lutar para atingirem os níveis internacionais naquilo que é o Estádio de futebol e um clube da dimensão”, desafiou.

O seleccionador nacional de futebol, Chiquinho Conde, era naturalmente um homem feliz no final do embate diante da Zâmbia. Conde agradeceu a todo grupo de trabalho pelo empenho, deixando claro que o sucesso é resultado de um espírito de grupo com coesão. “Primeiro, quero dar os parabéns à minha equipa, estrutura e todos aqueles que têm vindo a trabalhar comigo desde que abracei esta missão.”

Conde reconhece que o adversário nesta eliminatória para o CAN Interno era um adversário complicado, até porque o seu historial e, acima de tudo, vantagem nos confrontos directos dão claras indicações do nível dos “Chipolopolo”.

Mas, segundo o técnico, sempre acreditou que era possível ultrapassar os zambianos com trabalho e humildade.

“Sabíamos que era uma missão espinhosa. Quando surgiu a Zâmbia como adversária, nesta eliminatória do CHAN, muita gente não acreditou”, recordou Chiquinho Conde.

O seleccionador nacional de futebol diz que a interrupção do Moçambola era necessária, porquanto havia que se fazer um trabalho mais aturado para alcançar o sucesso.

“Nós tivemos a ousadia de levar a seleção para o Torneio COSAFA. Pedimos à Liga Moçambicana de Futebol e à Federação Moçambicana de Futebol, e agradeço por isso, para que se parasse o campeonato. Muitos tentaram crucificar-me, e eu percebo, porque o campeonato seria interrompido por muito tempo. Mas porque a causa nacional estava acima de todas as outras questões e, para mim em particular, há valores muito altos na minha vida. E o valor mais alto, em termos desportivos, chama-se selecção nacional. E, como tal, está sempre acima de todos interesses, inclusive dos clubes”, disse Conde, para depois agradecer aos seus colegas de profissão que orientam as formações do Moçambola.

“Aproveito para agradecer a colaboração de todos os treinadores do Moçambola, porque só trabalho, neste caso, com jogadores do campeonato nacional. Recebi os jogadores em condições que recebi e pudemos trabalhar arduamente dentro deste tempo, fazendo três jogos em cinco dias na Taça Castle. Não conseguimos os nossos intentos, nem conseguimos chegar à final, mas o nosso foco nunca foi mudado, era em função da nossa preparação para esta qualificação.”

Aos atletas, principais artistas, vai uma palavra de apreço pelo desempenho e profissionalismo: “Os jogadores foram briosos, incansáveis; souberam ouvir muitas vezes meus palavrões. Mas, com humildade e muito empenho, conseguimos este feito que muitos nem sequer acreditavam, mas a caminhada faz-se caminhando. É mais um percurso só na nossa etapa, porque esta geração de jovens, ao acreditar no seu potencial, pode dar um salto. Ao acreditar que conseguem juntos, até porque a selecção não é de Chiquinho Conde, mas de todos”, destacou.

A Confederação Africana de Futebol alterou as datas da realização dos jogos da fase de apuramento para o Campeonato Africano das Nações, Costa do Marfim, em 2023.

Esta alteração das datas deriva do adiamento da disputa da fase final do CAN da Costa do Marfim, de Junho e Julho de 2023 para Janeiro e Fevereiro de 2024.

Assim, a dupla jornada que estava reservada para ser disputada entre os dias 19 a 27 do próximo mês de Setembro, em que os Mambas iriam defrontar o Senegal, ficou adiada para Março de 2023. Ou seja, o encontro entre os Mambas e Sadio Mané e companhia fica adiado por cerca de seis meses, ficando a data inicial para jogos amigáveis e de preparação das selecções africanas que vão disputar o Mundial do Qatar, em Novembro de Dezembro deste ano.

Na nova calendarização da CAF, os Mambas cruzam caminho da campeã africana de futebol na data-FIFA entre os dias 20 e 28 de Março de 2023, para a terceira e quarta jornadas da fase de grupos, em Dakar e Maputo, respectivamente.

A quinta e sexta jornadas também foram separadas. Os Mambas deslocam-se a Kigali entre os dias 12 e 20 de Junho de 2023, para o embate da quinta jornada, fechando a fase de qualificação na data-FIFA dos dias 4 a 12 de Setembro de 2023, em Maputo, quando receber o Benim, para a última jornada do grupo L.

