Skip to main content

O País – A verdade como notícia

O Ministro dos Transportes e Logística inaugurou, este sábado, na Estação Central dos Caminhos de Ferro, três novas locomotivas de transporte de passageiros. João Matlombe diz que a iniciativa visa flexibilizar o transporte ferroviário.

O momento marca a inauguração de 3 novas locomotivas de transporte ferroviário de passageiros.  São meios que serão usados para reforçar  a resposta na procura de transporte, na região do grande Maputo, e para as viagens de longo curso, com destino a  Chicualacuala e Chokwé.   

Com a aquisição das locomotivas a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique quer aumentar a média de 24 mil passageiros  diários para 26.500.  

Para a aquisição das locomotivas foi investido o valor de 422.4 milhões de meticais. O ministro dos Transportes e Logística apela à melhor preservação dos meios.  As três locomotivas inauguradas fazem parte de um lote de 15, que serão disponibilizadas para flexibilizar o transporte ferroviário. 

Em sua homilia, o purpurado sublinhou que durante o seu Pontificado, o Papa Francisco estabeleceu “um contacto direto com cada pessoa e com as populações, desejoso de ser próximo a todos, com uma atenção especial às pessoas em dificuldade, gastando-se sem medida, em particular pelos últimos da terra, os marginalizados. Foi também um Papa atento àquilo que de novo estava a surgir na sociedade e àquilo que o Espírito Santo estava a suscitar na Igreja”.

O cardeal Giovanni Battista Re disse ainda que a última imagem do Papa Francisco, “a do último domingo, Solenidade de Páscoa, quando Papa Francisco, apesar dos sérios problemas de saúde, quis conceder a bênção do balcão da Basílica de São Pedro e depois quis descer nesta praça para saudar, do papamóvel aberto, toda a grande multidão reunida aqui para a Missa de Páscoa”.

Re acrescentou que apesar da sua fragilidade, o Papa Francisco escolheu percorrer um caminho de entrega até ao último dia da sua vida terrena. “Seguiu as pegadas do seu Senhor, o bom Pastor, que amou as suas ovelhas até dar a própria vida por elas. E fê-lo com força e serenidade, junto do seu rebanho, a Igreja de Deus”.

Foram a enterrar, na tarde deste sábado, os restos mortais do Papa Francisco. O sepultamento, em cerimónia privada, foi antecedido por uma missa de exéquias conduzida pelo cardeal Giovanni Battista Re. De seguida, houve um cortejo fúnebre por algumas das principais ruas de Roma.

“Nesta majestosa praça de São Pedro, onde o Papa Francisco celebrou tantas vezes a Eucaristia e presidiu a grandes encontros ao longo destes 12 anos, encontramo-nos reunidos em oração à volta dos seus restos mortais com o coração triste, mas sustentados pela certeza da fé, que nos garante que a existência humana não termina no túmulo, mas na casa do Pai, numa vida de felicidade que não terá ocaso”, disse o cardeal Giovanni Battista Re e assim começava a homilia.

Papa Francisco foi recordado como “um Papa no meio do povo, com um coração aberto a todos”.

“Papa Francisco conservou sempre o seu temperamento e a sua forma de orientação pastoral, imprimindo de imediato a marca da sua forte personalidade no governo da Igreja, estabelecendo um contacto direto com cada pessoa e com as populações, desejoso de ser próximo a todos, com uma atenção especial às pessoas em dificuldade, gastando-se sem medida, em particular pelos últimos da terra, os marginalizados. Foi um Papa no meio do povo, com um coração aberto a todos”.

Segundo Giovanni Battista Re, “apesar da sua fragilidade”, nos últimos anos, “e do seu sofrimento”, Papa Francisco escolheu percorrer o “caminho de entrega até ao último dia da sua vida terrena. Seguiu as pegadas do seu Senhor, o bom Pastor, que amou as suas ovelhas até dar a própria vida por elas. E fê-lo com força e serenidade, junto do seu rebanho, a Igreja de Deus”.

