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O País – A verdade como notícia

A RAFF Military Textile, uma das principais empresas turcas do sector de defesa, reuniu-se durante a semana passada com diversas instituições ligadas à defesa da soberania nacional, incluindo dirigentes do Ministério da Defesa.

No encontro, que contou com a participação de uma delegação do Conselho de Exportadores da Turquia (TIM), a RAFF Military Textile deu a conhecer as suas potencialidades no fabrico de armamento e material de defesa, e teve a oportunidade de avaliar oportunidades de colaboração com autoridades e empresários nacionais nos sectores de defesa e segurança.

Para a empresa turca, o aumento recente do orçamento de defesa e os riscos regionais de segurança posicionaram Moçambique como um mercado estratégico para a sua presença, sendo que vê o mercado moçambicano não apenas como um destino para venda de produtos, mas também como uma oportunidade de estabelecer parcerias duradouras e sustentáveis.

“Moçambique é um mercado estratégico e crucial para nós. Com esta visita, não apenas apresentamos nossos produtos, mas também lançamos as bases para parcerias duradouras com nossos parceiros moçambicanos. As respostas positivas que recebemos destacam claramente a importância do país para as futuras colaborações”, disse Eray Yükseloğlu, CEO da RAFF Military Textile.

Nas reuniões realizadas na capital do país, que contaram com a participação e apoio efectivo do Embaixador da República da Turquia em Maputo, Ferhat Alkan, e do Conselheiro Comercial da embaixada, Batuhan Uysal, a empresa destacou-se ao apresentar soluções inovadoras e estratégicas para as crescentes necessidades locais de segurança e defesa, com a capacidade produtiva robusta e uma extensa gama de produtos, que foram recebidas com algum interesse pelos dirigentes moçambicanos dos sectores de defesa e segurança.

A visita da RAFF Military Textile é vista como um passo significativo no fortalecimento das relações econômicas entre Turquia e Moçambique, onde espera-se que as colaborações entre os dois países se aprofundem ainda mais, contribuindo positivamente para o desenvolvimento econômico e aumento do emprego local.

A estratégia da empresa turca é implantar uma fábrica no país que vai dar emprego a cerca de 700 moçambicanos, cuja produção do material de defesa vai beneficiar não só a Moçambique, como a alguns países da região.

A RAFF Military Textile destaca-se pela sua longa experiência no continente africano, tendo realizado diversos projectos bem-sucedidos em diferentes países da região.

Depois de Moçambique, a RAFF Military Textile pretende expandir suas actividades no mercado africano, com África do Sul e Zâmbia no horizonte.

 

O número de assaltos a mototaxistas em Vilankulo não pára de crescer, com casos cada vez mais violentos, incluindo assaltos à mão armada. A Associação dos Taxistas alerta que a situação é insustentável, com pelo menos um assalto registado por semana, e pede medidas urgentes para travar a onda de violência que ameaça as suas vidas e sustento.

Recentemente, um suposto cliente teria negociado o transporte com um mototaxista para o levar ao cruzamento de Pambarra, a cerca de 17 quilómetros de Vilankulo, para onde levava material para um carro avariado. Chegados ao local, o homem, que se fazia passar por mecânico, revelou a sua verdadeira intenção e sacou uma arma para roubar a motorizada.

Na tentativa desesperada de salvar a vida, o mototaxista, de nome Stélio Nhamirre, correu para se proteger, mas esteve por um triz de ser alvejado.

Francelino Guambe, outro jovem mototaxista, viu dois anos de trabalho árduo desaparecerem em minutos, quando, numa madrugada, perdeu a sua moto para assaltantes. 

Embora não tenha conseguido recuperá-la de imediato, dias depois, localizou-a a circular pela cidade, com características adulteradas, e conseguiu reavê-la.

A violência contra mototaxistas não se limita a assaltos na via pública. Há cerca de 10 dias, uma quadrilha invadiu a casa de Lário Constantino para roubar o seu txopela, a única fonte de renda que levou anos a conquistar.

A insegurança é uma constante para quem trabalha como mototaxista em Vilankulo. Os operadores do sector, afirmam que a rotina diária tornou-se um verdadeiro risco de vida.

A Associação dos Taxistas de Vilankulo considera a situação alarmante, revelando que, em média, acontece pelo menos um assalto por semana.

