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Palestras sobre a história da língua Chuabo, falada em várias partes da província da Zambézia, exposições de artesanatos, artes plásticas, gastronomia e preservação do meio ambiente assinalaram o arranque do projecto “Gente da Nossa Terra”, na Associação de Músicos Moçambicanos (AMMO), cidade de Maputo.

Foi um painel recheado de grandes figuras conhecedoras da cultura da Zambézia onde houve uma palestra sobre a história da cultura daquela província, com destaque para a língua chuabo e o seu impacto para os falantes. A palestra esteve acesa em quase todos momentos da sua composição.

No debate, referiu-se que os traços natos que a língua chuabo apresenta facultam aos falantes a assimilarem melhor a língua portuguesa. Devido a esta boa locução em português dos descendentes de Quelimane, a cidade foi apelidado de pequeno Brasil.

Na mesma ocasião, Rui Silva, ambientalista e gestor da empresa Reciclagem e Serviços, falou sobre a preservação do meio ambiente. O ambientalista informou que algumas espécies marinhas como baleia, tartaruga, golfinho e outros estão em risco de extinção devido à proliferação do plástico nas águas do mar, lagoas e rios.

Na história da música tradicional zambeziana, mereceram destaque “Niketxe e Nhambaro”, sem ignorar outras que também foram referenciados. Os músicos como, Eduardo Carimo, o famoso Mussa Rodrigues, banda “Ilucan Ilucan” e outros são considerados como referências, quando se fala da música com características tradicionais da Zambézia. “Gente da Nossa Terra” tratou-se, no fundo, de um concerto musical e uma feira de artesanato e gastronomia, cujo principal objectivo é promover a cultura moçambicana.

A 21 de Agosto de 2018, a cidade de Quelimane completa 76 anos de elevação à categoria de cidade.

 

No âmbito das comemorações dos 200 anos da elevação da Ilha de Moçambique à categoria de cidade, a Associação Kulungwana, em parceria com a Associação Moçambicana de Fotografia, convidou os fotógrafos nacionais e estrangeiros residentes no país, a participarem no concurso fotográfico “A Ilha de Moçambique: A Ilha das Duas Cidades”, com o objectivo de dar a conhecer o importante Património da Humanidade designado desde 1991.

De acordo com um comunicado da Kulungwana, um júri de selecção e premiação, composto pelo artista Ídasse Tembe, pela pesquisadora em artes visuais Élia Gemuce, pelo fotógrafo Basílio Muchate e pelo historiador Luís Filipe Pereira, apreciou os trabalhos de 29 concorrentes, tendo seleccionado 24 trabalhos que estarão em exposição a ser inaugurada em 24 de Agosto corrente, às 18,00 horas, na Galeria Kulungwana nos CFM, na Praça dos Trabalhadores.

Na mesma ocasião, proceder-se-á à cerimónia de premiação dos concorrentes, de acordo com o parecer do júri do concurso.

Em Maputo, a exposição estará aberta ao público até 5 de Setembro, sendo posteriormente apresentada na Ilha de Moçambique, no hotel “Feitoria”, entre 13 de Setembro e 31 de Outubro, dando possibilidade aos locais e outros interessados de poderem apreciar a mesma.

A exposição fotográfica “Ilha de Moçambique: A Ilha das Duas Cidades”, teve o patrocínio da Embaixada da Noruega, do BCI, da JFS Holding, do hotel “Feitoria” (Ilha de Moçambique) e da Prodata.

 

 

Aretha Franklin morreu esta quinta-feira, avança a Associated Press, citada pelo Notícias ao Minuto. A cantora, rainha do soul, como era conhecida, tinha 76 anos e morreu em sua casa, na cidade de Detroit, nos Estados Unidos.

A cantora sofria de cancro no pâncreas e o seu estado de saúde deteriorou-se significativamente nos últimos dias.

Para além do cancro no pâncreas, a lenda da música enfrentou vários problemas de saúde nos últimos anos que levaram ao cancelamento de vários concertos este ano.

No final do ano passado, Aretha Franklin afirmou que planeava retirar-se depois de terminar a digressão deste ano.

Aretha franklin foi a primeira mulher a entrar para o rock and roll hall of fame.

"Em um dos momentos mais sombrios de nossas vidas, não somos capazes de encontrar as palavras apropriadas para expressar a dor em nosso coração. Perdemos a matriarca e o rock de nossa família. O amor que ela nutria por seus filhos, netos, sobrinhas, sobrinhos e primos não tinha limites ", disse a família de Franklin, num comunicado citado pela CNN.

