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O País – A verdade como notícia

É já esta sexta-feira que a selecção nacional de basquetebol do nosso país inicia a sua preparação com vista à participação na fase de qualificação para o Afrobasket 2025.

De acordo com o programa traçado pelo seleccionador nacional, Milagre Macome, os jogadores convocados concentram-se esta sexta-feira para dar início à maratona que os levará à fase de qualificação, em Fevereiro próximo.

Nesta primeira fase de trabalhos, o coach Mila vai contar com grosso dos atletas que actuam internamente e que parte deles esteve no encontro com o presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Paulo Mazivila, nos últimos dias do ano passado.

Ainda sem um programa concluído sobre todo o processo, os primeiros dias vão cingir-se na recuperação física dos jogadores depois da pausa, após o término do campeonato nacional e da quadra festiva do Natal e transição do ano.

Para esta empreitada o seleccionador nacional, Milagre Macome, chamou 28 jogadores, dentre os que actuam internamente e no estrangeiro.

O campeão nacional de 2023, Costa do Sol, é o clube que contribuiu com maior número de atletas convocados, sendo ao todo sete, com destaque para o jogador mais valioso da Liga Mozal 2023, Danilo Cumbe, bem como o jogador revelação Azénio Cossa.

Para além destes, vêm dos “canarinhos” Nilton Seifane, Klaus Bunguele, Daniel Maveure, Milton Caifaz e Egídio Zandamela, enquanto do vice-campeão nacional, o Ferroviário de Maputo, foram chamados Baggio Chimonzo, Ermelindo Novela, Hugo Martins, Stelio Rodrigues e Inélcio Chire.

Do terceiro classificado, vêm Ayad Munguambe, Esmael Noormomade, Hilário Malale, Célio Chirombe, Elves Houana e Helton Ubisse, sendo que Turdivales Nhantumbo e Calus Zualo são do Maxaquene e Pio Augusto Matos do Sporting Quelimane.

Do estrangeiro, vêm Jeremias Manjate, Dário Manhanga, Uwami Chongo, Nelson Jossias, Geovanny Uamba e Ivan Mutombene, todos de Portugal, e Malik Camal vindo da Espanha.

Recorde-se que o coach Milla vai trabalhar nesta campanha com Amarildo Taquidir e Paulo Sambo como adjuntos, Octávio Magoliço, como assistente do seleccionador, e Custódio Muchate, que será o coordenador da selecção.

A Confederação Africana de Futebol, CAF, anunciou, esta quinta-feira, um aumento de 40% no prémio monetário para o vencedor da edição deste ano do Campeonato Africano das Nações, CAN 2023, da Costa do Marfim.

O vencedor da competição que arranca já próxima semana vai receber USD sete milhões de dólares, o equivalente a quase 455 milhões de Meticais.

O vice-campeão da competição vai receber, agora, USD 4.000.000 (milhões de dólares), equivalente a 260 milhões de Meticais. Cada um dos dois semi-finalistas que terminarem na terceira e quarta posições receberá USD 2.500.000, perto de 162.500.000 (cento e sessenta e dois milhões e quinhentos mil de Meticais) e cada uma das quatro selecções que perderem nos quartos-de-final, USD 1.300.000, quase 84.500.000 (oitenta e quatro milhões e quinhentos mil) Meticais.

O Presidente da CAF, Patrice Motsepe, falou deste incremento da Confederação Africana de Futebol, tendo dito que “a CAF fez progressos significativos nos últimos dois anos no aumento do prémio em dinheiro do CAN e de todas as suas outras competições importantes. Aumentamos o prémio em dinheiro do vencedor do CAN para USD 7.000.000, o que representa um aumento de 40% em relação ao prémio em dinheiro anterior da prova”.

Patrice Motsepe mostrou-se confiante que uma parte do prémio monetário vai contribuir para o desenvolvimento do futebol e também “beneficiará todas as partes interessadas do futebol, bem como ajudará as nossas federações-membro nas suas administrações”.

Na edição passada, nos Camarões, o Senegal, vencedor da prova, recebeu como prémio monetário o valor de cinco milhões de dólares, equivalentes a 325 milhões de Meticais, enquanto o Egipto, finalista vencido, recebeu 2,75 milhões de dólares, perto de 178.750.000 (cento e setenta e oito milhões e setecentos e cinquenta mil) Meticais, naquele que tinha sido um incremento de 10% em relação à prova que decorreu em 2019.

