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O País – A verdade como notícia

O ministro da Saúde reuniu-se, esta sexta-feira, com os médicos para discutir as preocupações da classe. E, apesar de reconhecer dificuldades, Ussene Isse pediu que não se descarte esforços para oferecer os melhores serviços ao povo. 

No encontro cujo objectivo era a partilha de experiências, desafios e prioridades do sector da Saúde, o ministro de saúde, Ussene Isse, disse que o MISAU vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance para melhorar a oferta dos serviços ao povo.

O ministro  referiu ainda que haverá uma separação entre o Serviço Nacional da Saúde e o Sistema Nacional da Saúde, o que vai trazer diferenças no país e minimizar os diversos problemas levantados pelos médicos durante o encontro.

Entre as preocupações levantadas pelos médicos, destaca-se a falta de condições adequadas, sobretudo  equipamentos imprescindíveis, o que para eles limita as suas capacidades e a qualidade no trabalho.

Virgínia Albino, Psicóloga do Hospital Central de Quelimane, disse que a falta de condições de trabalho adoece os médicos e se reflete na fragilização do Sistema Nacional de Saúde.

A falta de emprego para os formados na área, os salários baixos, a falta de subsídios e a impunidade em casos de infrações, foram também pontos levantados na reunião que segundo o ministro poderá ser realizada mais vezes.

Os governos de Mapai, Chigubo e Mabalane, na província de Gaza, debatem saídas face ao problema que afecta 12 mil pessoas. A governadora de Gaza defende o reforço da segurança e a retirada das populações das áreas críticas.

Os líderes comunitários de Mabalane, Chigubo e Mapai descrevem um ambiente tenso nos últimos três meses e dizem que a movimentação dos paquidermes fez soar o alarme, além de extensas áreas de produção devastadas nas aldeias de Gerez, Madliwa, Hoxane.

“Passamos fome por conta disto, mas vivíamos bem e na base da produção. Os elefantes invadiram e devastaram toda a colheita em duas comunidades, Madliwa, Hoxane. Pedimos clareza na delimitação dos parques”, considerou o  líder comunitário André Chaúque.

A situação está a preocupar os governos dos três distritos, que apontam a crescente frequência dos ataques de elefantes, em zonas baixas e próximas de cursos de água, áreas que também são seu habitat natural.

“Para o caso de Mabalane, temos cerca de dois ou três casos no tribunal que até agora não temos o desfecho. São as famílias que meteram queixa contra o Parque Nacional do Limpopo, por causa de conflitos, devastação de animais”, considerou o representante de Mabalane, Mauro Sumbane.

Por seu turno, a administradora de Mapai, Maria Helena, avançou que “eu acredito que, se os nossos parques estivessem bem delimitados, os animais não passariam para as zonas de produção agrícola, mas nós também estamos toda a hora a ser agredidos pela população, dentro da sua razão. Acho que há algo que tem de ser revisto”, apelou.

Já o administrador de Chigubo, Almeida Guelume, defende ser urgente reforçar o efectivo na garantia da fiscalização.

“Também queríamos pedir para não sermos reactivos, mas sermos produtivos, a questão do aumento dos fiscais nos nossos parques, porque sentimos que o número dos fiscais que estão nos parques é reduzido para responder à actual demanda da circulação da nossa população.”

Durante um encontro em Xai-Xai, foram apontadas saídas para amenizar o sofrimento das comunidades próximas das áreas de conservação naqueles distritos.

“Se tivermos um sistema de aviso prévio, um sistema baseado em telefones celulares, baseado nas nossas rádios comunitárias, vai permitir que as comunidades tenham comunicação sobre a movimentação desses animais nas suas zonas de produção, (…) semear, ao mesmo tempo vai facilitar que o parque tenha zonas críticas para o controlo”, defendeu Mauro Sumbane.

Como resposta, a governadora de Gaza, Margarida Mapandzene, adiantou que estão a ser equacionadas soluções a nível central para mitigar o problema e garantir a segurança da população, sem comprometer a sua sobrevivência.

