O País – A verdade como notícia

Mais uma vez, Adelino Timóteo encontra-se em Portugal, onde, este domingo, esteve a lançar o seu último livro: “Os Oito Maridos de Dona Luíza Michaela da Cruz”. A cerimónia teve lugar na FNAC de Chiado e vai repetir-se, por assim dizer, na Livraria Ler Devagar, em Lisboa. Esta é a forma que o autor encontrou para levar a sua escrita além do território nacional, afinal, para Timóteo, a literatura não deve limitar-se às fronteiras geográficas.

Além de Portugal, Adelino Timóteo tem mais um compromisso na Europa, na cidade de Berlim. Na Alemanha, o poeta, escritor e artista plástico vai, igualmente, lançar o seu novo romance “Os Oito Maridos de Dona Luíza Michaela da Cruz”, no dia 30 de Novembro. O lançamento estará enquadrado no colóquio que irá realizar-se sob o tema “Convergências e divergências – a CPLP como espaço cultural e económico e a sua percepção na Europa”, de 29 de Novembro a 1 de Dezembro, na Embaixada do Brasil, com a participação de todos os embaixadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), avança o escritor.

A apresentação de “Os Oito Maridos de Dona Luíza Michaela da Cruz” estará a cargo da investigadora do Centro de Estudos de Literatura Comparada da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Doris Wieser.

Na percepção do autor moçambicano, este será um dos momentos altos da divulgação do seu romance, fora do espaço de língua portuguesa.

Neste romance, Adelino volta a efectuar uma viagem ao passado, desenterrando nas margens do Zambeze a incrível personagem Luíza Michaela da Cruz, protagonista da estória que o autor narra. A partir da mulata que consegue gerir sentimentos distintos por oito maridos, Timóteo tece um retrato de uma época em que os prazos do Zambeze enalteceram tanto a figura de algumas mulheres privilegiadas, envolvidas na luta pelo poder. O livro harmoniza realidade com ficção, invertendo a subalternização da mulher que tanto caracteriza as diferentes sociedades africanas e do mundo.

Depois das cidades: Beira, Maputo e Porto (Portugal), chega a hora de Berlim também ler “Os Oito Maridos de Dona Luíza Michaela da Cruz”. 

“A Lei do Amor” é título da nova telenovela que a Stv vai estrear esta segunda-feira, a partir das 21h. A produção da Globo conta a estória de Helô e Pedro, um jovem íntegro, romântico, com posses e que se apaixona por aquela personagem de família humilde. No enredo, Fausto e Magnólia, pai e madrasta de Pedro, tramam uma série de intrigas para separar o casal que estava destinado a viver um grande amor.

Em “A Lei do Amor”, Pedro, um líder nato, forte, firme e determinado, sente uma intuitiva rejeição por sua madrasta, mas a trata com a polidez necessária para o bem-estar doméstico. Pedro apaixona-se por Helô quando se preparava para fazer mestrado na França. Ao regressar ao Brasil, volvidas duas décadas, Pedro descobre a verdade sobre as razões de se ter separado da sua amada.

Enquanto Pedro sai de um conforto familiar, desde cedo, a vida difícil ensinou a Helô a não se subjugar, o que a leva sempre a batalhar e partir sem pudor para o confronto, quando se sente prejudicada ou injustiçada. Quando conhece Pedro, Helô tenta se defender do sentimento, em vão. Por isso, entrega-se, mais tarde, sem receio, o que não impede uma desilusão. É nesse contexto que a bela rapariga aceita casar-se com um rico executivo, Tião Bezerra (José Mayer), com quem teve dois filhos, mas não por amor.

Outra personagem importante da trama é Fausto, um dos principais empresários da cidade, dono de uma tecelagem, entre dezenas de outros negócios. É casado com Mág (Vera Holtz), com quem teve dois filhos. Tem uma adoração por Pedro (Chay Suede/Reynaldo Gianecchini), o filho de seu primeiro casamento, embora os dois não se entendam. Entra para a política conduzido pelo corrupto secretário do Estado de São Paulo, César Venturini (Otávio Augusto), e apoiado por Mág, sua esposa.

