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O País – A verdade como notícia

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

A selecção sénior masculina de basquetebol já conhece a ordem dos seus jogos na segunda edição do AfroCan-2023. Camarões é o primeiro adversário no segundo dia de competições, tendo em conta que estará de fora na primeira jornada, devido ao número ímpar de equipas no grupo.

Camarões vai ser o primeiro adversário de Moçambique na fase final do AfroCan, prova destinada aos jogadores que actuam internamente e que terá lugar na capital de Angola, Luanda, de 8 a 16 de Julho próximo.

Esse jogo entre Moçambique e Camarões está marcado para 9 de Julho, um dia depois do arranque da prova, o que quer dizer que o combinado nacional não vai disputar a primeira jornada, entrando logo na segunda jornada.

A selecção nacional volta a jogar para a segunda jornada da fase de grupos no dia seguinte, 10 de Julho, defrontando a sua congénere da República Democrática de Congo, encerrando a participação no fase regular.

Com quatro grupos formados, Moçambique está integrado no grupo D. Qualifica-se para os quartos-de-final o primeiro classificado de cada grupo, sendo que o segundo e o terceiro vão disputar entre si o apuramento na segunda fase.

O segundo do grupo A jogará com o terceiro do B. O mesmo acontecerá nos grupos C e D.

Com este modelo, Moçambique tem garantidos, na competição, três jogos no mínimo, que serão importantes para atacar a qualificação para o Afrobasket.

O seleccionador nacional de basquetebol masculino, Milagre Macome, esteve a trabalhar com 15 jogadores para esta competição, nomeadamente Pio Matos, Baggio Chimonzo, Azenio Cossa, Tomás Maquile, Celio Chirombe, Hugo Martins, Ermelindo Novela, Uwami Chongo, Elves Houana, Turdevales Nhantumbo, Jerry Manjate, Malik Camal, Klaus Bhunguele,  Danilo Cne e Egídio Zandamela, sendo que dois destes ficarão por terra, não seguindo viagem para Luanda.

Ou seja, para a competição, cuja viagem está agendada para esta quinta-feira, Milagre Macome vai levar 13 jogadores. A delegação moçambicana deverá ser composta por 20 elementos, entre jogadores, equipa técnica e staff, bem como dirigentes federativos.

O AfroCan-2023 terá lugar em Luanda, Angola, de 8 a 16 de Julho corrente, contando com 12 selecções divididas em quatro grupos cada. O grupo A é composto por Quénia, Gabão e Costa do Marfim; o B terá Angola, Nigéria e Mali, enquanto o D integra Marrocos, Tunísia e Ruanda. O último grupo, o D, tem Moçambique, República Democrática do Congo e Camarões.

 

ANGOLA DEFRONTA NIGÉRIA NA PRIMEIRA FASE DO AFROCAN

Angola vai defrontar a similar da Nigéria na fase preliminar da segunda edição do AfroCAN, após a disputa da última eliminatória, que apurou as últimas duas selecções para a competição que arranca sábado, no Pavilhão Arena do Kilamba, em Luanda.

Com o apuramento das últimas duas selecções, nomeadamente Nigéria e Costa do Marfim, o quadro de selecções que vão disputar a edição número dois do AfroCAN, prova reservada aos atletas que actuam nos campeonatos domésticos, fica completo. Nigéria integra o Grupo B, junto a Angola e Mali, ao passo que a Costa do Marfim foi colocada no Grupo A, ao lado do Quénia e Gabão.

Os nigerianos que falharam o apuramento para a fase final da décima nona edição da Copa do Mundo da “bola ao cesto” estarão no máximo das suas forças, ao contrário da selecção angolana que se viu privada das suas melhores unidades, por força dos regulamentos da FIBA-Africa.

Os regulamentos da entidade que rege a modalidade no continente africano dizem que os atletas que actuam nos respectivos campeonatos domésticos e que foram chamados para o Mundial da Ásia não podem fazer parte da competição.

Em face disso, Angola está desprovida dos seus melhores executantes, com realce para Childe Dundão, Gerson Gonçalves “Lukeny”, Gerson Domingos e Aboubakar Gakou.

Entretanto, a selecção sénior masculina de basquetebol de Angola regressou esta terça-feira a Luanda, depois de cumprir um estágio pré-competitivo de aproximadamente três semanas e meia, visando a disputa da segunda edição do AfroCAN.

