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Financiado pela GIZ Experts, o Createc 2.0, concurso voltado à indústria criativa e negócios digitais, já movimenta quase meia centena de jovens empreendedores entre criativos e especialistas em tecnologias de comunicação e informação. O projecto arrancou na última sexta-feira, dia 18 de Outubro, na Cidade de Maputo.
 
Durante três dias, incluindo sábado e domingo, mais de 40 jovens juntaram-se para a primeira capacitação do projecto. Designado Bootcamp e Hackaton, o treinamento foi facilitado pela Flow Group. Essencialmente, os empreendedores estiveram expostos a metodologia de design thinking, de forma a poderem desenvolver melhor suas Start-ups, tendo em conta a importância da atitude para se atingir o sucesso.
 
Para o líder da Flow, o importante para os empreendedores é focar-se no essencial e cada um olhar de forma mais pragmática o seu projecto e o impacto que isso pode gerar na sociedade.
 
Leonel Mendes, representante da Improriso, um dos nove projectos que fazem parte do Createc 2.0, disse que durante o Bootcamp foi muito crucial para desenvolver o seu projecto. Aliás, logo no primeiro dia, a visão do seu grupo mudou radicalmente. Mendes revelou-nos que para além de dar seguimento a sua proposta – um festival de comédia de língua portuguesa que pretendia envolver humoristas de Moçambique, Brasil, Angola e Portugal – preferiu tornar Improriso numa marca nacional. “Estamos a reposicionar a nossa proposta para algo mais realístico, tendo em conta as nossas condições e com o apoio que a Createc irá dar”, assumiu Mendes.
 
O Createc 2.0 recebeu também um projecto voltado à comunicação. Trata-se de uma empresa chamada Yu, do Duclésio Chico. Foram três dias de ouro para o jovem empreendedor. Duclésio, visivelmente satisfeito, disse ter aprendido um conjunto de conceitos prioritários para a sua actividade, nomeadamente, como ser criativo, como desenvolver uma ideia, como estar focado e ter escolhas mais assertivas.
 
A literatura no Createc 2.0 está representada pela Ethale Publishing, uma editora que está neste momento a desenvolver um aplicativo digital de leitura de livros de autores africanos em português, inglês e kiswahili.  
 
O famoso projecto Carapinha – salão de cabeleireiro que usa matéria prima local, produtos naturais e reaproveita utensílios da cozinha moçambicana – também está no Createc. O seu mentor, Cláudio Chipanga, vê esta oportunidade como uma janela para mostrar o seu trabalho a nível nacional e internacional.
 
Participaram ainda do Bootcamp projectos de música, dança e teatro. Nos dias 15 e 26 de Novembro, as equipas voltam a juntar-se para ensaios de métodos de apresentação dos seus projectos aos potenciais investidores. A gala de apresentação final terá lugar no dia 28 de Novembro, na Incubadora do Standard Bank e contará com a presença de empresários e investidores.

É já nesta amanhã, quinta-feira, que se anunciam, em Maputo, os sete vencedores dos Prémios Mozal de Artes e Cultura-2019. Os vencedores sairão dos 21 artistas nomeados nas categorias de Artes Plásticas, Cinema e Audiovisual, Dança, Fotografia, Música e Teatro. A edição deste ano tem como grande inovação a categoria de Design de Moda. Trata-se de uma iniciativa da Associação para o Desenvolvimento Cultural Kulungwana e Mozal.

 “O grupo de jurado de renomado prestígio na área das artes e cultura do país acompanhou o desempenho de vários artistas ao longo do ano. A escolha dos artistas não só deveu-se ao talento dos fazedores, assim como buscou respeitar algumas diversidades em determinadas categorias, de modo a fazer jus ao trabalho dos escolhidos”, segundo os responsáveis pela iniciativa.

