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O País – A verdade como notícia

Mais de 10 mil clientes da empresa Águas e Saneamento da Zambézia (ASZ) estão a enfrentar restrições no abastecimento de água na cidade de Quelimane, na sequência do rompimento de uma das principais condutas da rede de distribuição. A avaria ocorreu por volta das 19 horas de quarta-feira e obrigou à interrupção parcial do fornecimento de água em vários bairros da cidade, afetando milhares de famílias.

Desde as primeiras horas desta quinta-feira, equipas técnicas da ASZ encontram-se no terreno a executar trabalhos de reparação da infraestrutura danificada. A empresa assegura que mobilizou todos os recursos humanos e materiais necessários para restabelecer o abastecimento no mais curto espaço de tempo. 

“Estamos a trabalhar a todo vapor para repor a tubagem, dez mil clientes não é número pequeno embora seja apenas de uma parte inferior da cidade. Estamos a mobilizar maios materiais e humanos para que com brevidade os trabalhos terminem e o abastecimento volte a normalidade” disse Carlos Jamal responsável técnico da empresa. 

Entretanto, a empresa reconhece que a conduta afetada tem registado avarias recorrentes, uma situação que evidencia a necessidade de uma intervenção estrutural para aumentar a fiabilidade da rede de distribuição e reduzir o risco de novas interrupções no fornecimento de água. 

“Esta conduta foi construída e colocada no tempo colonial, daí que estamos consciente que se deve fazer uma reposição do equipamento para garantir fiabilidade no fornecimento. Por hora queremos pedir aos clientes serenidade e garantir que tudo estamos a fazer para reposição” precisou. 

Enquanto decorrem os trabalhos, os consumidores afetados enfrentam dificuldades no acesso ao precioso líquido, aguardando pela conclusão da reparação e pela normalização do serviço. Após a conclusão da obra, a empresa deverá proceder à reposição do asfalto nos locais intervencionados, devolvendo a normal circulação nas vias onde foram abertas valas para a substituição da tubagem.

Mais de 60 dadores voluntários de sangue abandonaram os serviços de doação no Hospital Provincial de Xai-Xai, em Gaza, alegadamente devido à falta de apoio em suplementos alimentares após as doações. A Associação de Dadores alerta que a redução do número de voluntários poderá comprometer a disponibilidade de sangue para transfusões nos próximos dias.

O  problema não é recente, mas agravou-se desde o ano passado. De acordo com Filimone Mapilele dos cerca de 400 dadores atualmente registados, uma parte significativa deixou de comparecer às campanhas de recolha.

“Temos aproximadamente 400 dadores que nós atualizamos neste momento, mas desses, muitos são agressivos e desistiram devido à alegada falta de apoio, em particular de suplementos alimentares”, explicou o presidente executivo da associação de dadores.

Os voluntários reclamam a reposição de incentivos básicos após a doação, como água, sumos e bolachas, considerados importantes para a recuperação dos dadores.

“O que nós estamos a falar são incentivos no sentido de produtos alimentares. Falamos de sumos, falamos de bolachas, falamos de água. Andámos em todos os cantos a fazer expeditórios, mas esses expeditórios não tinham sido satisfatórios”, afirmou.

A associação alerta que a desistência dos voluntários pode reduzir os níveis de sangue disponíveis no banco hospitalar, numa altura em que a procura continua elevada.

“Porque o sangue não tem fábrica, não tem valores monetários. Tem tido muita falta nos hospitais. Temos aqui muita gente acamada nos hospitais que precisa de transfusão líquida”, disse.

Em reação às preocupações levantadas pelos dadores, o Director do Hospital Provincial de Xai-Xai, Moisés  Mubango reconhece limitações financeiras, mas defende a criação de um pacote integrado de assistência para fortalecer a capacidade da instituição e garantir a continuidade dos serviços.

“De escassos não é falta de incentivos para dadores. No âmbito daquilo que é o pacote de atendimento integrado, nós podemos fazer o reforço da capacidade institucional”, explicou o director do hospital.

A fonte acrescenta que a unidade sanitária enfrenta diariamente elevados encargos financeiros, com cerca de 200 admissões no banco de socorro por dia.

“Estamos numa fase em que por dia estamos a perder 20, 30, 50 mil meticais. E no mês um milhão de meticais. Com um milhão nós íamos contratar guardas para o hospital, íamos contratar maqueiros, serventes e até pagaríamos as horas extras que os médicos vão reclamar”, referiu.

As dificuldades enfrentadas pelos dadores surgem num contexto de pressão sobre o Hospital Provincial de Xai-Xai, que também enfrenta problemas como cortes frequentes de energia devido à avaria do gerador central, cuja reparação está avaliada em mais de um milhão de meticais.

