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O País – A verdade como notícia

A Montepuez Ruby Mining não está a conseguir travar a invasão de garimpeiros na área concessionada à empresa, apesar da segurança privada e da presença da Polícia da República de Moçambique.

A preocupação foi levantada pelo presidente do Conselho de Administração da mineradora que está preocupado com as frequentes mortes de garimpeiros por soterramento nas minas artesanais.

“O garimpo reduziu comparativamente à altura do início das nossas operações, mas o nosso objectivo é mesmo estancar esse problema que, além de prejuízos económicos para a empresa, está a provocar luto e dor nas famílias, uma vez que, anualmente, perdem a vida garimpeiros por soterramento nas minas ilegais”, revelou Samora Machel Júnior, PCA da MRM.

Devido às dificuldades no combate ao garimpo e invasão da área concessionada, além da situação de segurança, a Montepuez Ruby  Mining vai reforçar a sua responsabilidade social, de modo a garantir a participação da comunidade de Namanhumbir na proteção da mina.

“Queremos continuar a ter um papel activo da vida da comunidade de Namanhumbir, intervindo em várias áreas além da própria produção agrícola, que garantam postos de trabalho ou ocupação das pessoas, especialmente de jovens e crianças”, explicou Samora Machel Júnior.

A estratégia de combate ao garimpo foi anunciada pelo presidente do Conselho da Administração da empresa durante a inauguração da rádio comunitária de Namanhumbir, financiado pela Montepuez Ruby Mining, no âmbito das acções de responsabilidade social.

O presidente do Município de Pemba, capital de Cabo Delgado, está envolvido num conflito de terra que terminou no Tribunal Judicial da Província de Cabo Delgado, onde foi decidido o embargo de uma obra supostamente pertencente à FLORETE MOTARUA.

O caso, segundo revelou o suposto proprietário do espaço ocupado ilegalmente, começou em Março do presente ano, altura em que descobriu a construção de uma infra-estrutura na sua área que alegadamente adquiriu no ano 2009.

“Quando cheguei para visitar a minha machamba, apanhei escavações de alicerces, vedação e a construção de casa. Quando procurei saber, liguei ao presidente do Município de Pemba”, explicou Fai Chababe, cidadão que levou o edil de Pemba à barra da justiça por suposta usurpação de terra.

Apesar do embargo da obra ordenada pela justiça, a fonte receia perder o seu espaço devido a supostas ameaças feitas pelo edil, mas jura lutar até ao fim.

“Já tentei conversar com ele de forma amigável, mas sempre recebo ameaças e até me disse para eu esquecer o espaço, porque ele tem poder financeiro. Eu não vou largar o terreno. Se ele quiser ficar com o espaço, vamos negociar e, se não quiser, tem de sair e indemnizar-me pelos danos causados”, jurou Fai Chababe.

O jornal “O País” contactou o presidente do Município de Pemba, Florete Motarua, sobre a decisão tomada pelo Tribunal Judicial da Província de Cabo Delgado, mas  não obteve resposta.

O espaço de terra em conflito ocupa uma área de 48 mil e novecentos metros quadrados e está localizado no bairro Chuiba, com uma vista directa à Baía de Pemba.

“O Estado moçambicano que eu conheço, se tivesse estratégia para o combate aos raptos, teria já estancado”. Com estas palavras, o jurista Teodoro Waty desqualifica o trabalho feito pela instituição dirigida por Beatriz Buchili, dizendo mesmo que as pessoas desconfiam mais das autoridades da justiça que dos raptores ou seus mandantes.

Teodoro Waty não teve papas na língua para criticar o informe da Procuradora-Geral da República, apresentado na última semana, na Assembleia da República. O jurista e antigo deputado afirma que Beatriz Buchili aponta erros em quase todas as instituições para justificar os seus fracassos. Diz que os raptos, que aconteceram na semana que a PGR foi prestar informe ao Parlamento, revelam a exibição dos criminosos de maior capacidade que o Estado.

