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O País – A verdade como notícia

O Município de Maputo admite que há aspectos por melhorar na gestão do comércio informal, sobretudo no que toca à ocupação de passeios e outros espaços proibidos. Apesar do fracasso, o vereador da área afirma que a edilidade não vai recuar.

Há semanas, o “O País” reportou que os vendedores informais voltaram a ocupar os passeios e outros espaços proibidos, de onde tinham sido expulsos.

A estética de lugares como a Baixa da Cidade de Maputo está, novamente, ofuscada, o que sugere fracasso do Conselho Municipal da Cidade de Maputo na reorganização.

Sobre o assunto, o “O País” confrontou, este sábado, o vereador de Desenvolvimento Económico Local, que afirma não ser fácil colocar ordem no sector informal, mas garante que a edilidade não vai recuar nas medidas que tem vindo a aplicar.  

“Continuaremos a tomar algumas medidas com vista a reorganizar o comércio informal. Criaremos, desta vez, vias pedonais, para que estes vendedores possam exercer as suas actividades”, disse Danúbio Lado, para depois avançar que, neste momento, decorrem trabalhos de análise de alternativas para que estes vendedores sejam devidamente enquadrados para exercerem essas actividades.

Outrossim, o vereador reiterou a existência de bancas disponíveis nos mercados, para albergar os vendedores que se encontram em espaços interditados ao comércio em diferentes pontos da cidade.

Segundo Danúbio, uma das soluções encontradas pela edilidade para mitigar a situação é a criação de feiras temáticas.

Assistimos à retoma de alguns vendedores informais. Nós implementamos as feiras temáticas para organizar este grupo de vendedores e continuaremos a estudar uma alternativa para que haja uma coexistência pacífica entre os vendedores, integrando-os em locais apropriados para exercerem a sua actividade”, explicou.

Recorde-se que o processo de reorganização do comércio informal iniciou-se em 2020, facto que culminou com uma manifestação dos próprios vendedores.

 

O Ministério da Saúde (MISAU) notificou, hoje, a infecção de mais 64 cidadãos moçambicanos pelo Coronavírus. A instituição avançou, ainda, que, neste período, não houve recuperados da doença. Assim, o país conta com um total de 225.933 contagiados e 223.464 recuperados da pandemia viral.

No período em referência, Taxa de Positividade e a Taxa de Positividade Acumulada, situaram-se em 8.27% e 16.98%, respectivamente.

O número de casos activos subiu para 261.

“Nas últimas 24 horas não notificamos nenhum óbito de paciente infectado pela COVID-19. Assim, o cumulativo de pessoas que perderam a vida devido a esta doença mantém-se em 2.204”, refere o MISAU.

Moradores do bairro Maxaquene, na Cidade de Maputo, estão agastados com o elevado índice de criminalidade, criado pela situação da Escola Primária Unidade 24. Abandonada em 2017, a instituição de ensino tornou-se num local de concentração de malfeitores.

A Escola Primária Unidade 24, situada ao longo da Avenida Milagre Mabote, na Cidade de Maputo, é um dos lugares mais temidos no bairro da Maxaquene. A infra-estrutura, já degradada, depois de abandonada há mais de cinco anos, tornou-se preferencial para os malfeitores, que, à calada da noite, aterrorizam quem circula pelas redondezas.

José Maria é morador do bairro Maxaquene há mais de 20 anos e conta que, vezes sem conta, ouviu relatos de assaltos naquela zona.

“Este local é um quartel de bandidos. As pessoas não podem passar por aqui às cinco horas da manhã, porque correm risco de morte”, lamentou José Maria e acrescentou que o problema se torna cada vez mais sério, pois “as nossas esposas, que saem de casa para o trabalho logo de madrugada, devem ser sempre acompanhadas”.

Para as mulheres, a situação é mais alarmante. Por temerem violações, preferem usar vias alternativas, tal como explica Lina Flávia, residente naquela zona.

“É um sítio muito perigoso. Há muitos moços estranhos, que se concentram por aqui, nas madrugadas. Isso nos assusta muito, porque, às vezes, eles nos saúdam e, por medo do que possam fazer, temos que lhes corresponder, para evitar qualquer tipo de violência”, explicou Flávia.

O que eram salas de aula, gabinetes e balneários são, hoje, ruínas que albergam moradores de rua. Um local irreconhecível para Luísa Varode, que fez o ensino primário naquela Unidade de Ensino.

“Depois de encerrarem a escola, algumas pessoas de conduta duvidosa começaram a frequentar o local só para se drogarem. Até mendigos dormem aqui. As pessoas nem passam desta escola porque têm medo ”, lamentou Luísa Varode, antiga aluna da EPC Unidade 24.

O pátio, que, até ao fim de 2016, era preenchido por crianças uniformizadas, transformou-se em local de depósito de lixo e de fecalismo a céu aberto, o que coloca em causa a saúde pública.