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) duplicou, nos últimos dois anos, o número de projectos de investigação científica, passando de 329, em 2023, para 626, em 2025. O dado foi avançado pelo reitor da instituição, Manuel Guilherme, durante a reunião anual de balanço das actividades da universidade.

Segundo o reitor, o crescimento resulta do processo de transformação da UEM numa universidade de investigação, uma das metas definidas no plano estratégico da instituição.

“Em dois anos, ou seja, de 2023 a 2025, duplicamos o número de projectos de investigação. Saímos de 329 para 626 projectos de investigação”, afirmou Manuel Guilherme.

O responsável explicou que este avanço reflecte o envolvimento da comunidade universitária na produção científica e na busca de soluções para os desafios do país.

“Este indicador resulta do processo da nossa transformação para a Universidade de Investigação e do empenho de toda a comunidade universitária para cada vez mais projectos de investigação, para realizar o nosso objectivo”, destacou.

Apesar dos avanços, o reitor reconhece que a instituição ainda enfrenta constrangimentos, sobretudo relacionados com a distribuição dos recursos financeiros. Manuel Guilherme revelou que a maior parte do orçamento da universidade continua direccionada ao ensino e aprendizagem, devido ao elevado número de estudantes de graduação.

“Ainda temos desafios, porque a maior parte do nosso orçamento ainda vai para o ensino e aprendizagem, dois terços, mas também se compreende que temos muitos estudantes de graduação, então é preciso prover meios suficientes para que esses estudantes tenham a formação”, explicou.

Outro desafio apontado pelo dirigente da UEM está relacionado com a redução da disponibilidade de bolsas de estudo, situação associada às limitações orçamentais.

De acordo com Manuel Guilherme, nos últimos anos registou-se uma queda significativa no número de bolsas financiadas pelo Orçamento do Estado, tendo 2025 sido um dos períodos mais difíceis.

“Nos últimos três anos houve uma queda de disponibilização de bolsas por parte do orçamento do Estado e o ano de 2025 foi ainda mais difícil que os últimos dois anos”, disse.

Para responder a esta realidade, a UEM está a apostar em novas formas de mobilização de apoio, incluindo a chamada Iniciativa Padrinho, que pretende envolver parceiros públicos e privados no financiamento de bolsas para estudantes.

“Desenhamos iniciativas como a Iniciativa Padrinho, que consiste em parcerias com entidades públicas e privadas para continuar a prover bolsas aos nossos estudantes”, afirmou o reitor.

Manuel Guilherme defende que, apesar das dificuldades financeiras, a universidade deve continuar a fortalecer a investigação científica como uma das principais bases da sua transformação institucional e do seu contributo para o desenvolvimento nacional.

O empresário Salimo Abdula volta a assumir a presidência do Conselho de Administração da Vodacom Moçambique, iniciando um mandato de três anos, após ter sido eleito por consenso dos accionistas da operadora de telecomunicações.

Salimo Abdula sucede a Lucas Chachine, que termina o seu mandato à frente da empresa, deixando, segundo a Vodacom, um legado de fortalecimento da posição da operadora no mercado e de reforço da sua contribuição para o desenvolvimento do País.

O novo presidente regressa à liderança da Vodacom Moçambique depois de já ter desempenhado anteriormente as mesmas funções. Accionista histórico da empresa através do Grupo Intelec Holdings, que integra a estrutura accionista da operadora desde 2007, Abdula presidiu igualmente, nos últimos três anos, ao Conselho de Administração da Vodafone M-Pesa, acumulando uma vasta experiência nos sectores das telecomunicações e da inclusão financeira.

Fundador e presidente do Conselho de Administração da Intelec Holdings, grupo com investimentos nas áreas da energia, telecomunicações, finanças, recursos minerais e turismo, Salimo Abdula é uma das figuras mais influentes do empresariado moçambicano. Entre outras funções, presidiu à Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) e à Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), destacando-se na promoção do investimento privado e do empreendedorismo.

Na sua primeira mensagem após assumir o cargo, Salimo Abdula afirmou regressar à presidência da Vodacom com um elevado sentido de responsabilidade, comprometendo-se a dar continuidade à estratégia da empresa, centrada na expansão dos serviços de telecomunicações e na aproximação dos cidadãos às oportunidades proporcionadas pela economia digital.

Segundo o novo presidente do Conselho de Administração, a empresa continuará a apostar na melhoria da qualidade da rede, na expansão da conectividade às zonas rurais e na aceleração da digitalização da economia moçambicana, reforçando o seu papel como parceira do desenvolvimento nacional.

A Vodacom Moçambique considera que a experiência acumulada por Salimo Abdula permitirá dar continuidade à estratégia de crescimento da operadora e consolidar a sua posição no mercado nacional das telecomunicações.