Na missa celebrada por 750 bispos e 200 cardeais, o Santo Padre conservou sempre o seu temperamento e a sua forma de orientação pastoral, imprimindo de imediato a marca da sua forte personalidade no governo da Igreja, estabelecendo um contacto direto com cada pessoa e com as populações, desejoso de ser próximo a todos, com uma atenção especial às pessoas em dificuldade, gastando-se sem medida, em particular pelos últimos da terra, os marginalizados, descreveu Giovanni Battista Re.

“Foi um Papa no meio do povo, com um coração aberto a todos. Foi também um Papa atento àquilo que de novo estava a surgir na sociedade e àquilo que o Espírito Santo estava a suscitar na Igreja. Com o vocabulário que lhe era característico e com a sua linguagem rica de imagens e metáforas, procurou sempre iluminar os problemas do nosso tempo com a sabedoria do Evangelho, oferecendo uma resposta à luz da fé e encorajando-nos a viver como cristãos os desafios e as contradições destes anos cheios de mudanças, que ele gostava de descrever como uma mudança de época”.

O Bispo de Roma tinha uma grande espontaneidade e uma maneira informal de se dirigir a todos, mesmo às pessoas afastadas da Igreja. “Dotado de grande calor humano e profundamente sensível aos dramas de hoje, o Papa Francisco partilhou em pleno as angústias, os sofrimentos, as esperanças do nosso tempo e, com uma mensagem capaz de chegar ao coração das pessoas de forma direta e imediata, dedicou-se a confortar e a encorajar. O seu carisma de acolhimento e de escuta, associado a um modo de se comportar que é próprio da sensibilidade dos nossos dias, tocou os corações, procurando despertar energias morais e espirituais”.

E Papa indignou-se, sempre, por conta dos conflitos armados no mundo e de forma recorrente alertou para as consequências.

“Perante o eclodir de tantas guerras nos últimos anos, com horrores desumanos e inúmeras mortes e destruições, o Papa Francisco levantou incessantemente a sua voz implorando a paz e convidando à sensatez, convidando a uma negociação honesta para encontrar soluções possíveis, porque a guerra – dizia ele – é apenas morte de pessoas e destruição de casas, destruição de hospitais e de escolas. A guerra deixa sempre – é uma expressão sua – o mundo pior do que estava: é sempre uma derrota dolorosa e trágica para todos”.

A partir da Praça de São Pedro, onde 160 delegações estrangeiras testemunharam a despedida, milhares acompanharam a última passagem do líder da Igreja Católica para a Basílica de Santa Maria Maior.

O Papa Francisco faleceu no dia 21 de Abril de 2025, aos 88 anos, na Casa Santa Marta, onde residia desde o início de seu pontificado.

Com a sua morte, encerra-se uma era marcada pelo apelo incessante à misericórdia, ao diálogo inter-religioso e à construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

 

O Ministério da Educação e Cultura (MEC) diz que cumpriu com 92.7% da meta estabelecida para a distribuição do livro escolar durante os 100 dias de Governação. Falando, esta sexta-feira, durante uma conferência de imprensa, o porta-voz da instituição disse haver êxitos também na distribuição de certificados do ensino técnico-profissional. 

Foi no âmbito dos 100 dias de governação que o Ministérios da Educação  e Cultura chamou a imprensa, esta sexta-feira, para falar das metas alcançadas na distribuição do livro escolar e certificados do ensino técnico profissional. 

Dos seis mil livros prometidos para o primeiro semestre deste ano, o Governo diz ter superado as expectativas, segundo disse Silvestre Dava, Porta-voz do Ministério da Educação e Cultura 

Quanto à distribuição dos certificados para o ensino técnico-profissional, o sector fala de bons resultados, mas reconhece haver ainda muitos desafios.

O Ministério da Educação e Cultura garante que o processo de certificação poderá conhecer novas dinâmicas nos próximos tempos.