Os angolanos têm estado a treinar no Pavilhão Principal da Cidadela Desportiva, sendo que vão fazer o reconhecimento do piso do Pavilhão Arena do Kilamba, nas próximas horas, segundo apurou o Jornal de Angola junto de uma fonte próxima do Comité Organizador.

O seleccionador angolano, Aníbal Moreira, trabalha nesta altura com quinze atletas, dos vinte inicialmente convocados, para posteriormente escolher os doze que vão representar a bandeira daquele país no evento.

Para já, uma comitiva da FIBA-Africa desembarcou ontem no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, no âmbito da realização da segunda edição do AfroCAN, prova a decorrer de 8 a 16 do mês em curso, no Pavilhão Arena do Kilamba, em Luanda, e vai reforçar o Comité Organizador da prova, segundo revelou o antigo secretário-geral da Federação Angolana de Basquetebol (FAB).

A selecção nacional de futebol, os Mambas, já se encontra em Durban, África do Sul, local que acolhe o torneio regional da Cosafa desde esta quarta-feira. A delegação moçambicana, que seguiu viagem esta quarta-feira, tem no horizonte a conquista da prova que já foi finalista vencido por três ocasiões

Deixaram o país na manhã desta quarta-feira, seguindo viagem a Durban, África do Sul, via Ponta d’Ouro, com o único objectivo de disputar o torneio regional de futebol, a Taça Cosafa.

Os 23 jogadores convocados pela equipa técnica carregam uma ambição para esta competição, que passa por vencer os três jogos da fase de grupos, a Angola, Lesotho e Maurícias, vencer as meias-finais e a final, trazer a taça para os moçambicanos e, quiçá, fazer história.

O único ausente e grande baixa nesta “Operação Cosafa” é, sem dúvidas, o seleccionador nacional de futebol, Chiquinho Conde, que, com autorização da direcção da Federação Moçambicana de Futebol, se desloca à Europa para assistir ao casamento da sua filha.

Uma baixa que não tira sono nem ambição aos jogadores moçambicanos nesta prova, até porque tiveram dois dias de trabalho intenso com o seleccionador nacional, Chiquinho Conde.

Vale lembrar que o próprio seleccionador nacional disse que deu toda autonomia ao seleccionador-adjunto, Victor Matine, que será o timoneiro desta campanha, para que faça as suas escolhas, mas tendo em conta o objectivo de dignificar o país.

 

DOIS DIAS DE TREINOS INTENSOS

Antes da partida para Durban, a selecção nacional de futebol teve dois dias de trabalhos intensos com Chiquinho Conde, que deixou ficar a sua marca em termos técnico-tácticos daquilo que pretende que seja a forma de actuar dos Mambas, aproveitando o facto de quase todos os jogadores, à excepção de dois, conhecerem a sua filosofia de jogo.

Nos trabalhos em solo pátrio, foram trabalhados os aspectos de ligação entre os três sectores, defesa, meio campo e ataque, passe em profundidade, contra-ataques e situações de pressão, quer seja com bola e sem a bola, mas principalmente quando a equipa perde a bola.

Nas sessões realizadas no Estádio Nacional do Zimpeto, a equipa técnica nacional não contou com os jogadores da Black Bulls, porque só se juntaram no final do dia de terça-feira, depois da sessão matinal dos trabalhos dos Mambas.

Chiquinho Conde deixou claro que, para o primeiro jogo, seria difícil contar os seis jogadores dos “touros”, uma vez que ainda não estarão por dentro do conjunto, e a única sessão que teriam antes do jogo com Angola seria o de descontração, esta quinta-feira, depois da longa viagem feita.

Assim, Conde diz contar com todos eles para os restantes embates da fase de grupos, e que a sua prestação deve ajudar os Mambas a alcançarem os seus objectivos.

Moçambique faz a sua estreia esta sexta-feira diante de Angola, quando forem 15h00.

 

PALANCAS NEGRAS ACERTAM DETALHES PARA ESTREIA COM OS MAMBAS

A selecção angolana de sub-23 está na fase derradeira da preparação, visando o jogo de estreia do Grupo C, frente à congénere de Moçambique, na próxima sexta-feira, às 15h00, no Estádio King Zwelithini, em Durban.

