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O País – A verdade como notícia

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê temperatura fresca  para esta quarta-feira. Entretanto, a instituição alerta para a concorrência de de chuvas, trovoadas e neblinas em algumas urbes do país.

Em graus Celsius, as cidades da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane  têm  temperaturas máximas de 30,29, 33 e 24 e mínimas de 22, 19, 24 e 24, respectivamente.

Para as cidades de Maputo,  Xai-Xai  e Inhambane e Vilankulo prevêem-se máximas de 34, 36, 33 e 31 e mínimas de 20, 23, 24 e 23 graus, respectivamente.

Em Pemba, Lichinga e Nampula esperam-se máximas de 32,29 e 25 e mínimas de 23, 23 e  14 graus, respectivamente.

A antiga directora do Trabalho Migratório disse, hoje, em Tribunal, que a instituição usou de forma indevida 45 milhões de Meticais das contribuições dos mineiros para o pagamento de bens e serviços, depois de o Ministério das Finanças ter retido 91 milhões de Meticais de que a DTM precisava para as suas actividades.

É a última ré do caso de desvio de mais de 113 milhões de Meticais da Direcção do Trabalho Migratório. Chama-se Anastácia Zita e, à altura dos factos, era directora do pelouro. Das várias contas que aquela instituição detém, a arguida está na extensa lista dos assinantes e foi daí que a juíza Evandra Uamusse quis saber a quem competia solicitar a abertura de contas.

“As unidades orgânicas, na qualidade de operadoras, havendo necessidade, podem solicitar a autorização da ministra para a abertura de contas”, respondeu Anastácia Zita. A juíza prosseguiu: “quem propõe os assinantes de contas bancárias na DTM?” E a antiga directora do Trabalho Migratório esclareceu: “A entidade superior indica as pessoas que possam ser assinantes das contas em função das ocupações que desempenham e a direcção formaliza a proposta para autorização do ministro”, disse para em seguida acrescentar que a sua assinatura como directora era obrigatória, mas tinha, também, a dos co-réus José Monjane, Pedro Taimo, Sidónio dos Anjos e outros.

Sucede que, entre 2012 e 2014, a DTM não canalizava, na totalidade, à Recebedoria da Fazenda do 1º bairro fiscal a receita resultante da colecta de taxas de contratação da mão-de-obra estrangeira, sendo que tal valor foi usado para atender às necessidades da própria direcção, o que suscitou mais questionamentos.

“A DTM comunicou a Recebedoria da Fazenda sobre a não canalização na totalidade da receita nalguns meses?”, indagou a juíza da causa e, de imediato, teve a resposta da ré Anastácia Zita: “Houve uma comunicação por ofício assinado por sua excelência ministra (ré Helena Taipo) dirigida ao ministro das Finanças na altura dos factos”.

Das várias contas, prosseguiu a juíza com a contextualização, “consta dos autos que foi retirada da conta 53956348 um valor global de 45 milhões de Meticais e dado um destino alheio à sua finalidade” e culminou com mais uma pergunta: “Por que utilizaram os fundos provenientes desta conta para aquisição de bens e prestação de serviços?”

“As necessidades pelas quais esta conta foi usada são derivadas de dois factores. O primeiro é que foi usada em forma de adiantamento para responder a uma situação de crise que se verificava no âmbito do pagamento deferido, cujos valores adiantados foram reembolsados, integrados e enviados à Conta Única do Tesouro”, expôs Anastácia Zita, antiga directora do Trabalho Migratório.

E continuou, “o segundo factor é que, no âmbito da contratação da mão-de-obra estrangeira, temos direito a 40% das receitas colectadas. Esse valor deve ser consignado à DTM e foi comunicado pelas Finanças que correspondia a um montante de 91 milhões de Meticais. É um valor que é da DTM por direito”, mas nisto tudo havia um problema. O Ministério das Finanças reteve o valor “e não mais foi consignado, deixando a DTM com actividades iniciadas e em curso sem a necessária cobertura orçamental. Foi então que a saída encontrada para suportar as despesas foi o recurso à conta das taxas de mão-de-obra estrangeira”.

