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O País – A verdade como notícia

Esta é a primeira edição do Movitel Kings of House, considerado o maior espectáculo de música house em Maputo. O evento insere-se no rol de actividades das celebrações dos 130 anos da Cidade de Maputo.

“Queremos que o Movitel Kings of House seja uma marca internacional, queremos colocar de facto Maputo no mapa de grandes shows”, referiu a organização.

O evento será realizado amanhã, a partir das 15 horas, e traz para a capital moçambicana os maiores êxitos de dj e o melhor e mais premiado dj de África, um dos 100 melhores do mundo, Black Coffee. Da Holanda, teremos o dj Gregor Salto, e um dos mais notáveis dj’s brasileiros da actualidade, Jord.

Em conferência de imprensa ocorrida, esta quarta-feira, no Campo de Maxaquene, o dj Gregor Salto disse ser esta a segunda vez que se encontra em solo moçambicano e que a primeira vez foi há quatro anos.

“Estou muito feliz por estar cá, vão haver muitas surpresas durante o show, declarou dj Gregor, o único dj que esteve presente na conferência, visto que os outros chegarão ao país a partir de hoje.

Aos três “kings of house” juntam-se os djs moçambicanos, Mr. Hands, E.O.D, Nuclear Toaster, Benny Bubblez, Acizzy e Rude.

Juntar-se-ão a estes animadores moçambicanos mais quatro djs, RZ, Hawayano Drizzy, DVVD e Fredy F & Sinatra, seleccionados através de um concurso promovido pela One Million e pela Gloom.

“Mais de 300 candidatos enviaram os seus mixes e desses foram seleccionados os melhores”, disse Milvan Muiane, director da One Million.

Segundo a organização do evento, o Movitel Kings of House não será apenas um espectáculo musical, mas um momento de concretização de sonhos, exaltação de valores da cidadania e o cume do bom entretenimento.

O palco, luz, multimédia, efeitos especiais e lasers, e todo o cenário montado no Campo de Maxaquene, em Maputo, vão deixar os fiéis da música electrónica deslumbrados.

“Será uma verdadeira festa à altura da reputação dos grandes maestros das misturas”, referiu a organização.

Movitel King of House é um evento produzido pela Gloom e One Million e tem como parceiros a Heineken, Zap e BCI.

Felipa Neves, brand manager da Heineken, disse que o evento será uma verdadeira festa à altura dos munícipes de Maputo e seus visitantes.

“A Heineken vai disponibilizar 10 táxis para o transporte dos espectadores para casa”, disse e explicou que a iniciativa está alinhada à campanha “se beberes, não conduzas” da Heineken.

Por sua vez, João Peixoto, chefe do Departamento de Marketing da Movitel, disse que a Movitel vai fazer um streaming live do evento, para que as pessoas de outras províncias possam ver o espectáculo em tempo real.

De modo a encerrar a temporada de música clássica em grande, celebrando os 130 anos da cidade de Maputo, o projecto Xiquitsi agendou uma série de ensaios com todos músicos que vão integrar os dois últimos espectáculos do ano.

Assim, depois de vários ensaios realizados no Cine-Teatro Gil Vicente, a partir desta quarta-feira, a preparação passa a acontecer no Centro Cultural da Universidade Eduardo Mondlane (CCUEM), local do evento. E o ensaio geral para o concerto de sábado estende-se desta tarde até às 20h. Amanhã, o ensaio geral será para o concerto de sexta-feira, das 16h30 às 20h.

O concerto de encerramento da edição 2017 do Xiquitsi, além de Cláudio Ferreira na direcção orquestral, contará com os músicos: Maya Egashira (violino), Timóteo Bene Júnior (tenor), a aluna do Xiquitsi Márcia Massicane (soprano), Xixel Langa (voz), Carlos Pereria (direcção coral) e Kika Materula (direcção artística). E, como se impõe, não faltará também a grande missa de Estevão Chissano e “cidade menina”, de Mia Couto e Hortêncio Langa.

