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O País – A verdade como notícia

O crítico literário Francisco Noa, Reitor da Universidade Lúrio (UniLúrio), foi recebido na Câmara Brasileira do Livro (CBL) para o lançamento do seu novo livro, Uns e outros na literatura moçambicana, publicado pela Editora Kapulana, e para compartilhar com personalidades dos meios livreiro e acadêmico, suas experiências como gestor de educação e como escritor.

Francisco Noa foi recebido pelo presidente da CBL, Luís Antonio Torelli e por membros  da CPCPLP (Comissão para a Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa). Estiveram também presentes intelectuais, profissionais do livro, educadores, gestores de instituição de ensino e pesquisa e entusiastas da literatura, do Brasil, de Moçambique e de Portugal.

O ensaísta autografou seu novo livro, Uns e outros na literatura moçambicana, e falou, brevemente, sobre a literatura moçambicana e a literatura brasileira, e sobre o sistema de educação em Moçambique. Colocou questões relacionadas a temas como alteridade, identidade e as novas tendências literárias em Moçambique, mais especificamente, a conexão de autores contemporâneos com o Oceano Índico e o que ele representa para a cultura moçambicana.

Uns e outros na literatura moçambicana é o terceiro livro de Francisco Noa publicado no Brasil pela Editora Kapulana e está disponível na loja on-line da Editora Kapulana e em diversas livrarias.

Francisco Noa é doutor em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa, em Portugal. Ensaísta e professor de Literatura Moçambicana na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, Moçambique, é também investigador associado na Universidade de Coimbra, em Portugal. Foi director e investigador do Centro de Estudos Sociais Aquino de Bragança (CESAB), em no país. Professor convidado, orientador e examinador de teses em universidades nacionais e no estrangeiro, assumiu ainda vários cargos de gestão em instituições de ensino superior. Sua pesquisa actual debruça-se sobre os temas de colonialidade, nacionalidade e transnacionalidade literária, a literatura como conhecimento e o diálogo intercultural no Oceano Índico, a partir da literatura.

É autor de vários livros, dentre os quais três da Editora Kapulana: Perto do fragmento, a totalidade, olhares sobre a literatura e o mundo; Império, mito e miopia: Moçambique como invenção literária, e o novo, Uns e outros na literatura moçambicana, ensiaos.

Uns e outros na literatura moçambicana, da série “Ciências e Artes, são ensaios, prefácios, posfácios, apresentações, entrevistas e artigos de opinião sobre temas relacionados à Literatura Moçambicana, além do prólogo intitulado: "Meu encontro com Jorge Amado".

 

 

A Companhia de Teatro Mutumbela Gogo, estreia, dia 21 deste mês, às 18h, uma nova peça intitulada “Os Pilares da Sociedade”, no Teatro Avenida, em Maputo.

Escrita por Henrik Ibsen, a peça faz uma abordagem profunda sobre corrupção, numa altura em que Moçambique atravessa uma crise gerada pelos efeitos deste fenómeno.

Mutumbela Gogo junta-se a várias instituições a nível do mundo que estão engajadas na luta contra a corrupção. A peça foi escrita a 150 anos mas o seu conteúdo é sempre actual, tendo em conta que Moçambique está mergulhado num cenário bem explícito de corrupção, o que mostra que o mundo vive os mesmos problemas.

Apesar de várias situações de corrupção reportados constantemente, a peça não traz casos concretos e não abre espaço para ofensas directas, mas procura generalizar para elucidar sobre a forma como este problema já está enraizado.

O Mutumbela Gogo quer com este trabalho incitar de forma pacífica para uma revolta mas sobretudo para que cada cidadão, no seu posto, lute contra este mal.

“Os pilares da sociedade” tem a Direcção de Manuela Soeiro e encenação de Jorge Vaz.

O Teatro Avenida e a Companhia de Teatro Mutumbela Gogo pretendem com a peça “Os pilares da sociedade” valorizar os 40 anos da cooperação entre Moçambique e Noruega mas também despertar a sociedade sobre os males associados à corrupção.

No elenco, há dois nomes que vão seguramente reforçar o excelente trabalho que Mutumbela Gogo procura prestar ao seu público. O actor Hélder Timane do Mbeu que há muito tempo não entrava em cena e Wate Penalva, filho da actriz Graça Silva e o mais novo actor que integra o grupo.