“Por que as pessoas que estiveram a sofrer por alguns meses, por algumas semanas, em cativeiro, não estão dispostas a colaborar com o Ministério Público, com a Polícia ou com o próprio SISE (Serviço de Informação e Segurança do Estado)? Provavelmente porque desconfiem destas entidades mais do que os próprios raptores”, disse Waty, para quem a informação de conhecimento público sobre as outras matérias é o que Buchili levou ao Parlamento.

Tal é o caso do conhecido e crónico problema de sobrelotação das cadeias. E mais, para os acidentes de viação, Buchili apontou o dedo à má formação dos condutores e a péssima qualidade das vias de acesso. O jurista questiona o que faz a PGR para corrigir estas lacunas, num contexto em que um dos maiores desafios no sector de estradas é a qualidade, que, vezes sem conta, deixa a desejar.

“Nenhuma escola, que eu saiba, foi investigada ou processada pelos facilitismos que parecem existir, da mesma maneira que nenhuma investigação é conduzida para verificar como é que as obras foram mal feitas para a degradação precoce.”

Teodoro Waty diz ainda que o informe da Procuradora-Geral da República contém informação irrelevante para os deputados. O jurista acrescenta que Buchili levou tempo a queixar-se da falta de edifícios e a explicar como é organizada a procuradoria, quando os deputados conhecem muito bem a lei e sabem como deve ser a organização do Ministério Público.

A comunidade muçulmana endureceu, hoje, na Cidade de Maputo, o seu repúdio aos raptos e pede às autoridades o reforço da segurança pública para estancar o crime.

Na semana passada, dois jovens foram raptados na Cidade de Maputo, um em plena luz do dia e outro à noite. As vítimas ainda não foram localizadas e as famílias também continuam sem qualquer contacto, quer para pedido de resgate, quer para outra finalidade. E os muçulmanos vivem um clima de medo.

“Era bom nós tomarmos providência sobre estas situações, porque não estamos a viver em paz nem em segurança. E em relação aos dois jovens recentemente raptados, ainda não houve nenhum contacto; talvez haja é a conversação com as famílias, porque isto normalmente é secreto. As questões abordadas não são transmitidas cá fora muitas vezes, por causa das represálias e ameaças que os familiares vivem”, referiu Mehmudmia Amodo (Duda), um membro da comunidade muçulmana na Cidade de Maputo.

Durante o informe anual sobre a justiça e legalidade no país, a Procuradora-Geral da República, Beatriz Buchili, acusou, na Assembleia da República, a PRM, o SERNIC, os magistrados, advogados e oficiais de justiça de envolvimento nos raptos.

Para alguns muçulmanos, o Governo, sobretudo o sector que vela pela segurança, deve aperfeiçoar os métodos de actuação para combater e estancar os raptos. Khalid Cassam disse ser inaceitável viver-se constantemente com medo.

“Em relação aos raptos, é algo que o Governo deve trabalhar nisto, a Polícia deve melhorar o seu trabalho, sabemos que não é fácil com os recursos existentes, mas é fundamental que se faça algo. Nós não devemos viver constantemente num medo sem saber se chegaremos à casa ou não, a estabilidade de um país passa essencialmente pela segurança do seu povo”, defendeu.

Refira-se que o Ministério do Interior está a formar, desde Novembro do ano passado, uma unidade anti-raptos e anti-terrorismo, para se dedicar exclusivamente ao combate aos raptos e sequestros no país, bem como incursões dos insurgentes. A formação do referido grupo termina ainda este semestre.

O sheik Abdul Latifo aproveitou o fim do ramadão em Nampula para assegurar que os muçulmanos repudiam a violência armada e vão cooperar com o Governo para identificar e entregar aqueles que usam o islão para manipular e matar a população em Cabo Delgado.