Sem nenhuma contrariedade no plantel, Zeca Amaral orientou mais uma sessão no Centro de Estágio de Virginia United Football Club, em Durban, local onde a equipa se encontra desde a passada quinta-feira, para a melhoria dos aspectos técnicos e tácticos.

Apesar de não disputar nenhum jogo amigável, intenção manifestada pelo seleccionador nacional, o Jornal dos Desportos apurou que a disposição do grupo é boa e os atletas estão motivados para uma boa campanha.

Com uma equipa formada por jogadores com menos de 23 anos e que militam apenas na competição doméstica, os olímpicos estão apostados em conquistar o quarto título.

A entrega e a determinação demonstradas pelos atletas nas últimas sessões deixaram claro que o combinado nacional quer mudar o curso das últimas participações no torneio regional.

Zeca Amaral tem à disposição os guarda-redes Nsesani, Beny e Vicente; os defesas Hossi, Moisés, Mindinho, Tiago, Rúben, Yobo,  Kapique e Mabele; os médios Enoque, Muila, Lizandro, Walter, Lopes e Sandro e os avançados Caneta, Jefer Gonjo, Ben Arfa, Apado, Manu e César Cangué.

A falta do desafio de controlo, a pedido do seleccionador Zeca Amaral, que serviria para aferir os níveis competitivos da selecção, tendo em atenção uma prestação melhor em relação às edições anteriores, não abalou o grupo.

O internacional moçambicano, Zainadine Jr., está nas contas do Marítimo, equipa que na presente temporada vai militar na segunda divisão. Os “insulares” arrancaram com os trabalhos de preparação esta segunda-feira.

Contrariamente à notícia avançada pela imprensa portuguesa sobre a sua saída do Marítimo, Zainadine Jr. consta da lista dos jogadores que vão vestir a camisola dos “insulares” na segunda liga portuguesa.

A sua iminente saída tinha a ver com o facto de o internacional moçambicano ser um dos maiores encargos financeiros para o clube, que neste momento atravessa uma crise sem precedentes. Ora, Zainadine Jr., está de pedra e cal no Marítimo. Ainda assim, “Zaina” foi um dos grandes ausentes nos habituais exames médicos antes do arranque dos trabalhos de preparação da época.

A nota avança ainda que Edgar Costa, Zainadine Jr., André Vidigal, Matheus Costa, Val Soares, Marcelo Carné, Bruno Xadas, Joel Tagueu, Igor Julião e René Santos foram devidamente autorizados a apresentar-se mais tarde.

O plantel dividiu-se em grupos entre o estádio do Marítimo, a Universidade da Madeira e o Hospital Particular da Madeira. De resto, apenas quatro jogadores dos 17 que estiveram presentes no arranque dos trabalhos pertenciam à equipa principal no ano anterior: Moisés Mosquera, Vítor Costa, Fábio China e Diogo Mendes.

A este grupo juntaram-se dois dos três reforços já anunciados: Platiny (ex-Moreirense) e Lucas Silva (ex-Mafra).

Em sentido contrário, Pablo Moreno não se apresentou nem constava da lista de ausências autorizadas pelo clube madeirense. Questionado sobre a ausência do avançado, o emblema maritimista adiantou à Lusa que o atleta “está no mercado e não entra nas contas do treinador”.

O primeiro treino no relvado às ordens de Tulipa está marcado para esta quarta-feira, no Complexo Desportivo da Madeira, na Ribeira Brava.

 

PLANTEL PROVISÓRIO DO MARÍTIMO PARA 2023/24:

Guarda-redes: Makaridze, Marcelo Carné e Pedro Teixeira.

Defesas: Zainadine Jr., Moisés Mosquera, Matheus Costa, René Santos, Vítor Costa, Paulinho, Fábio China, Igor Julião, Dylan Collard, Noah Madsen

Médios: João Afonso, Bruno Xadas, Val Soares, Diogo Mendes, Edgar Costa, Fernando Gomes, Rodrigo Andrade, Marcos Silva, Bernardo Gomes

Avançados: Joel Tagueu, Pablo Moreno, André Vidigal, Lucas Silva, Higor Platiny, Francisco Gomes, Kanu, Rúben Marques e Carlos Parente.

Treinador: Tulipa.

