Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Os internacionais moçambicanos que evoluem no Chaves, Bruno Langa e Guima, foram afastados da Taça de Portugal após a sua equipa perder com o Canelas (5-3), resultado encontrado na marcação de grandes penalidades. Já Witi (Nacional), Geny (Sporting) e Zainadine Jr (Marítimo) seguem em frente na competição.

O Canelas está na 4.ª eliminatória da Taça de Portugal, ao eliminar o Desportivo de Chaves, onde evoluem Bruno Langa e Guima.

Depois de um empate a zero, ao fim de 120 minutos, a equipa da Liga 3 garantiu o apuramento no desempate por penáltis (5-3). Aconteceu taça em Canelas, e bem se pode dizer que a festa foi merecida.
Olhos nos olhos, sem medo e determinado a fazer estragos na baliza adversária. Foi nesta toada que o Canelas 2010, da Liga 3, encarou este desafio com o primodivisionário Chaves, dando assim expressão à magia da Taça de Portugal, em que o pequeno David se agiganta perante o poderoso Golias.

A 1.ª parte desenrolou-se na maior parte do tempo sob o signo do equilíbrio, mas com os gaienses muito mais ofensivos e acima de tudo perigosos na aproximação à baliza. Alex Tank e Gabriel Tigrão tiveram nos pés, cada um deles, as melhores oportunidades de golo da 1.ª parte, ante um Chaves que acabou em apuros antes do descanso. Na 2.ª parte os flavienses entraram mais afoitos, tiveram mais bola e exibiram um futebol mais veloz na tentativa de desarmar o atento setor recuado do Canelas 2010. Sem sucesso. Os gaienses continuavam bem organizados lá atrás, espreitando a baliza contrária através de ataques venenosos.

Porém, foi sem surpresa que o jogo seguiu para prolongamento, atendendo a que a 2.ª parte não foi tão produtiva em ocasiões de perigo eminente para os guarda-redes, apesar dos dois conjuntos mostraram vontade em marcar. A toada manteve-se nos 30 minutos extra de futebol, período em que o melhor marcador da Liga, Héctor Hernández, aproveitou uma das raras liberdades concedidas pela defesa gaiense para cabecear ligeiramente acima da barra. Foi a melhor oportunidade de um prolongamento em que o desgaste físico começou a fazer-se notar nos dois lados. E chegados aos penaltis a inspiração de João Matos – defendeu um penálti – aliada à competência estiveram de mãos dadas na vitória do Canelas 2010

WITI NÃO SAIU DO BANCO NA GOLEADA DO NACIONAL

Num duelo em que o internacional moçambicano Witi Quembo não saiu do banco, o Nacional da Madeira carimbou, sábado, a passagem à quarta eliminatória da Taça de Portugal de futebol, ao vencer o Mirandela, do quarto escalão, por 6-1, num jogo atrasado em meia hora devido ao mau tempo no Funchal.

A partida da terceira eliminatória da prova ‘rainha’ esteve mesmo em risco de não se realizar, devido ao nevoeiro intenso, acompanhado por chuva e vento forte, mas, 30 minutos depois da hora prevista, ficaram reunidas as condições para o apito inicial.

O anfitrião foi superior desde o primeiro minuto, fechando o primeiro tempo a vencer por 3-0, com Luís Esteves a abrir o marcador ao minuto 13, servido por Gustavo Silva, que abandonou o papel de assistente para ‘bisar’ no encontro antes de rumar para intervalo, aproveitando aos 19 uma bola atirada ao poste por Chucho Ramírez e, aos 43, um excelente passe em desmarcação para dilatar a vantagem.

O Mirandela ainda teve duas oportunidades para mexer no marcador, de livre por Diego Parini e num remate de Henrique, que acabaram por esbarrar na extrema atenção do guardião Vinícius Machado.

Os madeirenses entraram na etapa complementar com a mesma determinação, aproveitando dois erros defensivos dos visitantes que permitiram mais dois golos da formação caseira em apenas dois minutos, aos 50, Dudu, recém-entrado na partida, acabou isolado não desperdiçando a oportunidade de aumentar a vantagem, seguindo-se Chucho Ramírez que, apesar de ter escorregado antes do remate chegou ao quinto tento.

