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O País – A verdade como notícia

Há mais 13 indivíduos infectados pelo Coronavírus em Moçambique, resultantes de 414 testes realizados nas últimas 24 horas. O Ministério da Saúde diz que se trata de cidadãos de nacionalidade moçambicana.

Os infectados têm idades que variam de 14 a 50 anos. “A Taxa de Positividade e a Taxa de Positividade Acumulada, nas últimas 24 horas, situaram-se em 3.14% e 17.3%, respectivamente”, referem as autoridades.

Desde o início da pandemia, Moçambique diagnosticou 225.293 casos, sendo 224.924 de transmissão local e 369 importados. Neste momento, o país tem 42 casos activos da doença.

“Cumpre-nos informar que, nas últimas 24 horas, não registamos nenhum caso de paciente que se recuperou da COVID-19, assim como, nenhum paciente teve alta hospitalar”, anunciou a instituição, acrescentando que “no mesmo período, nenhum paciente foi hospitalizado”.

Assim, quatro pacientes continuam sob cuidados médicos em todo o país.

O país continua sem notificar óbitos causados pela COVID-19. Deste modo, mantém-se em 2.200 o cumulativo de mortes causadas pelo vírus.

Há três semanas que a travessia no rio Mutacaze, em Nampula, é feita de forma condicionada. Centenas de pessoas desafiam diariamente o leito do rio caminhando ou nos ombros de outras pessoas, porque a ponte foi arrastada pela corrente da água aquando da passagem do ciclone Gombe.

Fazem-se 70 km de estrada asfaltada recentemente inaugurada pelo Presidente da República e, em menos de uma hora, a ligação entre a cidade de Nampula e a vila-sede do distrito de Mogovolas fica estabelecida. Contudo, logo a seguir, para quem vai em direcção ao distrito de Angoche, a viagem muda de rumo quando chega ao rio Mutacaze, cuja ponte metálica foi arrastada pela corrente da água há três semanas, aquando da passagem do ciclone Gombe.

O leito do rio baixou. As pessoas, que estão nas duas margens do rio, atravessam o leito caminhando ou nos ombros dos biscateiros que viram uma oportunidade para ganhar dinheiro fazendo atravessar as pessoas sem se fazerem à água. Feliciano Caetano é um desses. Não tem a conta exacta do número de pessoas que carrega nos ombros por dia, só sabe afirmar que o movimento tem sido bom.

“O valor depende da negociação com o cliente. Há clientes que me pagam 30 Meticais, há outros que me pagam 20 ou 10 Meticais”.

Os dias são difíceis para muita gente. O rio isolou dois postos administrativos do distrito de Mogovolas, mas o grande prejuízo é sentido pela população dos distritos de Angoche e Larde que dependem muito da cidade de Nampula para abastecer em insumos do dia-a-dia.

Juvêncio Sapite desce do colo de um jovem que o fez atravessar e desabafa: “é complicado. É mais um gasto. Não temos muito e é mais um gasto. Só espero que isto se resolva o mais rápido possível”.

Até há esforços nesse sentido. A estrutura metálica da ponte de 30 metros que fora arrastada está a ser desmontada para ser recolocada entre os pilares. Mas a natureza foi tão forte que 15 metros não são aproveitáveis. Do lado dos encontros da ponte, numa das margens, há necessidade de reconstrução com betão e o prazo indicativo dos trabalhos é de 50 dias.

“O encontro existente cedeu e há necessidade de fazermos um novo encontro e lançarmos a ponte”, garantiu Manuel Benjamim, técnico responsável pela obra.

No local, um camião-cisterna de transporte de combustível que saía da cidade de Nampula em direcção a Angoche teve que terminar a viagem numa das margens e com recurso a uma motobomba e um tubo de mais de 50 metros de extensão foi bombeado o combustível para o outro camião-cisterna que estava na outra margem.

São alternativas possíveis perante uma crise de circulação causada pelos eventos extremos.