O Serviço Nacional de Migração (SENAMI), na Cidade de Maputo, registou um aumento de cerca de 50% na procura de documentos de viagem, desde o final de Junho, numa tendência associada ao recrudescimento das acções xenófobas contra cidadãos estrangeiros na África do Sul.

Segundo o porta-voz do SENAMI, Felizardo Jamaca, o incremento da procura começou a verificar-se depois de 30 de Junho, data em que as fronteiras nacionais registaram um elevado número de entradas de moçambicanos provenientes da África do Sul, na sequência dos actos de violência contra imigrantes.

A maior pressão faz-se sentir na emissão do chamado passaporte castanho, um documento de viagem especial destinado exclusivamente a cidadãos moçambicanos que exercem actividade nas minas e no sector agrícola sul-africanos.

O porta-voz do SENAMI esclareceu que este documento não está disponível para qualquer cidadão, sendo emitido apenas para trabalhadores abrangidos pelos acordos bilaterais existentes entre Moçambique e a África do Sul.

De acordo com Felizardo Jamaca, o passaporte castanho constitui um instrumento específico de gestão migratória, criado para facilitar a circulação regular dos trabalhadores moçambicanos, assegurar o cumprimento dos mecanismos de controlo migratório e salvaguardar os respectivos direitos laborais.

Paralelamente, as autoridades migratórias assinalam igualmente um aumento da procura do passaporte comum, embora em menor escala, reflexo da preocupação de muitos cidadãos perante a instabilidade vivida no país vizinho.

O SENAMI garante que continua a responder à crescente procura, apelando aos cidadãos para que solicitem os documentos de viagem apenas quando reúnam os requisitos legalmente estabelecidos.

Três pessoas perderam a vida na sequência de um grave acidente de viação ocorrido na manhã desta quarta-feira, na Estrada Nacional Número 12 (EN12), no troço entre Monapo e Nacala, na província de Nampula. O sinistro ocorreu por volta das 6h00 e envolveu pelo menos três camiões que seguiam no mesmo sentido. 

Segundo informações preliminares da Polícia de Trânsito, o acidente poderá ter sido provocado por uma avaria mecânica num dos veículos pesados, que terá recuado de forma descontrolada, embatendo violentamente contra os camiões que circulavam atrás.

As três vítimas mortais perderam a vida no local, tendo uma delas ficado carbonizada na sequência do impacto.

As autoridades procederam ao isolamento da área e iniciaram os trabalhos de remoção dos veículos envolvidos e de apuramento das circunstâncias do acidente.

A circulação na EN12 permanece interrompida, provocando longas filas de viaturas. Por se tratar de um dos principais corredores rodoviários de ligação ao Porto de Nacala e de escoamento de mercadorias no Norte do país, prevê-se que a interrupção da via cause constrangimentos significativos ao longo do dia.

A Polícia de Trânsito prossegue com as investigações para determinar as causas do acidente.

O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, efectua hoje, uma visita de trabalho ao distrito municipal de Nlhamankulu, para avaliar o grau de execução do Plano de Desenvolvimento Municipal 2024-2028 e acompanhar o progresso das obras de requalificação do bairro Chamanculo “C”.

A deslocação insere-se na política de governação aberta, participativa e de proximidade adoptada pelo município, visando reforçar o contacto directo com as comunidades e monitorar a implementação dos projectos de desenvolvimento.

Durante a visita, o edil de Maputo vai reunir-se com líderes religiosos no Centro Cultural Ntsindya. Em seguida, deslocar-se-á a área envolvente da Escola Secundária de Lhanguene, onde vai inteirar-se do estágio das obras de requalificação da praça inserida no Projecto de Requalificação do Bairro Chamanculo “C”.

Rasaque Manhique vai ainda dirigir uma sessão de audiências públicas na Praça da Munhuana, no bairro com o mesmo nome. O encontro tem como objectivo ouvir as preocupações dos munícipes, promover o diálogo directo e procurar soluções para os principais problemas apresentados pela população.

 

Mais de 700 jovens foram graduados nesta quarta-feira, nos centros de formação técnico-profissional da cidade de Quelimane, na província da Zambézia, numa cerimónia orientada pelo ministro da Juventude e Desportos, Caifadine Manasse.

Na ocasião, o dirigente defendeu uma formação profissional inclusiva como instrumento de criação de emprego, geração de rendimento e promoção do desenvolvimento do País.

A cerimónia ficou marcada pela forte aposta na inclusão social, com destaque para a graduação de formandos com deficiência física, cujas histórias de perseverança deram um significado especial ao evento.

