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O País – A verdade como notícia

Indivíduos até agora desconhecidos incendiaram e vandalizaram nove residências no distrito de Mossurize, província de Manica. O comandante da PRM em Manica diz tratar-se de uma pessoa próxima às vítimas e pede maior vigilância.

Nove famílias estão ao relento em Mossurize depois de as suas casas terem sido queimadas e vandalizadas na madrugada desta segunda-feira. As vítimas clamam por apoio.

“Queimaram três mantas, pasta de roupa, três panelas, quatro embalagens de tigelas”, disse uma das vítimas do sucedido.

Armindo Gueve, comandante da Polícia em Manica, que esteve no terreno para confortar as famílias, disse tratar-se de pessoas de má-fé.

Por seu turno, o administrador do distrito de Mossurize disse que o Governo já está a mobilizar apoios para minorar o sofrimento das vítimas.

O jornal “O País” sabe que, na semana passada, um grupo de malfeitores também queimou duas sedes da Frelimo nas regiões de Meque e Sanhathunze, distrito de Barué e, até agora, a Polícia ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Iniciou hoje, na 8ª Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, o julgamento de um caso relacionado com o pagamento de salários a quatro funcionários fictícios afectos ao Instituto Nacional de Hidrografia e Navegação Marítima, no valor de cerca de 11 milhões meticais.

São arguidos no processo, Lurdes Alexandre Manhiça, Nildo António Matola, Nádia Filipe Issufo Guamba, Júlio Tomás, Laura Manuel Zuca, Adelina Mário Sitoe, Amanda Felisberto Mavie, Helena Nina Chival e Gertrudes Salvador Muguambe.

Os cidadãos na barra da justiça são indiciados de prática de crimes de peculato, abuso de cargo, falsificação por servidor público no exercício das funções e falsificação por uso ilícito de instrumentos legítimos.

As diferentes acções levadas a cabo pelos arguidos lesaram o Estado moçambicano em 10.987.980.52 Meticais.

O processo em julgamento foi movido pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê céu nublado, ocorrência de chuvas, vento a soprar, por vezes, com rajadas e ocorrência de trovoadas  no norte, centro e sul do país.

Na região centro, as urbes da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane poderão registar temperaturas máximas de 28, 25, 32 e 33 e mínimas e 24, 18, 23 e  25  graus Celsius, respectivamente.

As cidades de Nampula, Pemba e Lichinga, no norte do país, poderão atingir temperaturas máximas de 28, 31 e  24 e  mínimas de 25, 24 e 15 graus, respectivamente.

Para as cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilankulo, no sul do país, prevêem-se máximas de 29,26,29 e 28 e mínimas de 20, 23, 23 e 22 graus Celsius, respectivamente.

O Porto de Maputo ordenou a retirada dos camiões de transporte de carga do recinto portuário usado por estes como estacionamento. Os transportadores não concordam, alegadamente porque a medida pode ser ilegal.

Foi através de um documento que os transportadores de carga receberam a informação do prazo para a sua retirada do estacionamento junto ao portão nº 1 do Porto de Maputo.

O prazo para a retirada dos camionistas do local é a próxima quinta-feira, dia 28 de Abril corrente, segundo determinou a Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC) concessionária e gestora da infra-estrutura portuária.

Mas a informação, por sinal, não nova para os transportadores, não foi bem recebida.

Anselmo Momed é transportador há mais de 30 anos. Ouvido pela nossa reportagem, nada mais conseguiu dizer se não mostrar a insatisfação. “Nós recebemos uma notificação de dia para noite e ficamos sem saber para onde ir. Não temos problemas em sair, o que pretendemos é que nos indiquem um local para realizar o nosso trabalho”.

Vinte anos depois, segundo os transportadores, não faz sentido a sua retirada do local sem indicação de um outro espaço para a realização das suas actividades.

A Associação dos Transportadores do Porto de Maputo diz que, durante o período das negociações, houve promessas de indicação de um novo parque.