Depois da goleada imposta ao Jomo Cosmos da África do Sul, desta vez é o Lesotho que vai testar a capacidade técnico-táctica dos Mambas, bem como o afinar da máquina de produção de golos e da defesa, agora com a integração de Bruno Langa

Os ensaios dos Mambas na caminhada ao CAN da Costa do Marfim já começaram, com a realização dos primeiros dos três jogos de preparação agendados em solo sul-africano.

É com esta agenda que este sábado o combinado nacional vai defrontar o Lesotho, no segundo jogo de controlo, rumo ao Campeonato Africano das Nações da Costa do Marfim.

Este será um jogo a feijões, até mesmo porque Chiquinho Conde voltará a colocar em campo todos os jogadores que estão no estágio, como forma de avaliar a prestação de cada um e escolher o melhor “onze” para ombrear com o Egipto, no primeiro jogo do CAN.

No quadro dos jogos entre Moçambique e Lesotho ao longo da história, os Mambas levam grande vantagem, uma vez que, em 17 jogos até aqui disputados, o combinado nacional venceu mais que a metade, ou seja, nove jogos.

Os Crocodilos, alcunha da selecção do Lesotho, venceram quatro jogos e há registo de outros quatro jogos. Nas seis partidas de carácter amigável, os Mambas venceram cinco e perderam apenas um jogo, sendo que o último embate entre ambos foi ganho pelos suthos, no torneio regional do Cosafa, em Junho, à tangente.

Os Mambas tiveram resultados mais volumosos com os Crocodilos em três jogos, nomeadamente 6-1, em 1980, 4-1, em 1981, e 5-0, em 2021. Todas as vitórias do Lesotho diante de Moçambique foram pela margem mínima.

O jogo de controlo entre Moçambique e Lesotho será este sábado, no FNB Stadium, a partir das 16h00.

JOMO COSMOS PARA AQUECER A VISTA PARA A BALIZA
Entretanto, na tarde de quarta-feira os Mambas não tiveram meias medidas para golearem o Jomo Cosmos, uma equipa que joga nos campeonatos secundários do futebol daquele país, por claros 6-1, a mostrar um seta goleadora para a fase final.

O seleccionador nacional, Chiquinho Conde, que utilizou todos os jogadores, incluindo os que chegaram na noite da terça-feira, Guima e Witi, não poupou nas escolhas para a equipa inicial.

Ivane foi o primeiro guarda-redes escolhido, Edmilson, Mexer, Reinildo e Macandza na defesa, com Mexer e Edmilson no centro do terreno, Alfonso e Amadou a serem os pivôs à frente dos defesas, Dominguês, Clésio e Gildo, no meio-campo, e Ratifo como avançado de referência.

Desde o apito inicial, Moçambique mostrou superioridade tanto no ataque quanto na defesa, impedindo as investidas do líder da ABC Motsepe League, Jomo Cosmos.

O primeiro golo chegou aos 16 minutos por Ratifo, que já havia marcado naquela baliza durante o jogo de qualificação contra Ruanda. Clésio Baúque ampliou a vantagem para 2-0 aos 27 minutos, seguido pelo estreante Alfonso Amade, que balançou as redes adversárias aos 29 minutos, consolidando uma vantagem de 3-0 para os Mambas.

Foi com este resultado que se foi ao primeiro descanso, uma vez que o jogo foi disputado em três partes de 30 minutos cada uma delas, com o seleccionador a utilizar todos os jogadores disponíveis.

Apesar da resposta evoluída do Jomo Cosmos, que reduziu aos 39 minutos, Moçambique retomou o controlo, marcando mais golos através de Witi, João Bonde e Lau King, nas etapas subsequentes.

 

SÓ FALTA GENY SE JUNTAR AOS MAMBAS

Chiquinho Conde trabalha, desde esta quinta-feira, com 22 jogadores convocados, depois da chegada de Bruno Langa, que se juntou ao grupo na noite desta quarta-feira.

Com mais esta integração, fica cada vez mais completo o leque dos convocados por Chiquinho Conde, faltando apenas a chegada de Geny Catamo, prevista para domingo, tendo em conta que o Sporting pediu para o jogador disputar o jogo desta sexta-feira, diante do Estoril de Praia, para mais uma jornada da Liga Portuguesa.