Vinte anos e três mandatos na Prefeitura de São Dimas, Fausto fica esgotado, exausto do jogo político e empresarial. Mas a paixão que surgiu entre ele e Suzana (Gabriela Duarte/ Regina Duarte), a secretária de sua mulher, fez com que ele decidisse começar uma vida nova e reparar o que fez de errado. Possui muitas provas contra Venturini e deseja mostrá-las à imprensa. Implora a presença de Pedro antes de partir com Suzana, pretendendo contar ao filho toda a verdade descoberta para que este possa ajudá-lo. Mas acaba sofrendo um atentado que tira a vida de Suzana e o deixa condenado a um leito sem poder se mexer ou comunicar-se.

Quanto a Mág, é uma mulher forte, voluntariosa, autoritária, dura, mas ao mesmo tempo terna e acolhedora com os descamisados de São Dimas, que a consideram uma verdadeira santa. Era a melhor amiga de Stela e após a morte desta, casou-se com o marido da falecida, Fausto (Tarcísio Meira), o que levou muita gente a suspeitar de seu carácter e suas reais intenções. Defende a estrutura familiar contra tudo e todos, não se importando em tomar medidas que deponham contra sua ostentada bondade, pois tudo justifica a união e a manutenção da célula familiar. Fica para morrer quando Fausto decide abandoná-la para viver com Suzana, mas quando este sofre atentado, leva-o para casa e cuida dele com zelo.

É esta a telenovela que a Stv estreia esta segunda-feira, certo de que vai entreter, formando, os seus telespectadores.

 

Gungu tem nova peça: “Jogo de intrigas”, uma obra que retrata a trama familiar, com evidências do que a falta de comunicação pode causar às pessoas.

Igualmente, a ideia da obra é mostrar que não possuir informação pode afectar vidas e planos, afinal, a informação é a chave para que as pessoas se compreendam e, com isso, percebam melhor o mundo. Assim entende Gilberto Mendes, encenador da peça com ante-estreia marcada para hoje, 18h30.

Se, por um lado, “Jogo de intrigas” espera reavivar o compromisso que Gungu tem com o público, por outro, a peça vai ao Cine Teatro Gilberto Mendes para assinalar 25 anos de existência da companhia. Assim, intercalando temas sérios com humor característico, a obra procura tornar os espectadores melhores cidadãos. Para o efeito, o espectáculo inclui situações que dizem muito às pessoas, como tráfico de influência para se conseguir emprego.

Além disso? Gilberto Mendes explica: “queremos continuar a mostrar a nossa arte de representar, ciente de que muitos não olham o teatro do mesmo modo que a música, ainda que os actores consigam atingir bem as pessoas e as marcas”.

Neste lançamento de “Jogo de intrigas”, Mendes não deixou de fazer uma leitura sobre o teatro moçambicano, quando questionado sobre como vislumbra o futuro desta arte. “Quando estávamos no início da carreira artística, dizíamos que o futuro do nosso teatro era risonho. No entanto, tantos anos depois, falarmos do futuro do teatro parece referirmo-nos a um sonho adiado. Ao invés de olharmos para o futuro como um sonho bom, queremos pensar que o teatro está a trazer resultados positivos para sociedade moçambicana, formando pessoas melhores e bons actores, que, inclusive, alimentam o cinema nacional. Veja-se o caso recente de “Comboio de sal e açúcar”, por exemplo, que tanto tem conseguido dar prestígio ao país além-fronteiras”, afirmou o artista, frisando: “a arte teatral seria bem melhor se houvesse um investimento mais acentuado”.

Do “Jogo de intrigas” fazem parte os actores: Samuel Malumbe, Juanet Rombe, Emelda Macamo, Eduardo Gravata, Beatriz Munguambe e Gilberto Mendes.

O poeta angolano, Lopito Feijóo, esteve a participar, uma vez mais, na Feira do Livro de Maputo, iniciativa do Conselho Municipal de Maputo, que decorreu no Jardim Tunduru, nos dias 5, 6 e 7 deste mês. No entanto, neste regresso ao país, o poeta mangolé tem na agenda mais uma actividade literária prevista: o lançamento da obra “Imprescindível Doutrina Contra”.

A cerimónia de lançamento terá lugar esta quinta-feira, às 18h00, no Camões – Centro Cultural Português, no âmbito do 29º Curso de Literaturas em Língua Portuguesa.