 

O primeiro concerto do Xiquitsi desta série, vai realizar-se às 19:30h de sexta-feira, no CCUEM, e estará voltado à celebração do dia da Cidade de Maputo (130 anos). No mesmo, Stewart Sukuma será acompanhado pela banda Nkhuvu e, claro, pela orquestra Xiquitsi.

 

Nesta última série da temporada “vamos fazer uma mistura da música moçambicana com uma orquestra de música clássica”, lembrou Kika Materula. 

 

 

 

 

 

 

A cantora e compositora moçambicana de afro jazz, Assa Matusse, lançará, oficialmente, o seu primeiro álbum intitulado “+ EU”, às 20:30h do próximo sábado, na sala grande do Centro Cultural Franco Moçambicano, em Maputo.

O álbum é cantado em três línguas: Português, Inglês e Changana. Assa Matusse conta que gosta muito de cantar em língua local, e que o afro jazz exige que se cante “de certa forma” em línguas bantu. “Gosto muito de fazer articulação em Changana, a melodia é diferente”, disse.

O álbum tem fusão de vários ritmos para além do afro jazz. Assa Matusse junta a este disco o jazz e outros. 

Antes de Moçambique, a cantora fez o lançamento do seu disco na Noruega, país onde fez a formação académica e gravou uma parte das músicas do seu trabalho discográfico. As outras foram com músicos moçambicanos. “Fiz o lançamento na casa da cultura de Trondheim, cidade onde estudei. Convidei em especial a minha professora Teresa Ulfam, para actuar comigo”, reforçou.

Assa também fez shows em Antique Varriata, e o último concerto foi em Oslo, Capital da Noruega. “Estava muito ansiosa e nervosa por saber que cantaria na capital do país, mas por causa do medo acabei me superando e foi um espectáculo super bom”, disse acrescentando que tem alguns seguidores na Noruega, onde é sempre bem recebida e o público adere a seus espectáculos, naquele país.

Assa Matusse nasceu em 1994, na cidade de Maputo, e marcou presença em grandes concursos e projetos musicais nacionais e internacionais tais como: Tribo Júnior (1°lugar), Super Tardes, produzido pela STV em parceria com a Vodacom (3º lugar); Umoja (Intercâmbio cultural entre países africanos e Noruega); Prémio revelação feminina no Ngoma Moçambique 2013 (1º lugar); Concurso internacional “The Voice of Pangea” realizado em Madrid, Espanha (2016).

“Muitos tentaram concorrer para o The Voice of Pangea, incluindo os próprios nativos daquele país e não conseguiram, eu concorri e ganhei”, referiu e adicionou que foi um momento muito marcante e emocionante.

Assa conta que a inclinação pela música começou ainda na barriga de sua mãe e já aos sete anos já cantava rap com os irmãos mais velhos. Foi nessa altura que começou a fazer imitação de músicas. “Desde pequena escuto o meu pai a tocar guitarra, mesmo sem me aperceber que ele tocava porque ainda era um bebé”.

 

João Paulo Borges Coelho tem uma nova obra literária, a qual, de algum modo, projecta a cidade da Beira para o mundo, não fosse “Ponta Gea” o título da narrativa.

Sobre o novo livro, com a modéstia e simplicidade que lhe caracteriza, João Paulo Borges Coelho explica que não traz propriamente uma estória, mas um projecto de pôr a infância em conjunto com a ficção. Todavia, o autor adianta que não se trata de uma obra autobiográfica, como alguns leitores poderão pensar, trata-se sim de fazer o percurso da descoberta do mundo através dos olhos da infância, conforme esclarece o Prémio LeYa 2009: “Trago aqui um conjunto de estórias em que cada uma corresponde a um pormenor da memória e cobre o período em que uma criança começa a sair de casa e a descobrir o mundo à sua volta”.

Na percepção de Borges Coelho, “Ponta Gea” canibaliza a sua infância, mas é um projecto de ficção que não corresponde ao rigor da lembrança. Logo, é a infância do narrador que está em causa na obra.