Superar a prestação do ano passado, em que os Mambas foram eliminados nas meias-finais, é o objectivo de Chiquinho Conde na 22ª edição da Taça COSAFA. Além disso, o seleccionador nacional diz que a competição vai servir para observar alguns jogadores jovens.

Participante assíduo da Taça COSAFA e, por isso mesmo, já com um lugar cativo na plêiade das selecções da região austral de África, Moçambique vai procurar superar-se na 22ª edição desta competição, que este ano vai ser disputado na cidade sul-africana de Durban. À procura de um lugar ao sol, os Mambas arrancaram, esta segunda-feira, com os trabalhos de preparação, quando faltam três dias para o início da prova.

A primeira sessão de treino, que foi orientada pelo seleccionador nacional, Chiquinho Conde, no Estádio Nacional do Zimpeto, esteve essencialmente virada à recuperação dos jogadores, muitos dos quais que estiveram envolvidos na 11ª jornada do Moçambola ao serviço das respectivas equipas.

Nessa sessão, o seleccionador nacional não pôde contar com os jogadores da Associação Black Bulls, que justamente na segunda-feira tinham uma partida diante do Ferroviário de Lichinga, em que perderam por 0-1. Os referidos atletas poderão começar a trabalhar com o grupo esta quarta-feira, um dia antes de o combinado nacional partir para Durban.

Com o tempo quase apertado, a equipa técnica dos Mambas definiu uma agenda de preparação que pressupõe sessões de treino bidiárias, para imprimir mais intensidade nos jogadores.

Até porque o combinado nacional está ciente de que poderá enfrentar muitas dificuldades ao longo da prova, tendo em conta a qualidade dos seus adversários, mormente a Angola, país com o qual, futebolisticamente falando, tem uma enorme rivalidade.

E é justamente diante de Angola que os Mambas vão começar, esta sexta-feira, a longa caminhada da Taça COSAFA. As duas selecções estão inseridas no grupo C da prova, juntamente com as Ilhas Maurícias e Lesotho.

Na segunda jornada, no dia 10, o combinado nacional vai medir forças com Lesotho, fechando a fase de grupos defrontando as Ilhas Maurícias, no dia 12. Essencialmente, para passar para outra fase, os Mambas terão de se aplicar a fundo para terminarem a fase de grupos bem posicionados na tabela.

SUPERAR A PRESTAÇÃO DO ANO PASSADO

Na edição passada da Taça COSAFA, os Mambas foram até às meias-finais, tendo sido eliminados pelo Senegal, por 2-4, na lotaria das grandes penalidades, depois de se ter registado um empate a uma bola no tempo regulamentar.

Os senegaleses participaram, recorde-se, na qualidade de convidados na prova. E porque águas passadas não movem moinhos, Chiquinho Conde diz que há, na presente edição, necessidade de fazer diferente, ou seja, não se pode repetir a história, mas sim escrever uma nova.

“Temos responsabilidade nesta competição, porque no ano passado nós fizemos uma prestação muito boa, em que fomos eliminados nas meias-finais. Queremos, nesta edição, fazer de tudo para superarmos o que fizemos no ano passado”.

Para esta empreitada, Chiquinho Conde conta com um naipe de jogadores que muito bem conhece, na medida em que o núcleo duro fez parte da equipa que esteve no CHAN, prova na qual cometeu a façanha de se qualificar pela primeira vez para os quartos-de-final.

“Para superarmos o que já fizemos passa, fundamentalmente, por trabalharmos muito bem, resgatando aquelas que são as nossas ideias, visto que estamos há muito tempo sem esse conjunto. Temos de estar preparados para esta competição”.

Mais do que superar a prestação passada, o seleccionador nacional espera explorar outros ângulos na presente edição da Taça COSAFA.

“Temos a possibilidade observar e introduzir no grupo de trabalho alguns jogadores jovens que têm um historial na selecção nacional e que, acima de tudo, se tenham destacado nas selecções inferiores, Sub-20 e Sub-23”, explica Chiquinho Conde, ajuntando que “não vieram em grande número. Temos o Fazito, que está há bastante tempo a trabalhar connosco. Temos o Ezequiel, que é um miúdo muito promissor, e temos o Gianlunca, o qual se destacou nos Sub-23. Gostaria de ter trazido mais alguns jogadores, mas nesta fase inicial contamos apenas com esses três”.