Cansado de esperar, o condutor de uma viatura ligeira decidiu desafiar o rio a quatro rodas. O carro de alta suspensão foi determinante para a travessia arriscada. Com ajuda da força humana, o mesmo conseguiu atravessar o rio com destino à cidade de Nampula para adquirir produtos de primeira necessidade de modo a alimentar o comércio no distrito de Larde.

“Tinha que arriscar. Estou aqui há três semanas. Vou à cidade de Nampula adquirir produtos. Volto amanhã. Não tinha como, porque tudo está fechado e os preços sobem do outro lado. Assim é para poder minimizar os preços, porque muita gente pode morrer à fome”, disse Gulamo Rajabo.

As embarcações a motor e canoas pararam de fazer a travessia, porque o caudal do rio está muito baixo.

Trabalhadores de segurança privada admitem estar despreparados para enfrentar os raptos. Dizem ainda que há seguranças cujas armas não funcionam. Entretanto, as empresas negam parte dos problemas arrolados.

Um vídeo de uma câmara de segurança retrata um rapto ocorrido em Fevereiro deste ano na zona baixa da Cidade de Maputo. Os raptores entraram disfarçados de clientes e levaram a vítima.

O estabelecimento até tinha um segurança que só aparece no fim, aparentemente em fuga e assustado. Aliás, ele mesmo reconheceu à STV que não tinha capacidade de resposta. “Pareceu tudo combinado, todos tinham armas e eu não sabia o que fazer”, contou o segurança.

E o que, então, são capazes de fazer os seguranças que vemos todos os dias, aparentemente, a proteger estabelecimentos, instituições públicas, privadas, entre outras?

Colocamos a questão ao Sindicato dos Trabalhadores das Empresas de Segurança, que dá a mão à palmatória. “Os clientes caem muitas vezes num erro, eu arrisco em dizer que, em algumas empresas, aquelas armas não funcionam”, afirmou Boaventura Sibinde.

O secretário vai mais longe. Revela que as empresas de segurança não têm qualidade. Ao problema, adiciona-se o facto de vários seguranças trabalharem sem armas e, segundo, “mesmo com arma, o segurança não serve para nada”.

Mais grave ainda é que os próprios seguranças, responsáveis pela protecção de vários estabelecimentos, reconhecem que não estão preparados para responder aos raptos.

“Se formos a ver, muitos seguranças não têm treinamento, as empresas de segurança recrutam as pessoas sem seguir os trâmites legais”, revelou.

Ouvidos pela nossa reportagem, os profissionais de segurança dizem trabalhar com as mínimas condições existentes. “Por exemplo, os atiradores não têm contrato e muito menos seguro de vida. Que motivação para trabalhar?”, questionou um segurança.

Mas, de que forma pode reagir um segurança diante desta incapacidade?

“Eu tenho que criar condições de alertar a intervenção da minha empresa para vir até ao local, se não chegarem a tempo, tenho que me render”, respondeu outro segurança.

As empresas, que actuam na área de segurança, estão congregadas em associação, cujo representante diz que maior parte dessas fragilidades são registadas nas firmas que não estão filiadas à agremiação.

De acordo com o decreto 9/2007/ de 30 de Abril, o Ministério do Interior tem a obrigação de criar um centro de formação profissional para os seguranças.

“Nos últimos tempos, surgiram várias empresas de segurança que não cumprem com os procedimentos”, reconheceu o representante da Associação das Empresas Privadas de Segurança, Odair Bila.

O responsável diz não ter conhecimento da existência de empresas de segurança cujos trabalhadores possuem armas que não funcionam.

Cristãos do mundo inteiro celebraram, hoje, o Domingo de Ramos. No país, há dois anos em que os crentes não festejavam a data de forma tradicional, por conta da pandemia da COVID-19.

Este ano, em procissão, com ramos de palmeiras nas mãos, idosos, adultos, jovens e até crianças, todos cantavam “Hosana Hosana” e pediam a Deus o fim da COVID-19, paz no mundo, fé e amor entre os irmãos.