O golo de honra do Mirandela surgiu ao minuto 78, num lance muito consentido pelo defesa nacionalista Jordi Pola, que acabou por ‘trair’ o guarda-redes Vinícius Machado, ao falhar o ‘corte’ e a enviar a bola para a própria baliza.

Em cima dos 90 e já sob chuva intensa, o conjunto insular fixou o resultado em 6-1, com Carlos Daniel a subir na ala esquerda e a encontrar Raimar que, ao segundo poste, finalizou com sucesso.

ZAINADINE JR TITULAR NA GOLEADA DO MARÍTIMO

A jogar em casa, e com o defesa moçambicano Zainadine Jr a titular, o Marítimo confirmou a sua presença na 4ª eliminatória da Taça de Portugal ao vencer com tranquilidade o Mortágua por 4-1.
O jovem avançado José Bica aproveitou da melhor maneira a sua primeira titularidade pela equipa da casa, marcando o primeiro golo da partida com um remate forte (8’), que ainda desviou num defesa adversário. Pouco depois, Bica conquistou um penálti, que foi convertido com sucesso por Bruno Xadas (17’).

O marcador só voltou a mexer na segunda parte, quando o Mortágua conseguiu reduzir a desvantagem através de João Pais (51’), que aproveitou a má marcação da defesa adversária.

O Marítimo, querendo evitar surpresas, ainda marcou dois golos que foram anulados por fora de jogo, até que aos 73 minutos, João Tavares, aproveitando uma defesa incompleta do guarda-redes adversário, fez o golo da tranquilidade.

Já perto do fim do jogo (83’), foi a vez de Higor Platiny conquistar um penálti, que o próprio depois converteu, fazendo assim o resultado final.

Carla Massunda Pene foi nomeada pela FIBA-África  como Comissária do Grupo “D”  da Liga Africana de Basquetebol Feminino, prova a realizar-se de 28 de Outubro a  4  de Novembro, em Kigali, Ruanda. 

Esta indicação surge depois de, em Agosto do ano passado, a moçambicana ter sido escolhida pelo órgão reitor da modalidade da bola ao cesto no  continente  para desempenhar a mesma função nos Campeonatos Africanos de basquetebol sub-18 em masculinos e femininos, provas que decorreram em Antananarivo, Madagáscar.

Para além de Carla Massunda Pene, a FIBA-África indigitou Pierre Gashema (Ruanda) como Comissário Técnico do certame e ainda cinco árbitros neutros e outros nove acompanhantes. 

O Grupo “D”  da fase de apuramento para a “Africa Women Basketball League” contará com a participação de dez equipas, nomeadamente APR e Regi BBC (Ruanda), Vijana Queens e J.K.T Star (Tanzania), U.C.U Lady e  J.K.L Lady (Uganda), Nilles Legends (Sudão do Sul), KPA e Equity (Quénia), Gladiators (Burundi). Os dois primeiros classificados seguem para a fase final agendada para Dezembro, no Cairo, Egipto.

 

A pugilista moçambicana, Rady Gramane, na categoria dos 75 kg, participa amanhã, às 17 horas, numa prova denominada “Noite dos Campeões “. O evento, que é organizado pela Federação Internacional do Boxe Amador (AIBA), vai ter lugar na França.

Rady Gramane, por sinal uma das mais medalhadas pugilistas nacionais, vai enfrentar a campeã francesa Dalvina Michel.

O “Noite dos Campeões” é um evento global realizado anualmente, onde os melhores pugilistas escolhidos por uma comissão específica, entram no ringue para defrontar os campeões mundiais. Rady Gramane é actual campeã africana na categoria dos 75 kg.

Costa do Sol, campeão nacional, e Ferroviário de Maputo, vice-campeão, foram “intimados” pela FIBA para disputarem,  de 6  a 12 de Novembro,  o Grupo “E”   da  fase de qualificação para primeira edição da “African Women Basketball League”.   A fase final realiza-se de 8 a  17 de Dezembro, no Cairo, Egipto. Tão longe, mas tão perto do palco dos sonhos. 