Sobre o facto de os Mambas serem orientados pelo seleccionador nacional adjunto Victor Matine, Chiquinho Conde explica que é um procedimento normal. Não só o seleccionador nacional tem o desiderato de superar a prestação que os Mambas tiveram na 21ª edição da COSAFA, mas os jogadores também.

“Temos um grupo muito forte e alegre. Desta vez, temos de voltar para Moçambique com a taça e darmos alegria ao nosso povo. Essa é uma das coisas que, neste momento, nos preocupa bastante”, diz Telinho.

Debutante na selecção principal, Ezequiel está, por essas alturas, a “tocar o céu”.

“Sinto-me feliz por fazer parte deste maravilhoso grupo. Espero, por isso, poder dar o meu contributo para ajudar a selecção a alcançar resultados satisfatórios”, congratula-se Ezequiel, que, de resto, faz parte da selecção Sub-20 que sob comando técnico de Dário Monteiro conquistou a Taça COSAFA da categoria.

“Gostaria de chegar à minha segunda final nesta competição. Apelo ao povo moçambicano para que confiem em nós. Prometemos dar o nosso máximo, de modo a trazer alegria a este povo que muito bem merece”, apela o jovem jogador Ezequiel.

O seleccionador nacional da equipa sénior masculina de basquetebol, Milagre Macome, diz que, apesar do início tardio dos trabalhos de preparação para o AFROCAN, a selecção sénior masculina de basquetebol vai encarar a competição com muita responsabilidade. Diz ainda que este não é o momento para justificar qualquer coisa e que não adianta chorar pelo leite derramado.

A quatro dias do arranque do AFROCAN, competição reservada a jogadores que actuam nos campeonatos domésticos e que vai decorrer de 7 a 27 de Julho, em Angola, a selecção sénior masculina de basquetebol corre contra o relógio, tendo em vista recuperar o tempo perdido.

É que o combinado nacional teve um arranque tardio da preparação para esta importante prova ao nível do continente africano, o que, de certo modo, baralhou o plano de trabalho da equipa técnica encabeçada pelo experiente treinador Milagre Macome.

Milagre Macome afasta quaisquer subterfúgios, embora reconheça que esse atraso não foi benéfico para o combinado nacional, que pretende ter uma prestação assinalável nesta prova.

“Não adianta chorar pelo leite derramado. Nós, como treinadores, temos de encontrar soluções para colmatar o arranque tardio dos trabalhos de preparação”, diz Milagre Macome, que garante que a equipa está a corresponder e que, apesar dos constrangimentos, a preparação está a decorrer convenientemente.

“Falta uma e outra coisa, mas acreditamos que são coisas que poderemos limar no decorrer dos trabalhos, até porque há muita vontade da parte dos jogadores, tanto nossa”, explica o seleccionador nacional.

Com todo o esquadrão à sua disposição, com a excepção de dois atletas do Ferroviário da Beira, no caso Ayad Munguambe e Ismael Noormamad, atletas que não poderão dar o seu concurso à selecção nacional, Milagre Macome diz que só faz falta quem está presente.

“Estamos focados em trabalhar com os atletas que estão à nossa disposição. Os que cá não estiverem não constituem preocupação. Respeitamos os motivos pelos quais eles não estão cá connosco”, disse “coach” Mila.

FOCADOS NO TRABALHO

Os jogadores, que também lamentam o atraso no arranque da preparação, dizem que o importante é estarem focados no trabalho, na medida em que as dificuldades não devem interferir nos objectivos do colectivo.

“Estamos todos convictos de que faremos uma boa prestação na prova. Temos uma miscelânea de jovens e jogadores experientes na selecção. São jovens que têm muita vontade de trabalhar e nós, como os mais velhos, estamos disponíveis para os apoiar no que for possível”, disse Pio Matos Jr.

O experiente jogador ao serviço do Sporting de Quelimane considera que o AFROCAN vai ser uma competição muito disputada, daí que há necessidade de estar bem preparado. Ainda assim, garante que a selecção nacional vai encarar todos os adversários com muita galhardia e sem, acima de tudo, temê-los.

“Temos uma palavra a dizer nesta competição. Somos uma equipa com muita atitude e ambição de ganhar, pelo que vamos virar a cara à luta. Estamos a trabalhar no sentido de chegar a esta competição com mais traquejo”, garante Pio Matos Jr.