Recorde-se que, para este ano, não haverá a data-FIFA de Novembro, como tem acontecido nos outros anos, devido à realização do Campeonato do Mundo, do Qatar, que começa a 21 de Novembro a 18 de Dezembro.

Entretanto, os Mambas disputam a última eliminatória de acesso ao CHAN, Argélia 2023, diante do Malawi, entre os dias 26 e 28 deste mês de Agosto, em Lilongwe, recebendo os Flames entre 02 e 03 de Setembro, em Maputo.

O CHAN 2023 terá lugar na Argélia em Janeiro e Fevereiro de 2023.

Dominguez vai continuar ligado ao Royal AM, depois da direcção do clube sul-africano ter accionado a cláusula de opção de renovação de contrato por mais uma época.

Mesmo em fase decrescente na carreira, Dominguez continua a cair nas graças dos sul-africanos. E, o reflexo disso é a confiança deposita pelo Royal AM no seu valor, mau grado tenha sido muito utilizado na temporada passada.

O capitão dos “Mambas”, agora com 38 anos, vai assim continuar ligado ao futebol sul-africano, onde chegou em 2007 pela porta do SuperSport United.

No Supersport, Dominguez foi bicampeão para além de ter sido eleito o melhor jogador a actuar no país vizinho.

Na terra do rand, Dominguez jogou ainda pelo Mamelodi Sundowns, onde se sagrou campeão na época 2013- 2014, e foi distinguido como melhor jogador do clube.

No Bidvest Wits, foi campeão na temporada  2016/17 sob orientação de Gavin Hunt e, depois, evoluiu no Polokwane City.

Os Mambas garantem a qualificação à última fase de apuramento ao CHAN 2023, após vencer a Zâmbia, em Lusaka, por uma bola sem resposta. Lau King foi o autor do único golo, aos 81 minutos, que coloca o combinado nacional no caminho do Malawi, na derradeira eliminatória.

A selecção nacional teve que saber sofrer, e as alterações efectuadas por Chiquinho Conde ajudaram no alcance dos objectivos dos Mambas, depois de uma pressão feita pelos Chipolopolo durante quase toda a partida.

Lau King, que entrou na segunda parte para o lugar de Isac, acabou por ser o herói dos moçambicanos, a fazer o golo da vitória, a segunda diante da Zâmbia em território adversário, depois de desviar uma primeira tentativa de Telinho.

A próxima eliminatória, diante do Malawi, será em Outubro próximo.

As duplas moçambicanas, que disputam o Africano de Vólei de Praia, qualificaram-se para os oitavos-de-final e quartos-de-final em masculinos e femininos, respectivamente. O Africano de Vólei de Praia de praia é qualificativo ao Mundial 2023.

As duplas moçambicanas fazem história no campeonato Africano de Vólei de Praia, em Agadir, no Marrocos. As femininas Vanessa e Ana Paula e também Ângela e Natália qualificaram-se para os quartos-de-final da competição após vencerem os dois jogos até aqui realizados.

Vanessa e Ana Paula venceram as duplas da Zâmbia e do Congo por dois sets a zero, respectivamente, enquanto Ângela e Natalia derrotaram as sudanesas e nigerianas, também pelo mesmo resultado.

As adversárias destas duplas serão conhecidas ao princípio da manhã deste sábado.

Em masculinos, as duas duplas moçambicanas qualificaram-se aos oitavos-de-final.

Ainadino e Jorge redimiram-se da derrota na estreia, frente aos gambianos, por 2-1, e venceram a dupla da Nigéria por dois sets a zero.

Já José e Osvaldo não tiveram surpresas nesta sua primeira aparição em provas continentais, vencendo as duplas do Congo e Seychelles, também pelo mesmo resultado de dois sets a zero.

Em femininos, falta disputar ainda a terceira jornada, este sábado, enquanto, em masculinos, disputam-se os oitavos-de-final, ainda esta noite.

O Africano de Vólei de Praia qualifica as primeiras quatro duplas, em ambos os sexos, ao Mundial do México, em 2023.

Moçambique alcançou as suas primeiras vitórias no Campeonato Africano de Vólei de Praia, prova que decorre em Agadir, no Marrocos. Na primeira jornada da fase regular, as duplas femininas somaram as primeiras vitórias, com destaque para a dupla composta por Ângela Tembe e Natália Intego, na sua estreia nesta competição.

Mas a primeira dupla a entrar em cena foi Vanessa Muianga e Ana Paula Sinaportar, que não teve grandes dificuldades para levar de vencida a dupla da Zâmbia, composta por Grace Daka e Grace Manyela, por dois sets a zero, com parciais de 21-12 e 21-05.