Em várias partes do mundo, os muçulmanos celebraram, esta segunda-feira, o fim do mês do ramadão, que marca o cumprimento de um dos cinco mandamentos do islão – o livro sagrado para os praticantes da religião islâmica. Depois de dois anos sem aglomerados populacionais, este ano a celebração do Eid foi em comunhão, mas, para evitar grande concentração da população, na cidade de Nampula, foram preparados 15 campos municipais para acolher a cerimónia.

O sheik Abdul Latifo fez o sermão do dia na Escola Secundária de Nampula e foi dele que se ouviu o repúdio mais veemente das acções de terrorismo sob capa do islão em Cabo Delgado.

“Enfrentamos o problema do terrorismo em Cabo Delgado. Alguns matam os nossos compatriotas, queimam casas, destroem edifícios públicos e privados, saqueiam bens da população, chegando a fazer deslocar milhares de concidadãos nossos. Esses bandidos, sem sucesso, tentaram usar o nome do islão, tentaram usar o nome de Allah, nas suas incursões, tentando provocar um mau estar na nossa sociedade, tentando sujar o bom nome do Islão e esqueceram-se de que no islão, o sangue humano é sagrado e de qualquer maneira não pode ser derramado”, disse.

E para dissipar quaisquer dúvidas, a liderança desta religião promete fazer parte da identificação dos que seguem condutas criminosas a coberto das escrituras sagradas.

“Vamos usar todos os meios que estão ao nosso alcance, trazendo narrativas alternativas aos vossos discursos maléficos. Iremos mostrar à sociedade o que é o islão, iremos alertar aos nossos jovens para que não caiam nas vossas malhas venenosas, iremos bloquear qualquer tentativa de instrumentalização dos nossos jovens”, prometeu o sheik.

Uma mensagem reforçada pelas autoridades do Governo que querem uma religião que dissemine a paz e a compaixão pelo próximo. “Queremos encorajar os irmãos muçulmanos da nossa província em particular e do país no geral a multiplicarem esforços, visando tornar a nossa sociedade um espaço de convivência harmoniosa e pacífica entre cidadãos de diferentes denominações ou confissões religiosas”, salientou Manuel Rodrigues, governador de Nampula.

Dos mais novos aos adultos, os muçulmanos sabem que o jejum é um preceito que simboliza a devoção pelo profeta Maomé, figura suprema do islão. Mohamade Riaze, adolescente, disse à nossa reportagem o que tem aprendido na religião islâmica: “para saber o quão é importante, devemos crer e fazer boas acções”. O mesmo pensamento que tem Osman Ibrahimo, muçulmano de tenra idade, que vê no cumprimento dos 30 dias de jejum um dos mais elevados ensinamentos de sacrifício religioso: “quando Ele prescrever o jejum, disse que o alcance era de alcançar o temor a Allah, a piedade, o mais alto nível da moralidade”.

Diferentemente do calendário gregoriano, que é o mais usado no mundo, no calendário islâmico, este é o ano 1443.

Enquanto uns passaram o Eid em verdadeiro ambiente de festa, outros sequer tiveram o que comer e foi nas ruas ou mesquitas onde passaram o dia à espera de algo para levar às suas casas.

Em regra, o dia de Eid começa com orações, segue-se, depois, às refeições, geralmente num ambiente de família, todos a celebrarem o fim do jejum.

Nos últimos anos, por conta das restrições impostas para conter a propagação da COVID-19, o ambiente festivo era vivido de forma tímida, com um número reduzido de pessoas, mas, este ano, as coisas mudaram – os muçulmanos puderam celebrar em verdadeiro ambiente de festa.

No entanto, para Katija Soraia, de 50 anos, as restrições ainda continuam, pois, na sua mesa, falta comida, uma situação que agudiza a situação em que se encontra – padece de uma doença crónica e o seu filho é portador de deficiência.