Pela primeira vez na selecção nacional, Malik Camal está a viver o momento com entusiasmo, mas ciente de que só com o trabalho poderá conquistar espaço no “cinco” de Milagre Macome.

“Fazer parte da selecção é uma oportunidade que muitos não têm. Estou a aprender muito com os veteranos da selecção, ou seja, dos jogadores mais experientes. Acredito que com muito trabalho poderemos fazer a diferença no AFROCAN”, afirmou Malik Camal.

NÃO HOUVE ATRASO NA PREPARAÇÃO

Se para os jogadores e a equipa técnica a preparação arrancou tarde, para o vice-presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), Amad Mogne, essa lamentação não passa de um falso alarido.

“Não! Não houve nenhum atraso. A selecção nacional começou a treinar no tempo previamente programado e a logística foi sendo criada ao andar do trabalho”. E desta forma o dirigente sacudia a água do capote. Para Mogne, a FMB criou todas as condições para que a preparação decorra na maior normalidade.

A selecção nacional sénior masculina de basquetebol recebeu, na última quinta-feira, material desportivo composto por dois pares de equipamento para treino e bola, numa iniciativa de uma das casas de aposta.

 

SELECÇÃO FEMININA GANHA MAIS FÔLEGO PARA O AFROBASKET

A caminhada para o Afrobasket feminino que terá lugar em Agosto próximo fica mais leve para a selecção feminina do nosso país, que na passada sexta-feira recebeu mais um apoio para permitir uma preparação sem sobressaltos.

É que a Federação Moçambicana de Basquetebol rubricou um acordo de parceria com a Vision Moçambique, que visa o apoio na angariação de mais parceiros para a modalidade.

O acordo terá a duração de um ano e um dos primeiros actos na sequência desta parceria é o apoio prestado pela Vision Moçambique à selecção nacional de basquetebol sénior feminino que prepara-se para o AfroBasket 2023.

De acordo com o director da empresa, Paulo Mazivila, “o acordo consiste em a Vision Moçambique estar credenciada pela Federação de Basquetebol a ir buscar apoios de outras empresas para poder canalizar estes valores para a modalidade”, ou seja, “podemos ir buscar apoios quer materiais ou financeiros para poder dar um ‘input’ a FMB”.

Já Roque Sebastião, presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, destacou a importância do acordo. “Pretende trazer a consciência dos moçambicanos e as empresas nacionais a participarem em projectos do basquetebol, de modo que possam perceber que as selecções não são do Governo ou das grandes empresas com quem já tem acordos com eles”, disse Roque Sebastião.

Com efeito, esta empresa efectou a oferta de dois conjuntos de equipamentos de treinos, bolas bem como apoio financeiro para custear o subsídio de transporte para as atletas do combinado nacional num montante de 300 mil meticais.

Este apoio vem adicionar-se ao já conhecido, da TotalEnergies Moçambique que é a patrocinadora oficial da selecção feminina.

As atletas agradeceram o gesto e o apoio e prometeram de tudo fazer para garantir uma boa prestação na competição de Kigali. “É uma iniciativa boa dos empresários e pedir para que não parem por aqui e abracem as meninas mais novas do basquetebol e convidar aos outros que se juntem a está causa”, disse Dulce Mabjaia.

Já Shanaya Pinto elogiou o facto de “agora as coisas estarem a andar a contento e há que agradecer a estes patrocinadores que canalizaram o seu apoio e perceberam que está não é uma causa apenas da Federação mas é nacional”.

O início dos seus trabalhos da selecção nacional feminina de basquetebol também contou com um apoio financeiro da antiga internacional moçambicana, Flávia Azinheira Filipe.

O AfroBasket 2023 vai ter lugar entre os dias 28 de Julho e 6 de Agosto, em Kigali, no Ruanda.

O seleccionador nacional da equipa sénior masculina de basquetebol, Milagre Macome, diz que, apesar do início tardio dos trabalhos de preparação para o AFROCAN, a selecção sénior masculina de basquetebol vai encarar a competição com muita responsabilidade. Diz ainda que este não é o momento para justificar qualquer coisa e que não adianta chorar pelo leite derramado.

A quatro dias do arranque do AFROCAN, competição reservada a jogadores que actuam nos campeonatos domésticos e que vai decorrer de 7 a 27 de Julho, em Angola, a selecção sénior masculina de basquetebol corre contra o relógio, tendo em vista recuperar o tempo perdido.