Entretanto, a entidade responsável pela gestão do porto desmente a informação. “Estaríamos a dizer, por exemplo, para comprar um carro e dizer para o município criar um estacionamento para parquear o mesmo. Se fosse assim, o porto teria a responsabilidade para parquear todos os carros que acedem ao Porto de Maputo”.

A directora da Autoridade Portuária, Kristina Abudo, diz ainda que estão já há três anos no processo de negociação para a saída voluntária dos transportadores. Mas, “infelizmente, sem sucesso, tivemos um envolvimento do INATRO, da própria Associação dos Transportadores, a FEMATRO e o próprio Conselho Municipal”, disse, acrescentando que, “no final do dia, o projecto de requalificação vai beneficiar os próprios transportadores”.

O que no entender do porto de Maputo também não constitui verdade são os 20 anos de trabalho que os transportadores dizem ter naquele local, atendendo que, até finais de 2004, o portão em referência não existia. “A Associação dos Transportadores existe desde 2013 e o principal ponto de entrada era pela praça dos transportadores”, afirmou.

Segundo a MPDC, no local em causa, pretende-se requalificar o acesso ao Porto de Maputo e estabelecer uma zona de triagem de camiões no qual será envolvido um sistema automatizado com os camiões de trânsito e incorporação de todos os regimes de carga.

Tais intervenções visam aliviar o congestionamento que tem vindo a ser registado ao longo da EN4.

A Organização dos Trabalhadores de Moçambique diz que as negociações entre os sectores produtivos e Governo sobre a revisão do salário mínimo no país não atingiram as expectativas. Já o Ministério do Trabalho e Segurança Social avançou que o desempenho económico do ano de 2021 é que vai ditar o reajuste salarial.

Os trabalhadores, empregadores e o Ministério do Trabalho apresentaram, esta segunda-feira, propostas para o reajuste dos salários mínimos por sectores de actividade. À margem da sessão, a classe dos empregados mostrou-se descontente com o rumo das negociações.

“A expectativa dos trabalhadores não foi atingida. Apesar de não estarmos satisfeitos, estamos encorajados a continuar com a negociação de pacotes sociais ao nível dos sectores de actividade, para reforçar a recuperação do poder de compra”, declarou André Mandlate, representante da Organização dos Trabalhadores Moçambicanos.

Já o Ministério do Trabalho e Segurança Social afirmou que ainda é prematuro avançar números, mas acredita num ligeiro aumento do salário mínimo.

“Tivemos um crescimento do Produto Interno Bruto na ordem dos 2.17%. É verdade que os sectores observaram alguma retracção, mas o desenvolvimento económico tem sido positivo, o que nos deixa optimistas nas discussões. Acreditamos que as subidas serão superiores em relação às do ano passado”, disse o porta-voz do Ministério do Trabalho e Segurança Social, Emídio Mavila.

O aumento dos combustíveis é visto, pelo empresariado nacional, como um dos influenciadores para uma possível variação positiva do salário mais baixo, mas fica o alerta.

“Temos que ter consciência de que há projecções em relação ao impacto dos cenários actuais no mundo que podem reflectir-se na nossa economia. Os reajustes podem, aparentemente, estar para beneficiar o trabalhador, mas, no final das contas, podemos notar que exageramos os limites que, sob ponto de vista material, tinham de ser observados, os empregos poderão ser colocados em causa no futuro”, alertou Paulino Cossa, presidente do pelouro laboral e segurança social da CTA.

As propostas discutidas nas sessões plenárias da Comissão Consultiva do Trabalho, pelas diferentes partes, serão submetidas ao Conselho de Ministros nos próximos dias para a devida aprovação.

Os casos de malária registaram uma redução de 11%, de 2020 para 2021, no entanto a doença continua a ser um problema de saúde pública em Moçambique. Os dados foram divulgados esta segunda-feira, durante as celebrações centrais do Dia Mundial da Luta contra a Malária, que tiveram lugar hoje, na Cidade de Maputo.