O domingo foi de euforia e os crentes comparavam o Domingo de Ramos, que é a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, após ter passado 40 dias no deserto jejuando e sofrendo as tentações, com a situação que o povo moçambicano viveu por conta da pandemia – dois anos, com restrições que impediam muitos de irem à igreja, incluindo de participarem das festas de Domingo de Ramos. No entanto, ontem, sem terem perdido a fé, voltaram a celebrar a data de forma tradicional, como Jesus resistiu às tentações e entrou em Jerusalém.

“Entendemos que este é um momento em que o povo volta a retomar as suas actividades orando e crendo em Cristo. Estes dois anos foram difíceis e, neste momento, colhemos os resultados do esforço dos moçambicanos, que cumpriram as medidas de prevenção”, disse Jorge Chacate, um dos crentes da Igreja Anglicana.

Para o Padre Sérgio Bambo, da Igreja Anglicana, o povo de Deus estava já ansioso para entrar com Jesus em Jerusalém, por isso a euforia que os mesmos apresentavam.

Disse que, apesar de as igrejas terem estado fechadas por um tempo, os cultos não pararam, decorriam de forma virtual, até ao Domingo de Ramos, mas nada comparado ao que se viveu ontem.

“Tínhamos muita sede de fazer esta procissão, o povo quer, com isto, celebrar a entrada de Jesus, quer sofrer com a sua morte e voltar a celebrar assim que ressuscitar. Algo do género vivemos com a pandemia e hoje estamos aqui e precisamos aplicar o que aprendemos naquele período, o amor ao próximo e a fé são fundamentais para os cristãos”, considerou o Padre Bambo.

Para os católicos, o ambiente era igual, centenas de crentes caminhavam rumo à Sé Catedral. E, porque era dia de festa, até as vestes condiziam com a efeméride, “os homens de Deus” estavam trajados de vermelho, creme e branco que são cores usadas nas datas festivas.

Dom Francisco Chimoio foi quem presidiu a missa e deixou claro que há aspectos que o povo de Deus precisa de ter em conta.

“O coração humano tem duas realidades, há uma ocasião em que prometemos mil e uma coisas, mas, quando chega o momento em que se deve pôr em prática, volta, então vamos pedir, nesta Semana Santa, que saibamos enterrar a negatividade que está dentro de nós”, instruiu o Arcebispo de Maputo.

Num momento em que a igreja retoma a normalidade, a Catedral ficou pequena para receber todos aqueles que queriam viver o momento.

O Domingo de Ramos representa, ainda, o início da Semana Santa que termina com a morte e ressurreição de Jesus Cristo, no Domingo de Páscoa.

Antigo ministro da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), Aires Ali, diz que houve problemas de planificação no sector para que apenas dois milhões de livros chegassem ao país num universo de 16 planificados.

Para o ano lectivo de 2022, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano esperava receber pelo menos 16 milhões de livros para distribuição gratuita em todo o país. Porém, à entrada deste mês de Abril, quase no fim do primeiro trimestre, apenas dois milhões tinham sido recebidos.

A justificação para isso foi a mudança de rotas dos navios que trazem os livros ao país, o que teria comprometido o cronograma usado noutras datas. Contudo, Aires Ali, que foi ministro do sector e ocupou a pasta de Primeiro-Ministro por alguns anos, entende que tudo seria ultrapassado com uma melhor preparação.

Aires Ali entende que se deve pensar em tudo a cada ano. “Antes de chegar às escolas, o material deve ser elaborado e há técnicos para isso. Deve-se, portanto, determinar qual é o período dessa elaboração”, depois disso, diz o antigo governante, deve-se definir “como é que se encomenda para que as editoras possam produzir o material”.

Ali sugere uma solução mais profunda do que a melhoria da planificação. Ele diz que se deve começar a pensar na criação de capacidade interna para a produção de livros localmente. Na verdade, há editoras no país, mas o MINEDH diz que mandar fazer cá é caro.

