Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Quinze pessoas estão detidas, em Maputo, por suspeita de envolvimento no desaparecimento de uma mala com 20 quilos de cocaína no Aeroporto Internacional de Maputo. Sem fornecer detalhes, a Procuradora-Chefe da Cidade de Maputo, Natércia Dias, confirmou o desaparecimento da mala contendo  a droga, encontrada na posse de uma cidadã brasileira.

A história começa no passado dia 27 de Agosto, quando uma cidadã de nacionalidade brasileira desembarcou no Aeroporto de Maputo, transportando 20 Kg de cocaína. A mulher conhecida no mundo do narcotráfico como   “Mula” foi imediatamente detida, graças a um alerta emitido pela Interpol às autoridades moçambicanas. No entanto, a mala com a droga nunca foi encontrada, desapareceu no próprio aeroporto. 

 Algumas semanas depois, as autoridades confirmaram a detenção de 15 pessoas envolvidas no caso, incluindo agentes da Polícia da República de Moçambique, trabalhadores da MAHS, responsáveis pela gestão do aeroporto.

De acordo com as autoridades, após sair do aeroporto, a mala foi levada ao bairro de Inhagoia, próximo a base aérea de Mavalane, onde os traficantes aguardavam. 

Estudo apresentado, nesta quinta-feira, em Nampula, aponta  a fragilidade insticional de Estado na criação de condições as populações como uma das principais causas do terrorismo em Cabo Delagado.

A Academia Militar Marechal Samora Machel acolheu, esta quinta-feira, o primeiro congresso académico, no qual foram apresentados três estudos, sendo um deles sobre a análise das acções terroristas em Cabo Delgado, no período de 2017 a 2024-. 

O estudo apresentado por Rui Assinde aponta que a fragilidade do Estado na criação de condições para as populações residentes em Cabo Delgado é uma das causas do terrorismo, não ignorando, contudo, factores étnicos e geográficos.

O estudo conclui  ainda que os terroristas usam táticas disfarçadas pautando por acções subversivas, onde há uso de crianças soldados e de civis, que servem de Escudo Humano.

Ainda durante o congresso académico da Academia Marechal Samora Machel, foi apresentado o tema relacionado ao processo de sercuritização do terrorismo em Cabo Delgado e suas implicações na cooperação militar entre Moçambique e Ruanda. 

Neste tema, o académico Cadria Abudo considera que esta cooperação tem um problema em termos de assimetrias no que tange ao orçamento alocado a força Ruandesa e as FDS o que também acaba comprometendo a imagem de Moçambique  com outros países da região.

O primeiro congresso académico da Academia Marechal Samora Machel tem duração de um dia.

O país conta com um novo Comandante da Missão de Assistência Militar da União Europeia em Moçambique (EUMAM-Moz). Trata-se do Comodoro, César Pires Correia, que substitui Luís Barroso. O novo comandante prometeu continuar a capacitação das FADM, para manterem uma “posição firme no combate” ao terrorismo em Cabo Delgado.

“É minha intenção dar continuidade ao trabalho do meu antecessor sob orientação de Bruxelas em estreita ligação com a República de Moçambique”, disse o novo comandante, citado pela Agência de Informação de Moçambique (AIM).

César Pires Correia garantiu que a EUMAM-Moz continuará a sua missão de apoio às Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) no desenvolvimento e as forças de capacidade que melhoram a sustentabilidade para que possam operar especialmente na região de Cabo Delgado.

O novo comandante da EUMAM-Moz já esteve em outras missões, tendo prestado serviços à NATO, organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), uma Aliança Militar Intergovernamental criada pelo Tratado Norte, também conhecido por tratado de Washington.

Já, o ex-comandante da EUMAM -Moz, Luís Barroso,  referiu que, durante a sua missão, foram treinadas 11 equipas de reacção rápida das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.