No evento que contou com a presença de várias empresas do sector privado, parceiras do Ministério da Saúde nas campanhas de luta contra a Malária, reflectiu-se em torno dos desafios que o sector da saúde enfrenta no combate a este mal, que afecta, maioritariamente, o continente africano.

Durante a sua intervenção, o responsável pelo programa de combate à malária na região, da Organização Mundial da Saúde, Pedro Alonso, disse que o histórico da doença no mundo sempre teve o continente africano como palco.

Alonso disse ainda que, segundo dados da OMS, o número de casos por malária no mundo é de 627 mil, sendo 95 por cento dos casos pertencentes à África e 96 por cento destes acabam em morte.

Apresentando um estudo científico, a fonte disse ainda que o mundo se defronta com alguns desafios, que chamou de biológicos, no combate à doença, tendo destacado a resistência da doença aos fármacos (em alguns países) e a resistência do mosquito aos insecticidas. Relativamente a este ponto, a fonte diz que o trabalho deve ser de desenvolver outros tipos de insecticidas, mais fortes para responder ao problema, sendo que o mesmo deve acontecer quanto aos fármacos.

Um outro desafio biológico que Pedro Alonso citou é a existência de novos mosquitos, vindos da Ásia, que desafiam o sector a desenvolver fármacos e insecticidas contra esta nova espécie.

O ministro da Saúde, Armindo Tiago, com poucas palavras, secundou o estudo apresentado e disse que o país, igual aos outros em via de desenvolvimento, tem a malária como um problema de saúde pública.

O Governo, através do Primeiro-Ministro, conhece o problema e alista acções que estiveram por trás da redução, em 11 por cento do número de casos, entre 2020 e 2021.

“Apesar das várias adversidades, o Governo continua a manter o seu foco na luta contra a malária, promovendo e implementando várias acções, com destaque para campanhas de distribuição massiva de redes mosquiteiras tratadas com insecticidas, com prioridade para as mulheres grávidas; campanhas de pulverização intra-domiciliárias; disponibilização de medicamentos e testes nas unidades sanitárias e comunidades para o diagnóstico e tratamento adequado e atempado dos casos e introdução da quimioprofilaxia sazonal e o tratamento preventivo da malária para crianças”, referiu Adriano Maleiane.

Segundo o governante, como resultado destas acções de combate, de 2020 para 2021, os casos da malária caiaram de 11 milhões e 300 mil para cerca de 10 milhões e 100 mil. No entanto, “não podemos acomodar-nos tendo em conta que esta doença continua a ser um dos maiores problemas de saúde pública no nosso país”.

Maleiane avançou ainda que a malária continua a representar um peso para o sistema de saúde e afecta a economia e o processo de desenvolvimento do país, principalmente com as mudanças e eventos climáticos que expõem as populações ao risco.

O Primeiro-Ministro falava durante as celebrações, ontem, do Dia Mundial da Luta Contra a Malária, cujo lema foi “Construindo resiliência e equidade para acabar com a malária”.

Melhorou a transitabilidade na estrada Marracuene-Macaneta, na Província de Maputo, depois de a chuva que na última semana ter deixado a via em precárias condições. Entretanto, as obras de construção não serão concluídas no prazo estipulado e a Rede Viária de Moçambique (REVIMO) diz que o atraso se deve à COVID-19.

A estrada Marracuene-Macaneta ficou intransitável quando a chuva caiu na última semana. Neste momento, já decorrem trabalhos de melhoramento da base, sub-base e superfície que vai receber o asfalto.

Esta segunda-feira, uma comitiva da REVIMO esteve no terreno para verificar o estágio de execução da obra que visa evitar que a transitabilidade seja difícil, sobretudo nos dias de chuva.