Segundo soube o jornal O País, os Prémios Mozal Artes e Cultura são atribuídos aos jovens artistas moçambicanos que tenham sido protagonistas de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística do país, atendendo, nomeadamente, ao rigor e originalidade dos seus trabalhos, durante os doze meses que antecedem a premiação, ou na sequência duma actividade anterior.
Recordamos aqui os nomeados para cada uma das categorias:

ARTES PLÁSTICAS: Ventura Mulalene Zucula; Rodrigo Mabunda e Nelly Guambe.
CINEMA E AUDIOVISUAL: Orlando Mabasso; Natércia Chicane; José Augusto Nhantumbo.
FOTOGRAFIA: Yassmin Forte; Amilton Neves e Edilson Tomás.
DANÇA: Pak Ndjamena; Katia Manjate e Maria Tembe.
TEATRO: Sufaida Moiane; Melanie de Vales e Sérgio Mabombo.
MÚSICA: Deltino Guerreiro; Ubakka; Rodália Silvestre.
DESIGN E MODA: Nivaldo Thierry; Ricardina Adelino e Shazzia M. Adam.
 

O Createc 2.0, concurso voltado à indústria criativa e negócios digitais, já movimenta quase meia centena de jovens empreendedores entre criativos e especialistas em tecnologias de comunicação e informação. O projecto levado a cabo pelo Centro Cultural Moçambicano-Alemão (CCMA) e o Gabinete para o Fomento Económico Moçambique-Alemanha, em parceria com MOZDEVS e Standard Bank, arrancou na última sexta-feira, na Cidade de Maputo.

Mais de 40 jovens juntaram-se para a primeira capacitação do projecto. Designado Bootcamp e Hackaton, o treinamento foi facilitado pela Flow Group. Essencialmente, os empreendedores estiveram expostos a metodologia de design thinking, de forma a poderem desenvolver melhor suas Start-ups, tendo em conta a importância da atitude para se atingir o sucesso.

Para o representante da Improriso, Leonel Mendes, um dos nove projectos que fazem parte do Createc 2.0, o Bootcamp foi muito crucial para desenvolver o seu projecto. Aliás, logo no primeiro dia, a visão do seu grupo mudou radicalmente. Mendes revelou que além de dar seguimento à sua proposta – um festival de comédia de língua portuguesa que pretendia envolver humoristas de Moçambique, Brasil, Angola e Portugal – preferiu tornar Improriso numa marca nacional.

A literatura no Createc 2.0 está representada pela Ethale Publishing, uma editora que está neste momento a desenvolver um aplicativo digital de leitura de livros de autores africanos em português, inglês e kiswahili. “Acreditamos que podemos ter aqui, no Createc, parcerias estratégicas com os desenvolvedores das TICs e com outros empreendedores”, secundou Lisandro Jordão. 
Participaram ainda do Bootcamp projectos de música, dança e teatro. 

Nos dias 15 e 26 de Novembro, as equipas voltam a juntar-se para ensaios de métodos de apresentação dos seus projectos aos potenciais investidores. A gala de apresentação final acontece no dia 28 de Novembro, na Incubadora do Standard Bank.

 

"Green is the new black” é uma competição inovadora no mercado moçambicano com foco na implementação do conceito de moda sustentável nas práticas actuais. Esta iniciativa visa criar uma rede de moda sustentável no país, fornecendo apoio e orientação a estilistas nacionais e estabelecendo ligações no mercado da moda entre Moçambique e o Reino Unido.

Sobre a iniciativa, a Alta Comissária, NneNne IwujiEme, afirma que o Reino Unido é um grande parceiro do país. Por isso, “queremos compartilhar a nossa experiência em moda sustentável com os talentosos designers moçambicanos. A moda sempre foi uma paixão pessoal. Fico feliz agora que essa paixão também seja uma oportunidade para os jovens de Maputo e Beira criarem empregos através de sua arte. Mais importante ainda, arte sustentável”.

Acompanhados pelos seus mentores, os concorrentes de Maputo e da Beira serão seleccionados para participar na competição que se realizará na capital do país. Os candidatos irão participar de workshops, actividades de trabalho em grupo e exposição. Aos quatro finalistas serão oferecidos a oportunidade de visita a uma casa de moda sustentável em Inglaterra, onde serão realizadas actividades de intercâmbio sobre moda sustentável e sua aplicação.