Com cerca de uma hora e meia, “Os pilares da sociedade” será exibida em três sessões únicas nesta estreia, sendo os dias, 21, 22 e 23 de Julho corrente, às 18:00h, no Teatro Avenida. Após esta estreia, a peça será novamente exibida na temporada de Setembro deste ano.

Elenco:
Adelino Branquinho, Vítor Raposo, Jorge Vaz, Isabel Jorge, Yolanda Fumo, Félix Tinga, Hélder Timane, Angelina Chavango, Atila César, Yuck Miranda, Júlia Novela, Flávio Mabota, Carlos Zicu.

 

O protocolo assinado pelo Ministério da Cultura e Turismo e Instituto Nacional de Estatística (INE) visa essencialmente trazer ao público dados mais próximos da realidade do turismo praticado em Moçambique, um dos quatro sectores mais importantes para economia moçambicana.

Para Silva Dunduro, Ministro da Cultura e Turismo, os dados estatísticos relativos ao turismo vão ajudar a perceber que acções devem ser executadas para o desenvolvimento económico do país.

Já Rosário Fernandes, Director do INE, diz que o trabalho do Instituto Nacional de Estatística vai garantir a certeza e a fiabilidade das contas apuradas.

As contas satélites do turismo terão uma periodicidade bienal e fazem parte do sistema das contas nacionais, e resultam de uma recomendação expressa da Organização Mundial do Turismo do Sistema das Nações Unidas.
    

 

Um autor: Luís Carlos Patraquim. Dois livros: “O Senhor Freud nunca veio a África” (crónica) e “Música extensa” (poesia). Havia melhor presente para os seus 40 anos de produção literária? O jornalista, cronista, guionista, poeta e dramaturgo moçambicano regressa para brindar com os seus confrades as quatro décadas que carimbam uma estrada que, enfim, marcou gerações e forjou histórias.

O lançamento dos dois livros foi testemunhado, maioritariamente, por amigos e familiares, mesmo a denunciar os longos anos que o artista vive em Portugal, desde 1986 para ser preciso, ainda que sempre colaborasse com a imprensa e arte moçambicanas. O seu último (belo) exercício foi o guião do filme “Comboio de Sal e Açúcar”. O realizador Licínio Azevedo ali estava, e outros bons amigos desde a Gazeta de Artes e Letras da revista Tempo. Caso é de Calane da Silva, quem assumiu a posição de apresentador das obras. Melhor pessoa existiria?

O Instituto Camões devia apresentar-se como quem espera um galáctico, mas a obra de Patraquim já o-é. Logo se dispensa tal figuração, os amigos são de pompa considerável. Eles entendem a narrativa que pulula nas duas obras. Aos outros, o tempo se encarrega de ensinar, ou Lucílio Manjate, Mbate Pedro e mais algum punhado de (bons) jovens a eles vão os informar. Os outros (outros mesmo), lá pelas traseiras vazias da sala do Camões, não lhes parecia interessar qualquer coisa como literatura.

Só para se ter a ideia da magnitude do autor, Ungulani Ba Ka Khossa – um dos melhores 100 escritores africanos do séc. XX – ainda estava na iniciação poética quando conheceu Patraquim e fê-lo através de “Monção”, seu livro de estréia. Talvez devia, o secretário-geral da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), tomar outro discurso, mas preferiu lembrar que aquela obra teve na altura cerca de cinco mil exemplares, num universo de leitores quase inexistentes. Hoje, que o nível de analfabetismo reduziu, os livros de poesia não passam 500 exemplares. Triste não é?

O humor do grupo Nomo chegou na hora certa, fazendo a ponte entre o curto discurso de Ba Ka Khossa e Calane da Silva. O eterno amigo de Patraquim, para ele apenas Patraca, apresentou as duas obras, mas, ao mesmo tempo, apresentou a vida e o seu repertório. No seu discurso, foi comum ouvir nomes como “A Inadiável Viagem” (1985); “Vinte e tal novas formulações e uma elegia carnívora” (1992); “Mariscando Luas” (1992); “Lidemburgo Blues” (1997) e “O Osso Côncavo” (2005).