“Da forma como está a infra-estrutura, abandonada, todo o mundo vem deitar água suja e lixo”, justificou Lina Flávia.

Já agastado com a situação, José Maria propõe uma solução: “caso o governo não tenha dinheiro, há vários comerciantes que podem ocupar este espaço com as suas lojas. Não custa nada entregar a escola aos empresários, em vez de criar lixo e bandidos. Isto está cheio de capim e cobras”, explicou.

Falando ao País, Samuel Menezes, porta-voz dos Serviços Sociais do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), fez saber que as preocupações daqueles moradores já estão com os dias contados, na medida em que já existe um plano de requalificação da Escola Primária Unidade 24 e falta apenas financiamento para o arranque das obras.

“Ao nível do MINEDH, há um trabalho que já foi iniciado, no sentido de termos financiamento através do fundo de apoio ao sector. Neste caso, o que falta é apenas uma luz verde. Já temos a planta redesenhada”, disse Menezes.

Conforme explicou o porta-voz, o elevado nível de lençol freático obrigou ao encerramento daquela unidade de ensino, em 2017.

“O que se deve fazer são aterros para elevar o nível, de modo que as águas não entrem na escola, mas sim na vala”, concluiu Samuel Menezes, porta-voz dos Serviços Sociais do Ministério da Educação.

Trata-se de uma má formação congénita que provoca alterações no pé e condiciona a mobilidade. O tratamento existe, mas, muitas vezes, é ignorado, segundo o Hospital Central de Maputo (HCM).

Uma deficiência cujas causas são ainda desconhecidas, mas pode ser facilmente corrigida quando iniciado o tratamento nos primeiros 24 meses de vida.

Victor António, nome fictício de um recém-nascido de apenas 47 dias, colocava gesso pela terceira vez, quando a nossa equipa de reportagem conversava com a sua mãe. Foi ela quem descobriu a anomalia no pé do menor logo após o seu nascimento.

“Quando descobri que o meu filho nasceu com o pé boto, fiquei muito abalada e desesperada. Não esperava que fosse assim, pois nenhum dos três filhos que tenho são portadores de deficiência”, relatou, em anonimato, a mãe da criança.

Visivelmente emocionada, a mãe de Victor deseja que corra tudo bem e que, no futuro, o seu filho possa andar normalmente, como outras crianças.

“Com este tratamento, espero que o meu filho possa viver como outras crianças, porque ele tem que ir à escola”, desabafou.

Nunca se tinha visto este problema na família de José Mondlane, que levava a sua filha de três meses no colo para receber tratamento no HCM.

“Logo que a mãe deu parto, informaram-nos que o bebé tem pé boto. Depois de um mês, começou a fazer tratamento no HCM. Até ao momento, está a correr tudo bem”, disse Mondlane.

Embora os primeiros dias sejam difíceis para algumas mães, é logo após o nascimento que se deve iniciar o tratamento da doença.

Outra mãe, em anonimato, explicou o seu sentimento quando descobriu a deficiência em seu filho. “Nos primeiros dias, eu fiquei muito mal, toda a família ficou admirada. Não sabíamos o que fazer”, contou.

Entretanto, no HCM, há histórias de sucesso. Depois de cinco anos de tratamento, a pequena Beatriz (nome fictício) recebeu alta hospitalar. Radiante, a petiz contou ao “O País” que, nos próximos dias, poderá brincar à vontade e andar sem ajuda da sua mãe.

“Estou muito feliz. Quando eu tinha gesso, não dormia bem e não podia brincar bem com os meus amigos. Eu tinha que amarrar plástico no pé para não sujar gesso, mas, quando brincava na areia, o plástico rasgava-se e eu não gostava disso”, partilhou a menor.

Segundo o médico ortopedista do HCM, Matthias Schmauch, em Moçambique, 10 em cada 15 mil crianças nascem com pé boto, e o HCM recebe por mês, em média, 10 novos casos.

“O ideal é iniciar-se o tratamento ainda cedo, isto é, ainda nos primeiros dias de vida para que surta efeitos. Quando as crianças são mais crescidas, o processo torna-se complicado, o que possivelmente obrigue a realização de uma cirurgia”, explicou o médico ortopedista.

No entanto, ainda existem desafios. Algumas mães não cumprem o tratamento completo.

“Nós temos que fazer o seguimento de todas as crianças que tratamos, mas algumas mães têm desistido e regressam meses depois enquanto a criança já está com o pé rijo”, explicou Olga Chambal, representante da Help Walks

O pé boto é uma má formação congénita, cuja evolução condiciona a mobilidade e provoca alterações nos membros inferiores. As informações foram partilhadas hoje, Dia Mundial do Pé Boto.