“Com a ambição de implementar técnicas sustentáveis de produção de moda e noções de rastreamento completo dos materiais, esta competição irá elevar os padrões de qualidade, colocando a moda moçambicana na vanguarda”. São convidados a inscreverem-se neste concurso até o dia 29 deste mês jovens de Maputo e da Beira, que tenham entre 18 aos 35 anos, criativos, com prazer pelo desenho de moda, com conhecimento em costura ou modelagem e com ambição de expansão dos seus conhecimentos na área de moda sustentável.
 

Alambique é próximo grupo que irá actuar no Centro Cultural Franco-Moçambicano. O espectáculo esta marcado para Sala Grande, esta sexta-feira, às 20h30.

Alambique é uma banda musical moçambicana criada em 1984 por Hortêncio Langa e Arão Litsure. Estes dois músicos (que faziam parte de um trio acústico com João Cabaço) decidiram criar o agrupamento com o intuito de explorar novos ritmos e sonoridades, recorrendo a novas abordagens, fundindo melodias tradicionais da canção popular moçambicana com harmonias do jazz e da bossa nova.

A nota do CCFM lembra que “Alambique” impôs-se na arena musical nacional como uma banda de jazz-fusion moçambicana, realizando experiências notáveis com a composição de temas próprios e a harmonização "jazzística" e interpretação de temas da canção tradicional e da música popular urbana. Alambique foi um dos protagonistas das sessões de Jazz animadas por Ricardo Rangel, grande entusiasta do jazz, nas casas de pasto da capital, durante os anos 90 até à sua desintegração. Fizeram digressões pela Escandinávia, nomeadamente: Suécia, Noruega, Dinamarca (1987), Finlândia e também pelo Zimbabwe (1990).

Considerando a dinâmica do desenvolvimento do sector da cultura, em função do surgimento de novos músicos e instrumentistas com formação académica, ?Alambique? retorna aos palcos para prosseguir os objectivos musicais e artísticos numa perspectiva mais ousada, agregando uma secção de sopros e percussão, com a integração de músicos saídos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane e um baixista de experiência comprovada.

Actualmente a banda integra os seguintes músicos: Hortêncio Langa (voz e guitarra), Arão Litsure (voz, guitarra e saxofone), Adérito Gomate (teclados), Armindo Salato (voz e baixo),  Almeida Ngoca (bateria), Alcídio Pires (Percussão), Sarmento (sax/alto), Arsénio Nhauando (trombone).
 

 

 

A Cooperativa Luana Semeia Sorrisos expõe de hoje a 26 deste mês, no auditório do BCI, em Maputo, objectos de arte feitos com base em garrafas e outro material reciclado. O valor das vendas será revertido para a sustentabilidade da instituição.

À entrada do auditório do BCI, em Maputo, o visitante olha atentamente para os lados, vê garrafas reaproveitadas, dadas vida, cor, forma e sorri…mas não são só garrafas recicladas. Há vários outros objectos tidos sem valor que com o toque e amor de mãe, transformaram-se em belíssimas obras de arte. Chama-se exposição Reinclusão da Cooperativa Luana Semeia Sorrisos que está patente desde hoje até dia 26 deste mês.  

Mais do que uma simples exposição, a iniciativa visa criar uma fonte de renda para as 40 mães de crianças com necessidades especiais. “Olhando para as mulheres que estão a trabalhar neste projecto, são mães de filhos com deficiência. São um segmento da sociedade que, diariamente, são marginalizadas, não têm emprego e acusadas por terem uma criança naquela condição”, contextualizou Benilde Mourana, directora da Cooperativa Luana Semeia Sorrisos, acrescentando que a ideia é dar uma componente económica às mulheres e “que a mesma vai, de certa forma, apoiar as crianças. Assim atingimos não só a mulher, mas também seus filhos”.   

As obras de arte foram resultado de muito trabalho mas mães artistas, mas tudo valeu a oena porque a ideia era mostrar ao mundo que o facto de terem filhos com deficiência não os torna menos mulheres.