Mesmo reconhecendo a poesia como a primeira arma que Patraquim usou para se afirmar, Calane preferiu começar pela prosa, neste caso, o livro de crónicas.

São crónicas em que Patraquim sempre faz incursão a Moçambique, como que a recordar a pátria que lhe viu nascer. Nestes textos, segundo Calane, o autor traz grandes nomes da cultura moçambicana e da diáspora, personalidades que conheceu fisicamente, por isso a sua escrita foi mais precisa. O olhar de Calane da Silva conclui que se trata de uma crónica literária num estilo latino que oscila entre a poesia e o conto. “Enquanto poesia, a crónica explora a temática do ‘eu’, sendo o assunto e o narrador ao mesmo tempo, tal como todo o acto poético”, explica o apresentador. “O estilo discursivo das crónicas de Patraquim nesta obra oscila entre uma linguagem lírica, de prosa poética e algumas crónicas quase que nos transportam para um universo de conto realista”, secundou.

Para Calane da Silva, o título deste livro encontra-se no sentido irónico e humorístico, mas cheio de ilações do ponto de vista cultural e até psicanalítico. O título do livro é emprestado de um texto que o autor dedica ao Freud pelos seus 150 anos de nascimento.

“Ao dar este título, Luís Carlos Patraquim quer, igualmente, chamar-lhes atenção para o lado psíquico das suas crónicas das memórias guardadas, algumas no nosso subconsciente”, sentenciou.

De seguida, sem qualquer pausa, Calane visitou Patraquim poeta em “Música extensa”. Chama a sua obra de oficina extensa, de labor e música extensa, em que também exalta memórias, marcando amizades e exibindo a sua retórica fascinante.

Ao escritor, que se assumiu como Luís Carlos “Gago”, fez o que os outros escritores naquela cadeira fazem: agradecer. E logo (não logo exactamente) foram os autógrafos, mas não antes de ler um texto seu e de receber os merecidos aplausos.

Histórico, se quisermos, inédito. Alguém, algum dia, imaginava que o “dream team” que marcou um dos melhores momentos da nossa música jovem voltaria a “jogar” lado a lado? Talvez sim, talvez não. Para os mais cépticos, que tenham a certeza, a Bang Entretenimento voltou a juntar os artistas de outrora para um grande concerto a ter lugar no dia 5 de Agosto.

A novidade que só andava pelas redes sociais foi oficialmente revelada hoje, na presença de todos os artistas que fizeram parte do grupo, aliás, quase todos. Dos nove artistas (10 contando com Bang), só faltou Doppaz, mas foi confirmada a sua presença no espectáculo a acontecer no Campo do Ferroviário da Beira.

A constituição da mesa confirma exactamente o nome eleito para o encontro: “Reencontro”. Sorridentes, com piadas à mistura, Lizha James, Valdemiro José, Dama do Bling, Denny Og, Dj Damost, Marllen e o grupo de dança Dejá Vù, conversavam como a 10 anos.

Esta foi a primeira vez depois do grupo romper que os artistas sentam a mesma mesa. E não poderia existir razão melhor: o espectáculo acontece alusivo à comemoração dos 15 anos da Stv, marcando, assim, o terceiro concerto para marcar esta efeméride.

 

Calou-se uma das conceituadas vozes do jazz africano. Trata-se de Ray Phiri, um dos pilares da banda sul-africana Stimela.

Segundo informações da imprensa sul-africana, o músico esteve internado num dos hospitais de Nelspruit. Durante uma entrevista ao The Sowetan, no início deste mês, Phiri implorou que o dessem privacidade no seu momento de dor.

O músico de jazz, fusão e mbaqanga preparava-se par actuar no festival de música Rocking The Daisies, no fim deste ano, na África do Sul. Foi membro fundador dos Canibal na década de 1970.

Ray Phiri, que perde a vida aos 70 anos, actuou várias vezes em Moçambique, com destaque para o Festival Internacional Azgo 2017, decorrido, em Maputo, no último mês de Maio. Até sempre Ray Phiri.