Cartas de condução provisórias não estão a ser impressas já há dias na Cidade de Maputo. A direcção do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) culpa o Instituto Nacional de Governo Electrónico pela situação (INAGE).

Um problema que agrava outro. Por um lado, o Instituto Nacional dos Transporte Rodoviário continua sem emitir cartas de condução biométricas a nível nacional, por outro, está a imprimir cartas provisórias, já há alguns dias, na Cidade de Maputo.

Esta sexta-feira, várias pessoas aguardavam sem saber ao certo o que estava a acontecer na delegação do INATRO, na capital do país, até que, com a chegada da nossa reportagem, por volta das 12 horas, foi colada uma notificação que diz que a não emissão de cartas provisórias se devia a problemas na GovNet.

Felga Bazilio é motorista e, desde quarta-feira, busca renovar a sua carta de condução, mas há dificuldades. “Não consigo perceber o que está a acontecer, estou aqui desde as primeiras horas do dia, mas, até agora, não há nada”.

Bazílio espera renovar a sua carta passam mais de dois dias, mas há quem espera faz mais de uma semana.

“Estou preocupado porque, neste momento, estou inibido de conduzir, a minha carta expirou. Se eles não conseguem regularizar a situação; que permitam às pessoas andarem com cartas caducadas como aconteceu no período da COVID-19”, contestou Albino Zacarias.

Foi diante deste cenário que o “O País” tentou ouvir a delegação do INATRO para se inteirar do problema, mas foi remetido ao porta-voz da instituição, que, telefonicamente, revelou que é um problema no sistema que está sob responsabilidade do INAGE.

Este, por sua vez, reagiu, através de um comunicado, que, desde o dia 2 de Junho, regista limitações nos links dedicados ao tráfego de dados para as zonas Centro e Norte do país, bem como no fornecimento do serviço de internet.

Segundo a nota, as limitações estão a afectar os serviços do GovNet e em sistemas baseados na internet. O INAGE assegura, no entanto, que trabalhos técnicos estão em curso para resolver a situação e, pelos transtornos, pede desculpas.

Uma fonte do INATRO disse, ao fim da tarde de hoje, que a instituição praticamente não está a trabalhar, em toda a região Sul do país devido ao mesmo problema.

As aulas do segundo trimestre iniciaram-se há dias, mas, na Cidade de Maputo, os alunos da terceira classe, no ensino público, continuam a estudar sem livros. Isto acontece depois de o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano ter prometido que os livros de distribuição gratuita chegariam na primeira quinzena de Fevereiro.

A primeira promessa do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) foi a de que os livros de distribuição gratuita chegariam ao país na segunda quinzena de Fevereiro, o que não aconteceu. Alguns dias depois, o MINEDH remarcou para o fim do mês, contudo os manuais só começaram a ser distribuídos nas escolas há três semanas e, para piorar, com incongruências de vária ordem.

Já no segundo trimestre deste ano lectivo, alguns alunos continuam a estudar sem o livro escolar. Na terceira classe do ensino público, a situação é ainda mais preocupante, as crianças não têm acesso a nenhum livro sequer.

Sobre o atraso, o sector atira a culpa ao fornecedor e diz que a situação será resolvida a partir da próxima semana.

“O total de livros que já recebemos corresponde a cerca de 90%. O que aconteceu é que, dos títulos que estavam em falta da terceira à sétima classe, o fornecedor ainda não nos entregou todos os manuais. Temos alguns da sexta e de outras classes, a única para a qual não temos livros é a terceira. Estamos a entrar em contacto com o fornecedor e acreditamos que, dentro da próxima semana, vamos receber os livros”, justificou Samuel Menezes, porta-voz dos Serviços Sociais no MINEDH.

Enquanto isso, na Cidade de Maputo, estão previstas mais 38 salas de aula para o próximo ano. Menezes explica que o projecto das novas construções foi concebido ano passado, com previsão de um universo de 45 salas, o que foi mais uma promessa falhada.

“Só iniciamos com 38 salas e são essas que serão contruídas este ano, para que entrem em funcionamento a partir de 2023. As novas construções consistem na requalificação das escolas. Não estamos a contrui-las em espaços novos”, explicou.

No país, uma sala de aula alberga até mais de 70 alunos, o que, de acordo com especialistas, compromete a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. As novas salas de aula vão ajudar a reduzir a pressão a que os professores estão sujeitos.

As obras estão orçadas em mais de 149 milhões de Meticais, desembolsados pelo Governo e seus parceiros, nos distritos de KaMubukwana, KaMavota e KaTembe.