Face à gravidade do problema, a agremiação tem trabalhado com as autoridades locais para criar estratégias de protecção aos operadores. Porém, enquanto soluções não chegam, o clima de medo permanece.

Para muitos jovens, o mototáxi representa a principal fonte de renda e sustento das suas famílias, além de ser o meio de transporte mais acessível para muitos habitantes. No entanto, entre acidentes de viação e a onda crescente de assaltos, este sector está mergulhado numa crise que ameaça a segurança e o futuro de quem depende dele.

Houve mais um rapto, no último sábado, na Cidade de Maputo. A vítima, raptada dentro do seu próprio estabelecimento, é um proprietário de uma farmácia. A polícia confirma o rapto e diz que tem agentes em todas as partes da cidade para neutralizar os raptores, bem como localizar o paradeiro da vítima.

O rapto aconteceu na manhã de sábado, quando, por volta das 09h45, dois cidadãos do sexo masculino, supostamente fazendo-se passar por clientes, entraram na farmácia, proprietária do raptado, tendo levado o cidadão para parte incerta.

A vítima, de 40 anos de idade e de nacionalidade libanesa, viu-se nas mãos dos meliantes sem nenhuma objecção, uma vez que para além dos primeiros dois que se fizeram ao local, outros dois também entraram e imobilizaram as restantes pessoas que estavam no interior, ameaçando-as com armas de fogo.

Os testemunhas que estavam presentes na hora do sucedido confirmaram a acção dos meliantes e dizem que os mesmos usaram de ameaça para obterem seus intentos, arrastando a vítima até ao carro.

O rapto, que ocorreu mesmo à luz do dia, foi perpetrado por quatro cidadãos, sendo que parte deles não estavam encapuzados, ou seja, não esconderam a cara, revelando, de alguma forma, que não queriam ser desconfiados.

Neste domingo, a polícia chamou a imprensa para confirmar o sucedido e fazer o ponto da situação das investigações.

“Primeiro, queríamos começar por confirmar a ocorrência do tipo legal de crime de rapto ocorrido ontem (sábado), no período da manhã”, começou por dizer Daniel Macuácua, do Departamento de Relações Públicas do Comando da Polícia da República de Moçambique.

Macuácua confirmou que “cerca das 9h45 da ontem, dia 21, nas esquinas entre as avenidas Vladimir Lenine e Marien Ngouabi, quatro indivíduos não identificados, encapuzados na altura, estes que se faziam transportar numa viatura de marca Toyota, modelo Rats, portando consigo duas armas de fogo, de tipo pistolas, teriam se deslocado e se introduzido numa farmácia denominada Avicena e, com recurso a estas duas armas, ameaçaram o proprietário desta mesma farmácia e o levaram para um lugar até então incerto”.

Com medidas imediatas, Daniel Macuácua diz que foram despachadas equipas multissectoriais para investigações. “Estes se encontram desdobrados a nível de todas as artérias da cidade de Maputo, com vista, primeiro, à identificação e naturalização dos autores, mas também com vista à localização da vítima”, confirma.

O porta-voz do Departamento de Relações Públicas do Comando da Polícia da República de Moçambique confirmou ainda que as autoridades policiais estão a trabalhar para resgatar a vítima. 

“O trabalho da polícia é contínuo, aliás, a primeira actividade desta polícia é a prevenção, que os ilícitos criminais tenham lugar, mas que quando estes mesmos ilícitos têm lugar e acontecem, o que acontece seguidamente é, com afinco, desencadear essa diligência no sentido de esclarecer estes factos”, disse Macuácua, acrescentando que “à semelhança disso é o caso do tipo legal de crime de rapto que teve lugar ontem, que as equipas estão todas despachadas e que trabalham visando o seu esclarecimento”.

Sabe-se que no acto do rapto não foram efectuados disparos e não houve registo de vítimas mortais ou de feridos.

Os restos mortais do Jornalista Atanásio Marcos, que morreu na noite desta sexta-feira, serão sepultados terça-feira na cidade da Beira, sua terra natal, em cumprimento do seu último desejo. A família diz que, nos últimos dias, o malogrado apresentava melhorias.