 

O antigo Presidente da República prestou, esta sexta-feira, homenagem ao Papa Francisco, na Cidade de Maputo. Segundo Nyusi, muitos ensinamentos foram deixados pelo Santo Padre, como o caso de olhar para as pessoas vulneráveis e garantir a reconciliação no país.

Filipe Nyusi e a sua esposa estiveram, esta sexta-feira, na Nunciatura Apostólica para render homenagem ao Sumo Pontífice. 

Nyusi recordou do encontro que teve com o Papa Francisco em 2018, no Vaticano, em que o Santo Padre mostrou-se preocupado com a situação do país. O  líder máximo da Igreja Católica deu conselhos ao então Presidente da República de Moçambique.  

Foi a convite de Filipe Nyusi que o Papa Francisco veio a Moçambique, em Setembro de 2019. 

 

O Ministro da Saúde (MISAU) condena as greves no sector e as classifica como desastre. Perante a greve dos profissionais de Saúde, o titular da pasta da Saúde diz que o Executivo continua aberto ao diálogo, mas pede que doentes não sejam prejudicados. A informação foi avançada pelo ministro da Saúde durante as cerimónias centrais do Dia Mundial de Luta contra a malária na província de Gaza.

Os profissionais de saúde um pouco por todo o país iniciaram, na semana passada, um novo período de greve, A situação está a sobrecarregar o sistema nacional de Saúde devido ao atendimento deficitário. Falando aos jornalistas após inaugurar o laboratório de saúde pública, esta Sexta-feira, em Xai-Xai, o ministro da saúde, Ussene Isse disse tratar-se de uma postura que prejudica os pacientes.

“A gente não pode fazer greve morrendo pessoas. Isso não é concebível, não é permissível que alguém tenha um coração tão mau e diz estar na saúde. Você ter um coração que não quer cuidar do outro. A nossa profissão, infelizmente, é uma profissão em que a greve não é permissível. Porque nós lidamos com uma das maiores dádivas de Deus no ser humano, que é a vida” concluiu.

Ussene Isse pediu paciência aos funcionários, referindo que governo está aberto encontrar soluções conjuntas para resolução o problema.

“Uma greve na saúde é um desastre. Há assuntos que nos dividem, é lógico, é óbvio. Mas nós estamos a trazer os colegas todos para ficarmos unidos sobre aquilo que nos divide. Mas a minha recomendação é o meu pedido aos meus colegas é que vamos discutir o assunto, por um lado, mas não podemos deixar de atender os nossos pacientes. Nós fizemos um juramento. O compromisso é garantir saúde. Então, este é o meu apelo aos colegas: Vamos trabalhar juntos, de forma organizada, de forma estruturada, porque temos que salvar vidas” exortou.

Ainda em Xai-Xai, o titular da pasta de saúde dirigiu a cerimónia central do dia mundial de luta contra a malária. No seu discurso, revelou que o número de casos no país tende a reduzir.

“O relatório mundial da malária de 2024 coloca Moçambique como um dos cinco países da África com mais casos reportados da doença. De acordo com as nossas estatísticas, em 2024 foram registrados cerca de 11,6 milhões de casos de malária contra 13,2 milhões notificados no período de 2022, o que mostra claramente uma redução em 12% dos casos, fruto do trabalho coletivo que estamos a desencadear em conjunto no nosso país.

E o número de mortes provocadas pela doença baixou para 356, Ainda assim, o Executivo diz que a malária continua um problema grave para o país.

“Notamos também com algum agrado a redução de mortes por malária em cerca de 4%. Apesar destes registros, ainda continuamos com a malária como um grande desafio no nosso país, porque como sabem a malária é um dos fatores que pode afetar o desenvolvimento econômico e social no nosso país, por várias razões que foram aqui colocadas, principalmente a taxa de absentismo escolar e laboral e pode diminuir a nossa produtividade. Por isso temos que trabalhar para não termos malária no nosso país” Explicou.

Ussene Isse referiu ainda que o país foi nos últimos três meses “afetado por três ciclones. Estes ciclones também vieram agravar as condições de saneamento do meio, que é um vetor importante para a contribuição no aumento de casos de malária nas nossas comunidades”. 