“São vidas humanas que, às vezes, perdemos por conta desses animais. Então, essa preocupação é grande, mas a solução definitiva seria a vedação deste parque e a retirada também da população que vive dentro dos parques que até agora estão a mobilizar recursos. Temos acções em curso em termos de construção de casas, mas que ainda não são suficientes. Estamos à espera de melhores momentos ou melhores acções que possam, de facto, tirar-nos dessa situação que nós temos”, concluiu.

Nas zonas-tampão que rodeiam os parques, vivem mais de 500 mil pessoas em 504 comunidades em todo o país.

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) estima que cerca de 2900 pessoas tenham abandonado as suas casas devido a uma nova série de ataques terroristas ocorridos nos distritos de Muidumbe e Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado, desde o final de Agosto.

Segundo um relatório da agência das Nações Unidas, consultado hoje pela Lusa, entre 25 de Agosto e 9 de Setembro, a intensificação da violência e o medo crescente provocados por Grupos Armados Não Estatais levaram à fuga de aproximadamente 796 famílias. Deste total, 2.158 pessoas (611 famílias) deslocaram-se dentro do distrito de Muidumbe entre 25 de Agosto e 8 de Setembro, enquanto 766 pessoas (185 famílias) saíram de Mocímboa da Praia ou se movimentaram dentro do distrito para Mueda entre 7 e 8 de Setembro.

A OIM indica ainda que continua a acompanhar em tempo real os movimentos da população, para apoiar o planeamento humanitário e garantir respostas baseadas em dados concretos.

Esta nova vaga de violência surge após os ataques registados no final de Julho, que provocaram mais de 57 mil deslocados no distrito de Chiúre. Desde então, a província tem enfrentado um aumento de incursões armadas, com incidentes reportados em Chiúre, Muidumbe, Quissanga, Ancuabe, Meluco e, mais recentemente, em Mocímboa da Praia.

No último dia 6 de Setembro, pelo menos seis pessoas foram mortas e várias machambas foram saqueadas durante um ataque em Muidumbe. Já no domingo, um outro ataque em Mocímboa da Praia resultou em quatro mortes.

O Governo moçambicano lamentou os episódios de violência e garantiu que as Forças de Defesa e Segurança permanecem activas na região, com operações coordenadas pelos ministros da Defesa e do Interior. 

Mais de três mil vendedores do mercado Limpopo, em Xai-Xai, decidiram, esta quinta-feira, paralisar as actividades, como forma de exigir a revisão dos contratos em vigor, provisão de água e suspensão da cobrança do cumulativo de taxas em dívida  nos  últimos 9 meses. O município recusa-se a suspender as cobranças, e diz tratar-se de um grupo de vendedores que quer boicotar o processo.

A manhã e tarde de quinta-feira foram de agitação no maior mercado da província de Gaza.  Os vendedores do Mercado Limpopo, em Xai-Xai, decidiram paralisar o comércio,  como forma pressionar a edilidade a suspender o processo de cobrança de taxas, alegadamente acumuladas há 9 meses.

“Como havia manifestações, podíamos começar por Junho, para pagar as mensalidades do mercado. Nós decidimos paralisar e procurar os chefes do mercado”, disse um dos vendedores do Mercado Limpopo.

Os vendedores dizem não estar contra as cobranças, mas contestam a modalidade de liquidação imposta pelas autoridades municipais.

“Estávamos  a ser obrigados a pagar recibos do ano passado. Enquanto antes, quando havia reuniões aqui (…), combinamos que pagaríamos a partir de Junho para  frente”, reclamou outro vendedor.

O descontentamento do grupo vai mais além, pois reclamam da falta de água e de casas de banho. “Há dois anos, se não três anos, não temos água, não temos torneira, nem casa de banho (…) O contrato é de 300 meticais por cada banca. A população que está lá fora deve entrar aqui dentro. Sem isso, não vamos pagar, porque não vamos conseguir” exigiram.

Em reação, o Município de Xai-Xai disse tratar-se de uma  acção   protagonizada por um grupo de vendedores movidos por agendas pouco claras.

“As informações que temos, um grupo só de três pessoas é que está a criar esta agitação generalizada. Nós queremos repetir que existem aqui alguns vendedores,  neste trabalho que fizemos no primeiro bloco, que estão a pagar as taxas na totalidade. Um grupo reduzido lá é que iniciou com esta insinuação.  Agora, é normal que não se tenha o valor a se pagar imediatamente, na totalidade de Janeiro a esta parte”, explicou, o Porta-voz do Município de Xai-Xai, Dias Nhampossa.