Atanásio Marcos, nascido a 6 de Agosto de 1980, na cidade da Beira, em Sofala,  iniciou a sua carreira na comunicação social como locutor e Repórter na Rádio Cidade, emissora da Beira, mas o seu sucesso começou quando em 2004, viajou para Maputo para trabalhar no Grupo Soico.

Não demorou muito para que a qualidade jornalística de Marcos se evidenciasse e se tornasse um dos rostos mais destacados da STV, facto que, inclusive, lhe rendeu um prémio. 

Entre Prémios e sucesso, Atanásio Marcos foi trilhando o seu caminho, e no seu percurso trabalhou na televisão de Moçambique, onde exerceu as funções de apresentador, Delegado provincial em Sofala, Director administrativo e Director Comercial.

Nos últimos meses, Atanásio Marcos lutava pela vida, uma luta que infelizmente chegou ao fim, a morte venceu e Atanásio Marcos deu seu último suspiro na noite de sexta-feira, 20 de Junho, a menos de dois meses de completar 45 anos de idade.

Partiu o Jornalista, apresentador,  filho, pai e esposo, quando os seus ainda tinham esperança de partilhar consigo mais momentos de alegria.

“Todos nós sabíamos que ele não estava bem, mas depois daquele esforço todo que foi feito no hospital, até chegar o dia em que os médicos decidiram que ele tivesse alta, e depois o resto seria gerido a nível doméstico, tínhamos esperança que terminasse bem. O que acontece é que tudo colheu-nos de muita surpresa”, contou Estevão Ngavanga, primo do malogrado, que descreveu Atanásio Marcos como alguém que gostava de conversar com todos, por isso “isto criou-nos muita dor”.

A dor fica mais forte quando se recordam do que ele foi em vida uma pessoa que ria com todos. “Eu acho que até os miúdos na rua, quando eles estivessem a passar, cumprimentavam a ele, porque era muito difícil vê-lo zangado. Era uma pessoa alegre, uma pessoa que ria com todos. Ele era uma pessoa que, em qualquer ambiente, sabia se estar. Gostava de brincar, gostava de dançar”, recordou Estevão Ngavanga.

Apesar da dor, a família reuniu-se e decidiu sepultá-lo na terra natal, cidade da Beira. “Este é o desejo do falecido. Então, como muitas decisões são aquelas que dependem das outras instituições, só temos o espaço no avião, em princípio, na terça-feira de manhã. Portanto, o avião chega na Beira às nove e vinte. E o que nós queríamos é, depois de chegar o corpo às nove horas na Beira, ser levado para o lugar onde haverá o velório ao nível da Beira. Então, depois disso é que podemos ir ao cemitério”, disse Estevão Ngavanga abordando a pretensão da família em relação às cerimônias fúnebres de Atanásio Marcos.

Antes da sua partida a Sofala, familiares e Amigos terão a oportunidade de despedi-lo, na sé-catedral da cidade de Maputo, na tarde de segunda-feira.

Colegas e amigos destacam personalidade de Atanásio Marcos

O PCA da TVM, Élio Jonasse, descreve Atanásio Marcos como um profissional exímio, que vai deixar um profundo vazio na emissora. Élio Jonasse lamenta a morte daquele que considera um profissional abnegado.

“Eu via nele um repórter que escrevia bem, lia com elegância e era um apresentador magistral. Portanto, era uma pessoa com características particulares. Nunca senti que qualquer que fosse o tema abordado em directo ou em reportagens fosse difícil para ele. Eu olhava para ele como um talento. E eu dizia, bom, em pouco tempo este homem está a autolapidar-se e vai se tornar um grande jornalista e também apresentador, sobretudo”, contou Élio Jonasse.

Para o PCA da TVM, Atanásio sempre se mostrou um grande profissional. “Quando ele chegou à TVM, em 2012, eu estava a sair para outra instituição. E já o via, na STV, como uma peça fundamental para a casa naquele momento e para o futuro da televisão em Moçambique, o que veio a confirmar-se”, frisou Jonasse.

Por seu turno, Francisco Mandlate, que foi recebido por Atanásio Marcos quando entrou na STV, descreve o malogrado como um dos precursores do espectáculo televisivo.