Como estratégia de controlo, em áreas de alta prevalência o sector vai intervir de forma tridimensional nos próximos tempos.

“A introdução em todo o país das redes mosquiteiras de nova geração e que são mais eficazes. A introdução da quimio prevenção como uma estratégia de luta contra a malária em Moçambique (…) a introdução da vacina contra a malária, que iniciou na província de Zambézia e que este ano será expandida para as restantes províncias do país” concluiu o ministro.

 

O Presidente da República,  Daniel Chapo, emitiu um comunicado à Nação, por  ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Malária, assinalado a 25  de Abril. Na sua comunicação, o Chefe de Estado sublinha a importância de uma mobilização  conjunta e sustentada para erradicar esta doença, que continua  a afectar severamente a saúde pública no país.

Este ano, a efeméride assinala-se sob o lema “Malária fora!  Tempo de investir, inovar e renovar os compromissos”, que,  segundo o Chefe de Estado, “chama atenção para a  necessidade de impulsionar o investimento em intervenções  cientificamente comprovadas para salvar mais vidas,  principalmente entre as pessoas mais vulneráveis; a promoção  de estratégias e abordagens inovadoras para superar os  obstáculos actuais na luta contra a doença; o envolvimento  activo de todos na implementação de estratégias de prevenção,  respeitando o contexto local; e o nosso compromisso de criar  todas as condições e ambiente necessários para a eliminação  da malária.” 

O Presidente Chapo destacou que, em 2024, foram registados,  em Moçambique, mais de 11,5 milhões de casos de malária,  cerca de 67 mil internamentos e 358 óbitos hospitalares. Apesar  destes números continuarem elevados, representam uma  redução de 12% nos casos, quatro por cento nos  internamentos e um por cento nos óbitos, em relação ao ano  anterior. 

Chapo alertou que a malária continua a ser  uma das principais causas de morbilidade e mortalidade no país,  especialmente entre crianças menores de cinco anos. “É a causa  mais comum de procura de cuidados médicos nas unidades  sanitárias do país, com um impacto negativo tanto no sistema de  saúde como nos outros sectores devido ao absentismo escolar e  laboral e das perdas de vidas humanas”, frisou.

Reconhecendo os progressos alcançados, o estadista reiterou  que “a dinâmica de transmissão da malária ensina-nos que  devemos manter os esforços para preservar os ganhos e acelerar  a redução do peso da doença”. Reafirmou o compromisso do  Governo em continuar a priorizar “a implementação das  intervenções de prevenção, diagnóstico e tratamento, das  medidas para a mudança social e de comportamento, e do  fortalecimento da vigilância, monitoria e avaliação, definidas no  Plano de Governação”. 

Apelando à acção colectiva, o Presidente da República deixou  uma mensagem clara à população: “A luta contra a malária só  poderá ser vencida se trabalharmos juntos e se cada um fizer a  sua parte”. Por conseguinte, incentivou os cidadãos a aderirem  às principais intervenções de prevenção, como a pulverização  intra-domiciliária, a distribuição de redes mosquiteiras, a  quimioprevenção sazonal e perenal e a vacinação. Exortou  ainda à eliminação de charcos e ao cumprimento rigoroso do  tratamento prescrito. 

Por fim, expressou confiança na capacidade nacional de vencer  esta batalha: “Acreditamos que com a implementação de  intervenções de saúde pública alicerçadas na evidência  científica e o reforço das parcerias multilaterais, bilaterais e  público-privadas, conseguiremos alcançar o nosso desiderato de  ver o país livre da malária”.

A urna do Papa Francisco será fechada dentro de alguns minutos e será retirada do interior da basílica e colocada num altar em frente, para a missa que vai acontecer amanhã às 10 horas. O seu túmulo já está pronto e o funeral do Sumo Pontífice irá quebrar uma tradição de mais de 100 anos na igreja católica. 