Ainda em modo festivo,  e na ressaca da heróica e enigmática  qualificação das Pérolas (selecção feminina de andebol angolana  para os Jogos Olímpicos Paris 2024),  Luanda, capital de  Angola,  vai testemunhar  a corrida para a  edição de estreia da Liga Africana de Basquetebol Feminino. 

Dito de outro modo:  o Pavilhão Multiusos do Kilamba será palco do Grupo “E” de acesso à uma prova que vem estabelecer uma nova ordem no quadro do basquetebol feminino continental.

E, na primeira etapa de um certame cuja  materialização ecoou em Junho deste ano nos corredores de Maputo, aquando do Congresso da FIBA-África, Costa do Sol, campeão nacional, e Ferroviário de Maputo, vice-campeão, são os legítimos representantes do país.

Ou seja, as “canarinhas” e “locomotivas” deverão juntar-se, de 6 a 12 de Novembro próximo, ao Interclube (campeão angolano) e D’Agosto (vice-campeão) e outras formações,  numa corrida na  qual os dois primeiros classificados apuram-se  para a “African Women Basketball League”. 

O D’Agosto e Interclube são, na prática,  dois velhos conhecidos do Ferroviário de Maputo (que já disputou finais com ambos conjuntos) e do Costa do Sol (que, ano passado, bateu-se com o Interclube na fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos realizada em Maputo).

O Interclube é, de resto, o emblema mais titulado na actual versão da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol sénior feminino, tendo conquistado cinco troféus.

As “polícias” ergueram o troféu em 2010, 2011, 2013, 2014 e  2016.  O D’Agosto, esse, carregou a taça para as suas vitrines em 2006, 2015 e 2017.

Depois de falhar o título nas finais de 2016 (em Maputo) e 2017 ( em Luanda), o Ferroviário de Maputo chamou a si o estatuto de campeão africano de clubes em 2018, na capital do país, e em 2019, no Egipto, tendo, em ambas ocasiões, derrotado o Interclube.

Feitas as contas, o país já conquistou sete títulos (Maxaquene, Académica, Desportivo, em duas ocasiões,  extinta Liga Desportiva,  e Ferroviário de Maputo, igualmente duas vezes).

É mister dizer que, caso sigam para a competição, Costa do Sol e Ferroviário de Maputo irão encontrar pela frente adversários que iniciaram, a 17 de Outubro, a disputa do Campeonato Provincial sénior feminino de basquetebol de Angola. 

O certame  será disputado no sistema de todos contra todos a duas voltas, apurando as quatro primeiras classificadas da primeira fase, que disputarão às meias-finais e posterior a classificação do terceiro e quarto lugares e final, respectivamente.

REUNIÃO TÉCNICA A 5 DE NOVEMBRO

Em fase adiantada nos preparativos da competição, a FIBA-África já definiu que a  reunião técnica do Grupo E será realizada no dia 05 de Novembro, em Luanda, numa hora e local por anunciar. 

O encontro tem, explica uma nota a  que “O País” teve acesso, permitir que a FIBA ​​informe as equipas sobre todos os jogos, procedimentos e requisitos assim como  fazer as verificações necessárias e para se inteirar sobre a lista final de cada delegação.

Uma vez declarada encerrada a Reunião Técnica, não haverá alterações na composição das formações participantes, ou seja, 12 jogadores e outros membros da delegação da equipa  podem ser formados em qualquer momento durante o torneio.

O Delegado/Comissário Técnico da FIBA terá a missão de efectuar a ​​verificação dos membros da delegação, passaportes, o formulário de lista de delegação da equipe final assinado e os equipamentos.

REGRAS DO JOGO!

O regulamento divulgado pela organização indica que, somente os jogadores e membros da delegação de cada formação, é que deverão constar na lista fnal.

Por outro lado, a delegação da equipa será composta por jogadores, treinadores e equipa acompanhante, para além dos membros da Delegação ( arbitro nomeado pela FIBA ​​também é considerado membro da equipa ou delegação). 

No caso de árbitro acompanhante, clarifica a organização,  a equipa será sancionada com multa em caso de não apresentação do mesmo.