EUMAM-MOZ treinou cerca de 1700 militares, e em estreita colaboração com as FADM foram implementados 15 programas envolvendo mais de 500 militares moçambicanos de diversas  áreas.

Das áreas em alusão constam logística, monitoria, liderança,  assessoria jurídica, assessoria de género e cooperação civil-militar.

Fez saber igualmente que a EUMAM-Moz certificou mais de 100 formadores moçambicanos, reforço de combate ao terrorismo das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.

Acrescentou que a situação de Cabo Delgado é complexa, mas a missão militar da União Europeia tem estado a dar apoio logístico às FADM para que sejam autónomas.

O juiz Luiz Fux votou pela absolvição de todos os crimes imputados ao ex-presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, depois de já ter pedido a “anulação do processo por incompetência absoluta” da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

O terceiro de cinco juízes do coletivo da Primeira Câmara do STF, declarou, na quarta-feira, o seu voto pela absolvição de Bolsonaro, pelos crimes de organização criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração do património tombado.

“Ao contrário do que sustenta a acusação, Bolsonaro não tinha dever algum de desmobilizar essas manifestações. Pelo contrário, caso tivesse feito, utilizando o aparato do poder público estaria violando um direito fundamental da Constituição”, disse o juiz, que sustenta o seu voto há mais de 10 horas.

Já foi localizado o corpo da mulher grávida que tinha sido dada como desaparecida no acidente de viação da Moamba, na Província de Maputo. Enquanto isso, a seguradora do camião que causou o acidente afirma terem sido confirmadas 11 mortes.

Maria, mulher grávida de sete meses, que estava desaparecida depois do acidente da manhã de segunda-feira, em Moamba, acabou por ser encontrada nesta quarta-feira, mas já sem vida. O seu corpo estava na morgue do Hospital Provincial da Matola.

“O nome da minha sobrinha não constava nem da lista do hospital, nem da esquadra. Só fomos descobrir que o nome constava da lista da seguradora, e isso nos deixou muito preocupados. Quando voltámos da Moamba para o Hospital Provincial da Matola foi quando localizamos o corpo depois de tantos transtornos porque havíamos deixado uma foto”, conta Filipe Nhanombe, tio da vítima.

Já Arsénio, marido da vítima, vive uma dor dupla, da perda de sua companheira e daquele que seria o primeiro filho do casal. Diz que a dificuldade em localizar o corpo só piorou tudo.

“Só digo graças a Deus por ter encontrado pelo menos o corpo dela e, neste exacto momento, é só tristeza, porque perdi as duas pessoas que poderiam dar-me mais alegria e eu também poderia oferecer muito”, anota.

A seguradora garante que há trabalhos em curso para garantir a assistência da família.

“A seguradora fez-se ao local ontem para poder apurar o número e todas as questões relativas ao acidente, assim como os preparativos para dar o apoio. Esse apoio será feito e acreditamos que será continuado, mas a seguradora veio já preparada hoje (quarta-feira) para prestar apoio às famílias que estão sem condições”, explicou Henrique Langa, representante da seguradora.

A seguradora revela que, de acordo com os dados apurados pela instituição, são no total 11 mortes confirmadas até ao momento, contrariando o número tornado público pelas autoridades, que indicava nove.

Das seis vítimas levadas ao Hospital Central de Maputo apenas uma continua sob cuidados intensivos.

“Destas seis vítimas quatro ainda estão sobre observação, duas já tiveram alta. Um deles está muito grave, está nos cuidados intensivos é um jovem de 24 anos, mas segundo o relato do médico o paciente tem alguma chance, mas teve um traumatismo crânio encefálico gravíssimo” disse Maria Sitoe,  chefe do Banco de Socorros do HCM.

A responsável pelas urgências da maior unidade sanitária do país assegura que tudo está a ser feito para a recuperação dos feridos ainda internados.

O Conselho Municipal de Maxixe assegura que até ao final deste ano será conhecida a empresa responsável pela execução das obras de requalificação da Marginal, cujo arranque está previsto para o primeiro trimestre de 2026. 