A apresentação de “Imprescindível doutrina contra”, com a chancela da Editora Rosa de Porcelana, estará a cargo de Ungulani Ba Ka Khosa.
João André da Silva Feijó, nasceu em Malanje, Angola, a 29 de Setembro de 1963. Estudou Direito na Universidade Agostinho Neto (UAN), em Luanda. Foi deputado da Assembleia Nacional da República de Angola. Assina, usualmente, J. A. S. Lopito Feijóo K. Poeta e crítico literário, ensinou Literatura Angolana. Membro fundador da Brigada Jovem de Literatura de Luanda (BJLL/1980), e do Coletivo de Trabalhos Literários OHANDANJI (1984). É membro da União dos Escritores Angolanos (UEA), onde exerceu o cargo de Secretário das Relações Internacionais. É membro do Grémio Literário em Lisboa e, é um dos membros fundadores da Academia Angolana de Letras (AAL/2016). Desde 2004, preside a Sociedade Angolana do Direito de Autor (SADIA), dirigindo a Gazeta dos Autores, órgão de divulgação dessa instituição. É membro correspondente da Academia Brasileira de Poesia “Casa Raul de Leoni” e, é igualmente, Membro da International Poetry dos EUA e da Maison Internationale de la Poesie, sediada em Bruxelas, Reino da Bélgica. Está repertoriado na 10.ª edição do International directory of distinguished leadership (2004-2005), do American Biographical Institute, bem como no Dicionário de Autores de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa (1997).

Tem livros traduzidos para francês, inglês e italiano e tem colaboração dispersa em publicações de Angola, Portugal, França, Espanha, Brasil, Estados Unidos da América (EUA), Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Nigéria.

Publicou os seguintes títulos de poesia: “Doutrina (1987)”; “Me ditando (1987)”; “Rosa Cor-de-Rosa (1987)”;
“Cartas de Amor (1990)”; “Geração da Revolução (1993)”; “Ensaio e crítica literária: Meditando (Textos sobre Literatura, 1992)”; “Na Idade de Cristo”. “Poesia declamada em CD (1997)”; “O Brilho do Bronze – Haikais (2005)”; “Marcas Da Guerra … (2011)”; “Lex & Cal Doutrina (2012)”; “Andarilho e Doutrinário (2013)”;
“Auto Gráfia. Poesia declamada em CD (2013)”; “Desejos de Aminata (2014)”; “Coração Telúrico (2014)”; “Reuni Versos Doutrinários (2015)” e “Pacatos & Doutrinários Recados (2017)”.
 
 

 

O Conselho Municipal da Cidade de Maputo prestou homenagem ao escritor Aldino Muianga pelos 30 anos de produção literária. Veja, na íntegra, o discurso do edil, David Simango, no evento que decorreu na Jardim Tunduru, durante a 3ª edição da Feira do Livro.

“Cabe-nos a honra, nesta majestosa ocasião, de encontrar palavras certas para descrever o quão deslumbrante são, tanto a obra, quanto o próprio autor, o nosso ilustre escritor Aldino Muianga. Porém, quisera ter uma missão que se circunscreve unicamente numa execução honorífica. Mas ter o desplante de falar de Aldino Muianga é tão fascinante quanto desafiador. Aliás, não fosse o nosso exímio autor, um homem pertencente a uma constelação tão selecta quanto restrita de criaturas a quem a natureza dotou de habilidades transcendentes em áreas de conhecimento tão exigentes quanto distintas. O seu percurso eminentemente invejável tanto como clínico e cirurgião, assim como docente em academias nacionais e estrangeiras, acrescido às suas tão prolíficas quanto profusas obras literárias são disso um exemplo inequívoco.

Efectivamente, de um ilustre autor como Aldino Muianga, temos muito a aprender. Ou não estaríamos a falar de quem, em 30 anos de uma cintilante carreira como escritor, brindou os seus leitores; adubou importantes debates e estudos literários, assim como inspirou gerações, contribuindo, deste modo, para o alavancamento da literatura em Moçambique. Na verdade, a criação de um total de 15 obras durante este percurso, a última das quais, intitulada “Asas Quebradas”, recentemente lançada, prova que estamos perante um incansável e inusitado mestre da criação na arte literária. É, pois, por esta razão que, pela fulgurante carreira, e pelo entusiasmo que a sua obra causa diante dos fazedores das artes e das letras, no geral, e dos amantes da arte literária, em particular, Aldino Muianga integra, incontestavelmente, o panteão de ilustres autores da nossa literatura.