O pedido do Sporting de Portugal, recorde-se, surge após a confirmação da suspensão do jogador, pela CAF, por acumulação de cartões amarelos, na fase de qualificação, que afasta o jogador do jogo de abertura dos Mambas no CAN, diante do Egipto, a 14 de Janeiro.

Assim, o grupo só fica completo a partir de domingo, quando a nova joia dos Mambas se juntar no estágio, na África do Sul, podendo ser utilizado no jogo de controlo diante do Botswana, na próxima terça-feira.

A Confederação Africana de Futebol (CAF) estabeleceu 03 de Janeiro como prazo final para as 24 selecções apresentarem as suas listas definitivas ao Campeonato Africano das Nações (CAN).
Cada selecção poderá inscrever 27 jogadores, alistando 23 por jogo. Em caso de lesão, substituições são permitidas após aprovação médica da CAF. Todas as selecções já enviaram ao organismo que gere o futebol africano os seus seleccionados, restando a divulgação oficial pela CAF.

ANGOLA EM DUBAI PARA PREPARAR CAN
Em busca de performances que lhe permitam encarar a prova com maior dose de confiança, Pedro Gonçalves e pupilos prometem desenvolver um trabalho intenso. O objectivo é superar todas as debilidades, quer de foro ofensivo quer defensivo.

À partida, o grupo já tem confirmados dois jogos de controlo. Entre os já confirmados, o primeiro será com o Barein a 06 de Janeiro e o segundo diante da República Democrática do Congo, RDC, a 10 do mesmo mês. Ainda assim, Angola espera tirar proveito da presença, no Dubai, de outras selecções.

Os atletas que actuam no campeonato nacional chegaram terça-feira ao Dubai, a fim de tomarem parte do estágio de duas semanas, visando o CAN 2023. A chegada dos que actuam no Girabola coincidiu com o arranque dos trabalhos.

O técnico Pedro Gonçalves e todos os seus adjuntos saíram de Lisboa para o Dubai.

Ao longo das duas semanas de estágio, Pedro Gonçalves vai ter à sua disposição os seguintes atletas: Neblu, Kadu e Dominique (guarda-redes) Tó Carneiro, Eddie Afonso, Kinito, Buatu, Gaspar, Loide Augusto e Núrio Fortuna (defesas) Fredy, Beni, Bruno Paz, Keliano, Show e Estrela (médios) Zine, Mabululu, Milson, Gelson Dala, Jérémie Bela, Mbala Zola e Zito Luvumbo (avançados).

Inserida no Grupo D ao lado das congéneres da Argélia, Burkina Faso e Mauritânia, Angola tem como meta estabelecida, a passagem para os quartos-se-final, uma missão, entretanto, bastante difícil em relação às edições anteriores, uma vez a competição evoluir para 24 selecções, contemplando, deste modo, os oitavos-de-final.

Para esta empreitada, o seleccionador nacional conta com um lote de atletas conhecidos do grande público, não fugindo  muito da base daquele que assegurou a própria qualificação, com a ausência de uma ou de outra unidade, tal como são os casos de Mbala Nzola, Hélder Costa, Bastos e outros.
No Campeonato Africano, o combinado angolano  vai jogar na cidade de Bouaké, e de acordo com o calendário do certame, estreia-se no dia 15 de Janeiro diante da similar  da Argélia, esperando, certamente, entrar com um resultado que abra perspectivas animadoras para as jornadas seguintes.
Recorde-se que, no histórico de presenças em fases finais do Campeonato Africano, as Palancas Negras apenas em duas ocasiões lograram chegar aos quartos-de-finais, tendo ocorrido em 2008 no Ghana e em 2010 quando a prova foi sediada pelo nosso país.

Os Mambas cumpriram, esta terça-feira, o primeiro treino no FNB Stadium, no prosseguimento da preparação para o CAN 2023. A selecção nacional já tem agendada, além do Lesotho, uma partida contra o Botswana na próxima segunda-feira. Hoje, o jogo de controlo foi com o Jomo Cosmos da África do Sul.

Já diz o velho ditado que “bebé que não chora não mama!”. Os Mambas choraram devido às péssimas condições do campo onde realizavam os seus treinos desde que tinham chegado à África do Sul, no dia 28 de Dezembro, e a Federação Moçambicana de Futebol respondeu prontamente, oferecendo um dos melhores relvados que o país vizinho tem, o FNB Stadium.