O projecto, considerado estruturante para o futuro urbano e turístico da cidade, implica também um desafio social: mais de 60 famílias que vivem actualmente na área de intervenção terão de ser reassentadas para abrir caminho às novas infra-estruturas.

Embora ainda não tenha avançado prazos para a remoção das famílias, o edil da Maxixe, Issufo Francisco, garantiu que os trabalhos de requalificação da marginal vão mesmo arrancar em breve, sublinhando que o processo está praticamente concluído no que diz respeito às fases preparatórias.

“Eu não queria comentar nada sobre a questão de reassentamento, sobre o projecto da marginal. O que é verdade é que a marginal vai avançar. Vai avançar no primeiro trimestre do próximo ano. E o concurso provavelmente vai ser lançado dentro dos próximos meses”, afirmou o edil, em declarações aos jornalistas.

A requalificação da marginal é considerada prioritária para a cidade da Maxixe, não só porque irá transformar a frente marítima num espaço mais ordenado e atractivo para residentes e visitantes, mas também porque representa um investimento estratégico no turismo e no comércio local. 

A marginal é, actualmente, uma das áreas mais movimentadas da cidade, servindo de ligação entre o transporte marítimo que conecta a Maxixe à cidade de Inhambane e várias actividades económicas ligadas à pesca, ao pequeno comércio e ao turismo.

O projecto vai exigir o reassentamento de mais de 60 famílias exigirá, à semelhança de outros processos semelhantes já registados em cidades moçambicanas, negociações cuidadosas, compensações adequadas e garantias de que os moradores não ficam em situação de vulnerabilidade após a remoção. 

Experiências anteriores no país mostram que processos de reassentamento mal geridos podem resultar em conflitos, atrasos nas obras e impactos negativos na vida dos reassentados.

Com a perspectiva de arranque das obras da marginal e a inauguração de novos sistemas de abastecimento, a edilidade da Maxixe procura mostrar que a modernização da cidade pode andar de mãos dadas com a melhoria da qualidade de vida da população. 

Contudo, os próximos meses serão decisivos: de um lado, o processo de selecção da empresa responsável pela obra e, do outro, a necessidade de encontrar soluções justas e rápidas para as mais de 60 famílias que terão de deixar as suas casas para dar lugar ao futuro da marginal da Maxixe.

BARRANE PASSA A TER MAIS ÁGUA

O governante falava no bairro Barrane, nos arredores da cidade, momentos após ter inaugurado um sistema de abastecimento de água potável que passa a servir mais de 300 famílias daquela comunidade.

Segundo explicou, a entrega de infraestruturas de água integra uma estratégia mais ampla da edilidade para expandir a rede de abastecimento e reduzir o número de famílias que ainda dependem de fontes precárias, muitas delas insalubres e inseguras para o consumo humano.

Issufo Francisco destacou que a cidade da Maxixe já regista uma cobertura de 87% no fornecimento de água potável, mas reconheceu que ainda há muito trabalho por fazer para garantir que o acesso chegue a todos os bairros. 

“Este ano, vamos ainda inaugurar mais quatro sistemas de abastecimento de água. Um em Ruja, outro em Gubo, em Tingatinga e também em Dambu. Portanto, todos são sistemas de abastecimento de água para as nossas comunidades. E, neste momento, estamos numa cobertura de 87% de provimento de água potável ao nível do nosso município”, afirmou.

Apesar dos avanços, muitas famílias ainda enfrentam dificuldades no acesso à água potável, recorrendo a poços abertos manualmente ou a fontes improvisadas, cuja qualidade não oferece garantias de segurança sanitária. A realidade é particularmente crítica nas zonas periféricas, onde a expansão da rede ainda não chegou.

