A YODINE Produções apresenta de 21 a 26 deste mês a 7ª edição da Plataforma Internacional de dança contemporânea – KINANI. Re-conectando identidades, a plataforma pretende questionar o lugar do tradicional na linguagem contemporânea artística e na formação de identidades no contexto de globalização acelerada. A programação do evento tem como base criações provenientes de residências artísticas onde jovens coreógrafos contemporâneos e grupos de dança tradicional colaboraram com o objectivo de diluir as fronteiras que separam ambas linguagens.
O programa da 7ª Edição do KINANI conta com 25 espectáculos de dança e instalações oferecidos por 50 coreógrafos e artísticas provenientes de 14 países: Moçambique, Portugal, Estados Unidos da América, França, Zimbabwe, Quénia, Espanha, Ilha Comores, Burquina Faso, Namíbia, Andorra, Congo e Madagáscar. O grande destaque internacional vai para Vera Mantero, renomada artista Portuguesa que tornou-se um dos nomes centrais da Nova dança portuguesa, tendo iniciado a sua carreira coreográfica em 1987 e mostrado o seu trabalho pelo mundo.
De Moçambique, o destaque vai para Panaíbra Canda, recentemente distinguido pela revista alemã TANZ na categoria “novas promessas para o futuro da dança 2017”. O universo feminino nacional será representado por Katia Manjate, Edna Jaime, Rosa Mário e Marina Tembe que apresentam diversas temáticas que colocam o quotidiano em questionamento.
As salas do Centro Cultural Franco-Moçambicano, Teatro Avenida, Museu de Pescas, terão sessões diárias entre às 18, 19 e 20 horas nas diferentes salas e o 4º Andar (espaço alternativo) a partir das 17 horas do dia 25.
A iniciativa conta com o apoio Instituto France, Camões – Centro Cultural Português, Prohelvetia, a Agência Suíça para o Desenvolvimento e Cooperação, o Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), a Fundação para o Desenvolvimento das Artes e da Comunicação (FUNDAC), Europcar e o Festival TheatherFormen.