A dupla moçambicana provou em campo a sua hegemonia nesta modalidade e assumiram a intenção de se candidatarem às medalhas nesta competição.

Logo a seguir, foi a dupla Ângela/Natália, que defrontou as sudanesas Ebtisam Rakhis e Abdulbary. Estas também não tremeram e fizeram uma estreia positiva ao vencerem pelo mesmo resultado das compatriotas, 2-0, diferenciando em alguns parciais.

Ângela e Natália venceram o 1º set por 21-05, vencendo o segundo por 21-14, colocando-se na frente do seu grupo.

Em masculinos, a dupla, composta por Ainadino Martinbo e Jorge Monjane, teve um arranque para esquecer, ao somar uma derrota diante da dupla da Gâmbia.

Ainadino e Jorge perderam para Jarju e Koita por 2-1, em termos de sets, com os parciais de 21-15, 15-21, e 15-10, comprometendo as aspirações de qualificação.

Aliás, a dupla moçambicana está inserida no chamado grupo de morte, em que perfilam os candidatos à conquista de medalhas.

Em masculinos, a prova será disputada até ao limite, uma vez que todas as duplas estão empenhadas em conseguir um dos quatro lugares que dão acesso aos Mundiais do México, em 2023.

 

DESISTÊNCIA DE ÚLTIMA HORA ALTERA COMPOSIÇÃO DOS GRUPOS EM FEMININOS

Algumas desistências de selecções que deviam disputar o Campeonato Africano das Nações de Vólei de Praia em femininos ditaram a alteração da composição dos grupos inicialmente pré-definidos.

A dupla moçambicana composta por Vanessa e Ana Paula, devia, inicialmente, defrontar as duplas de Burundi, Congo e Sudão, mas, na alteração de última hora, continua no mesmo grupo B, mas já com as duplas da Zâmbia (Daka e Manyele), já derrotadas, do Burundi (Chanelle Irankunda e Pamella Irakoze) e do Congo (Bénédict Biyela e Mpeti Lê-lo).

Ou seja, as duplas iniciais do Burundi (Kamwemwe e Kaze) e do Sudão (Ebtisam e Abdullbary), que deviam defrontar Vanessa e Ana Paula, no grupo B, passaram para o grupo C, devendo cruzar caminhos da outra dupla moçambicana, composta por Ângela Tembe e Natália Intego.

Esta dupla moçambicana defronta, também, a dupla nigeriana composta por Esther Mbah e Rafiat Mustapha, saindo deste grupo as duplas das Maurícias (Rigobert e Bonne), da Nigéria (Albertina e Wushilang) e da Serra Leoa (Fatmata e Fofana).

No que diz respeito aos masculinos, tudo continua como foi desenhado no início.

 

TAÇA DAS NAÇÕES DE VOLEIBOL DE PRAIA

VÓLEI DE PRAIA FEMININO

Vanessa/Ana Paula 2-0 Daka/Manyele

Parciais de 21-12 e 21-05

Angela/Natália 2-0 Ebtisam/Abdulbary

Parciais de 21-05 e 21-14

 

VÓLEI DE PRAIA MASCULINO

Ainadino/Jorge 1 – Jarju/Koita 2

Parciais: 21-15, 15-21 e 15-10

Mondlane/Mungoi –  Guelord/Moise

Parciais de

 

COMPOSIÇÃO DOS GRUPOS

FEMININOS: GRUPO “B”

Moçambique: Vanessa Muianga X Ana Paula Sinaportar

Zâmbia: Grace Daka e Grace Manyele

Burundi: Chanelle Irankunda e Pamella Irakoze

Congo: Bénédict Biyela e Mpeti Lê-lo

 

FEMININOS: GRUPO “C”

Moçambique: Ângela Tembe e Natália Intego

Sudão: Ebtisam Rakhis e Abdulbary

Nigéria: Esther Mbah e Rafiat Mustapha

Burundi: Gynette Kamwemwe e Delly-Drice Kaze

 

MASCULINOS: GRUPO “B”

Moçambique: Ainadino Martinho e Jorge Monjane

Gâmbia: Amadou Jarju e Jahara Koita

Nigéria: Obayemi Ogunshima e Simon

 

MASCULINOS: GRUPO “C”

Moçambique: José Mondlane e Osvaldo Mungoi

Congo: Guelord e Moisés

Seychelles: Vel e Lozaique

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