Daí que, numa altura em que celebramos os 130 Anos de elevação de Maputo à categoria de Cidade, aliás, a urbe que se orgulha de ser o berço do nosso ilustre escritor, afigura-se de capital importância mostrar, sobretudo às novas gerações, aquelas figuras que, pela sua destreza e engenhosidade, ajudam a moldar a humanidade, tal como o faz o nosso prodigioso escritor.

Esta acção enquadra-se no estrito cumprimento dos nossos compromissos, aquando da assunção dos destinos da edilidade, nomeadamente, promover a cultura, o desporto e a recreação no seio de adolescentes, jovens e adultos.

Ora, a homenagem a um escritor do calibre de Aldino Muianga, paralelamente à Feira do Livro de Maputo, é uma oportunidade fecunda, pois, desta combinação resultam encontros e descobertas indeléveis entre gerações e culturas distintas.

Para terminar, gostaríamos de reconhecer, cordialmente, o esforço empreendido pelos nossos parceiros, apoiando-nos, de modo a valorizarmos os principais fazedores da nossa cultura, tal como o nosso escritor, docente, médico e cirurgião Aldino Muianga, que, acima de tudo, projecta o nome da nossa Cidade além-fronteiras, e a quem desejamos longa vida para continuar a deleitar-nos com as suas suculentas obras e a moldar o homem, hoje, amanhã e sempre”.

 

O Jardim Tunduro, local onde decorre mais uma edição da Feira do Livro de Maputo, foi, uma vez mais, palco de manifestações artísticas, como música, teatro e declamação de poemas. Tudo para celebrar a grandiosidade do escritor, professor e cirurgião, Aldino Muianga.
Depois de ano passado o Conselho Municipal ter homenageado Juvenal Bucuane, nesta edição da Feira foi a vez de Aldino, autor com 30 anos de carreira literária, que o permitiram publicar 15 livros.

Para o autor, porta de entrada para quem quer conhecer Maputo por via da literatura, a homenagem constitui uma grande surpresa. Depois, não deixou de agradecer ao apoio da esposa. "Agradeço à minha esposa, pela inspiração. Com ela partilho este momento porque muito do que que escrevi foi por ela inspirado".

Para o Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo e Ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Aldino Muianga é um homem com um conhecimento invejável e há muito que aprender com o escritor. "Temos muito a aprender do Aldino, que durante os 30 anos e uma cintilante carreira prendeu os seus leitores, assim como inspirou gerações, contribuindo para a literatura moçambicana", David Simango.

"Esta homenagem poderá ajudar as nossas crianças a sentirem-se cada vez mais inspiradas para saber o que é ler e escrever, porque só através da leitura e escrita teremos outros Aldinos Muiangas", disse Conceita Sortane.

Das 15 obras que compõem o reportório literário de Muianga, a última foi lançada terça-feira, pela editora Cavalo do Mar. O romance é intitulado Asas quebradas, e é uma busca pela identidade.

 

 

A Academia justificou a escolha de Kazuo Ishiguro, por ser um escritor que, "em romances de grande força emocional, revelou o abismo sob o sentido ilusório de conexão com o mundo", avançou o Notícias ao Minuto.

O escritor britânico nasceu em Nagasaki, Japão, fixando-se com a família no Reino Unido, no início da década de 1960. Destacou-se com os primeiros contos, publicados na revista Granta, escreveu para cinema e televisão, é autor de canções. Com "Os Despojos do Dia" venceu o Booker Prize, em 1989.

No final da década de 1970, Ishiguro graduou-se em Inglês e Filosofia na Universidade de Kent e estudou, em seguida, Escrita Criativa na Universidade de East Anglia, em Inglaterra.

Kazuo Ishiguro tornou-se desde então escritor a tempo inteiro. Começou por publicar contos na revista literária Granta, e o seu primeiro romance data de 1982, 'A Pale View of Hills', publicado em 1990, em Portugal, pela Relógio d'Água, ao qual se seguiu 'An Artist of the Floating World' (1986), situado em Nagasaki, poucos anos após a II Grande Guerra (1939-1945)

Segundo a Academia Sueca, os temas que Kazuo Ishiguro aborda, a memória, o tempo, a desilusão de si próprio, evidenciam-se já neste romance, editado em Portugal pela Livro Aberto, também em 1990, com o título 'Um Artista no Mundo Transitório'.