O duplo anúncio do edil — a requalificação da marginal e a expansão do abastecimento de água — revela dois dos principais desafios urbanos que a Maxixe enfrenta: modernizar a infraestrutura urbana, conciliando-a com as necessidades sociais das famílias que serão reassentadas, e ampliar os serviços básicos de água e saneamento para toda a população.

Ao mesmo tempo, o reforço da rede de abastecimento de água está alinhado com as metas do governo central de expandir progressivamente o acesso a este serviço essencial em todo o território nacional, reduzindo desigualdades entre zonas urbanas e rurais. Para o edil da Maxixe, os números demonstram progresso, mas também a urgência de não deixar comunidades para trás.

“Estamos conscientes de que ainda há famílias a depender de fontes precárias. É uma preocupação que não ignoramos e estamos a trabalhar para mudar esse cenário”, frisou Issufo Francisco.

O julgamento do antigo Juiz-Presidente do Tribunal Judicial da Maxixe começou, esta terça-feira, em Inhambane, marcando o desfecho de uma investigação que se arrasta desde outubro de 2019. O magistrado Alexandre José Njovo está a responder por acusações graves: desvio de mais de 3,2 milhões de meticais dos cofres do tribunal, apropriação ilícita com o escrivão Francisco Cumbane, destruição de documentos e abuso de poder.

Segundo o despacho de acusação do Ministério Público, o esquema começou com a emissão de cheques das contas de depósitos obrigatórios — destinados a cobrir emolumentos, cauções ou pensões alimentícias — em favor do escrivão. Os valores eram depois repartidos entre os dois. Os levantamentos ocorreram de forma sistemática entre fevereiro e junho de 2018: 303 mil meticais em uma única operação, seguidos por 354 mil, 100 mil, 291 mil, 81 mil, 155 mil e 66 mil meticais. Num período de seis meses, totalizaram-se mais de 1,25 milhão de meticais, num esquema que se prolongou até o montante global de 3,2 milhões.

Auditoria revela desfalque milionário no Tribunal da Maxixe

Uma auditoria interna realizada ao Tribunal Judicial da Cidade da Maxixe expôs um esquema de desvio de fundos liderado pelo então juiz-presidente, Alexandre Njovo, que em conluio com o escrivão de direito, Francisco Cumbane, terá se apropriado de mais de 3.2 milhões de meticais dos cofres daquela instituição.

O magistrado utilizou as contas de depósitos obrigatórios do tribunal para autorizar levantamentos fraudulentos. Os cheques eram emitidos em nome do escrivão e, logo a seguir, os valores eram repartidos entre ambos.

Os registos bancários revelam a forma meticulosa com que o esquema foi executado. Entre os saques identificados destaque vai para o da data de 25 de fevereiro de 2017, quando a dupla levantou de uma só vez 303 mil meticais. Pouco mais de um mês depois, em 3 de abril, novo cheque foi passado a favor de Cumbane, desta vez no valor de 354 mil meticais.

A atuação repetia-se quase como um relógio. Em 16 de maio, mais 100 mil meticais saíram ilegalmente da conta do tribunal. Já a 4 de junho, o juiz e o escrivão voltaram a agir, apoderando-se de 291 mil meticais. Quatro dias mais tarde, a 8 de junho, o magistrado emitiu outro cheque em conluio com o seu colaborador, movimentando 81 mil meticais.

A ofensiva continuou no mesmo mês. Nos dias 21 e 29 de junho, novos levantamentos foram feitos, no valor de 155 mil e 66 mil meticais, respectivamente.

Os dados mostram que, em apenas seis meses de manipulação das contas do tribunal, Alexandre Njovo e Francisco Cumbane conseguiram retirar indevidamente cerca de 1,25 milhão de meticais, apenas numa primeira fase do esquema.

As conclusões da auditoria apontam que o magistrado não só violou os princípios de transparência e probidade exigidos a um servidor da justiça, como também comprometeu a credibilidade da própria instituição judicial que dirigia. 