Liloca já se encontra em Nairobi, Quénia, onde se juntou a músicos no show de fusão musical do continente africano, Coke Studio Africa. Liloca é umas das representantes de Moçambique, depois do Mr. Bow ter passeado a sua classe nesta edição.

Esta viagem surge poucos dias depois da cantora ter lançado sua nova música intitulada “Lirandzo”.

A artista vê neste intercâmbio musical uma forma de buscar outras realidades no que tange a ritmos musicais para os incorporar nas suas músicas e enriquecer o seu repertório. Nesta viagem, a cantora é acompanhada pelo seu compositor oficial Nelson Tivane dos Afro Madjaha, com quem vai trabalhar ao longo do tempo que estará em Nairobi.

“Estou ansiosa, para trocar impressões com outros músicos da região. Vou explorar o que for possível mas sobretudo mostrar também o resultado do produto moçambicano. Estou pronta para o desafio”, diz a cantora.

Com estreia prevista para Agosto próximo, esta edição será, pela primeira vez, uma união do Coke Studio Africa e do Coke Studio South Africa como forma de transformá-los num só Coke Studio Africa 2017 – o número de países participantes voltou a aumentar, totalizando 16.

Esta temporada será transmitida em mais de 30 países africanos. A produção inclui, agora, artistas da África do Sul, Ruanda, Angola, Zimbabwe, Zâmbia, Madagáscar, Maurícias, Quénia, Uganda, Tanzania, Nigéria, Gana, Moçambique, República Democrática do Congo, Etiópia, Camarões, Costa do Marfim e Togo.

Contudo, O Coke Studio Africa é um show de carácter não competitivo que reúne artistas de diversas partes do continente Africano com o intuito de proporcionar um intercâmbio, divulgação e interacção de talentos, promovendo o melhor que existe da música Africana.

 

 

As prateleiras moçambicanas ganham, amanhã, mais uma obra literária. Intitulada “Serpentear nas Esteiras do Tempo”, a obra da autoria de Lúcia Baptista será lançada às 18h, na sede da Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), em Maputo.

No livro “Serpentear nas Esteiras do Tempo”, com 175 páginas, Lúcia Baptista conta uma estória que, em parte, viveu na actual província de Gaza, no período colonial. Na verdade, o enredo surge como testemunho de um percurso cheio de várias adversidades e emoções. Ao mesmo, a autora do livro resolveu investir nesta obra literária porque tem a sensação de que muitas vezes há uma tendência de se esquecer as peripécias ocorridas no país num passado não muito distante.

Não obstante, este “Serpentear nas Esteiras do Tempo” é um livro dedicado à mulher e a tudo que a diz respeito, o que ganha corpo por via do retrato da protagonista da estória, Joana. É um livro que levou muito tempo a ser escrito e passou por vários olhares, que ajudaram a autora a investir na luta pela perfeição. Duas dessas figuras foram Mia Couto e Fernando Leite Couto.

Agora que a obra está pronta, sai sob a chancela da Textos Editores e a apresentação estará na responsabilidade do escritor Jorge de Oliveira, quem entende que a obra "serve para registar as marcas de um tempo que a história não apaga".
Centrada na região que hoje pertence à província de Gaza, com algumas peripécias a desenvolverem-se na capital moçambicana, esta estória de sobrevivência deverá constituir, e essa é a esperança de Lúcia Baptista, uma oportunidade para que os mais jovens compreendam o que custou a sobrevivência de muitos moçambicanos. "Esta é uma estória de cada um de nós", garante a autora.

Lúcia Baptista nasceu em Valongo (Portugal), e veio ao país aos 14 anos de idade. Cá foi Chefe do Departamento de Administração e Finanças, no então Ministério do Comércio Externo.

Além de escrever, agora com mais tempo por estra fora do mercado do trabalho, Lúcia Baptista também pinta.

O olhar de Mia Couto

“Serpentear nas Esteiras do Tempo” conta com prefácio de Mia Couto. Referindo-se ao livro, o escritor assume, a certa altura do prefácio: "Lúcia Baptista recupera o velho simbolismo da serpente apelando para a desobediência. Tal como na alegoria bíblica há, neste romance, alguém que é expulso do Paraíso. Alguém que é arrancado da sua própria terra e dos seus sonhos. O mérito de Lúcia é a adopção de um tom de crónica quase autobiográfica de um tempo em que as fronteiras entre raças e gentes diversas eram vigiadas pelo medo".