É que o combinado nacional teve um arranque tardio da preparação para esta importante prova ao nível do continente africano, o que, de certo modo, baralhou o plano de trabalho da equipa técnica encabeçada pelo experiente treinador Milagre Macome.

Milagre Macome afasta quaisquer subterfúgios, embora reconheça que esse atraso não foi benéfico para o combinado nacional, que pretende ter uma prestação assinalável nesta prova.

“Não adianta chorar pelo leite derramado. Nós, como treinadores, temos de encontrar soluções para colmatar o arranque tardio dos trabalhos de preparação”, diz Milagre Macome, que garante que a equipa está a corresponder e que, apesar dos constrangimentos, a preparação está a decorrer convenientemente.

“Falta uma e outra coisa, mas acreditamos que são coisas que poderemos limar no decorrer dos trabalhos, até porque há muita vontade da parte dos jogadores, tanto nossa”, explica o seleccionador nacional.

Com todo o esquadrão à sua disposição, com a excepção de dois atletas do Ferroviário da Beira, no caso Ayad Munguambe e Ismael Noormamad, atletas não poderão dar o seu concurso à selecção nacional, Milagre Macome diz que só faz falta quem está presente.

“Estamos focados em trabalhar com os atletas que estão à nossa disposição. Os que cá não estiverem não constituem preocupação. Respeitamos os motivos pelos quais eles não estão cá connosco”, disse “coah” Mila.

 

FOCADOS NO TRABALHO

Os jogadores, que também lamentam o atraso no arranque da preparação, dizem que o importante é estarem focados no trabalho, na medida em que as dificuldades não devem interferir nos objectivos do colectivo.

“Estamos todos convictos de que faremos uma boa prestação na prova. Temos uma miscelânea de jovens e jogadores experientes na selecção. São jovens que têm muita vontade de trabalhar e nós, como os mais velhos, estamos disponíveis para os apoiar no que for possível”, disse Pio Matos Jr.

O experiente jogador ao serviço do Sporting de Quelimane considera que o AFROCAN vai ser uma competição muito disputada, daí que há necessidade de estar bem preparado. Ainda assim, garante que a selecção nacional vai encarar todos os adversários com muita galhardia e sem, acima de tudo, temê-los.

“Temos uma palavra a dizer nesta competição. Somos uma equipa com muita atitude e ambição de ganhar, pelo que vamos virar a cara à luta. Estamos a trabalhar no sentido de chegar a esta competição com mais traquejo”, garante Pio Matos Jr.

Pela primeira vez na selecção nacional, Malik Camal está a viver o momento com entusiasmo, mas ciente de que só com o trabalho poderá conquistar espaço no “cinco” de Milagre Macome.

“Fazer parte da selecção é uma oportunidade que muitos não têm. Estou a aprender muito com os veteranos da selecção, ou seja, dos jogadores mais experientes. Acredito que com muito trabalho poderemos fazer a diferença no AFROCAN”, afirmou Malik Camal.

NÃO HOUVE ATRASO NA PREPARAÇÃO

Se para os jogadores e a equipa técnica a preparação arrancou tarde, para o vice-presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), Amad Mogne, essa lamentação não passa de um falso alarido.

“Não! Não houve nenhum atraso. A selecção nacional começou a treinar no tempo previamente programado e a logística foi sendo criada ao andar do trabalho”. E desta forma o dirigente sacudia a água do capote. Para Mogne, a FMB criou todas as condições para que a preparação decorra na maior normalidade.

A selecção nacional sénior masculina de basquetebol recebeu, na última quinta-feira, material desportivo composto por dois pares de equipamento para treino e bola, numa iniciativa de uma das casas de aposta.

O piloto moçambicano Rodrigo Almeida alcançou a 8ª posição na primeira corrida de Zandvoort, na Holanda, a contar para a segunda prova do campeonato DTM ADAC GT4. A prestação do piloto e do seu colega Joseph Knopp, que na corrida de 23 de Junho partiram da posição 18, valeu-lhes o terceiro lugar na categoria júnior da competição.

A dupla, que ficou ainda no 12º lugar na corrida de domingo, 25 de Junho, soma agora 15 pontos, aumentando as possibilidades de alcançar os lugares cimeiros no final do campeonato.