Será um funeral papal inédito na igreja. Depois de quatro dias aberta, a urna do Papa Francisco será fechada com duas tampas, uma de zinco e outra de madeira, quando forem 20 horas de Roma, para que, na manhã deste sábado, seja colocado num altar diante da basílica de São Pedro para a última missa. 

Está prevista que a cerimônia inicie às 10 horas de Roma, que são 11 de Moçambique. 

“Celebrada pelo decano do Colégio Cardinalício, que é de Giovanni Battista Re. Uma missa que é aberta a todo o mundo, sobretudo, os cardeais do colégio cardinalício, mas também de muitas outras personalidades públicas provenientes  do resto do mundo. No fim da missa, o corpo do Papa será transladado para uma outra basílica, porque, como sabeis, foi desejo do sumo pontífice, que não fosse sepultado na basílica de São Pedro”, explicou o Frei Agostinho Augusto, pároco no Divino Espírito Santo de Laulane. 

Ou seja, Francisco quebra assim uma tradição: será o primeiro papa em mais de 100 anos a ser enterrado fora da basílica de São Pedro. Ele mesmo já tinha justificado o motivo. 

“Como dizia numa última entrevista sua, eu gostaria de ser sepultado no mesmo lugar em que, todas as vezes que eu saí para fora do mundo, eu ia despedir a nossa senhora pedindo para que abençoasse a viagem, e sempre que regressasse ia agradecer a nossa senhora, no mesmo lugar. Portanto, é seu sonho poder passar esses últimos dias, esperando a ressurreição, nos braços da mãe que sempre o acompanhou”, explicou o Frei.  

Santa Maria Maggiore é a quarta maior Basílica de Roma, dista a cerca de 4 km da Basílica de São Pedro. O cortejo fúnebre será feito de carro, mas poderá levar uma hora.

 “É uma zona que está próxima da estação geral de Roma, onde chegam muitos imigrantes. É uma zona muito populosa, cheia de pessoas provenientes da China e do Bangladesh. Portanto, a escolha do lugar tem em linha aquilo que é o projecto pontifício, que o Papa tinha, que é olhar para as periferias e para as migrações. Olhar para os desfavorecidos e para os pobres do mundo inteiro”, acrescentou.       

Chegada à Basílica de Santa Maria Maggiore, acompanhado pelo  Conselho Cardinalício, familiares do Papa e outras individualidades da Santa Sé, a urna será colocada num túmulo feito de mármore, com a reprodução da sua cruz peitoral, tudo muito simples. 

“Este túmulo será, como o desejo do Papa, colocado em um caixão só, e não em três  caixões como acontecia (…)  O Papa Francisco decidiu que o seu caixão deveria ser simples, de madeira com um fundo de Zinco. Então, este caixão vai ser descido dentro do túmulo  e, depois, será selado por cima, tal como o Papa desejou. Haverá apenas uma única inscrição, o nome Franciscus, que é Francisco é latim”. 

Papa Francisco será o oitavo papa a ser sepultado nessa basílica, sendo que o último

 Papa Clemente nono foi enterrado em 1666 ou seja, há mais de 350 anos. No domingo o túmulo já poderá ser visitado pelos fiéis. 

O ministro da Defesa Nacional  garante que as Forças de Defesa e Segurança não estão a combater os Naparamas, mas um grupo de malfeitores que aterrorizam as comunidades e que porta armas de fogo. Cristóvão Chume promete acabar com os fenómenos e perseguir os malfeitores até as últimas consequências. 

Depois de libertar a localidade de Sabe, distrito de Morrumbala, das mãos de malfeitores que se intitulam Naparamas, o ministro da Defesa Nacional esclarece as razões desta operação que levou as Forças de Defesa e Segurança ao combate. Segundo Cristóvão Chume, trata-se de um grupo de homens armados e que não têm nada a ver com os Naparamas. 

O ministro da Defesa Nacional falava, esta sexta-feira, à margem da cerimónia de acreditação de novos adidos de Defesa da República da Itália, República Arebe do Egipto e da República da Turquia. 

+ LIDAS

Siga nos