A família refere, igualmente, ter ficado bastante honrada com o carinho dos amigos e fãs da cantora. "Ficamos profundamente tocados pela incrível manifestação de amor e apoio que recebemos de amigos íntimos, admiradores e fãs de todo o mundo. Obrigado por sua compaixão e orações. Sentimos seu amor por Aretha e isso nos traz conforto. O legado dela continuará vivo", acrescentou a família, pedindo, no entanto, privacidade neste momento de dor.

Aretha Franklin começou sua carreira musical aos 14 anos, quando cantava gospel no coro da igreja de seu pai. Em 1960, foi contratada pela Columba Records. Ao longo de uma carreira profissional que durou mais de 50 anos, Franklin ganhou 18 Grammy’s, incluindo a honra de melhor desempenho feminino R & B por oito anos consecutivos.

A rainha do soul foi também das vozes mais influentes e importantes da história do pop. Suas músicas eram incorporadas por afro-americanos e feministas como hinos de mudança social. Quando Martin Luther King Jr. foi assassinado, Franklin cantou em seu funeral.

A rainha do soul fez uma apresentação na investidura de Barack Obama, em 2009 e também apresentou-se na de Bill Clinton, em 1992.

Em Fevereiro de 2017, Franklin anunciou que iria parar de fazer turnês, mas continuou a fazer shows. No início deste ano, por orientação médica, cancelou algumas apresentações.
A última apresentação pública da cantora foi em Novembro passado, quando cantou em uma festa da Elton John AIDS Foundation em Nova York.

Para a história da música ficam músicas como 'respect', 'Natural woman' ou 'I say a little prayer'.

Escritores moçambicanos destacam-se num dos maiores prémios brasileiros e de todos países falantes da língua portuguesa.

Os livros “O Deus Restante” (Cavalo do Mar Edições, 2017) e “Música Extensa” (Alcance Editores, 2017) de Luís Carlos Patraquim; “Cicatriz Encarnada” (Cavalo do Mar Edições, 2017) de Rogério Manjate e “Vácuos” (Cavalo do Mar Edições, 2017) de Mbate Pedro, são semifinalistas do prémio internacional de literatura em língua portuguesa, Prémio Oceanos 2018, anunciou nesta última terça-feira, o júri, constituído por 73 escritores, professores universitários, jornalistas e críticos literários, oriundos da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP), sendo 12 de Portugal, 2 de Cabo Verde, 3 de Moçambique, 3 de Angola e 53 do Brasil.

De um total de 1364 livros escritos em português em todo o mundo e submetidos ao Prémio, por 346 editoras diferentes, o júri seleccionou para a semifinal, 60 obras, em vários géneros literários. Para além dos 3 escritores moçambicanos apurados, a lista inclui, de entre outros autores, livros do romancista brasileiro Milton Hatoum, vencedor da edição de 2006, do poeta português Nuno Júdice e do cabo-verdiano Jorge Carlos Fonseca (actual Presidente da República de Cabo-verde).

Os três livros semifinalistas e editados pela Cavalo do Mar fazem parte da colecção Filhos do Vento, que inclui ainda livros de outros escritores, como Andes Chivangue e Sangare Okapi. Recentemente, mais concretamente em Abril deste ano, Luís Carlos Patraquim e Rogério Manjate viram os seus livros, “O Deus Restante” e “Cicatriz Encarnada”, respectivamente, serem nomeados como finalistas do Prémio Glória de Sant’Anna 2018, em Portugal.

O Oceanos foi criado em 2003, como Prémio Portugal Telecom de Literatura e, a partir de 2015 passou a chamar-se Prémio Oceanos. É considerado um dos prémios literários mais importantes, entre os países de língua portuguesa, a par do Prémio Camões e do Prémio Jabuti, sendo considerado o equivalente lusófono do prémio britânico Man Booker Prize. Já foram vencedores das edições anteriores do Oceanos, os escritores Gonçalo M. Tavares, Chico Buarque, Valter Hugo Mães, Bernardo Carvalho, de entre outros. A escritora portuguesa Ana Teresa Pereira foi a vencedora da edição do ano passado, com o livro “Karen”. O vencedor do Prémio Oceanos 2018 será anunciado em Novembro deste ano e ganhará o equivalente a USD 25 000. Nunca nenhum escritor moçambicano venceu o prémio.

Sobre os escritores finalistas diga-se que Luís Carlos Patraquim é poeta, dramaturgo, guionista e jornalista, nasceu em Maputo, Moçambique, em 1953. De entre vários livros, destacam-se Vinte e tal novas formulações e uma elegia carnívora. (ALAC, 1992), O Escuro Anterior (Companhia das Ilhas, 2013), O Cão na Margem (Kapulana, 2017), Música Extensa (Alcance Editores, 2017) e O Deus Restante (Cavalo do Mar, 2017). 