Mas há mais dados:  cada equipa deverá apresentar, obrigatoriamente, um médico certificado, uma vez que não será permitida a recorrência a profissionais de saúde locais.  Para a competição,  a delegação deverá ser composta por um máximo de vinte e uma

(21) pessoas.  A organização definiu ainda que os jogadores, treinadores e membros acompanhantes de cada delegação deverão ser registrados na  plataforma de gestão e administração da FIBA ​​(ferramenta online FIBA ​​MAP).

ALOJAMENTO

Os clubes participantes cobrirão os custos de alojamento e alimentação da sua equipa bem como membros da delegação  nos casos seguintes: contribuição para despesas de estadia (alojamento, alimentação, transporte interno) de um máximo de vinte e um (21) membros da delegação (seis quartos duplos e nove  individuais, dois dias antes do torneio e dois dias depois do certame).

Esta contribuição é de sessenta dólares americanos (USD 60) por pessoa, por dia. O país  anfitrião fornecerá transporte local para a delegação dos clubes participantes desde o momento de chegada até à partida.

A primeira-dama de Moçambique, Isaura Nhusi, diz que a conquista do terceiro lugar do torneio Cosafa pela selecção feminina de futebol é corolário de trabalho árduo e enaltece a imagem do desporto moçambicano internacionalmente. Isaura Nyusi diz ainda que esta conquista alavancou a mulher moçambicana no desporto.

As meninas da selecção nacional de futebol feminino já estão em Maputo, depois do feito histórico alcançado no torneio regional do Cosafa: a conquista da medalha de bronze, fruto do terceiro lugar, que fechou o pódio do torneio.
Um bom pretexto para a primeira-dama de Moçambique, Isaura Nyusi, receber a delegação que esteve na África do Sul, para uma merecida homenagem.

“Quero, em nome das mulheres moçambicanas, e em meu nome próprio, felicitar a delegação feminina de futebol, a equipa técnica e a Federação Moçambicana de Futebol, pelo empenho demonstrado no decurso do torneio da Cosafa, garantindo a conquista do terceiro lugar neste campeonato”, começou por dizer Isaura na recepção as meninas bronzeadas no Cosafa-2023.
Isaura Nyusi considerou que esta conquista valoriza a mulher moçambicana e eleva a imagem do desporto nacional além fronteiras.

“A participação da selecção feminina de futebol no torneio do cosafa veio enaltecer ainda mais a imagem do desporto moçambicano internacionalmente e contribuiu para o apetrechamento do medalheiro nacional. Outrossim, alavancou a inclusão da mulher moçambicana no desporto e enalteceu a capacidade de habilidades das mulheres para o empoderamento da mulher a todos os níveis. Bem haja a mulher no desporto”, frisou Isaura Nyusi.

A primeira-dama lembrou que a preparação para esta competição não foi tarefa fácil, teve início em Março, com várias competições nacionais e internacionais, o que permitiu que a equipa técnica tivesse mais espaço para a escolha das melhores.

“Estejamos cientes de que o terceiro lugar alcançado no torneio da Cosafa é o corolário de um trabalho árduo, conjunto e contínuo e sobretudo de muita disciplina e dedicação”, realçou a primeira-dama para depois acrescentar que “orgulha-nos bastante a dedicação e empenho e espírito patriótico que a selecção feminina de futebol tem demonstrado nas diversas provas em que toma parte, com vista a alavancar a bandeira nacional ao mais alto nível de competição”.

Isaura Nhusy felicitou as meninas pela proeza, a equipa técnica e ao organismo que gere o futebol mundial dizendo que “vocês honraram a nossa pátria amada e queremos que continuem trabalhando arduamente com vista ao alcance dos melhores resultados, inspirando as raparigas que desejam ingressar no futebol feminino”.

 

JOGADORAS PROMETEM CONTINUAR A TRABALHAR MAIS

Para a equipa técnica e as jogadoras, este é um reconhecimento há muito esperado e prometem continuar a trabalhar para valorizar ainda mais o futebol feminino moçambicano.

Deolinda Gove, capitã da selecção feminina de futebol e uma das mentoras dessa conquista, frisou que “é uma emoção única, fruto de muito trabalho”, e que este reconhecimento era esperado há bastante tempo.

“Fomos trabalhando ao longo deste tempo para merecermos este reconhecimento”, disse Gove e deixou ficar a promessa do conjunto: “prometemos trabalhar ainda mais pois a nossa missão é manter o nível que nos encontramos agora para podermos estar lá onde as outras equipas se encontram”.