Ao escrever o livro que será lançado no Camões – Centro Cultural Português, em Maputo, às 17:30h desta terça-feira, moveu João Paulo Borges Coelho a possibilidade de deixar ficar uma mensagem sobre o que lhe inquieta, ariscamos, como autor e como historiador. Por isso, o escritor tem um desejo: “Gostaria de chamar atenção para um passado de que andamos esquecidos. Nós como que apagamos o passado anterior à independência nacional. Para mim seria importante que os leitores, através desta leitura, despertassem as experiências das suas próprias infâncias”. E Borges Coelho continuou: “é importante notar que a vida não começou numa data certa. É importante sabermos quem foram os nossos avôs, por exemplo. E, nesse sentido, não há receitas. Se nós esquecermos o ontem viveremos o hoje sem grande estrutura e sem grande esperança porque ir buscar atrás é apontar para frente também”.

“Ponta Gea” tem 348 páginas e a obra será apresentada pelo jornalista Fernando Lima. O livro sai sob a chancela da Editorial Ndjira.

 

“Ponta Gea”: o princípio de um olhar à infância

Não é a primeira vez que João Paulo Borges Coelho retrata o bairro da “Ponta Gea”, na sua escrita. Antes de o fazer nesta aventura, o escritor já havia inserido as imagens daquela parte da Beira numa outra obra literária, o segundo romance do seu percurso literário: ”As visitas do Dr. Valdez”, com qual venceu o prémio de literatura José Craveirinha, em 2004. No entanto, desta vez, o bairro da Ponta Gea  ganha um protagonismo ainda maior porque empresta o nome ao título do livro, cujo preâmbulo começa da seguinte maneira:

“A infância não é um lugar, nem tão-pouco um tempo. O que ela é, afinal?/ Se tomássemos a imagem das ilhas, estaríamos neste livro face a um arquipélago de episódios em que o núcleo de cada um me fosse imposto com insistente nitidez, mas em que as margens, mais incertas, existissem um esforço contrário ao de evocar – o esforço da partida”

Alusivo ao dia mundial de cinema, comemorado ontem, o Instituto Nacional de Audiovisual e Cinema (INAC) inaugurou, hoje, uma exposição usando material reciclado. 

Latas de rolos de cinema, ramos de coqueiros, papel, tinta, tampinhas de garrafas plásticas, até peças de viaturas, foram alguns dos matérias usados. Tudo que deveria ser lixo, mas que foi transformado em obras de arte. Uma obra de arte feita pelos alunos da Escola Especial número um. 

Ainda em relação ao dia mundial do cinema foi projectado o filme “Vingança dos Mortos” de um jovem cineasta amador da província de Gaza, Santos Macuácua. 

O projecto CineArtEscola conta com a participação de várias escolas para além da Escola Especial número um, e visa incentivar a produção audiovisual e cinematográfica nas crianças, assim como criar o gosto pela produção nesta área.

Os leitores moçambicanos conhecem muito bem a obra “Nós matamos o Cão-Tinhoso, de Luís Bernardo Honwana. Publicada pela primeira vez há 53 anos, o livro de estreia de Honwana ganha, agora, nova edição no Brasil pela editora Kapulana, acrescido do conto inédito “Rosita, até morrer” (1971), nunca antes publicado em livro.

O lançamento acontece na Semana da Consciência Negra, 37 anos após a primeira edição brasileira pela editora Ática, quando foi lido e relido por estudantes, professores, pesquisadores e apaixonados por ficção, tornando-se objecto de estudos e teses de mestrado e doutoramento.

“Nós matamos o Cão-Tinhoso” é considerado um clássico da literatura africana em geral não apenas por inovar a linguagem, inaugurando a moderna literatura moçambicana, “mas também por ser metáfora do enfrentamento ao autoritarismo e opressão impostos pela colonização portuguesa

sobre os negros”, escreve a editora Kapulana num comunicado enviado à nossa redacção.  

O volume é composto por sete contos: Nós matamos o Cão-Tinhoso!, As mãos dos pretos, Papá, cobra e eu, Dina, Inventário de imóveis e jacentes, A velhota e Nhinguitimo, além de Rosita, até morrer.