Mais ainda, o antigo governante explica que é preciso que se compreenda que as falhas na planificação podem comprometer muito mais do que a chegada dos livros ao país.

“Moçambique é um país bonito, mas a configuração dificulta a chegada aos vários pontos. Portanto, quando atrasam a chegar, voltamos a deparar-nos com problemas de logística para chegar a esses pontos”, disse Ali.

Para já, o MINEDH disse, na última vez que falou com o jornal “O País”, que tinha informação dos fornecedores de que o material chegaria até o final de Abril corrente.

A vice-ministra dos Transportes e Comunicações diz que o Governo está a pensar em abrir um concurso para a distribuição dos 80 autocarros movidos a gás que chegaram ao país e foram parqueados.

Enquanto a população forma filas longas para ter acesso ao transporte, faz ligações para chegar ao destino e viaja apinhada, o país recebeu, recentemente, 80 autocarros de transporte público, porém estão parqueados.

Pela primeira vez, a vice-ministra explicou o que está a acontecer. Nas suas palavras, disse que “não é nada de grave, estamos a pensar em como fazer a distribuição e pensamos que um concurso seria uma boa solução”, explicou Manuela Rebelo, vice-ministra dos Transportes e Comunicações.

Segundo a governante, o plano de abrir um concurso chega como solução das frequentes e, até, já incuráveis avarias que os autocarros sofrem pouco tempo depois de serem entregues às cooperativas.

“Não podemos continuar a distribuir autocarros e pouco tempo depois estarmos a pensar, de novo, em como transportar as pessoas”, defendeu.

Ou seja, o Governo investiu dinheiro para comprar autocarros cujo destino ainda não tinha sido determinado. É o que se entende, mas a vice-ministra do sector diz que não é bem assim. “A cogitação até começou antes, mas não havia clareza sobre o concurso, é um processo que está a correr e, menos dias ou mais, vai ser concluído”.

Nisto, questionamos como explicar ao cidadão que sofre pela falta de transporte que os 80 carros devem aguardar pelo fim da cogitação que o Governo ainda está a fazer. Sobre a pergunta, ela mudou de ideias e disse que “os carros terão de ir à rua o mais rápido possível, nem que tenhamos de entregar aos municípios, que são o nosso primeiro parceiro”.

Há três semanas que a travessia no rio Mutacaze, em Nampula, é feita de forma muito condicionada. Centenas de pessoas desafiam diariamente o leito do rio caminhando ou nos ombros de outras pessoas porque a ponte foi arrastada pela corrente da água aquando da passagem do ciclone GOMBE.

Faz-se 70 km de estrada asfaltada recentemente inaugurada pelo Presidente da República e, em menos de uma hora, a ligação entre a cidade de Nampula e a vila-sede do distrito de Mogovolas fica estabelecida. Só que logo a seguir, para quem vai em direcção ao distrito de Angoche, a viagem muda de rumo quando se chega ao rio Mutacaze cuja ponte metálica foi arrastada pela corrente da água há três semanas, aquando da passagem do ciclone GOMBE.

O leito do rio baixou muito. As pessoas que estão nas duas margens do rio atravessam o leito caminhando ou nos ombros dos biscateiros que viram uma oportunidade para ganhar dinheiro fazendo atravessar as pessoas sem se fazerem à água. Feliciano Caetano é um desses. Não tem a conta exacta do número de pessoas que carrega nos ombros por dia, só sabe afirmar que o movimento tem sido bom.

“O valor depende da negociação com o cliente. Há clientes que me pagam 30 Meticais, há outros que me pagam 20 ou 10 Meticais”. Os dias são difíceis para muita gente. O rio isolou dois postos administrativos do distrito de Mogovolas, mas o grande prejuízo é sentido pela população dos distritos de Angoche e Larde que dependem muito da cidade de Nampula para abastecer-se em insumos do dia-a-dia.