Luís Fumo, seleccionador nacional, recordou que esta conquista iniciou com a prestação que a selecção teve na edição do ano passado desta mesma competição. “Tivemos uma preparação bem conseguida e bem planeada, uma vez que tínhamos estado no torneio da Cosafa no ano passado para ganhar experiência e tentarmos nos qualificar para as meia-finais, não tendo conseguido. Nesta edição o objectivo foi o mesmo e felizmente conseguimos atingir o objectivo”, começou por dizer Fumo.

Luís Fumo vai mais longe ao afirmar que os dois embates que teve com o Senegal ajudaram a atingir o objectivo. “Os jogos que nós fizemos para a qualificação para o CAN, com o Senegal, também foram no momento certo para nós porque foi aí que conseguimos notar que podíamos ir mais longe, principalmente aqui na região”.

A selecção nacional de futebol feminino terminou o Cosafa-2023 com a medalha de bronze, após derrotar no jogo de atribuição do terceiro lugar ao Zimbabwe por duas bolas sem resposta. Em cinco jogos, quatro moçambicanas foram eleitas melhores em campo.

Imaculado. É, em termos gerais, como se pode definir a campanha das equipas seniores masculinos e femininos do Costa do Sol e Ferroviário de Maputo na presente edição do Campeonato da Cidade.   

Nos masculinos, o conjunto de Miguel Guambe impô-se diante da A Politécnica, vencendo sexta-feira última por 58-47, depois de terem levado à melhor no duelo da série “A” da fase de apuramento para a Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, em Nampula.

No sábado, os “canarinhos” aplicaram “chapa 100” no confronto com o Maxaquene “B” derrotando a formação secundária “tricolor” por 118-37.

Antes, na quinta-feira, o Costa do Sol não facilitou às Águias Especiais, emblema ao qual ultrapassou com o resultado de 62-41. 

Quem também esteve em bom plano foi o Ferroviário de Maputo que, na quinta-feira, venceu o Aeroporto por 81-45.  Já no segundo duelo, a equipa de Horácio Joaquim Martins levou a melhor sobre as Águias Especiais (78-39).   Num duelo bastante equilibrado, o Ferroviário de Maputo completou a tripla jornada com uma vitória sobre a A Politécnica, por 52-51.

Ainda no escalão de seniores masculinos, a mesma equipa da A Politécnica bateu, na tripla jornada, o Maxaquene “B” por 109-47, em duelo realizado quinta-feira última. E, na sexta-feira, os “politécnicos” sentiram imensas dificuldades para ultrapassar o Maxaquene “A”: 37-36 foi o resultado final.

A equipa principal do Maxaquene (A) venceu, quinta-feira, o Costa do Sol “sub-20” por 71-54. No mesmo dia, o Desportivo de Maputo, orientado por Carlos “Carlinhos” Ferro, derrotou a Universidade Pedagógica por 54-51.

Já sexta-feira, o Desportivo de Maputo alcançou nova vitória, desta feita diante do vizinho e rival Maxaquene, por 84-80.   O Costa do Sol “sub-20”, esse, redimiu-se dos desaires nas vésperas e venceu o Aeroporto, sábado, pela marca de 56-51.

Há ainda a assinalar, na maratona de jogos do Campeonato da Cidade, a vitória do Maxaquene “A” frente ao Ferroviário “B” (74-56).

 

AO RITMO (TAMBÉM)  DO COSTA DO SOL E FERROVIÁRIO EM FEMININOS

Costa do Sol e Ferroviário de Maputo cumpriram, igualmente, nos jogos de seniores femininos realizados entre quinta-feira e sábado.

O Costa do Sol começou por vencer a A Politécnica (71-31) na quinta-feira, tendo, depois, derrotado sucessivamente o Ferroviário “B” (74-56) e Maxaquene (77-23). O rival e actual campeão da cidade, Ferroviário de Maputo, derrotou a sua equipa “B” por 83-52, em desafio disputado quinta-feira.

No sábado, o Ferroviário “A” não facilitou a Lázio, vencendo o duelo com esta formação por 66-28. Por sua vez, o Ferroviário “B” bateu o Desportivo de Maputo (58-18) e a A Politécnica levou a melhor sobre as Águias Especiais (48-38).