À luz da lei de 1964, os ex-mineiros e/ou seus dependentes não receberam, entre 2013 e 2014, mais de 68 milhões de Meticais, e tal não aconteceu porque o dinheiro foi alocado às outras actividades do Ministério do Trabalho para a realização, segundo as palavras da ré, de algumas despesas do próprio mineiro lideradas pela própria DTM.

Outro dinheiro dos mineiros foi usado para suportar a delegação da MWFP (Empresa sul-africana que gere os mineiros), que esteve no país, para uma série de eventos em 2013. Além de custear a estadia da delegação em Moçambique, houve assinatura de contratos para prestação de serviços.

Juíza Evandra Uamusse contextualizou e questionou: “Consta dos autos que foi celebrado um contrato de fornecimento de serviços, de mais de seis milhões de Meticais, entre o Ministério do Trabalho e Bela Eventos, cujo objecto consistia no fornecimento de serviços de cobertura de evento da previdência social dos trabalhadores das minas e/ou seus dependentes. Qual foi a modalidade de contratação para estes serviços?”

Ré Anastácia Zita reagiu: “A modalidade aplicada foi de ajuste directo”. E a juíza insistiu: “O Ministério do Trabalho chegou a celebrar o contrato com a Bela Eventos?” E a ré negou este facto: “Não! O contrato surge depois, no âmbito da regularização do processo inicial, porque os serviços haviam sido prestados sem contrato”, mas também reconheceu que a foi ela quem assinou o contrato e que a proposta do mesmo foi elaborado pelo co-réu José Monjane.    

Mas este não é o único contrato que passou sem visto do Tribunal Administrativo. Há uma suposta casa de Helena Taipo construída com o dinheiro da Direcção do Trabalho Migratório, mas, antes, há que contextualizar.

“Consta dos autos que entre a ré Anastácia e a empresa Construções Ku Yaka foi celebrado um contrato, no valor de cinco milhões de Meticais, cujo objecto é a construção de um centro de formação profissional em Malema, província de Nampula, bloco oficinal. Este contrato existe?”

Ré Anastácia Zita respondeu: “O contrato existe como um meio de justificação do valor pago à empresa no âmbito da comparticipação da DTM na reabilitação do centro, uma vez que o contrato principal foi celebrado com o INEFP”, clarificou Anastácia Zita e sublinhou que o contrato era de cinco milhões de Meticais.

Juíza Evandra Uamusse perguntou: “Consta dos autos das declarações dos co-réus Sheng e Dalila Lalgy que o valor de cinco milhões de Meticais era para o pagamento de uma dependência de dois quartos no bairro Muhavire, província de Nampula. O que tem a dizer?”

Ré Anastácia Zita respondeu: “Eu desconheço, por completo. É uma realidade diferente da que consta dos documentos na posse da DTM.”

E esta quarta-feira, continua a audição a Anastácia Zita, antiga directora do Trabalho Migratório. A juíza é quem vai continuar a interrogar e seguir-se-ão outros agentes processuais.

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo ouviu, hoje, três dos 11 arguidos do caso “dívidas ocultas” que terão adquirido bens com dinheiro de subornos. Entretanto, os advogados dizem que a discussão sobre o arresto é ilegal por ser extemporâneo.

A audição acontece depois de vários adiamentos motivados por incompreensões nos processos e, muito recentemente, foi travado por um processo de suspensão contra o Juiz Efigénio Baptista, levantado por dois advogados, nomeadamente Jaime Sunda e Salvador Nkamate, o qual o Tribunal Supremo chumbou, permitindo, assim, a continuidade do processo de arresto de bens.

Nesta terça-feira (12), o Juiz do processo querela 18/2019-C, Efigénio Baptista, ouviu os réus António Carlos do Rosário, Ângela Leão e Maria Inês Moiane.

O processo é movido pelo Ministério Público que pretende que o Tribunal cative todos os bens dos réus supostamente adquiridos com dinheiro de subornos, para que revertam a favor do Estado, em caso de condenação.

No fim da audição, a defesa de Ângela Leão rebateu os argumentos do Ministério Público, alegando que houve vários vícios ao longo do processo, pelo que pede que o mesmo seja revogado.