 

 

Poesia e representação? Sim. Para além das conhecidas categorias – canto e dança e olimpíadas académicas – a sexta edição do concurso Vodacom Turma Tudobom adiciona mais duas. Assim, mais estudantes poderão participar neste certame lançado na manhã desta segunda-feira, na Escola Secundária da Manyanga, na Cidade de Maputo.

O teatro (representação) foi apresentado pelo grupo Tsakane, mesmo para mostrar como se vão comportar os próximos momentos. Com certeza, de muitos risos. Foi o que se viu: uma plateia marcadamente de estudantes ao rubro. O grupo trouxe um tipo de peça conhecido, que quando bem representada não deixa de arrancar gargalhadas. É típico do discurso público, em que se faz a tradução em língua local (no caso xichangana), mas distorcendo o conteúdo traduzido. Risos à fartura!

A poesia, essa, foi representada por Amosse Mucavele. O poeta não chegou a ler nenhum dos seus poemas ou poema de outrem. Fez o que a organização acreditou ser mais importante: falar da importância da leitura para o crescimento profissional. E assim foi. “Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que alguns fazem passar por ideias”, disse Mucavele citando um escritor peruano. Desta forma, iniciava a sua intervenção. “A leitura é um espaço plural, a leitura é uma observação do mundo, a leitura é um olhar transversal do passado, um regresso ao futuro com horizontes alargados, a leitura é um direito à interrogação”, por isso a narrativa do poeta merece destaque no nosso ensino.

A cerimónia que levou cerca de duas horas foi testemunhada pelos representantes do grupo Soico, da Vodacom, do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, da direcção da escola e professores.

Jeremias Langa, representando à Stv, disse que o projecto visa descobrir talentos nas escolas e que as novas categorias vão permitir ainda mais interesse ao evento. “Nosso papel como Stv é essencialmente aquilo que nós sabemos fazer, que é comunicar… levar um evento desta natureza ao país inteiro”.

Lucas Chachine também tomou o pódio e disse que objectivo da Vodacom é complementar os programas do Ministério da Educação, introduzindo outras valências que aumentem a cultura-geral aos estudantes, para que possam competir de igual para igual a nível global.

Em nome do Ministério da Educação falou José Luís Pereira. “Às nossas escolas apoiem vossos estudantes, envolvam-se mais, porque nós queremos fazer desse projecto a nossa marca na educação”.

Não é porque a sexta edição adiciona outras modalidades artísticas que as antigas foram discriminadas. Muito pelo contrário, o Canto e a Dança não deixaram a desejar. Lizha James foi quem mostrou o poder do canto aos estudantes e, ao mesmo tempo, inspirá-los.

A dança, esta, também foi bem representada. Diana Chaúque foi a jovem que enfrentou às câmeras e olhos atentos para mostrar a sua peça. Teve uma actuação solitária, mas digna de aplausos. Para a jovem, os estudantes que quiserem singrar como dançarinos têm apenas que lutar e quando houver barreiras derrubá-las.

Não houve qualquer simbolismo sobre as Olimpíadas Académicas, mas houve sim mensagens que encorajavam os estudantes a estudar muito e a se prepararem para passar de classe e para passar nos castings.

Vencedores serão conhecidos no dia 16 de Dezembro

O Vodacom Turma Tudobom abriu as inscrições, ontem, e o aluno pode procedê-lo enviando um SMS com o código da categoria para o número 843888 (sem nenhum custo), e seguir os passos da operadora.

Os promotores salvaguardam, desde já, a possibilidade de as inscrições serem feitas nas escolas, em caso de inviabilidade da inscrição via SMS, desde que estejam contempladas no concurso. Em Setembro, iniciam os castings nas diferentes escolas de todas as províncias.

As galas regionais iniciam no dia 25 de Novembro, em Nampula. No dia 2 de Dezembro, a gala vai acontecer na Beira e em Maputo no dia 9. As galas nacionais, a serem transmitidas em directo pela Stv, acontecem entre os dias 13 e 16 de Dezembro.

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