“Estamos a construir 10 salas no Distrito Municipal KaTembe, nas escolas primárias 10 de Julho e Mutseco; Em KaMubukwa, estamos a construir 15 salas de aula – 10 são de uma escola secundária que já está a funcionar desde 2020, que é a Escola Secundária Mártires de Mbuzine, e esta construção é em altura (vertical), sendo que a previsão é de que termine este ano; mais 10 salas de aula estão a ser erguidas na Escola Secundária de Albazine, uma escola técnica transformada em escola secundária; e três na Escola Primária Completa de Chiango”, detalhou o porta-voz.

A informação foi avançada durante uma reunião de balanço do ano lectivo 2021 e panificação do próximo ano, na qual participaram directores de todas as escolas a nível da Cidade. Um dos assuntos debatidos foi a implementação da sétima classe no Ensino Secundário Geral, no âmbito da nova Lei do Sistema Nacional de Ensino.

Após meses de aparente trégua, o Coronavírus voltou a matar. Desta vez, a vítima foi um homem de 39 anos de idade, cujo óbito foi declarado ontem, na capital do país, Cidade de Maputo.

Com a mais recente morte, sobe para 2.204 o cumulativo de pessoas que perderam a vida devido à doença.

O Ministério da Saúde (MISAU) anunciou, também, esta sexta-feira, 34 novas infecções pelo Coronavírus, ocorridas nas últimas 24 horas. Os resultados foram extraídos de um total de 677 amostras testadas no período em causa.

Grande parte dos novos contágios ocorreu na Província de Maputo (13) e na capital do país (10). Dos novos casos, 33 são indivíduos de nacionalidade moçambicana um é estrangeiro.

“A nível nacional, a Taxa de Positividade e a Taxa de Positividade Acumulada situam-se em 5.02% e 16.99%, respectivamente”, referem as autoridades, numa nota de imprensa.

O país conta, neste momento, com um cumulativo de 225.869 casos positivos. Destes, 225.500 resultam de transmissão local e 369 são importados. Actualmente, há 197 casos activos.

“Cumpre-nos informar, igualmente, que, nas últimas 24 horas, registamos mais 28 casos de recuperação da COVID-19, assim distribuídos geograficamente: Província de Maputo (21); Cabo Delgado (04) e Gaza (03). No período em análise, registamos uma alta hospitalar (na província de Inhambane). Neste mesmo período, não registamos nenhum novo internamento, sendo que, actualmente, um paciente se internado. O cumulativo de internados é 8.531”, lê-se na nota do MISAU.

A Escola Secundária de Malhazine, na Cidade de Maputo, obriga alunos a entoarem o Hino Nacional ajoelhados e a engatinhar até às salas de aula por chegarem atrasados. A direcção da instituição confirma o facto, mas alega que o mesmo só aconteceu uma vez, como forma de desincentivar os atrasos.

Algumas imagens amadoras, a que “O País” teve acesso, mostram alunos da Escola Secundária de Malhazine, na capital do país, de joelhos, no pátio. Eram cerca de 50 alunos que não chegaram a tempo de entoar o Hino Nacional, marcado para as 06h45.

Um outro vídeo mostra alunos a engatinharem em direcção à sala de aula. Segundo os adolescentes, a situação é mais grave do que se vê nos vídeos.

Nesta escola, de acordo com os nossos entrevistados, o Hino Nacional é entoado pontualmente às 06h45. Passada esta hora, os alunos atrasados devem esperar pelo toque do segundo tempo para se fazerem ao recinto da escola. Do contrário, têm de se submeter ao castigo que consiste em entoar o Hino de joelhos.

Os alunos explicaram ao nosso jornal, em anonimato, que o atraso se deve à falta de transporte e, devido ao inverno, não podem sair mais cedo de casa, uma vez que receiam cair nas mãos de malfeitores. A indignação é partilhada por alguns encarregados de educação, que consideram o acto desumano.

Depois de os vídeos sobre os castigos impostos aos alunos circularem nas redes sociais e alguns encarregados ameaçarem denunciar a escola, a situação não se repetiu esta sexta-feira. Os alunos atrasados apenas permaneceram do lado de fora. Todavia, com a nossa presença, foi permitida a entrada de todos, apesar do atraso, e a entoação do Hino Nacional sem nenhum castigo.

As previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), indicam que o dia de hoje será caracterizado por tempo frio e fresco, em quase todo o país, com máximas entre 19  e 28 graus. O INAM prevê igualmente, a possibilidade de queda de chuva e vento em algumas capitais provinciais.

As cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilanculo, na zona sul do país, poderão registar temperaturas máximas de 27, 24, 27 e 28 e mínimas de 12, 14, 19 e 17, respectivamente.

Para as cidades da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane prevêem-se máximas de 24,19, 26 e 28 e mínimas de 19, 11, 16 e 18 graus Celsius, respectivamente.

As cidades da Nampula, Pemba  e Lichinga poderão registar máximas de 26, 28 e 19 e mínimas de 16, 20 e 9 graus, respectivamente.

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