Não podia ser uma melhor resposta por parte do organismo que gere o futebol moçambicano, uma decisão que alegra os jogadores, que têm a oportunidade de “deslizar” num dos melhores relvados, em preparação à sua participação no Campeonato Africano das Nações da Costa do Marfim, em Janeiro corrente e Fevereiro próximo.

Edmilson Dove, que apenas acompanhou as reclamações dos colegas porque ainda não se tinha juntado ao grupo, mostrou-se satisfeito com a escolha do FNB Stadium como quartel-general do estágio, até porque é onde joga ao serviço do Cape Town City.
“É sempre bom estar aqui que é o estádio que eu já bem conheço e fazemos todos os nossos jogos aqui. Portanto, sinto-me em casa fora de casa”, disse Edmilson Dove.

Gildo Vilankulo, por seu turno, assume que, com as actuais condições, não há motivos de reclamação. “É um piso profissional a que estamos habituados a ver na Europa. É aqui onde queremos jogar e treinar e de tudo faremos porque, com um piso destes, não existe desculpa possível, pois a bola rola normalmente e ficámos felizes por fazermos aquilo que gostamos de fazer nos grandes pisos”, disse Vilankulo.

Os dois jogadores dizem ainda que estão integrados e focados nos trabalhos da selecção, mesmo já estando por dentro daquilo que são as orientações do seleccionador nacional.

“Não vim aqui só para ser mais um. É claro que todos sabemos o propósito que é representar a seleção nacional e principalmente para uma competição destas que será o CAN. Estou sempre motivado e é sempre bom ver velhos amigos, o Reinildo que está aqui depois de fazer praticamente 300 dias de fora, e é sempre bom ter todo o pessoal aqui e estamos aqui para trabalhar”, disse Dove.

O lateral esquerdo dos Mambas acredita que é possível fazer uma boa campanha na prova continental. “É possível nós qualificarmo-nos para as outras fases e queremos ir o mais longe possível, mas cabe a cada um de nós dar o seu máximo, dar o seu melhor e é isso que estamos a fazer dia após dia”, disse acrescentando que “não existem objectivos individuais e é tudo por um conjunto. O individual vem como bónus”.

Já Gildo Vilankulo diz que, apesar de ter chegado ligeiramente tarde, encontrou um grupo forte e que ajuda no processo de reintegração. “Já estamos a treinar normalmente e à espera de mais colegas que estão por chegar”, disse.

Vilankulo diz que esta é uma oportunidade única para alguns jogadores participarem nesta competição. “Acredito que assim como para minha geração,  seja do Reinildo e seja do Geny Catamo, é o realizar de um sonho, porque é o primeiro CAN e já estávamos preocupados porque temos tudo para estar nestas grandes competições”, revela Vilankulo.

“Estamos felizes e vamos continuar a trabalhar para que estas competições sejam normais. Vamos elevar a fasquia para continuarmos nestas competições”, concluiu.

Os dois jogadores dizem que o apoio do público será determinante para o alcance dos objectivos.

 

COMEÇAR COM JOMO COSMOS E TERMINAR COM BOTSWANA

Entretanto, nesta preparação para o CAN 2023, os Mambas vão realizar três jogos de controlo, sendo que o primeiro foi no final do dia de ontem, quarta-feira, diante do Jomo Cosmos, uma equipa de destaque na liga ABC Motsepe em Gauteng, treinada pelo ex-capitão do Orlando Pirates e meio-campista da Bafana Bafana, Benson Mhlongo.

Depois deste jogo, os Mambas vão continuar com os treinos bi-diários esta quinta e sexta-feira, voltando a ter mais dois jogos de controlo, no sábado, dia 6, diante do Lesotho, e na terça-feira, dia 9, frente ao Botswana, antes da partida Abidjan, Costa de Marfim, onde vai participar no Campeonato Africano das Nações, integrado no grupo B, junto ao Egipto, Cabo Verde e Gana, com os quais joga de forma seguida: 14, 19 e 22 de Janeiro corrente.

 

SPORTING PEDIU E GENY CATAMO SÓ CHEGA DOMINGO

Geny Catamo será o último jogador a juntar-se à selecção nacional em Joanesburgo, África do Sul. O  internacional moçambicano vai apresentar-se no próximo domingo, dois dias antes de os Mambas partirem para Costa do Marfim.