A obra foi traduzida para o alemão, espanhol, francês, inglês, sueco e teve várias edições no país e Portugal. Em 2002, foi classificada como um dos 100 melhores livros africanos do século XX.

Muitos dos contos são narrados por crianças e o Cão-Tinhoso do título foi descrito por estudiosos como uma representação do sistema colonial decadente, em vias de ser destruído, para o surgimento de uma nova sociedade purificada, sem discriminações de qualquer tipo.

Luís Bernardo Honwana nasceu em 1942. Cresceu em Moamba. Aos 17 anos foi para a capital estudar jornalismo e, aos 22, tornou-se membro da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO).

Devido à militância, foi preso em 1964 e permaneceu três anos na prisão. A primeira edição de “Nós matamos o Cão Tinhoso!” foi publicada no país nesse mesmo ano.

Em 1969, em plena guerra pela independência, a obra foi traduzida para o inglês com título “We killed mangydog and other Mozambique stories”, e conquistou reconhecimento internacional, sendo publicada em vários outros idiomas e países.

Após a Independência, em 1975, o escritor foi nomeado Director de Gabinete do Presidente Samora Machel, e participou activamente da vida política do país, sendo nomeado Ministro da Cultura de Moçambique em 1986.

Actualmente, é diretor executivo da Fundação para a Conservação da Biodiversidade (BIOFUND).

Este ano, lançou um livro de ensaios e crónicas de temática cultural e política, “A velha casa de madeira e zinco”.

Nós matamos o Cão-Tinhoso! é o único livro de ficção de Luís Bernardo Honwana.

34 anos é o tempo de vida que Ghorwane tem. Para assinalar esse marco raro na música moçambicana, os integrantes da banda uniram a sua festa à da cidade de Maputo, que, este mês, completa 130 anos.

Assim, os “vana va ndota” subiram ao palco do Coconuts Live, na capital do país, na noite do último sábado, e conduziram o público, maioritariamente jovem, a uma viagem pelo tempo, por via da música. Ghorwane tocou temas que não só marcaram a história do país como de um país inteiro, claro, sem se esquecer do seu álbum mais recente,“Kukuvata”, que ali encontra-se a música mais afamada da banda neste momento, “Mussakaze”, a qual, no Coconuts, revelou coros improváveis do lado do auditório, cantando-se como terapia.

De acordo com Carlos Gove, o baixista da banda, os 34 anos de Ghorwane foram sempre trilhados com respeito ao público que os acompanhou. E, agora que as rugas tornam-se salientes nos semblantes de alguns membros, a maior preocupação de Ghorwane já não é apenas a música, embora não deixe de ser importante: “De uns tempos para cá, a grande preocupação que temos é tentar transmitir à nova geração um legado na forma de estar na música. E estamos nesse processo, daí termos apostado em sangue novo na banda, consciente de que, na mesma proporção que ensinamos também podemos aprender”, afirmou Carlos Gove, acrescentando: “precisamos de bandas consistentes no país, embora reconheçamos que há uma nova vaga de músicos que vem com uma abordagem diferente, que faz com que o futuro musical no país seja promissor”.

Ghorwane resolveu associar a celebração dos 34 anos de carreira aos 130 da cidade de Maputo em jeito de agradecimento, “porque a banda surgiu aqui, vivemos aqui e aprendemos muito desta cidade. Há um compromisso entre a banda e a cidade que não se pode separar. Aqui Ghorwane construiu-se e, a partir daqui, temos feito música para o mundo”.

Quando Ghorwane foi fundada, Sheila Jesuita, uma das integrantes, ainda não havia nascido. Nada que impede que a princesa do grupo pense a grande, quando se fala do horizonte que lhes move: “o céu é o limite. Não temos um ponto exacto que queremos alcançar. Nós queremos é continuar a fazer música, ficando na história do país a cada momento, sempre com o mesmo entusiasmo. E nós próprios vamo-nos alegrando à medida que vamos fazendo o nosso trabalho”.