Juvêncio Sapite desce do colo de um jovem que o fez atravessar e desabafa: é complicado. É mais um gasto. Não temos muito e é mais um gasto. Só espero que isto se resolva o mais rápido possível. Até há esforços nesse sentido. A estrutura metálica da ponte de 30 metros que fora arrastada está a ser desmontada para ser recolocada entre os pilares.

Mas a natureza foi tão forte que 15 metros dela não são aproveitáveis. Do lado dos encontros da ponte, numa das margens, há necessidade de reconstrução com betão e o prazo indicativo dos trabalhos é de 50 dias.

“O encontro existente cedeu e há necessidade de fazermos um novo encontro e lançarmos a ponte”, garantiu Manuel Benjamim, técnico responsável pela obra. No local, um camião-cisterna de transporte de combustível que saía da cidade de Nampula em direcção a Angoche teve que terminar a viagem numa das margens e com recurso a uma motobomba e um tubo de mais de 50 metros de extensão foi bombeado o combustível para o outro camião-cisterna que estava na outra margem.

São alternativas possíveis perante uma crise de circulação causada pelos eventos extremos.

Cansado de esperar, o condutor de uma viatura ligeira decidiu desafiar o rio a quatro rodas. O carro de alta suspensão foi determinante para a travessia arriscada. Com ajuda da força humana, o mesmo conseguiu atravessar o rio para poder chegar à cidade de Nampula para adquirir produtos de primeira necessidade para alimentar o comércio no distrito de Larde.

“Tinha que arriscar. Estou aqui há três semanas. Vou à cidade de Nampula adquirir produtos. Volto amanhã. Não tinha como, porque tudo está fechado e os preços sobem do outro lado. Assim é para poder minimizar os preços porque muita gente pode morrer a fome”, disse Gulamo Rajabo.

As embarcações a motor e canoas pararam de fazer a travessia porque o caudal do rio está muito baixo.

A previsão do estado do tempo para este Domingo indica que se poderá  registar queda de precipitação, céu nublado, ventos e trovoadas nas cidades do norte, centro e sul do país.

Hoje, as temperaturas máximas poderão variar de 23 a 31 graus Celsius.

As cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilanculo, na zona sul do país, poderão registar temperaturas máximas de 29, 29, 28 e 27 e mínimas de 18, 20, 21 e 20 graus, respectivamente.

Para as cidades da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane prevêem-se máximas de 24,20, 31 e 29 e mínimas de 21, 15, 23 e 22 graus Celsius, respectivamente.

As cidades da Nampula, Pemba  e Lichinga poderão registar máximas de 29, 32 e 23 e mínimas de 21, 22 e 13  graus, respectivamente.

O comandante provincial do corpo de salvação pública da Zambézia, deu a conhecer que das investigações feitas do incêndio ocorrido defronte do Centro de Saúde 17 de Setembro em Quelimane, concluiu-se que a explosão de uma botija numa das três barracas construídas de chapa de zinco, está na origem do problema.

Trata-se de uma barraca que confecciona refeições para os utentes que entraram e saem do Centro de Saúde e não só. A explosão ocorreu por volta das 17 horas, gerou pânico nos doentes e profissionais de Saúde que se viram obrigados a movimentar materiais de trabalho temendo o pior. Os doentes também entraram em pânico, enquanto na rua verificava-se uma enchente de curiosos que acorreram ao local para ver o sucedido.

Do local do incêndio até ao comando provincial de corpo de salvação pública, são apenas cinco minutos, mas os bombeiros, os chamados homens da paz, não conseguiram chegar ao local para debelar o incêndio devido à avaria no único carro de extinção de incêndios, neste momento, em circulação.

Sobre o assunto, André Tandzingua fez saber que a instituição está com dificuldades. “Tivemos pequenos problemas, nomeadamente deficiências mecânicas do nosso camião, mas já estão ultrapassadas”, disse o responsável.

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