Leia “Tanucha” Dongue,  com 19 pontos contabilizados, não  chegou para evitar, domingo, a derrota do  Oxygen Roma Basket diante do Dínamo Banco di Sardegna Sassari, por 91-87, em jogo inserido na terceira jornada da Liga Feminina de Basquetebol da Itália (Série A 1).

Em 37:04 minutos na quadra, a poste  moçambicana concretizou 5 em 6 lançamentos de campo (83%) e 9 em 10 lançamentos livres (90%) para além de ter “capturado” cinco ressaltos e terminado o jogo com uma valoração de 19%.

Num duelo em que brilharam jogadoras africanas no Oxygen Roma Basket, a Leia “Tanucha” Dongue viu ainda a nigeriana Ezine Kalu contribuir com 23 pontos e cinco ressaltos nos 39:28 minutos em que permaneceu na quadra (foi a atleta mais utilizada).

Do lado do Dinamo Banco di Sardegna Sassari, D. Carangelo, com 21 pontos,  e A Joens, com 19, fizeram a diferença no duelo de domingo.

O Dínamo Banco di Sardegna Sassari saiu do primeiro quarto vencendo por um parcial de 24-21. Já no segundo quarto, voltou a ser favorável para a equipa da casa (Dínamo Banco di Sardegna Sassari)  com um parcial de 22-15, sendo que ao intervalo o conjunto de Leia “Tanucha” Dongue perdia por dez pontos: 46-36.

No terceiro quarto, o Oxygen Roma Basket esteve melhor na quadra, tendo saído a vencer pelo parcial de 22-17.

No derradeiro quarto, a equipa da internacional basquetebolista moçambicana pressionou mais o adversário, e fechou a vencer por um parcial de 14-19 e a forçar o prolongamento após o marcador indicar 77-77 no final da partida. Foi preciso recorrer-se ao prolongamento, etapa na qual o Dínamo Banco di Sardegna Sassari controlou com parcial de 14-10, selando uma vitória por 91-87.

Esta foi a segunda derrota do Oxygen Roma Basket esta temporada, depois de ter caído aos pés do La Molisana Magnolia Campobasso (perdeu por 66-64), numa partida disputada no passado dia 8 de Outubro.

Nesse embate, Leia Dongue arrancou um “duplo-duplo”, ou seja,  15 pontos marcados e dez ressaltos.

TAMARA SEDA TAMBÉM PERDE

Na Liga Feminina de Basquetebol da Espanha, o RPK Araski de Tamara Seda perdeu, sábado, com o Zaragoza, por 62-53.  Integrada no cinco inicial, a internacional basquetebolista moçambicana esteve perto de conseguir um duplo-duplo ao registar 10 pontos e oito ressaltos em 34:36 minutos.  Seda foi, de resto, a jogadora mais utilizada na sua formação.   Esta foi a terceira derrota do RPK Araski na competição, depois de ter “sucumbido” nas partidas com o Ferrol F (66-71, na primeira jornada) e Jairs  (77-67, na segunda ronda).  Na próxima jornada, agendada para domingo, o RPK Araski irá medir forças com o Barcelona CBS.

Os jogos das meias-finais e da final da Taça de Moçambique ZAP realizam-se entre os dias 22 e 26 de Novembro, no “Caldeirão do Chiveve”, na cidade da Beira. Dos semi-finalistas, apenas a União Desportiva do Songo já conquistou a competição.

Inicialmente previsto para 20 de Outubro, o sorteio das meias-finais da Taça de Moçambique ZAP foi remarcado para três dias depois, ou seja, a 23 do mesmo mês. Em comunicado, a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) refere que o alinhamento dos jogos de acesso à final da segunda maior prova do calendário futebolístico moçambicano será definido às 10h00 da data acima referida, na Fortaleza de Maputo.

Estão qualificadas para as meias-finais as formações da União Desportiva do Songo, Associação Desportiva de Vilankulo, Baía de Pemba e Associação Black Bulls.

Deste quarteto, apenas a União Desportiva do Songo já venceu a segunda maior prova do calendário futebolístico moçambicano.