A celebração dos 34 anos de carreira da banda Ghorwane e 130 da cidade de Maputo contou com a presença de alguns convidados, como os irmãos Willy e Aníbal. O segundo foi o produtor do primeiro espectáculo de Ghorwane. Aníbal lembra-se desse momento como se fosse hoje:

Ghorwane é um grupo que vi nascer. Eles actuaram pela primeira vez no Cine-África. Eu fui o produtor desse espectáculo, como membro da Associação dos Músicos. Então é uma satisfação ver que até hoje eles cultivam este tipo de trabalho de raiz”.

Com efeito, uma das pessoas que fez com que o preço do bilhete do espectáculo valesse a pena foi Xixel Langa, que, cantando cerca de cinco músicas, enquanto esteve no palco, numa actuação categórica, enérgica, fez com que o público pensasse que o espectáculo só poderia ser dela. E não era para menos, afinal a cantora e a banda têm algo em comum. E Xixel lembrou: “a banda Ghorwane tem minha idade. Começaram exactamente quando eu nasci e costumavam ensaiar lá em casa. Então tem um significado importante actuar no espectáculo dos 34 anos, também porque um dos co-fundadores da banda foi o meu tio, Pedro Langa. É bom estar a compartilhar esta felicidade dos 34 anos com os tios, e espero partilhar meus 34 anos de carreira com eles”.

Ghorwane foi fundada em 1983, e, o seu repertório musical inclui obras como “Majurugenta” “Vana va ndota”, “Kudumba” e “Kukavata”.

A artista plástica Tininha inaugura, próxima terça-feira, pelas 18h, a exposição ‘Todas as Dimensões são Reais’, no Auditório do BCI, em Maputo. Estarão patentes, nesta primeira mostra individual da pintora, cerca de 40 obras, predominando o acrílico sobre tela e espátula.

Conhecida no meio artístico por Tininha, Albertina Santos é analista química de formação. Nasceu na década de 50, na então Lourenço Marques, hoje Maputo, e trabalhou em diversos ramos de actividade industrial. Em 2007 iniciou novos desafios, tendo abraçado a terapêutica, área em que obteve diversas certificações internacionais.

Em 2011, surgiram oportunidades de realizar o seu sonho artístico e, com o apoio dos artistas Hélder Nhackotou e João Fornasini, foi recebida no Núcleo de Arte. Em 2016, fez um curso de pintura em tecido e vidro, orientado por Maria das Dores Silva André, promotora de arte e artesanato, no Lar Nova Esperança, na cidade da Matola.

A partir de 2015, efectuou exposições colectivas no Núcleo de Arte, no Museu Nacional de Arte, no âmbito da XIII Edição da Bienal TDM, e na Galeria Janelas do Índico (Salão Nobre do Clube Naval). Entretanto, ao longo deste ano visitou os seguintes centros internacionais: Art Dubai – Global Art Forum, Dubai; Lousiana Museum of Modern Art (Humbebaek) e Statens Museum for Kunst – National Gallery of Denmark (Kobenhavn), Dinamarca.

Refira-se que a mostra pode ser vista, com entrada livre, até ao dia 16 de Novembro.

 

O músico nigeriano Davido irá actuar hoje, às 18 horas, no Campo do Ferroviário de Maputo, e prometeu fazer o público vibrar com as suas actuacções.

O cantor nigeriano muito popular no país, autor do éxito “Fall”, Davido, está pela primeira vez no país e entusiasmado com a recepção calorosa dos moçambicanos. E o nigeriano prometeu fazer o público vibrar com as suas actuações. “Estou feliz por ter sido convidado, vai ser um bom show, vamos nos divertir, vamos oferecer bons momentos”, referiu Davido.

O cantor diz ter-se encontrado antes com músicos moçambicanos e acredita que com um trabalho conjunto se possam unir as duas culturas, moçambicana e nigeriana. “Estou sempre entusiasmado em levar minha cultura para outros países. Estou interessado em conhecer outras culturas e fazer uma mistura de culturas”, referiu Davido e apelou para que os fãs aderissem em massa porque o espetáculo vai ser quente.

 

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