O Sporting solicitou à Federação Moçambicana de Futebol que o jogador permanecesse no clube, devendo ser opção para Ruben Amorim na partida contra o Estoril, referente à décima sexta jornada da Liga Portuguesa.

O extremo moçambicano acumulou dois cartões amarelos durante a fase de qualificação para o CAN, o que o impossibilita de alinhar no jogo contra o Egipto, na primeira jornada  da prova.  Assim, Geny Catamo só poderá estar às ordens de Chiquinho Conde a partir da segunda jornada, contra Cabo Verde, a 19 de Janeiro.

Para já, os três jogadores que actuam em Portugal, nomeadamente Guima, Bruno e Witi, já se juntaram aos Mambas desde esta quarta-feira e esta quinta-feira.

Kylian Mbappé termina contrato no final desta época. Neste momento, é o jogador mais valioso do mundo, entre os que estão livres para assinar por qualquer clube.

Desde segunda-feira, 1º de Janeiro, Kylian Mbappé está livre para assinar a custo zero por outro clube que não o Paris Saint-Germain, onde poderá jogar a partir de Junho de 2024, o que garante um novo capítulo na novela de especulações e rumores.

A meio de 2023, antes da actual temporada, tudo estava claro para o jogador da seleção francesa, que comunicou por carta ao clube parisiense que não pretendia renovar o seu contrato quando este terminar, em Junho de 2024.

Mas a tensão diminuiu e a calma voltou depois da tensão com o PSG, durante a qual o clube, furioso com a possibilidade de não conseguir sequer obter o benefício financeiro de uma transferência do jogador, avaliado em 180 milhões de euros segundo o site especializado Transfermarkt, chegou a afastar o craque do grupo de trabalhos.

Desde então, a relação entre o dirigente do PSG, Nasser Al Khelaïfi, e o capitão da seleção francesa é sólida e bem estabelecida, segundo garantem no clube.

Vários meios de comunicação relatam que o jogador abriu mão de parte dos seus colossais bónus de “fidelidade”.

O staff do craque francês não quis comentar à AFP sobre os próximos meses, enquanto o clube há muito tempo não comenta oficialmente o caso.

Depois de marcar 16 golos desde o início da temporada contando todas as competições, muito à frente dos demais atacantes do plantel, Mbappé marcou ainda mais a sua importância no jogo do PSG, mas a direcção do clube abandonou o pânico do mês de Junho e começa a considerar uma vida sem o camisa 7, garantindo que não é dependente de um único jogador.

O Real Madrid, um dos clubes favoritos de Mbappé e, durante vários anos, o seu maior pretendente, e o Liverpool têm extensas conquistas na Liga dos Campeões que podem convencer o francês.

Meios de comunicação espanhóis como ‘As’ e ‘Marca’ mantêm uma campanha permanente para que Mbappé desembarque no Santiago Bernabéu, mesmo depois de o jogador já ter frustrado os planos do clube. Segundo o ‘The Athletic’, o Real Madrid pediu ao jogador que tomasse a sua decisão antes de meados de Janeiro.

Kylian Mbappé está avaliado em 180 milhões de euros pelo site ‘Transfermarkt’, o mesmo valor de Erling Haaland e Jude Bellingham.

A selecção nacional de futebol, os Mambas, retomou a sua preparação com vista à participação no CAN 2023, depois da paralisação ocorrida desde o passado domingo. A partir desta terça-feira, vão efectuar treinos bi-diários até à partida para Abidjan, Costa do Marfim

Depois da tempestade vem a bonança. Dois dias sem treinos, no primeiro deles devido à greve dos jogadores por conta das reclamações em relação ao estado do campo de treinos e por não terem recebido os valores de ajuda de custo por parte da Federação Moçambicana de Futebol.

Depois da dispensa para dar lugar à celebração do primeiro dia do ano, esta terça-feira, os Mambas regressaram ao trabalho, priorizando, no período matinal, o ginásio, para descontração dos músculos.

Durante a quadra festiva, houve a integração de mais um jogador, Edmilson Dove, do Cape Town da África do Sul, que teve um jogo no domingo passado. Faltam chegar ao estágio, esta quarta-feira, na vizinha África do Sul, os quatro jogadores que actuam em Portugal, nomeadamente Geny Catamo, Bruno Langa, Ricardo Guimarães e Witiness Quembo.