“Eu penso que ele está nesta história do jornalismo televisivo em Moçambique. É um dos melhores pivôs que o país já teve, não há sombra de dúvida. Ele é um pivô imbatível na participação de noticiários e eu acho que ele deixou a sua marca”, começou por dizer Francisco Mandlate, lamentando a morte prematura do seu colega que considera ter sido “muito cedo”, com muito ainda para dar aos novos jornalistas.

“Mas eu penso que quem quer seguir esta carreira, sem dúvida que tem Atanásio Marcos como uma referência, alguém pelo qual tem que ver a forma como ele apresentava os noticiários, como abria os telejornais, como fazia os pivôs, a leitura dos pivôs, das peças. É algo para se inspirar, é algo para ver, é algo para aprender”, confirma Mandlate. 

E como dizia o Jornalista, de acordo com Francisco Mandlate, “vão-se os dedos, mas ficam os anéis. E de facto ficaram os anéis de Atanasio Marcos para a televisão moçambicana”.

Daniel Chapo homenageia Atanásio Marcos

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem de condolências pela morte de Atanásio Marcos, jornalista da Televisão de Moçambique (TVM), que iniciou a carreira de televisão na STV, vítima de doença.

“Queria aproveitar esta ocasião que estamos aqui com os nossos amigos da comunicação social, para endereçar as nossas e mais sentidas condolências a família do jornalista Atanásio Marcos, que infelizmente perdeu a vida, as nossas mais sentidas condolências a Televisão de Moçambique (TVM), perdemos um grande jornalista e apresentador de televisão, um grande patriota”, disse.

Por outro lado, o Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou igualmente a mensagem de condolências a toda a comunicação social em Moçambique, desde jornalistas, apresentadores e todos que  fazem parte da comunicação social.

“É um jornalista jovem, singrou na vida, um patriota que apresentava o telejornal com paixão e sobretudo porque é de uma geração jovem”, disse.

Chapo, fez saber que na comunicação social existem várias gerações, citando o exemplo das gerações dos falecidos jornalistas, casos de Simeão Ponguane e Emílio Manhique, da Televisão de Moçambique e Rádio Moçambique, respectivamente.

Em Manica, está interrompida a circulação de todo tipo de viaturas, incluindo motorizadas, na ponte sobre o rio Revuè, na estrada nacional número 260. A medida visa garantir a reparação da ponte metálica, cuja parte da estrutura ficou danificada na sequência de um acidente de viação. 

Com a interrupção da circulação, Chimoio fica isolado dos distritos de Sussundenga, Mossurize e Machaze, através da Estrada Nacional 260.

A Administração Nacional de Estradas (ANE) em Manica avançou que há uma alternativa para se entrar em Sussundenga que passa por usar a via Chithausse. Dessa via, percorre-se 280 quilómetros, ao invés dos 40 que normalmente se fazem de Chimoio a Sussundenga.

Transportadores e outros utentes que frequentemente fazem o percurso de e para Sussundenga dizem que a interrupção da via complicará as suas contas, uma vez que percorrer 280 quilómetros irá acarretar custos.

O Presidente da República, Daniel  Chapo, exaltou neste Sábado, em Xinavane, distrito da Manhiça,  província de Maputo, o papel transformador do golfe e do desporto  na promoção da coesão social, diplomacia económica e valorização  da marca Moçambique. 

Foi durante a Edição Especial do Presidential Golf Day 2025, uma das  actividades centrais que antecedem as comemorações dos 50 anos  da Independência Nacional, a assinalar-se a 25 de Junho. O evento decorreu num ambiente festivo e multicultural, marcado  pela presença de delegações empresariais e desportivas de países  como Angola, África do Sul, Eswatini e Namíbia. 

Chapo  agradeceu aos participantes estrangeiros, sublinhando que a sua  presença “é um sinal inequívoco de que o nosso continente está vivo, confiante e determinado a construir juntos um futuro de prosperidade  partilhada e, sobretudo, inclusivo”. 

Dirigindo-se aos convidados, o Presidente moçambicano destacou  que a data “transcende a mera celebração desportiva. É um marco  simbólico que tece a história de um povo resiliente, a energia de uma  nação em crescimento e a visão de um futuro promissor para todos os  moçambicanos, do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico”.  