A preocupação com a memória e o esquecimento é particularmente notória no seu mais conhecido romance, 'The Remains of the Day' (1989), editado em 1991 em Portugal pela Gradiva, com o título 'Os Despojos do Dia'.

A obra foi adaptada ao cinema, em 1993, pelo realizador James Ivory, com argumento do próprio escritor e de Ruth Prawyer Jhabvala, com Anthony Hopkins e Emma Thompson, por protagonistas.

Segundo a instituição sueca, a escrita de Ishiguro é marcada por uma cuidadosa contenção, independentemente do local da narrativa.

Mauro Brito, poeta e autor da obra “Passos de magia ao sol”, estará em digressão cultural pelo Brasil, desde o dia 14 deste mês até 7 de Novembro. O objectivo é divulgar da sua obra e estabelecer intercâmbios com artistas locais.

Na viagem à terra de Jorge Amado e de Ronaldinho Gaúcho, o enfoque vai para a sua participação na nona edição do Festival de Artes Negras (FAN), a ter lugar na cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. Na capital mineira, Mauro Brito tem apresentações entre os dias 15 e 23 do corrente mês, no Instituto Cultural Casarão das Artes, parceiro do festival e também da Prefeitura de Belo Horizonte.

A sua participação terá como foco a apresentação da sua primeira obra de poesia “Passos de magia ao sol”, um livro infanto-juvenil, seguido de rodas de conversas e assinatura de autógrafos. Também está marcada uma conversa sobre a cultura moçambicana aos moradores da cidade de Belo Horizonte.

Ora, a participação de Brito estende-se ainda a outros eventos. No estado de Santa Catarina, na Universidade com o mesmo nome, terá uma “palestra aberta aos estudantes de Pedagogia”. E no dia seguinte, vai participar duma oficina junto do grupo de estudantes do Contarolando, terminando com uma sessão pedagógica.

Dando continuidade à sua digressão, o poeta escala o estado do Ceará, onde toma parte numa mesa de abertura na “UNILAB”, com o Projecto de iniciação à docência; seguindo-se um outro evento denominado Karingana Wa Karingana, “literaturas africanas de língua portuguesa em sala de aula”; e por último participará de uma “Oficina de Criação Literária”, na companhia dos alunos da UNILAB.

O autor encerra a sua digressão no Estado de São Paulo, com a participação do Sarau do Kintal e do Sarau da Cooperifa, onde vai interagir e recitar poemas de sua autoria junto de outros poetas locais.
Mauro Brito é escritor e poeta, iniciou-se no teatro e activismo social, contudo, é na literatura que se sente confortável. Colaborou com vários movimentos: Movimento Humanista, Kuphaluxa e Sociedade Moçambicana de Debates. Desde então escreve para revistas e jornais: Cultura, Missanga, Literatas, participando igualmente em recitais e sessões de poesia. De espírito inquieto e versátil, tem percorrido outros caminhos como piloto de aeronaves. Estreou-se em 2017 com o seu livro “Passos de magia ao Sol”.

 

É a primeira vez que o Trio Arne Jansen se aventura pelo território nacional. Os músicos irão se apresentar ao vivo na Feira do Livro de Maputo, esta quinta-feira, no Jardim Tunduro.

Arne Jansen é um dos guitarristas de Jazz mais versáteis e premiados na Alemanha. Desde os anos 90 que este músico influenciado por nomes como Jimi Hendrix, Mark Knopfler, Pat Metheny ou John Abercrombie tem vindo a afirmar-se na cena musical alemã e no mundo do Jazz a nível internacional.

Montou o Arne Jansen Trio, em 2008, um projecto que oferece ao público o máximo de expressividade e variedade estilística por via de melodias simples que se transformam em harmonias e andamentos que revelam espaços sonoros e aportam para viagens e paisagens.

O trio é composto pelo guitarrista Arne Jansen que se faz acompanhar por Robert Lacaciu na viola baixo e Moritz Baumgärtner na bateria.
A apresentação do trio musical terá como convidada a cantora moçambicana Xixel Langa.

 

+ LIDAS

Siga nos