Mas há um outro problema! A obra adjudicada a um empreiteiro chinês está atrasada, o que significa que a estrada e a respectiva portagem já não serão entregues no dia 28 deste mês, como tinha sido estipulado, e o presidente do Conselho de Administração da REVIMO explica as razões do atraso.

“Efectivamente, o prazo inicial era de 12 meses, no entanto, durante a execução desta infra-estrutura, tivemos diversos constrangimentos, temos aqui 800 metros de aquedutos, portanto a importação desse material condicionou os prazos, uma vez que estes materiais foram importados da África do Sul e isso aconteceu no período em que havia restrições”, esclareceu Ângelo Lichanga, PCA da REVIMO, que se mostra, porém, satisfeito com o trabalho que já foi feito.

“A razão da nossa satisfação reside no facto de termos 95% das manilhas implantadas no terreno.”

Apesar das precárias condições da via, há uma portagem que funciona numa infra-estrutura improvisada e paga-se pelo uso da ponte, segundo explica a entidade concessionária.

A estrada Marracuene-Macaneta comporta nove quilómetros de extensão e duas faixas de rodagem para cada sentido. Neste momento, apenas 200 metros de pavimento para os dois sentidos e 80 metros têm pavês e prevê-se que a estrada dure 20 anos.

Terminou este domingo o seminário de capacitação dos gestores dos clubes do Moçambola, que vinha decorrendo na capital do país desde a passada quinta-feira. Os clubes prometem implementar os ensinamentos aprendidos e a Federação Moçambicana de Futebol garante que haverá mais seminários iguais.

Foram quatro dias de debates intensos relacionados a vários aspectos da vida dos clubes do Moçambola, entre os quais a gestão financeira, organização de competições, marketing e governança, com o objectivo de dotar os clubes de ferramentas para o desenvolvimento do futebol moçambicano.

Os participantes asseguram que o seminário foi proveitoso e que os ensinamentos aprendidos serão levados à prática, como forma de garantir uma gestão e funcionalidade mais moderna aos seus clubes.

Felizardo Banamussa, representante do Ferroviário de Lichinga, realça que o encontro versou sobre matérias ligadas à gestão dos clubes em vários aspectos, entre os quais componente formação, “que é extremamente essencial para que os nossos clubes se tornem fortes, porque é da base que se preparam os futuros jogadores para competirem, não só internamente, mas como forma de produto para serem vendidos ao exterior”.

Outro aspecto destacado por Felizardo Banamussa é a organização das competições, “que envolvem vários actores, nomeadamente a segurança, aspectos relacionados com a própria recuperação do campo, onde se fala da limpeza, publicidade, marketing, sabendo que, sem marketing, não temos como promover aquilo que é o nosso produto”, e que são aspectos fundamentais para tornar fortes os clubes. Banamussa diz mesmo que “precisamos de ter um instrutor de marketing especializado, de maneira que os nossos clubes tenham maior visibilidade e, por via disso, consigam granjear simpatias e outros tipos de apoios por forma a torná-los cada vez mais robustos”.

Quem também apoia Felizardo Banamussa é Kátia Uamusse, representante do Incomáti de Xinavane, que assegura que “houve muito aprendizado em várias áreas em que os clubes têm tido dificuldades”.

Kátia Uamusse destaca matérias sobre gestão financeira, angariação de receitas, “tudo isso para a vivência do próprio clube” e garante que “são práticas que eu e os meus colegas vamos implementar nos nossos clubes”. Mais ainda, Uamusse assegura que “vamos fazer no terreno junto do elenco directivo”, até porque o plano é garantir maior crescimento dos clubes.

 

FEISAL SIDAT PROMETE MAIS CURSOS PARA DESENVOLVER “MOÇAMBOLA MORIBUNDA”

O curso, que foi ministrado por um gestor da UEFA, teve muita interacção, o que motiva a Federação Moçambicana de Futebol a promover mais seminários que ajudem a alavancar a qualidade do futebol moçambicano.