Segundo disse, a realização do torneio representa o espírito de  avanço nacional e reflecte o compromisso com a dignidade e  elevação que os 50 anos da independência merecem. 

O estadista reforçou ainda que o golfe, para além de estar em  crescimento, carrega valores que se alinham com os fundamentos da  soberania moçambicana. A Edição Especial do Presidential Golf Day tem como objectivo não  apenas promover o turismo de golfe, mas também criar uma  plataforma de diálogo e negócios, atrair investimentos e reforçar a  diplomacia económica. 

O Chefe do Estado sublinhou que o evento tem impacto directo em  causas sociais prioritárias, particularmente nas áreas da educação,  saúde comunitária e inclusão. “O verdadeiro progresso inclusivo que  pretendemos não abre espaço para tipo de discriminação, seja de  credo, raça, ideologia política, género, estrato social ou faixa etária”,  vincou. 

Durante o seu discurso, o Presidente da República prestou uma  homenagem especial ao presidente da Associação Moçambicana de  Golfe, destacando-o como um dos principais promotores do turismo  de golfe em Moçambique. 

O Chefe do Estado afirmou ainda que “quando se junta o desporto, a  cultura e o turismo fica uma grande festa”, e incentivou a  continuação do investimento no turismo de golfe para elevar o nome  de Moçambique no cenário internacional. 

“Hoje, o golfe tem sotaque moçambicano”, afirmou, antes de  declarar oficialmente aberta a Edição Especial do Presidential Golf  Day 2025. “O futuro joga-se com visão, ganha-se com união e  enfrenta-se com coragem. E hoje, também com um taco na mão e  Moçambique no coração, faço a minha parte como moçambicano  orgulhoso das minhas raízes”, concluiu.

Cerca de trezentos atletas de sete países participam, desde sexta-feira, na Katembe, no Open de Xadrez BCI, prova que tem como objectivo a promoção de novos talentos e massificação do desporto no país. 

Estimular o pensamento estratégico, desenvolver a visão combinatória nos estudantes e alunos e projectar novos talentos e futuros campeões são alguns dos objectivos do Open de Xadrez BCI, evento que junta atletas e alunos de Moçambique, África do Sul, Malawi, Eswatine, Índia e Portugal.

Os  mais novos, com os olhos fixos nos tabuleiros, ganham maior concentração e aumento da autoconfiança, durante as jornadas que compõem o calendário desta competição. Afinal, estão perante uma modalidade que estimula o desenvolvimento de habilidades.

Preparar competições internacionais e manter a sua hegemonia em provas internas está no plano dos mestres, com bastante experiência.

O certame termina este domingo, dia em que serão consagrados os grandes vencedores.

Houve mais um rapto, neste sábado, na Cidade de Maputo. A vítima, raptada dentro do seu próprio estabelecimento,  é proprietário de uma farmácia.

Era um sábado como outro qualquer até os raptores entrarem em acção. Uma vez mais, a capital do país foi palco dos malfeitores.  

A polícia, que esteve no local horas depois do crime, confirma o facto e promete mais desenvolvimentos sobre o assunto este domingo.

Começou a compensação de camponeses afectados pela exploração de grafite de Balama. O processo deverá terminar no próximo dia 30 de Junho e está avaliado em cerca de um milhão e quinhentos mil dólares norte-americanos.

A TWWIG Exploration and Mining Limitada, a empresa que explora grafite de Balama já começou com a compensação dos camponeses que, há quase dez anos, reclamam justa indemnização pelas terras ocupadas pelo projecto.

O processo de compensação dos camponeses afectados pela exploração de grafite de Balama foi oficialmente aberta pelo administrador do distrito.

Os primeiros cinco camponeses compensados pelas terras ocupadas pela TWWIG Exploration  and Mining Exploration Limitada sentem-se felizes com o início da compensação e até já tem planos com o dinheiro que receberam.

A reivindicação dos camponeses começou em 2014, pouco depois de ter terminado a indemnização do primeiro grupo afectado pelo projecto de exploração de grafite de Balama.

Além de compensado de camponeses, a TWWIG Exploration and Mining tem um conflito com alguns trabalhadores, que supostamente foram expulsos da empresa  sem a devida indemnização apenas por terem feito uma greve para reivindicar aumento de  salários e o fim da descriminação da mão de obra no local. 

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