Rogério Manjate é escritor e profissional de teatro, actuando como actor, encenador e docente. Publicou três livros de contos: Amor Silvestre (2002), O Coelho Que Fugiu da História (2010), Wazi (2011) e dois livros de poesia: Casa em Flor (2004) e Cicatriz Encarnada (2017).

E Mbate Pedro é autor de vários livros de poemas, com destaque para: Minarete de Medos e Outros Poemas (Índico, 2009), Debaixo do Silêncio que Arde (Índico, 2015), Vácuos (Cavalo do Mar, 2017) e Os Crimes Montanhosos (em co-autoria com António Cabrita; Cavalo do Mar, 2018). Com Debaixo do Silêncio que Arde foi agraciado com o Prémio BCI (para o melhor livro do ano publicado em Moçambique) e com uma menção honrosa do Prémio Glória de Sant’Anna (Portugal).

 

A dupla Ailton José Matavela (Trkz) e Tiago Correia Paulo (A Million Things), “Continuadores” apresentam um concerto no auditório do Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM).

Trkz e A Million Things conheceram-se por mero acaso numa festa no início do ano passado. Tiveram uma pequena conversa que culminou na grande ideia de fazerem músicas juntos.

Depois de mais alguns encontros em ambientes menos festivos, ambos puderam desenvolver o diálogo e partilhar as suas jornadas artísticas. Mais tarde e sem estarem a viver na mesma cidade, começaram a trocar ideias sonoras via internet, e assim foi uma questão de tempo até terem alguns temas, apesar de ainda construídos em forma de esboço.

O passo seguinte foi o de agendarem um concerto para apresentar este projecto, antes disso, estabelecer tempo dedicado para transformar todas aquelas ideias em algo com pés e cabeça. Assim, depois de trancados durante quase duas semanas em formato de residência artística no pequeno auditório do CCFM, nasce uma nova banda com uma colecção de canções prontas para ser apresentadas na sala grande do Franco-Moçambicano. Por causa dos temas abordados e pela sonoridade nostálgica do grupo, para eles fez imediatamente sentido chamar o projecto de “Continuadores”.

A dupla queria que a música de certa forma causasse um saudosismo e nostalgia nos ouvintes. A ideia do passado, presente e futuro seria uma das maiores inspirações; a noção de tempo, um instrumento que podia ser usado. Os ‘Continuadores’ têm vontade de trabalhar com narrativas e histórias.

Ailton e Tiago, já nos camarins, logo depois de acabarem o primeiro concerto, e ainda com o distante som dos aplausos, pensaram que esta aventura tinha de ser definitivamente repetida. E para eles fazia todo o sentido voltar para o local onde as pequenas sementes de ideias se transformaram em músicas. Voltar para o auditório do CCFM.

 

Hélio Nhanala, músico e compositor, é uma promessa da arte musical na cidade e província de Maputo. É conhecido pelas suas composições de intervenção social e amor.

Sempre se apresentou sozinho em diversos eventos culturais na cidade e província de Maputo. Juntou-se, posteriormente, a uma banda musical que o acompanha em todas actuações. A sua formação em Psicologia permite-o conceber o imaginário social em forma de música. Usa a música para intervir socialmente e expressar o que uma voz comum não é capaz de vociferar.

Suas músicas possuem uma dimensão muito vasta que mistura vários conhecimentos numa única letra. É maestro de uma igreja e talvez seja por isso que há um toque clássico nas suas composições. Vê a música como um forte instrumento que une as pessoas e torna os seres humanos mais próximos. “O mundo sem música seria um verdadeiro espaço habitado por um vazio infinito”, defende, poeticamente, o seu amor pela música dizendo que “canto para espantar dores. Quem canta, suas mágoas espanta. Espanto dores, mágoas e espalho alegria”.

Executa um estilo não fácil de decifrar à distância, pois não está fazer o obvio ou o que qualquer artista pode fazer. “Sou muito fã do afro-jazz. Chamo isso de afro-jazz, mas no fundo é um estilo que resulta da fusão de vários estilos musicais: Marrabenta, afro (tradicional), jazz e bossa-nova. Mas o estilo que me identifica é o afro jazz”, confessa o jovem músico com aspecto de quem não gosta de falar do faz, mas sim do quer fazer.

Conta neste momento com composições que já podem completar um álbum. Todavia a “mão” dos patrocinadores andam longe dele. “Até agora conto com mais de 40 composições que canto com banda e essas mesmas composições têm arranjo da própria banda. Isso nos faz ter esperança de que próximo ano teremos um CD. Eu e minha banda estamos conscientes que não é fácil gravar um CD”. Enquanto não lança o CD, Hélio e sua banda, vão actuando em diversas casas de pastos; alegrando, vibrando e divertindo seus admiradores.