“Eu me sinto lisonjeada porque muita gente está a gostar e podemos constatar que a nossa produção foi um sucesso. Trabalhamos muito para ter mais coisas bonitas como forma de mostrar ao mundo que somos mães de filhos com necessidades especiais, mas temos uma outra parte ainda mulher”, descreveu Márcia Natércia, uma das mães que fez as obras de arte.

Além de ser uma fonte de renda, a exposição tem uma componente ambiental porque os objectos de artes são feitos com base no que é tido como lixo. “O que estamos a fazer também é tentar diminuir a quantidade de garrafas que é jogada para o lixo. Se vocês (jornalistas) forem a ver, tudo que é garrafa reaproveitamos e fizemos artigos que podem ser utilizados diariamente”, destacou Benilde Mourana.

E os ambientalistas agradecem e acrescentam que a sociedade deve acarinhar iniciativas que façam “o bem” para o meio ambiente.

“Nesta exposição há uma mensagem muito forte que lixo não é lixo e que lixo é recurso que nós muitas vezes subestimamos este potencial que os resíduos têm de geração de renda e emprego” referiu o ambientalista Carlos Serra Júnior, apelando para um investimento certo e a união de todos parceiros “para que possamos gerar ainda mais sustentabilidade”.  

O valor da compra dos objectos de arte será revertido para a cooperativa com vista a custear as despesas de saúde das crianças com deficiência dentro e fora do país.

 

Mia Couto foi convidado a participar no sarau literário “Café com Livros”. No evento, o escritor irá falar da colectânea “Do Índico e do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos”, hoje, às 17h30, no restaurante Piazza Del Campo.

“Do Índico e do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos” reúne contos de sete escritores moçambicanos e sete brasileiros e a história da sua produção começa com um convite feito pelo escritor e editor Dany Wambire ao editor Vagner Amaro, da Malê Edições, para edição conjunta de um livro que ajudasse na promoção da literatura moçambicana no Brasil, e, igualmente, promovesse em Moçambique a literatura de alguns dos principais autores contemporâneos do Brasil.

Mia participa na colectânea com o conto Rosalinda, a nenhuma, o qual será lido de forma encenada, no evento, pelos actores Samuel Nhamatate e Eunice Mandlate. No conto, o escritor narra, de forma metafórica, uma história de amor póstumo entre Rosalinda e o seu falecido marido Jacinto.

A colectânea foi editada simultaneamente pela Fundza, da cidade da Beira, e pela Malê, do Rio de Janeiro, e visa contribuir para o intercâmbio cultural literário entre os povos dos dois países, uma iniciativa elogiada por Mia Couto. “Sempre foi minha preocupação fazer essa ponte entre gerações”.

Enquanto “esses jovens” não conseguirem ter um livro publicado lá fora, Mia Couto acha que antologias, como “Do Índico e do Atlântico: contos brasileiros e moçambicanos”, podem muito bem “projectar nomes diversos com tendências literárias diferentes”.

 

 

 

O cantor moçambicano, Mr. Bow, quer que a música moçambicana também seja sucesso além-fronteiras. E o primeiro passo para a internacionalização é a participação de artistas de Angola e do Zimbabwe na nova versão da sua música intitulada “não me arranja problemas”.

Em tudo quanto é festa é tocada. E sempre que o dj coloca-a, ninguém resiste. Todo mundo dança. Não interessa como. Alguns abanam a cabeça, outros o pé e os mais ousados mexem todo o “esqueleto”. Os donos da festa já sabem. Para evitar problemas e comentários negativos sobre a festa devem sempre tocar o “não me arranja problemas” de Mr. Bow.

É mesmo a partir desta música que o artista moçambicano quer que a marrabenta seja conhecida em África e no mundo. Para começar este projecto, “o machangana” convidou para nova versão da sua temática (não me arranja problemas) os cantores africanos. Não quis ir para muito longe. Foi buscar Yúri da Cunha em Angola e das “terras” do Mugabe foi chamar o jovem considerado o como novo Oliver Mtukudzi. Chama-se Jah Prayzah.