Feisal Sidat, presidente da Federação Moçambicana de Futebol, organizadora do seminário, refere que o mesmo serviu para trazer uma nova abordagem, com algumas ideias em termos de gestão, governança, marketing, entre outros aspectos.

“Acho que foi bastante interessante com muita interacção”, disse Sidat, para depois prometer continuar com este tipo de iniciativas. “Pensamos nós que não vai terminar por aqui e iremos fazer mais seminários de capacitação deste género, com o objectivo de alavancar o nosso futebol, o nosso Moçambola, reconhecendo que o Moçambola está muito moribundo em termos de qualidade, de gestão e de apresentação, de marketing”, frisou.

Ademais, este tipo de seminário é de extrema importância, segundo Feisal Sidat, por ajudar na mudança do paradigma, em que “temos que dar um outro volte-face ao nosso futebol, porque assim pode atrair mais investidores, mais pessoas que queiram abraçar este projecto que é o Moçambola”, segundo o presidente da Casa do Futebol.

Depois deste seminário promovido pela Federação Moçambicana de Futebol, os clubes continuam em Maputo para participar na Assembleia Geral da Liga Moçambicana de Futebol, esta terça-feira, que vai culminar com o sorteio do Moçambola 2022.

 

MOÇAMBOLA 2022 SORTEADO ESTA TERÇA-FEIRA

O sorteio do Moçambola 2022 está agendado para esta terça-feira, na sede da Casa do Futebol, Federação Moçambicana de Futebol. A informação foi avançada pela Liga Moçambicana de Futebol (LMF) em comunicado, que refere que o mesmo será posterior à Assembleia-Geral do organismo.

A anteceder o sorteio do Moçambola 2022, a Liga Moçambicana de Futebol vai realizar a Assembleia-Geral Ordinária, na qual serão apresentados e debatidos os relatórios de actividades e de contas dos exercícios de 2020 e 2021, além da apresentação do orçamento para a presente temporada.

Para esta Assembleia-Geral da Liga Moçambicana de Futebol, espera-se a presença dos delegados dos 14 clubes que fizeram parte do Moçambola 2021, incluindo o Textáfrica de Chimoio e o Desportivo Maputo, que se vão juntar aos 12 clubes que vão disputar a presente edição do campeonato nacional.

De acordo com o calendário futebolístico da presente época, o início do Moçambola 2022 está agendado para 7 de Maio, e a cerimónia de abertura poderá decorrer em Nacala.

Para a presente edição do Moçambola, serão sorteadas as equipas da Associação Black Bulls, campeã em título, Ferroviário da Beira, vice-campeã, UD Songo, Ferroviário de Lichinga, Costa do Sol, AD Vilankulo, Ferroviário de Maputo, LD Maputo, Ferroviário de Nacala, Ferroviário de Nampula, Incomáti de Xinavane e Matchedje de Mocuba, que ficaram nas posições seguintes de manutenção na prova.

Mais duas pessoas deram entrada nos Centros de Internamento da COVID-19, devido ao agravamento do seu estado de saúde. Com estas duas hospitalizações, o país tem, agora, três pessoas internadas devido à doença viral.

Em relação aos infectados, tende a registar-se uma redução. Só nas últimas 24 horas, o Ministério da Saúde (MISAU) notificou um caso de contágio pelo novo Coronavírus. Assim, o total de infectados no país é de 225.366.

A Taxa de Positividade e a Taxa de Positividade Acumulada, nas últimas 24 horas, situaram-se em 0.63% e 17.2%, respectivamente.

“Nas últimas 24 horas, registamos 02 casos de recuperação da COVID-19, ambos na Cidade de Maputo, onde também registamos uma alta hospitalar, a única ocorrida no país”, lê-se no comunicado do MISAU.

A instituição refere, ainda, que, no período em análise, não houve registo de mortes por COVID-19, mantendo-se, em 2.201, o cumulativo de óbitos causados por esta doença.

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