A tentativa de ocultar os rastros envolveu a destruição deliberada dos canhotos dos cheques, além de manipulação de documentos e preparação de justificativos falsos junto a terceiros, eliminando os principais registos que poderiam comprovar a movimentação irregular dos valores.

O antigo juiz, agora a responder em tribunal, é acusado da prática continuada de um crime peculato, tipificado no artigo 340.º do Código Penal, prevê pena de 1 a 8 anos de prisão para funcionários que se apropriam de bens públicos ou que lhes foram confiados. Como o valor desviado é elevado, a pena aplicável tende para o limite superior da escala. Um crime de abuso de cargo ou função que configura-se quando um servidor público usa o seu cargo para fins pessoais. Embora o Código não estabeleça penalidades específicas nesse artigo, a conjugação com peculato agrava a situação da responsabilidade criminal. E ainda um crime de furto e destruição de processos, livros de registo e documentos oficiais, mencionado no artigo 424.º do Código Penal, impõe pena de prisão maior de 2 a 8 anos e multa de até um ano para quem subtrai, destrói ou desvia processos ou livros de registo.

Além disso, o código prevê que, em casos de concurso de crimes — como os que envolvem peculato, abuso de cargo e destruição de documentos — as penas podem ser cumulativas, dentro dos limites do artigo 124.º.

Expulso do cargo em outubro de 2019 pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial, Njovo foi também alvo de procedimento disciplinar que encaminhou o caso ao Ministério Público. Agora, em tribunal, poderá enfrentar penas pesadas, além da obrigação de ressarcir o Estado pelos prejuízos. A atenção pública está voltada para o desfecho deste julgamento, que promete ser rigoroso.

O Município de Quelimane tem disponível 150 mil dólares, para o financiamento de projectos juvenis para resposta aos efeitos das mudanças climáticas. O fundo foi disponibilizado à Bloomberg Philanthropie, uma agência dos Estados Unidos que coopera com a autarquia de Quelimane. 

Os 150 mil dólares para financiar as iniciativas juvenis na área de mudanças climáticas já foram distribuídos às associações e decorre a fase de implementação. Pelo menos 26 associações trabalham para repor mangás, pintura de murais educativos, educação ambiental, colocação de luzes com base em painéis solares nos bairros. 

Na primeira fase foi em  2024, com a disponibilização de um orçamento no valor de 50 mil dólares, e, agora, decorre a segunda fase. 

Ao nível de Quelimane já há murais educativos, feitos com base naqueles investimentos, como por exemplo o que pode ser visto ao longo da avenida da marginal. 

Três indivíduos, supostamente perigosos, foram detidos pela Polícia da República de Moçambique (PRM), indiciados por envolvimento em assaltos na via pública e roubo em residências, com recurso a armas de fogo. Um dos detidos é um cadastrado, que fugiu da penitenciária provincial de Tete, em Junho deste ano. 

O grupo actuava preferencialmente na via pública e tinha como alvos agentes de carteira móvel. Os acusados foram detidos há dias, depois de terem assaltado um agente de carteira Móvel, com recurso a uma pistola, e apoderarem-se de 180 mil meticais. 

Um dos integrantes é um  cadastrado perigoso, que fugiu da cadeia onde estava a cumprir uma pena  máxima de oito anos. O indivíduo é tambem acusado de uso ilegal de armas de fogo.

Outro acusado nega fazer parte do grupo e alega ser comerciante. Entretanto, admite conhecer um dos integrantes com quem está detido.

A Polícia conseguiu recuperar parte do dinheiro roubado e refere que a arma usada no assalto é ilegal. No entanto, diz estar a trabalhar para identificar a proveniência da mesma e neutralizar o quarto integrante, que está foragido.

Além do dinheiro  roubado, a Polícia também conseguiu recuperar três motorizadas que eram usadas pelo grupo para o transporte de diversos bens durante os assaltos

+ LIDAS

Siga nos