A solução encontrada por Katija é pedir esmola todos os dias nas ruas. Nesta segunda-feira, dia de Eid, não foi diferente. Sentada defronte a uma mesquita, na zona do Alto Maé na Cidade de Maputo, estava ela à espera de alguém que pudesse dar “zacate”, que significa esmola.

“O meu dia de Eid está a correr ‘bem’, acordei e fiz oração, mas, infelizmente, não tenho como celebrar, porque sou pobre, não tenho nada para comer, por isso estou aqui, na mesquita, aonde cheguei logo pela manhã e consegui 100 Meticais, mas, com esse dinheiro, não dá para fazer nada, por isso estou à espera de mais alguma coisa, para ver se consigo cozinhar para mim e meu filho”, contou.

Segundo disse, o valor que conseguiu é pouco, porque, para além de comida, precisa de comprar medicamentos para si e para o seu filho.

Este ano, mais uma vez, Katija não pôde celebrar o Eid, como noutros anos, mas não é a única. Numa outra mesquita, encontramos Aventina Cossa, com o rosto escondido por trás de uma burca e com uma ferida no pé e, segundo contou ao “O País”, foi o motivo do seu abandono pela família.

E era defronte à mesquita onde esperava paciente e esperançosamente por algo para levar à mesa da sua casa para, junto dos seus dois netos, poder ter uma refeição.

“Não tenho comida, não tenho casa, não tenho energia, não tenho marido e não tenho nada. Vivo todos os dias da graça de Allah e das pessoas de boa-fé que me ajudam. Ontem (referindo-se ao domingo), dormi aqui, na mesquita, e consegui 80 Meticais e, hoje (segunda-feira), também vou dormir na mesquita da 25 de Setembro, porque eles quebram o jejum amanhã, então verei se consigo alguma coisa”, explicou.

Na tranquilidade que caracterizou as avenidas da cidade capital esta segunda-feira, em pé e com a mão estendida, estava Munira Ismael, uma deficiente visual, nas esquinas entre as avenidas Karl Marx e 25 de Setembro, à espera que o semáforo fechasse, para, na companhia do seu filho, pedir esmola.

Por sorte, conseguiu pão arrufado, uma alegria para o menor, que já sabia que o Eid não seria passado sem algo na mesa, como aconteceu noutros anos.

O ministro da Saúde, Armindo Tiago, admite a possibilidade de haver uma quinta vaga da COVID-19 no país e diz que o aumento considerável do número de infecções pela COVID-19 na África do Sul já era previsível.

A situação sanitária na África do Sul começou a causar preocupação, devido ao aumento de infecções pela COVID-19.

Do lado de Moçambique, a situação mantém-se estável, há meses, e o ministro da Saúde diz que o que se passa no país vizinho já era previsível. Armindo Tiago lembra que, se as medidas de prevenção não forem cumpridas à risca, o drama vivido da primeira à quarta vaga pode repetir-se.

“O aumento de casos na África do Sul era previsível. Já se tinha a previsão de que, entre Abril e Maio, a África do Sul começaria com o aumento de casos, numa perspectiva de ocorrência da quinta vaga. A nossa experiência das vagas anteriores indica que, sempre que inicia a vaga na África do Sul, o aumento do número de casos também acontece em Moçambique”, disse Armindo Tiago.

De acordo com o governante, o possível aumento do número de infecções pela COVID-19 poderá ser caracterizado por casos leves, à mercê do processo de vacinação em curso.

Por um lado, cheias e inundações, que ciclicamente desalojam milhares de famílias e destroem tudo que foi construído durante anos. É o caso da Vila de Nova Mambone, sede do distrito de Govuro, onde, no ano passado, milhares de famílias ficaram desalojadas na sequência das inundações que, em Janeiro de 2021, assolaram o distrito depois do transbordo do rio Save.

Por outro lado, a água necessária para a produção agrícola é que causa dor de muitos agricultores, uma vez que, quando chove, milhares de hectares ficam inundados e, com isso, perdem-se muitas culturas.