 

A valorização da arquitectura nacional é um dos imperativos no presente momento em que a construção de edifícios parece não obedecer nenhum estilo arquitectónico. É inegável que a arquitectura e a fotografia são dois ramos que sempre caminharam juntos. E é neste contexto que surge o concurso de fotografia de arquitectura de Moçambique.

O primeiro concurso de fotografia de Arquitectura é realizado com objectivo de tornar mais conhecida a arte de fotografar monumentos Arquitectónicos e o vencedor será anunciado na primeira semana de Outubro, que é sobejamente conhecida como “Semana Internacional de Arquitectura”. Este concurso é produto da MK Produções em parceria com Associação dos Arquitectos – ARCHIMOZ.

O Dia Mundial da Arquitetura é comemorado anualmente na primeira segunda-feira de Outubro, e a ARCHIMOZ vai assinalar a data com uma programação nacional dedicada ao tema “Cidade Desejada”, através de um programa com exposições, debates e conferências, a decorrer até ao final da mesma semana.

A cerimónia de lançamento contará com a presença do coordenador de Projectos na MK Produções, representantes da Associação dos Arquitectos – ARCHIMOZ e do BCI.

O concurso será lançado amanhã, no auditório do BCI sede.

 

Houve chuva de letras no Centro Cultural Brasil-Moçambique; o lançamento de um ensaio literário –  Cinzas de Cão, Ensaios de literatura de Martins Mapera.

O ensaio é uma miscelânea de textos nos quais o autor apresenta suas opiniões e ideias de forma crítica, em torno de obras literárias de autores de dois países lusófonos, Moçambique  e Cabo verde. “Nós matámos o cão tinhoso” de Luís Bernardo Homwana, “Jesusalém”, “Terra Sonâmbula”, e “O bebedor de horizontes” de Mia Couto, “Antologia de Contos” de Lilia Momplé, “O regresso do morto” de Sulemane Cassamo e “Chuva braba” do cabo verdiano, Manuel Lopes.

O professor Artur Midnzo, docente da Universidade Pedagógica, apresentou a obra e diz que a crítica literária é normal, os autores lidos e interpretados não devem temer. A nova obra pode produzir a vontade de ler os livros citados, o que permite um enriquecimento literário.

Para Mapera, o fenómeno de interpretação da obra é extremamente difícil, e diz que cada sujeito avalia de acordo com a sua experiência literária. “Cada obra veicula sentidos profundos do ponto de vista pedagógico, educativo, social, antropológico e a literatura é um campo muito grande de educação.

O público esteve tímido, mas não deixou de divertir-se com a aula de sapiência dada pelo professor doutor Martins Mapera.

Paulo Covele é leitor e acredita que as obras do autor são mais do que uma opinião, são ensinamentos importantes para a academia das ciências sociais. “A crítica na literatura tem consequências interessantes, define e dá visibilidade ao crítico e ao autor primário” disse.

Já Vilma António, outra leitora, afirmou que “Cinzas de Cão, Ensaios de literatura de Martins Mapera” é uma reflexão em torno de obras com as quais já interagiu. “ O autor escreve sua opinião sobre obras de vários autores, o que permite-me envolver e aprender com outras formas de pensar. E outra, o discurso pode ser recuperado e reutilizado no sistema de ensino, pode até ser usado como um manual literário”, acrescentou.

O autor projecta, para o final deste ano, apresentar resultados do estudo de revistas literárias da sua província natal, Inhambane, “ Xiphefu” e “Charua”.
 

 

Chegou ao MozKids Talents, brilhou gala atrás de gala, arrancou aplausos e despertou emoções. Seu jeito solto e cativante conferiu-lhe o primeiro lugar do concurso, para a categoria de poesia. Mas Natolys não pretende parar por aqui. Quer sim é singrar na poesia e conquistar o mundo.

Dias depois do término da primeira edição do MozKids Talents, decidimos visitar Natolys no seu meio escolar e ficamos a saber que a menina é tão brilhante em palco, quanto na sala de aula.

Invadimos a aula de Ciências Sociais, na manhã de quinta-feira, e professora Maria, Directora de Turma de Natolys, apresentou-nos as notas dos últimos dois meses e o resultado foi brilhante. As marcas oscilam entre os quinze e os vinte valores. Para a professora, Natolys soube conciliar a escola e o concurso.

A cada gala, uma legião de fãs vibrava com Natolys e a sua escola não ficava alheia as emoções. Seus colegas e amigos deram todo o apoio. Houve momentos, em que seus colegas de escola tinham que dar seu máximo apoio, não apenas moral, mas também votando na Natolys.

Natolys diz que o MozKids Talents foi apenas uma rampa para o começo de uma carreira que conta com o apoio da sua mãe, seus colegas e de escritores nacionais.

Nas suas declamações, Natolys expressa o amor ao próximo, o orgulho de ser africano, a paz, entre outros temas.

 

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