“É sempre muito importante em todas as provas obter pontos para o campeonato então acho que foi um fim-de-semana muito positivo”, considerou Rodrigo Almeida, destacando o facto de a sua equipa ter conseguido explorar mais a velocidade. “Estamos bem encaminhados para a próxima prova”, disse.

Depois de Zandvoort, Rodrigo Almeida encontra-se já na Bélgica para participar na prova de apoio às míticas 24h de SPA Francochamps, uma das maiores provas de carros GT do mundo do automobilismo, com uma grelha de cerca de 60 carros só na categoria GT4. A prova realiza-se na sexta-feira dia 30 de Junho com a corrida 1 e no sábado a corrida 2.

Depois de um interregno de Verão, o internacional moçambicano retoma as provas em Nurburgring, de 4 a 6 de Agosto, circuito que no passado recebeu corridas de F1. Participará, depois, em provas nas cidades de Lausitz (18 a 20 de Agosto); Sachsen (08 a 10 de Setembro); Spielberg (22 a 24 de Setembro) e Hockenheim (20 a 22 de Outubro).

A selecção nacional de futebol, Mambas, subiu dois lugares no “ranking” da FIFA passando da 119ª para a 117ª posição agora com 1.165.85 pontos, segundo a actualização feita esta quinta-feira pelo organismo que gere a modalidade rei. A vitória diante do Ruanda (2-0), em jogo inserido na e penúltima jornada do grupo “L” de acesso ao CAN -2023 foi determinante para o combinado nacional galgar duas posições na tabela.

Ao nível do continente africano, os Mambas ocupam a posição 28 com o mesmo número de pontos, sendo que o Marrocos lidera com 1655.5 pontos.

Entre os países africanos de língua oficial portuguesa, Cabo Verde é o mais bem posicionado, tendo subido da 71.ª para a 66.ª posição, enquanto a selecção de Angola ascendeu quatro lugares, do 118.º para o 114.º. Há ainda a assinalar São Tomé e Príncipe que se encontra no 187º lugar com 900.7 pontos.

 

PORTUGAL MANTÉM 9ª POSIÇÃO

Depois de no ranking anterior, divulgado em 06 de Abril, terem assumido a liderança, por troca com a França, os argentinos continuam no comando da tabela, mas com uma diferença inferior a um ponto em relação aos gauleses.

No top 10, a Inglaterra subiu ao quarto lugar por troca com a Bélgica, que desceu à quinta posição, enquanto a Croácia ascendeu ao sexto posto, que era ocupado pelos Países Baixos, que são agora sétimos classificados da tabela.

Portugal, que desde a publicação do ranking anterior somou duas vitórias, frente à Bósnia-Herzegovina (3-0) e Islândia (1-0), ambas na qualificação para o Euro2024, manteve a nona posição atrás da Itália, que é oitava, e à frente da Espanha, 10.ª

Entre as seleções lideradas por técnicos portugueses, o Egito, de Rui Vitória, subiu da 35.ª para a 34.ª posição, a Nigéria, de José Peseiro, ascendeu também um lugar, do 40.º para o 39.º, e o Togo, de Paulo Duarte, progrediu sete lugares, para 122.º.

A Polónia, orientada por Fernando Santos, desceu três lugares, ocupando o 26.º posto, enquanto o Bahrain, de Hélio Sousa, desceu do 85.º para o 86.º lugar, e o Qatar, liderado por Carlos Queiroz, subiu de 61.º para o 58.º.

Moçambique é vice-campeão africano de voleibol de praia em seniores femininos. A selecção nacional perdeu na final diante do Marrocos, por 0-2, com os parciais 17-22 e 9-21. Para chegar à final dos Jogos Africanos de Praia, o quarteto composto por Ana Paula Sinaportar, Vanessa Muianga, Ângela Tembe, Natália Intengo, Assiat Ibraimo e Joana Simone derrotou a Tunísia nas meias-finais.

Entretanto, em masculinos, a equipa 4X4 de Moçambique terminou em quinto lugar na prova, após vencer o Chad por 2-0, com parciais de 21-19 e 21-8.

Esta é a primeira vez que Moçambique participa nas provas de quatro por quatro nos Jogos Africanos de Praia. A delegação moçambicana que disputou os Jogos Africanos de Praia, Tunísia 2023, regressou ao país esta quinta-feira.

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