“O que a gente precisa agora, é ver os outros povos cantando a nossa música, nosso ritmo, nossa moçambicanidade e esse convite aos artistas foi o nosso ponto de partida” referiu Mr. Bow, cantor moçambicano, mostrando-se expectante em ter mais colaboração dos artistas africanos. “O caminho é muito longo, mas o objectivo é fazer com que a nossa música esteja na lista das melodias africanas e sobretudo como referência”, ansiou.   
E os dois desafiados a abraçar a causa disseram “sim” ao chamamento de Bawito. Para Yúri da Cunha e Jah Prayzah, esta é a oportunidade de mostrar ao mundo o valor da música africana no geral e de Moçambique em particular.

“Como africano, eu vou pedir que deixemos as coisas erradas, ciúmes, inveja e começarmos, de verdade, a apoiar uns aos outros. Depois de 400 anos de exploração, nós ainda conseguimos apoiar ainda mais o que vem da América e da Europa do que realmente o que vem de África” disse Yúri da Cunha, artista angolano, em jeito de provocação. E Jah Prayzah, cantor zimbabuano, respondeu afirmando que “é hora de arregaçarmos as mangas e trabalhar sem limites. Mas para tal, devemos agir juntos. Só assim tornaremos isso brilhante. Vamos explodir…vamos levar a música africana para outros níveis”, desafiou o artista do Zimbabwe.

A remix de “não me arranja problemas” será interpretada em quatro línguas, nomeadamente: changana, português, shona e quicongo. O videoclipe já está a ser gravado e a sua estreia está para breve. No último fim-de-semana, Mr. Bow foi anunciado vencedor do prémio melhor artista masculino da Comunidade dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

De 4 a 7 de Novembro, das 18h às 20h, o Camões – Centro Cultural Português em Maputo realiza o 31º Curso de Literaturas em Língua Portuguesa. Nesta edição, o programa tem como tema “Residências literárias e outras estórias".

O Curso de Literaturas em Língua Portuguesa é a iniciativa cultural mais antiga do Camões – Centro Cultural Português em Maputo, realizada em parceria com a Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), que em edições anteriores trouxe a Maputo autores como José Saramago e Lídia Jorge ou, mais recentemente, José Luís Peixoto, Afonso Cruz e David Machado.

Este ano, o Camões tem como convidada especial a escritora portuguesa Joana Bértholo, que estará em Maputo no âmbito de uma residência literária criada ao abrigo do protocolo de cooperação celebrado entre a Câmara Municipal de Lisboa e o Camões – Centro Cultural Português em Maputo. O mesmo programa literário permitiu a residência, em Lisboa, durante um mês, do poeta Amosse Mucavele, que também participará no programa desta edição do Curso de Literaturas.

Na abertura do programa, dia 4, segundo a nota do Camões, Joana Bértholo partilhará a sua experiência sobre o tema “Escrever e escrever: as diferentes formas de escrita”. O dia seguinte, 5 de Novembro, percorrerá “Pelos caminhos das residências literárias: entre o Museu do Pensamento e a Geografia do Olhar”, com a participação de Joana Bértholo, Amosse Mucavele e moderação do jornalista José dos Remédios.

No dia 6 de Novembro, haverá uma conversa sobre “O amor na narrativa e na poesia moçambicana”, com apresentação dos académicos do Departamento de Linguística e Literatura da UEM, Elídio Nhamona, Aurélio Cuna e Osvaldo das Neves.

A finalizar este programa, o dia 7 de Novembro será dedicado à poesia, com partilha das jovens escritoras Hirondina Joshua e Énia Lipanga, e moderação de Mbate Pedro. A sessão e o curso serão encerrados com a declamação de uma selecção de poemas, por Calane da Silva.

A participação no 31º Curso de Literaturas é gratuita e poderá ser feita mediante inscrição prévia, entre 21 a 28 deste mês, na Biblioteca do Camões – Centro Cultural Português em Maputo ou na secretaria da Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane.

 

 

 

 

 

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