“Este pedido de arresto apresentado pelo Ministério Público é, de certa forma, extemporâneo, porque o julgamento estava previsto para terminar em Dezembro de 2021, mas o pedido só foi feito no mês de Fevereiro de 2022. A questão que se coloca é: se não tivesse havida a recalendarização do julgamento, quando é que o Ministério Público poderia apresentar este pedido?”, questionou Damião Cumbana, advogado da ré Ângela Leão, tendo acrescentado que “veja que até a semana passada, vimos recebendo documentos de prova, que procuram sustentar um pedido que já foi decretado faz tempo”.

Apesar do questionamento, o advogado diz que o facto não veda que o seu constituinte seja responsabilizado.

“Quando se levanta a providência, não significa extinção do direito que assiste o Ministério Público de requerer a responsabilização cível dos réus ou ir atrás dos bens ou recursos que possam levar os bens a ressarcir o Estado”, realça Cumbana.

“Nós insistimos que todo este processo tenha de observar aquilo que a lei preconiza e com agravante de a entidade que está a requerer estas diligências seja exactamente o fiscal da legalidade. O Ministério Público deve ser o exemplo”, reiterou Damião Cumbana.

Os mesmos argumentos foram apresentados pela defesa dos réus António Carlos de Rosário e Maria Inês Moiane. Isálcio Mahanjane falou de manobras do Tribunal para dar continuidade a um processo ilegal.

“Sendo uma acção dependente de acção cível, que foi proposta fora do prazo, esta providência não devia ter mérito. Vimos aqui o Tribunal tentando ver se desviava, porque, pelo pedido cível, está claro que a providência não pode ter uma sorte adversa do levantamento e vamos percebendo algumas aparentes manobras para tentar mudar o curso das coisas”, explicou Isálcio Mahanjane.

A audição aos 11 réus vai continuar no Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, e prevê-se que sejam ouvidos, esta quarta-feira (13), os réus Gregório Leão, Renato Matusse, Bruno Langa e Teófilo Nhangumele. Na quinta-feira, serão ouvidos os réus Ndambe Guebuza, Cipriano Mutota, Salvador Mabunda e Zulficar Ahmad.

Da lista dos bens a serem arrestados constam 59 imóveis, algumas parcelas de terra, viaturas e outros bens, dos quais a maior parte pertence ao antigo director de Inteligência Económica do SISE, António Carlos do Rosário.

As organizações da sociedade civil temem que a Lei de Conteúdo Local beneficie apenas as multinacionais em detrimento do empresariado nacional. Num debate sobre a indústria extractiva, que contou com intervenientes do sector público e privado, a sociedade civil defendeu que os empresários moçambicanos devem ter prioridade no acesso a oportunidades de prestação de serviços.

Desde 2014 que está em debate a proposta de Lei de Conteúdo Local, um instrumento que visa assegurar que o empresariado e mão-de-obra nacional tirem benefícios da exploração de recursos naturais no país.

Refira-se que a indústria extractiva é, actualmente, um dos sectores bem-sucedidos da economia moçambicana, destacando-se pelo seu contributo para o Produto Interno Bruto nacional.

Passados quase oito anos, mantém-se a preocupação pela fraca participação dos empresários moçambicanos nos projectos, por isso o Centro de Integridade Pública (CIP) volta a alertar que o mercado só é favorável às multinacionais.

“Esta lei, que está há muito tempo à espera de ser aprovada, pode servir para viabilizar os empresários que só querem ganhar rendas sem fazer nada. Esta lei deve criar mecanismos para forçar que os empresários sejam produtivos e criem produtos locais em benefício dos moçambicanos”, afirmou o director do CIP, Edson Cortez.

Segundo Cortez, os dirigentes devem evitar constrangimentos com possível implementação da Lei de Conteúdo Local. “Não podemos entrar numa lógica de empresários que levem esta lei para se aliar a estrangeiros que vão obter os ganhos sobre a capa de que são estrangeiros”, acrescentou.

O que se sabe até ao momento é que o empresariado nacional depende de financiamentos para se impor nos investimentos visados, o que constitui um desafio para o Instituto Nacional do Petróleo (INP).

“Isso tem a ver com aquilo que é a estrutura das próprias empresas referente ao conhecimento do próprio sector, ao ciclo do procurement. O sector de petróleo e gás é de capital intensivo e a participação de qualquer empresa envolve altos custos”, avançou Natália Camba, do INP.

Por seu turno, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) diz que a indústria extractiva não funciona apenas com fundos locais, pelo que há necessidade de valorizar o empresariado nacional.

“Não podemos pensar que o sector extractivo pode avançar só com fundos que o país detém, mas sim de financiamento estrangeiro e devemos valorizar muito o que é produzido por empresas nacionais. Há necessidade de alcançarmos os níveis ideais de participação nos grandes investimentos”, defendeu Simoni Santi, do pelouro dos Recursos Naturais e Energia da CTA.

Os intervenientes falavam, esta terça-feira, à margem de um debate que o CIP organizou sobre o conteúdo local nos projectos de gás em Moçambique.

A Lei de Conteúdo Local impõe que 5 a 20% do capital social da empresa concessionária deve ser reservado para a participação de pessoas públicas e privadas nacionais, incluindo uma componente free carry e outra de alienação, através da Bolsa de Valores de Moçambique para pessoas singulares.

Quatro cidadãos foram detidos esta segunda-feira, na Cidade de Maputo, quando, disfarçados de agentes de uma empresa de segurança privada, tentavam levantar mais de três milhões de Meticais numa firma de produção de sabão e óleo.

Dos quatro cidadãos detidos, três são antigos agentes de uma empresa de segurança, que presta serviços à firma na qual pretendiam levantar o valor, e o outro é motorista de outra empresa de segurança privada.

O plano era fazerem-se passar por agentes de segurança no activo, irem à empresa levantar o valor e saírem como se de uma acção legítima se tratasse.

“Para isso, falamos com esse colega que é motorista de uma empresa de segurança privada, ele ia conduzir e emprestar-nos o carro, e como o carro não era da empresa que costuma levantar dinheiro lá, arranjamos autocolantes com o timbre e imprimimos para colar no carro e fechar as descrições da outra empresa, para fazer-lhes pensar que a actividade era como de costume”, explicou um dos indiciados.

Além de sobreporem autocolantes por cima da identificação da viatura, os indiciados procuraram uniformes e falsificaram documentos, fazendo-se passar por agentes no activo, para enganar a empresa de sabão e óleo.

“Como já trabalhamos lá, sabíamos a hora e como fazer o levantamento do valor. Para nós, isso era fácil, por isso achamos que fôssemos conseguir, mas, infelizmente, deu no que deu e estamos aqui”, lamentou outro detido.

Segundo o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM), na Cidade de Maputo, Leonel Muchina, quando os proprietários da empresa descobriram a farsa no momento da entrega dos valores, chamaram imediatamente às autoridades policiais.

“Pesam sobre estes indivíduos os crimes de associação para delinquir e falsificação de documentos. É uma situação que consideramos gravosa, há uma premeditação que se pode ver e valeu mesmo a atenção dos gestores dessa empresa”, explicou o porta-voz.

A PRM diz estar a levar a cabo uma investigação para saber se há ou não envolvimento de agentes de segurança no activo, que tenham facilitado a operação.

Refira-se que os agentes ora detidos foram expulsos há mais de seis anos por terem desviado, durante o trabalho, dinheiro de empresas em que prestavam serviço.

Mais cinco pessoas, entre os quais um cidadão estrangeiro, testaram positivo para a COVID-19 nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Ministério da Saúde (MISAU).

Os resultados, segundo o MISAU, foram extraídos de um universo de 934 amostras suspeitas testadas no referido período. “Três casos são indivíduos do sexo feminino (60%) e dois, do sexo masculino (40%)”, esclarece. Trata-se de indivíduos com idades entre 21 e 44 anos.

Em Moçambique existe um cumulativo de 225.301 casos positivos, dos quais 224.932 resultantes de transmissão local e 369 importados. Actualmente existem 39 casos activos da COVID-19.

Há, também, registo de 11 recuperados da COVID-19, sendo oito na cidade de Maputo e três na província com o mesmo nome. Entretanto, no mesmo período, não houve alta, nem novo internamento, permanecendo quatro pacientes em leito hospitalar.

“Desde o anúncio do primeiro caso de COVID-19, em Moçambique, em Março de 2020, já foram hospitalizadas, no nosso país, 8.511 pessoas, em resultado desta doença”, refere a Saúde.

O país continua sem notificar óbitos causados pela COVID-19. Deste modo, mantém-se em 2.200 o cumulativo de mortes causadas pelo vírus.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) vai delegar um grupo de inspectores para detectar e combater casos de corrupção envolvendo a Polícia de Trânsito, segundo anunciou Bernardino Rafael. A medida surge após o Presidente da República, Filipe Nyusi, ter alertado aos oficiais recém-graduados na ACIPOL que não deviam pedir “refresco” aos condutores com irregularidades.

De acordo com o diário Notícias, citado pela Lusa, caberá aos inspectores realizar patrulhas nos postos de trânsito para flagrar agentes que extorquem automobilistas em condições irregulares.

“Vamos destacar equipas de inspectores para policiar todos os agentes que cometem estas irregularidades. Os infractores serão afastados e responsabilizados criminalmente”, avançou Bernardino Rafael, Comandante-geral da PRM.

Para evitar possíveis colisões na corporação, a Polícia da República de Moçambique tenciona acabar com o envolvimento de várias frentes da corporação, deixando a actividade de fiscalização para uma entidade especializada, porque “são muitas entidades a exercerem o mesmo papel e em locais diferentes”, justificou.

“Não roubem tempo e não retardem a marcha. Facilitem a vida das pessoas, simplificando o trabalho de fiscalização”, disse Rafael apelando para que os agentes parassem de “ perturbar os automobilistas”.

Ainda no seu discurso, Rafael repudiou a açambarcação ilegal de documentos pessoais dos automobilistas pelos agentes de trânsito como forma de coação psicológica para pagamento de suborno.

A previsão do estado do tempo para este Domingo indica que se poderá  registar queda de precipitação, céu nublado, ventos, neblinas  e trovoadas em todas capitais provinciais.

As cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilanculo, na zona sul do país, poderão registar temperaturas máximas de 30, 28,31 e 31 e mínimas de 21, 21, 23 e 22 graus, respectivamente.

Para as cidades da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane prevêem-se máximas de 27,27, 32 e 32 e mínimas de 17, 24, 24 e 24 graus Celsius, respectivamente.

As cidades da Nampula, Pemba  e Lichinga poderão registar máximas de 30, 31 e 23 e mínimas de 21, 24 e 15  graus, respectivamente.

O país tem uma nova agremiação dos profissionais da Comunicação Social. Chama-se Media Club e foi lançado hoje, na Cidade de Maputo, no dia em que se comemora o Dia do Jornalista Moçambicano.

O dia 11 de Abril é de festa para o jornalista moçambicano, mas o presente foi para todos os profissionais da Comunicação Social. Foi lançado, hoje, uma agremiação que engloba todos os profissionais da área e o nome não podia ser diferente: Media Club.

“Queremos que sejamos uma instituição muito mais vasta do que de jornalistas, publicitários e agentes de qualquer sector, mas sim de toda a indústria mediática, uma casa comum da indústria mediática”, esclareceu Tomás Vieira Mário, presidente do Media Club, acrescentando que, nesse contexto, “podemos abranger todas as áreas da Comunicação Social desde jornalismo até publicidade, na ideia de que cada um desses grupos é uma classe de profissionais.

Entre as várias áreas que esta agremiação poderá actuar no clube de média, os meios de comunicação poderão servir de um canal para o reforço de laços dos vários sectores da sociedade, sobretudo o empresarial.

“No caso em concreto, nós vemos, como importantíssimo para a media, o reforço e a emulação de programas sociais e ambientais das empresas. Este é um foco importante numa crise que temos, que é a climática. Hoje em dia, as empresas devem ter uma política ambiental muito forte e a media deve estar atenta na componente social e ambiental, nomeadamente na área dos recursos minerais e energia”, sustentou Tomás Vieira Mário.

O clube de media, lançado esta segunda-feira, foi concebido pelo Sekelekani e Media Network, com o patrocínio exclusivo da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, no âmbito das celebrações dos 15 anos da reversão daquela empresa a favor do Estado moçambicano.

“Neste 15 anos, a HCB tem vindo a aumentar a sua contribuição nas causas sociais, através de uma política abrangente de responsabilidade social e patrocínios, bem como na pronta intervenção de causas humanitárias e de emergência”, referiu Boavida Muhambe, PCA da HCM.

E porque o dia era de festa, houve entrega do “prémio jornalístico 15 anos de reversão da HCB” ao jornalista Amarildo Romão da TVM e, claro, música ao som da Yolanda Kakana.

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