Se há quem chora porque a água destruiu tudo, há também quem chora por falta dela. Sucede que, em Outubro do ano passado, vários agricultores lançaram a semente, mas, sem chuva, tudo secou devido ao calor intenso.

Na esperança de conseguir alguma coisa, em Janeiro deste ano, os mesmos agricultores voltaram a lançar sementes, mas o resultado não foi diferente. Tudo secou, mais uma vez.

Mas não é só na produção de comida que as águas fazem estragos. Em Vilankulo, por exemplo, as águas do mar avançaram cerca de 30 metros para o continente nos últimos 10 anos.

Na marginal da Cidade Turística de Vilankulo, é notória a presença violenta da água do mar, uma vez que já está a ameaçar interromper a via de acesso e destruir algumas infra-estruturas.

Um desses lugares ameaçados é um complexo de restauração que fica mesmo na marginal, cujo proprietário teve de investir mais de dois milhões de Meticais para erguer um muro de contenção da água do mar, mas, hoje, oito anos depois, já não é mais eficiente para proteger o restaurante.

Aliás, na cidade de Inhambane, o avanço do mar também já faz das suas e ameaça derrubar residências, no bairro Muelé 1. São ao todo quatro casas em que foram construídos muros de contenção devido ao avanço do mar.

Mas, há poucos dias, a única barreira que protegia aquelas casas caiu, deixando as quatro famílias vulneráveis.

No distrito de Inhassoro, a água criou crateras enormes que ameaçam fechar estradas e derrubar empreendimentos comerciais.

Estes cenários eram impossíveis de ver ou prever há cerca de 15 anos, mas hoje já mostraram que vieram para ficar.

Segundo o delegado do Instituto Nacional de Gestão de Risco e Desastres em Inhambane, Cândido Mapute, os fenómenos naturais extremos, chuva, ciclones e secas acontecem com cada vez mais intensidade.

Mapute explica, por exemplo, que a chuva já não cai com a mesma intensidade e regularidade, um indicador de que algo não está bem com o clima e até coloca, como hipótese, a revisão do calendário agrícola.

Pensando nisso, as autoridades locais estão a ser capacitadas em matérias ligadas às mudanças climáticas, para que possam tomar medidas com vista à adaptação à nova realidade.

A capacitação foi promovida pela Associação dos Jovens Amigos de Govuro e juntou secretários permanentes, bem como técnicos dos Serviços Distritais das Actividades Económicas de Govuro, Inhassoro, Mabote, Vilankulo e Funhalouro.

Segundo José Mucote, daquela agremiação, em 2020, os países ricos prometeram um orçamento de 100 biliões de dólares para que os pobres pudessem desenvolver acções de adaptação às mudanças climáticas, mas, desse valor, apenas nove biliões foram desembolsados.

Para Mucote, isso significa que esses países pobres, incluindo Moçambique, tentam adaptar-se às mudanças climáticas num contexto de escassez de dinheiro.

Diante desse cenário, pretende-se que as autoridades locais saibam definir as suas prioridades nos planos de desenvolvimento local, de modo a que as comunidades se adaptem, gradualmente, às mudanças climáticas.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê temperatura fresca, céu nublado, ocorrência de chuvas fracas e vento a soprar, por vezes, com rajadas em algumas capitais provinciais.

Na região centro, as urbes da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane poderão registar temperaturas máximas de 27, 22, 29 e 28 e mínimas e 18, 12, 19 e  21  graus Celsius, respectivamente.

As cidades de Nampula, Pemba e Lichinga, no norte do país, poderão atingir temperaturas máximas de 26, 30 e  24 e  mínimas de 18, 20 e 10 graus, respectivamente.

Para as cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilankulo, no sul do país, prevêem-se máximas de 29,27,27 e 29 e mínimas de 15, 20, 22 e 18 graus Celsius, respectivamente.

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