Os “hidroeléctricos”, campeões nacionais em título, conquistaram a prova em duas ocasiões, designadamente em 2016, ano em que derrotou na final o Maxaquene, por 3-1, e 2019, quando bateu o Ferroviário de Maputo por 2-0. Em 2017, no segundo ano em que chegou à final, perdeu com o Costa do Sol (1-0).

Nos quartos-de-final, a União Desportiva do Songo goleou o FC Mini Mundo de Inchope (4-0), enquanto a Black Bulls impôs perante o Costa do Sol a quem venceu por 5-2. Já a Associação Black Bulls goleou a Liga Desportiva de Maputo (3-0) e o Baía de Pemba arrancou uma vitória suada diante do Ferroviário da Beira (1-0).

O Costa do Sol, afastado da prova pela Black Bulls nos quartos-de-final, continua a ser o clube com mais troféus conquistados: 13.

Os “canarinhos” ergueram o troféu em 1980, 1983, 1988, 1992, 1993, 1995, 1997, 1999, 2000, 2002, 2007, 2017 e 2018.

A ZAP passa a ser detentora, por um período de dois anos, dos direitos de transmissão da segunda maior prova do calendário futebolístico moçambicano. O contrato vigora, especificamente, do período compreendido entre 1 de Janeiro de 2023 e 31 de Dezembro de 2024.

A empresa de distribuição de TV por satélite tem estado a reforçar o seu apoio ao futebol, em particular, e o desporto moçambicano, no geral.

As internacionais basquetebolistas moçambicanas  Ingvild “Inga” Mucauro, Odélia “Mafa” Mafanela e Stefânia “Papelão” Chiziane participaram, no sábado, na Matola, num programa (camp) de aperfeiçoamento da modalidade da bola ao cesto, promovido pela Escola Moçambicana de Basket em parceria com a multinacional Total.

Este projecto, lançado entre Janeiro e Fevereiro deste ano, contou com a participação de 300 crianças com idades compreendidas entre os seis e os 16 anos.

Mucauro, Chiziane e Mafanela (MCM) ensinaram aos miúdos fundamentos como passe, dribles completos e lançamento.

Com a coordenação técnica de Leonel “Mabê” Manhique, seleccionador nacional-adjunto de basquetebol e “coach” principal do Costa do Sol, as futuras “estrelas” de basquetebol foram divididas em grupos, onde puderam beber dos ensinamentos de três das doze atletas que representarem o país no último “Afrobasket”, em Kigali, Ruanda.

Mas mais do que serem jogadoras da selecção nacional, inspiram os mais novos, porquanto contam, no seu curriculum, com campeonatos africanos de clubes ganhos recentemente.

Este projecto conta, igualmente, com a colaboração de  José “Matilo” Macuácua, “coach” d’A Politécnica.

Os jovens seleccionados terão a oportunidade de elevar os seus conhecimentos e leitura de jogo e capacidade técnica  à medida que os monitores  analisam  a performance e evolução de cada atleta.

 

SOB DIRECÇÃO DA ESCOLA MOÇAMBICANA DE BASKET

 

O projecto “Pamoja Tunaweza”, que traduzido significa “Juntos Somos Capazes”,  foi lançado a 22 de Abril deste ano na Província de Maputo, tendo como grande objectivo a massificação do basquetebol, numa iniciativa apresentada em Novembro de 2022, em Quitunda, distrito de Palma, na província de Cabo Delgado. 

A Mozambique LNG, operada pela TotalEnergies, é o parceiro da iniciativa, isto no quadro de uma parceria estabelecida com a Federação Moçambicana de Basquetebol e a Secretaria de Estado do Desporto.

A Escola Moçambicana de Basket, por sua vez, assumiu a responsabilidade de desenvolver um quadro de massificação que envolve cerca de 600 crianças de ambos os sexos.

A ideia passa por alavancar os escalões de formação, recrutando novos talentos na Matola e dando-os bases para que passem pelos processos de integração nos clubes federados e, quiçá, atinjam grandes patamares.

Durante a cerimónia de lançamento, na Matola, as internacionais basquetebolistas moçambicanas Carla e Vilma Covane e Stefânia Chiziane interagiram com os participantes.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE