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O País – A verdade como notícia

Apenas 16 milhões de pessoas têm acesso à fonte segura de água nas cidades, vilas e zonas rurais. Esse número de beneficiários é alimentado por 1.258 sistemas de abastecimentos existentes em todo o país.

Moçambique tem cerca de 30 milhões de habitantes e, deste número, pouco mais da metade, ou seja, 16 milhões não têm acesso a uma fonte segura de água. Os sistemas de abastecimento do precioso líquido construídos estão longe de responder à demanda.

“Estamos a falar, mais ou menos, de cerca de 1.100 sistemas de abastecimento de água feitos a nível da zona rural, 50 (sistemas) intervencionados a nível das vilas-sede do distrito num total de 130. Então, a nível das vilas, se olharmos para esta diferença, ainda é necessário mais investimento”, reconheceu Rute Namucho, directora-geral da Administração de Infra-estruturas de Água e Saneamento.

Além de construir mais infra-estruturas de abastecimento de água, o desafio é garantir a manutenção dos sistemas que já existem. “A questão da sustentabilidade está, também, associada à capacidade e vontade de pagar pelos beneficiários. É por isso que, quando nós vamos intervir num determinado sistema de abastecimento de água, temos que, no mínimo, fazer um estudo básico que é para saber como é que, depois deste sistema, vai sobreviver”, indicou Rute Namucho.

Estes são apenas alguns dos constrangimentos na gestão dos sistemas de abastecimento de água que vão merecer atenção no seminário de reflexão sobre a sustentabilidade destes serviços nas zonas rurais, cidades e vilas.

“Fraca viabilidade financeira dos sistemas que poderá causar abandono dos operadores; fraca economia de escala resultando em custos operacionais elevados com destaque para os da energia eléctrica, peças, produtos químicos e capacidade limitada dos principais actores (privado e público), tornando-se insuficiente, podendo haver concursos para a contratação de operadores desertos e fracos mecanismos de supervisão e assistência técnica”, enumerou Daniel Babói, inspector das Obras Públicas.

O evento, que decorre na Cidade de Maputo, tem a duração de dois dias.

 

Os transportadores semi-colectivos de passageiros, na cidade de Nampula, suspenderam a aplicação da nova tarifa de 15 Meticais. Para a busca de soluções, foi agendada, para aproxima quinta-feira, uma reunião entre o Município e os “chapeiros”.

O recuo na aplicação da nova tarifa foi uma acção bem recebida pelos munícipes de Nampula, que já previam dias difíceis, porque, segundo contam, os 15 Meticais sugeridos pelos transportadores sufocariam ainda mais o seu bolso, numa altura em que os preços de quase todos os produtos sobem a cada dia.

Os munícipes não discordam do agravamento da tarifa, mas apelam para que sejam observados outros factores.

“Eles deviam olhar para a demanda e verem que até os 10 Meticais poderiam suprir as suas necessidades, embora seja difícil, mas, por mim, que seja melo menos até 12 Meticais”, disse Edson Assane, um estudante.

Depois da confusão da semana passada, o bom senso prevaleceu e está marcado um encontro a ter lugar na quinta-feira, que será dirigido pelo presidente do Município de Nampula, devendo estar presentes os transportadores e outros interessados no processo.

A proposta de subida da tarifa do transporte na cidade de Nampula abrange, também, os operadores do serviço de mototáxi.

O prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia ( INAM), para esta segunda-feira -feira , aponta para  ocorrência de tempo fresco. A cidade Tete poderá registar a temperatura mais elevada de hoje, de  34 graus.

Assim, as cidades de Maputo, Xai-xai, Inhambane e Vilankulo poderão registar máximas de 30, 30, 31 e 30 graus Celsius, e mínimas de 18,21,22 e 22, respectivamente.

Para as cidades da zona centro do país, Beira,Chimoio, Tete e Quelimane, a previsão é de máximas a atingirem 29, 26,34 e 29 e mínimas de 23,16,23 e 23 graus, respectivamente.

Já para a cidades na região nortenha de Moçambique, prevêem-se máximas de  29,31 e 26  e mínimas de 21,26 e 14 graus Celsius, respectivamente.

A semana passada foi dominada por acesos debates sobre a poligamia, um fenómeno que ocorre na sociedade, mas sem consensos, havendo uns que defendem a sua ocorrência e outros negam definitivamente.

“O País” deslocou-se até à região de Tsetsera, distrito de Sussundenga, em Manica, para perceber a história de um homem de 71 anos de idade, que partilha tecto e cama com 17 esposas.

Trata-se de Pedro Faricai, cristão e que professa a religião Johane Marangue, oriunda do Zimbabwe.

Ao “O País”, Faricai contou que todas as suas 17 esposas que já tiveram 44 filhos e 46 netos foram “engatadas” na referida Igreja. “Conheci todas elas na igreja. A nossa igreja não proíbe casar tantas mulheres. O que a igreja quer é que cada mulher tenha a sua casa, seus bens e todas as restantes condições. Basta teres isso, pode casar tantas mulheres que quiser”.

De voz firme, barbudo, corpo robusto que contrasta com a sua idade, Faricai referiu que, para “distribuir” o seu amor para 17 mulheres, tudo partiu de problemas que teve com a primeira esposa e que culminou com a separação.

“Eu separei-me dela e dois anos depois casei outra. Quando ela se apercebeu de que eu tinha outra mulher, veio pedir desculpas e aceitei, daí que fiquei já com duas mulheres. Fui apreciando outras, sempre falava para ela que preciso de mais uma esposa. Ela aceitou e foi assim que foram enchendo até chegar esse número”, contou

Curioso é o facto de Pedro Faricai não ter emprego formal, mas consegue alimentar e criar todas as condições para o seu agregado de 107 pessoas. Ficamos a saber que Pedro Faricai goza de estatuto de maior produtor de tomate na província de Manica, o que lhe permite garantir renda para a sua família e, diga-se, todas as suas esposas estão envolvidas na produção de tomate.

Outro facto curioso é que, na família alargada de Faricai, foi implementado um pequeno sistema de governação em que não há decisão sem envolvimento da sua primeira esposa, mais outras duas escolhidas na ocasião e mais dois filhos dos seus vários filhos.

Na família Faricai, há também hierarquias e regalias. Existem duas viaturas para passeio e mais duas camionetas para trabalho.

Pedro Faricai tem a sua própria casa. É uma espécie de centro do poder. É ali onde vive e recebe as mulheres que escolhe para passar as noites.

Sete indivíduos, um dos quais estrangeiro, testaram positivo para a COVID-19 nas últimas 24 horas em Moçambique.

De acordo com o Ministério da Saúde, trata-se de quatro mulheres e três homens, com idades entre sete e 59 anos.

“A Taxa de Positividade e a Taxa de Positividade Acumulada, nas últimas 24 horas, situaram-se em 1.42% e 17.2%, respectivamente”, refere a instituição, em comunicado de imprensa.

Moçambique tem um cumulativo de 225.365 casos positivos. Deste número, 224.996 são casos de transmissão local e 369 importados. O país tem 56 casos activos.

Nas últimas 24 horas, houve registo de uma alta hospitalar. Entretanto, nenhum paciente foi internado devido às doença. Em todo o país há dois doentes hospitalizados.

“No período em análise, não registamos nenhum caso de recuperação da COVID-19, como também, não notificamos nenhum óbito originado pela COVID-19, mantendo-se, por isso, em 2.201, o cumulativo de mortes causadas por esta doença”, conclui a Saúde.

O trimestre está quase a terminar, mas nem todas as crianças têm acesso ao livro escolar no país. Mesmo assim, nenhum governante a nível central veio a público, por iniciativa própria, para explicar à sociedade o que está a acontecer, pelo que o jornal “O País” teve de ir à busca de respostas. Na sua primeira reacção, Carmelita Namashulua distanciou-se de possível culpa pelo atraso.

Enquanto o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano não se organiza, no terreno, os professores viram-se como podem. Viram-se também os alunos que não vêem as cores dos livros nas suas mochilas. Os que têm sabem que devem partilhar. Assim, vai o Ensino Primário num país onde era suposto que o livro fosse gratuito e de acesso a todas as crianças.

Na Escola Primária do 1º e 2º graus da Machava Sede, encontramos António Tembe, aluno da 7ª classe. Ele, tal como outros tantos da sua escola, faz parte das estatísticas dos que não têm livros. O aluno diz que o mais difícil é quando tem o trabalho de casa, vulgo TPC.

Para fazer frente a essa situação, alguns pais e encarregados fazem sacrifícios, comprando livros para os seus filhos. É o caso de Manuel da Silva que frequenta a 7ª classe; os seus pais conseguiram comprar dois dos quatro livros que deveria ter.

Na Primária 12 de Outubro, em Nkobe, a situação repete-se. Já na Escola Primária do 1º e 2º Graus da Machava Km 15, há livros para a 1ª, 2ª 5ª e 7ª classes. “Mas, temos problemas de livros da terceira e quarta classes, sendo que o problema é maior na terceira”, disse João Chirinda, director pedagógico da escola.

Associado a esse problema, está outro maior que pode afectar o processo de assimilação dos conteúdos. “É complicado trabalhar com alunos dessa faixa etária sem livros. Sabemos que a 3ª classe depende muito do livro e, sem ele, é muito complicado trabalhar”, reiterou.

 

ESCOLAS SEM LIVRO DA 6ª CLASSE

É muito complicado lidar com as sextas classes, pois, a partir de 2022, esta classe passa a ser leccionada por um único professor, mas, até hoje, o MINEDH ainda não distribuiu o manual para os alunos. A nossa reportagem passou por várias escolas da Cidade e Província de Maputo e todas não tinham o livro.

Na Escola Primária da Zona Verde, encontramos Helena Chirindza, a gerir uma turma de 58 alunos da 1ª classe. À nossa equipa disse que sempre tem feito o exercício de memorizar os nomes dos alunos, “pois só assim é que podemos alcançar as nossas metas. Só assim é que podemos saber as deficiências e os pontos fortes de cada aluno”, explicou.

Além desse exercício, teve um outro – arrancar o ano lectivo sem livros. “É difícil, mas tivemos que fazer esforço para que as aulas pudessem decorrer, porque, se ficássemos à espera do livro, não teríamos avançado.”

 

GOVERNANTES PRESSIONADOS A FALAR

Desde o início do ano lectivo, nenhum membro do Governo, a nível central, nem mesmo a ministra da Educação e Desenvolvimento Humano veio a público, por iniciativa própria, explicar aos moçambicanos o que está a acontecer. O trimestre está prestes a terminar e, porque nenhum governante tomava iniciativa, nem os 250 deputados presentes na Assembleia da República, o “O País” foi à busca de respostas. Foi justamente à saída do Parlamento que interpelamos o Primeiro-Ministro que defendeu que a situação “se deve à pandemia da COVID-19”.

Foi a resposta possível e não conclusiva, para um problema com barbas brancas. Com Carmelita Namashulua, também foi assim. Quis o destino que fosse interpelada justamente no Dia Mundial do Livro e, segundo vincou, “é um instrumento fundamental para a aprendizagem da leitura, para o desenvolvimento cognitivo, intelectual e cultural das crianças, jovens e adultos”.

João Chirinda, professor do ensino primário há  24 anos, defende que as aulas não são ao todo suficientes, principalmente nas classes iniciais, e fala dos impactos negativos. “Sem esse material adicional que incentiva as actividades particulares, vislumbram-se muitas dificuldades. Poderemos ter situações de alunos com aproveitamento muito baixo em termos de leitura, escrita, cópia e cálculos básicos”, lamentou.

Angelina Ngoenha, mãe com duas crianças no ensino primário, disse que a falta de livro faz com que seja difícil ajudar as crianças quando têm trabalhos de casa. Porque é muito difícil, Luís Duvame, outro encarregado, disse preferir gastar pagando mais com aulas extras para os seus dois filhos.

 

“MINEDH NÃO TRANSPORTA O LIVRO”

Namashulua sacode o capote e diz que o atraso do livro não é culpa do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano. “Se não tivéssemos tido constrangimentos no transporte, não teríamos essa situação. Quem transporta o livro não é o MINEDH. Houve um concurso internacional, as gráficas internacionais é que ganharam esse concurso, os livros foram impressos na República da Índia e o transporte cabe às gráficas”, defendeu-se.

O prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia ( INAM), aponta para  ocorrência de chuvas nas três regiões do país, com temperaturas máximas  a variarem de 25 a 33 graus.

As cidades de Nampula, Pemba e Lichinga, na região norte do país, poderão registar ceu nublado, chuvas fracas a moderadas locais e vento a soprar de  sueste a noroeste  fraco a moderado, por vezes, com rajadas.

Assim, para Nampula, Pemba e Lichinga prevêem-se máximas de 31, 32 e 25 e mínimas de 22, 25 e 17 graus, respectivamente.

Para as cidades da zona centro do país, Chimoio, Beira, Tete e Quelimane, a previsão meteorológica aponta que poderão, igualmente, registar céu muito nublado,  aguaceiros ou queda de chuvas fracas, localmente fortes, acompanhadas de trovoadas e vento a soprar de  sueste  a sudoeste fraco a moderado.

Em graus Celsius, Chimoio, Beira, Tete e Quelimane apontam para máximas de 27, 29, 33 e 29 e mínimas de 18, 23, 20 e 23, respectivamente.

Já para as cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilankulo, na zona sul do país, o prognóstico indica que poderão registar céu nublado,  neblinas ou nevoeiros matinais, aguaceiros ou queda de chuvas fracas a moderadas e vento a soprar de  sueste  a noroeste fraco a moderado.

Para as quatro urbes, Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilankulo, as máximas previstas são de 31, 30, 31 e 32 e mínimas de 21, 29

, 23 e 21  graus Celsius, respectivamente.

Noventa e oito pessoas morreram, este ano, vítimas da malária. A informação foi revelada, hoje, em Maputo, pelo director do Plano Nacional do Combate à Malária.

Eram seis horas, deste sábado, quando se começou a caminhada pela Avenida Marginal, na cidade de Maputo, rumo ao local da feira de saúde, realizada pelo Ministério da Saúde e o Conselho Municipal de Maputo, no âmbito do dia Mundial de Luta Contra a Malária, que se assinala a 25 de abril, segunda-feira.

No evento, o director do Plano Nacional do Combate à malária revelou dados preocupantes de uma doença que, apesar de ser possível prevenir, continua a matar. “Nós terminámos o ano em 2021 com um registo de 411 óbitos e, agora, até aos primeiros três meses deste ano, nós já registamos 98”, revelou Baltazar Candrinho, director do Plano Nacional do Combate à Malária.

A ideia é reduzir o número de mortes por malária e para tal há aspectos que devem ser tomados em conta. “Para evitar que as pessoas morram por malária, nós temos que garantir um diagnóstico e tratamento atempado, disponibilidade de medicamento em todas as unidades sanitárias e, também, nas comunidades. Juntando-se a isso, nós colocámos algumas intervenções para controlar o mosquito vector da malária, como redes mosquiteiras, pulverização intra-domiciliária e outra que tem a ver com o medicamento”, apontou Baltazar Candrinho.

O ministro Armindo Tiago, não só participou da feira, como também fez exercícios físicos como forma de mostra o benefício dos mesmos para a saúde.

Afinal, não foi criado nenhum centro de acomodação para as vítimas das inundações na cidade de Maputo. A assistência às famílias, a que a edilidade fez referência, era a alocação de motobombas escoar a água estagnada em algumas residências.

O grito de socorro é recorrente a cada vez que chove torrencialmente. E, na semana passada, não foi diferente. O Conselho Municipal da Cidade de Maputo disse, entretanto, que ouviu o clamor das vítimas das inundações urbanas e não ficou de braços cruzados.

“Estão a ser socorridas essas pessoas. Nós estamos a trabalhar com o INGD, temos um pelouro de Acção Social que sempre que isto acontece arregaça mangas e, agora, que estamos a falar há equipas no terreno que estão a dar apoio a estas famílias”, revelou Silva Magaia, porta-voz do Conselho Municipal de Maputo, na passada quinta-feira, 21 de Abril.

Questionado sobre se a edilidade tinha aberto alguns centros de acolhimento, Silva Magaia respondeu nos seguintes termos: “Sim [temos centros abertos], mas não tenho a lista desses locais”.

Silva Magia não tinha a lista dos locais porque, efectivamente, os centros sequer existem.

“Até ao momento, não verificada a necessidade, em termos de impacto, de abertura de centros de acomodação a nível da cidade e temos estado a fazer um trabalho muito próximo das famílias para verificar o impacto e garantir que a solução da sucussão possa ser direcionada para os locais onde a quantidade de água é muito elevada”, afirmou Alice de Abreu, contrariando a informação e Silva Magaia.

O porta-voz do Município e a vereadora de Saúde e Acção Social trabalham na mesma instituição e falam sobre o mesmo problema, mas parecem estar desarticulados nas suas declarações.

Até houve retirada de famílias dos bairros mais inundados, mas não para os centros de acomodação, pois estes não foram abertos. “Fez-se assistência àquelas famílias que, por conta das chuvas, não era possível permanecerem nas suas residências. Uma parte dessas famílias preferiu acomodar-se em casas de familiares e outras, de forma temporária, enquanto se fazia a sucussão das águas, foram alocadas em alguns locais, quer seja em círculos e secretarias dos bairros ou em escolas”, esclareceu Alice de Abreu.

O escoamento das águas estagnadas é, se calhar, a única assistência directa prestada pela edilidade. Todavia, não é feita em simultâneo nos bairros inundados.

“Fizemos assistência às famílias através do bombeamento da água, quer por motobombas ou por camiões cisterna colocados a nível dos distritos municipais para que pudessem minimizar os impactos das chuvas a nível das famílias”, disse a directora municipal da Saúde e Acção Social, acrescentando que a Cidade de Maputo tem 63 bairros “e a capacidade instalada não é suficiente para responder prontamente de forma abrangente no mesmo dia a todos estes bairros”.

O Conselho Municipal da Cidade de Maputo identificou 84 famílias que, ciclicamente, são afectadas pelas inundações e o seu reassentamento é urgente. “O que nós temos verificado nesse processo de negociação com as famílias é que a preocupação é levantada durante o período da chuva em que nós fazemos esse levantamento, indicou Alice de Abreu, chamando à atenção para o facto de “quando vamos trabalhar para retirar as famílias para zonas seguras que já foram identificadas, quer seja do distrito municipal da KaTembe ou fora, na província de Maputo, as famílias não se mostram disponíveis para saírem para estas zonas, mas a preocupação é levantada quando estamos dentro da época chuvosa”.

Ao todo, na Cidade de Maputo, cerca de 1.800 famílias foram afectadas pelas inundações, sendo os distritos municipais de Chamanculo, KaMavota, KaMubukwana, KaMaxaquene os que mais se ressentiram do impacto da última chuva. E todos os anos tem sido assim.

Duas casas foram parcialmente destruídas nos bairros de Inhagoia e Hulene.

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