Entre eles estão Detinha Alberto, Angelina Engenheiro, Felícia Sozinho, Altina Victorino e Faustino António, que concluíram com sucesso os cursos de Culinária e Serralharia, ultrapassando inúmeras limitações ao longo da formação. Nos seus rostos, era evidente a satisfação de quem transformou obstáculos em conquistas.

“Valeu a pena frequentar esta formação para aprender uma profissão. Fiz o curso de Culinária, e espero, agora, criar o meu próprio negócio. Tenho uma filha menor, e acredito que, através do auto-emprego, poderei garantir o seu sustento”, afirmou Detinha Alberto, convencida de que a determinação e a fé são fundamentais para vencer as adversidades.

Também Faustino António, recém-formado em Serralharia, acredita que a qualificação lhe abrirá portas para servir à comunidade.

“Não foi fácil, mas consegui concluir o curso. Espero colocar em prática o que aprendi, prestar serviços à comunidade e criar oportunidades de trabalho que beneficiem tanto os clientes como as pessoas que vierem a trabalhar comigo”, afirmou.

Na ocasião, o ministro da Juventude e Desportos defendeu que o acesso à formação técnico-profissional deve chegar a todos os moçambicanos, independentemente da sua condição física ou social, permitindo que cada cidadão adquira competências para produzir riqueza, sustentar a família e contribuir para o desenvolvimento nacional.

“O nosso Governo, liderado pelo Presidente da República, tem demonstrado uma forte preocupação com a formação dos jovens moçambicanos. A formação não deve concentrar-se apenas nas cidades; deve aproximar-se cada vez mais dos jovens, onde quer que eles estejam. Esse é o caminho”, afirmou Caifadine Manasse.

O governante acrescentou que investir na qualificação da juventude representa uma aposta no futuro do país, defendendo que cada jovem formado deve colocar os conhecimentos adquiridos ao serviço do seu próprio desenvolvimento, da sua família e de Moçambique.

A cerimónia terminou com a entrega de certificados e kits profissionais aos graduados. Os 700 novos técnicos deixam, agora, os centros de formação com o desafio de transformar os conhecimentos adquiridos em oportunidades concretas de emprego, empreendedorismo e inclusão social.

O director-geral da Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze, Celso Cunha, visitou, nesta quarta-feira, as instalações do Grupo Soico, onde manteve um encontro com o presidente do Conselho de Administração da empresa, Daniel David. A visita culminou com a assinatura de um memorando de entendimento destinado a reforçar a visibilidade das acções e projectos desenvolvidos pela agência na região Centro do País.

À chegada, Celso Cunha foi recebido por Daniel David e percorreu vários departamentos do Grupo SOICO, incluindo os estúdios e a redacção, numa visita que permitiu conhecer o funcionamento dos diferentes órgãos de comunicação da empresa.

Após a visita, as duas instituições formalizaram uma parceria que pretende ampliar a divulgação dos programas implementados pela Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze, com destaque para iniciativas de promoção do desenvolvimento socioeconómico nas províncias de Manica, Sofala, Zambézia e Tete.

Segundo Celso Cunha, a escolha do Grupo SOICO resulta do reconhecimento da sua capacidade de comunicação e da relação de cooperação já existente entre as duas instituições.

“O estabelecimento deste memorando com o Grupo SOICO deve-se, em primeiro lugar, ao reconhecimento do potencial deste grupo. Nós, como Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze, temos vários programas, como o Prospera e o Integra, entre outros, e sentimos que é hora de disseminarmos ao País, e ao mundo, o trabalho que a agência desenvolve na região Centro. O Grupo SOICO sempre trabalhou connosco na prestação de serviços, mas agora estamos a fortalecer ainda mais esta parceria”, afirmou.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração do Grupo SOICO considerou o memorando um passo importante para dar maior visibilidade ao potencial económico e às transformações em curso na região abrangida pela agência.

“É um memorando muito especial de parceria com uma das instituições mais importantes do País, que impulsiona o desenvolvimento nas províncias de Manica, Sofala, Zambézia e Tete. Trata-se de uma região muito rica, e precisamos de levar esse desenvolvimento ao conhecimento dos moçambicanos. O Grupo SOICO tem um papel importante como veículo de comunicação para mostrar o que está a ser feito e como esta região está a transformar-se economicamente”, disse Daniel David.

O responsável acrescentou que a parceria permitirá divulgar os projectos em curso e inspirar outras regiões do País.

“A assinatura deste memorando visa garantir a visibilidade dos projectos que estão a decorrer e, ao mesmo tempo, catalisar e impulsionar outras partes do País a acreditarem que é possível fazermos diferente em Moçambique”, sublinhou.

A cerimónia terminou com um brinde simbólico ao sucesso da parceria, que ambas as instituições consideram estratégica para promover o desenvolvimento e aproximar os cidadãos das iniciativas implementadas na região do Vale do Zambeze.

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