Sob ponto de vista médico, o boletim clínico dos Mambas indica que todos os 19 jogadores presentes no estágio estão em condições para dar o seu máximo pela selecção nacional.

O estágio dos Mambas termina a 09 de Janeiro, dia em que o combinado nacional segue viagem para Abidjan, onde estará instalada durante o CAN 2023. Dia 06 de Janeiro tem jogo marcado com o Lesotho.

Espera-se ainda pela realização de mais dois jogos de controlo, sendo um diante do Botswana, a 08 de Janeiro, na África do Sul, antes da partida para Abidjan, e outro já em solo costa-marfinense, antes do arranque da competição, sem confirmação do adversário.

Moçambique inicia a fase final do CAN 2023 a 14 de Janeiro diante do Egipto, para cinco dias depois defrontar Cabo Verde, ambos os jogos no Estádio Félix Houphouet- Boingny, em Abidjan, sendo que, na terceira jornada, deverá jogar no Estádio Olímpico Alassane Ouattara, também localizado na capital costa-marfinense, diante do Gana, a 22 de Janeiro.

O contrato entre o treinador e a direcção do Ferroviário da Beira chegou ao fim no final de 2023 e não foi renovado. O casamento que durava há três anos, entre as partes, chega ao fim, curiosamente, depois de o Ferroviário da Beira falhar a revalidação do título no último nacional, depois de perder para o Ferroviário de Maputo nas meias-finais, quedando-se na terceira posição.

Segundo escreve o jornal Desafio, os “Locomotivas do Chiveve” estarão, por isso, no mercado nos próximos dias para contratar o técnico que possa ocupar o lugar deixado vago.

Com um registo de sucesso que se confunde com a história do basquetebol do Ferroviário da Beira, Luiz Lopez Hernandez conduziu os da Beira à conquista de quatro títulos nacionais e duas presenças na fase final da BAL, sendo, por isso, um dos treinadores bem-sucedidos.

Os próximos dias encarregar-se-ão em desvendar quem se segue ao leme da equipa que dominou o basquetebol nacional nos últimos tempos até perder a hegemonia para o Costa do Sol, campeão em 2023.

Mark Harrison é o novo treinador da União Desportiva de Songo. O britânico assinou um contrato de uma época e outra de opção.

Os “hidroeléctricos” continuam com o seu radar focado na Europa para apetrechar o seu banco técnico. O conjunto de Songo foi, contra todas as expectativas que apontavam Abel Xavier como certo no comando da equipa, buscar Mark Harrison, técnico de 63 anos, para o seu banco. As partes assinaram um contrato de uma época e mais outra de opção, dependendo do desempenho desportivo, segundo escreve o Jornal Desafio.

Com uma folha de serviço, com passagens por alguns países asiáticos e africanos, com destaque para Quénia, onde treinou Gor Mahia, Mark Harrison chega a Songo vindo de Might Mukuru FC de Malawi. Consta do seu palmarés que  foi campeão nacional em 2016 e finalista vencido da taça no mesmo ano.

Em Songo, o novo treinador será coadjuvado, nas suas funções, por Victor Matine e Nelinho, antigos adjuntos dos Mambas. 

Depois de uma época “desastrosa” no ano passado, eliminado precoce nas competições africanas, terceiro lugar no Moçambola e finalista vencido da Taça de Moçambique, Harrison terá  a dura missão de apagar a pálida imagem dos homens do Songo e fazer novamente jubilar a equipa que foi campeã nacional pela última vez em 2022.

 

KAMO-KAMO NO SONGO

Bom filho sempre regressa à casa. E não o que se pode dizer do Kamo-Kamo? Perfeito! Aliás, até podia ter sido que nem uma luva na palma da mão se o seu regresso tivesse sido pelo Ferroviário de Maputo, seu clube de coração. Pretensão até houve, mas ficou-se por aí. A verdade é que o Songo se antecipou dos Locomotivas da capital do país e, por isso, o extremo moçambicano vai vestir as cores da União Desportiva de Songo na próxima época. 

Na terra das montanhas, espera-se pelo habilidoso jogador que pode ter passado ao lado de uma carreira, em Portugal, um contrato de duas épocas.

É o apetrechar de um plantel que foi “escangalhado” na época passada, com as saídas de Amâncio “Neymar” Canhemba, Dayo António, Danito Mutambe no campo e Ernani Siluane na baliza.

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