Nhampossa avança que, neste momento, decorre a actualização de dados, mas avisa que a regularização dos meses em dívida é inevitável.

“Não houve nenhuma combinação. Deixamos claro logo no início da nossa abordagem. Abdicou-se dos pagamentos, das cobranças das taxas no mercado de Limpopo, estou a falar do mês de Outubro, Novembro e Dezembro (…) As cobranças iniciam de Janeiro a este mês de Setembro”. 

Como forma reduzir a tensão instalada no mercado Limpopo, segue activa uma comissão interna que vai fazer o levantamento das inquietações dos mais de três mil vendedores, para o encontro agendado para próxima sexta-feira.

Moçambique promove turismo de natureza na Feira Internacional do turismo no Zimbabwe 

Moçambique participa na maior feira Internacional do turismo no Zimbabwe, através do Instituto nacional do turismo, administração nacional das áreas de conservação (ANAC) e províncias de Manica e Sofala, o nosso país quer promover o turismo baseado na natureza para atrair investidores.

A maior feira internacional do turismo que decorre no Zimbabwe, concretamente em Mutare designa-se por Sanganai. É aqui onde o nosso país, estão a promover turismo baseado na natureza, atrair investidores e estabelecer parcerias estratégicas que contribuam para áreas de conservação e desenvolvimento do país. Nesta tenda, o presidente Zimbabweano fez abertura oficial. 

A feira internacional de sanganai é a principal feira anual do turismo do Zimbabwe, e é uma plataforma importante para apresentar as ofertas turísticas mais atrativas de África.

Dos que participam neste evento destacam-se investidores e jornalistas de diversos cantos do mundo, tal é o caso de EUA, Reino Unido, China, Austrália e toda a África.

 

Inhambane é muitas vezes descrita como terra de boa gente e de trabalho árduo, referência turística e cultural de Moçambique. Mas por trás dessa imagem de hospitalidade e de desenvolvimento esconde-se uma dura realidade: a província tem uma das mais elevadas taxas de suicídio do país.

Em apenas dez anos, mais de 800 pessoas colocaram termo à própria vida, deixando famílias desfeitas e comunidades inteiras mergulhadas num silêncio doloroso.Só nos primeiros seis meses deste ano, já foram registados oficialmente 16 casos de suicídio, um número que acende o alerta das autoridades e de várias organizações sociais.

Homens jovens e adultos continuam a liderar a lista das vítimas, e os distritos de Massinga, Inharrime e Jangamo surgem entre os mais críticos. Problemas financeiros, desilusões passionais, abandono familiar e até fatores ligados a crenças culturais estão entre as principais razões apontadas para justificar este fenómeno.

Na linha da frente desta luta está Bendita Lopes, Secretária de Estado na província de Inhambane, que em entrevista ao “O Pais” detalhou a dimensão do problema e as medidas em curso para tentar inverter este cenário alarmante.Segundo a governante, só no primeiro trimestre deste ano, depois de várias campanhas de sensibilização, palestras comunitárias e vigilância reforçada, ainda assim nove pessoas, na sua maioria jovens, perderam a vida por suicídio. “Esses nove casos foram oficialmente registados nos nossos serviços de saúde, principalmente nos distritos de Massinga, Funhalouro e Govuro. Mas sabemos que há outros casos que não entram de imediato nas estatísticas. Por isso, estamos a trabalhar na criação de um banco de dados mais robusto e atualizado, que reflita a real dimensão do problema na província”, explicou Bendita Lopes defende que o combate ao suicídio exige ciência, organização e proximidade às comunidades.

“Estamos a apostar em estudos científicos realizados pelas nossas universidades e centros de pesquisa. Esses estudos são fundamentais porque nos permitem compreender as motivações reais das pessoas e, a partir daí, elaborar planos de ação que se ajustem às especificidades locais.

Cada distrito tem as suas próprias causas e dinâmicas, e precisamos de respostas adaptadas”, disse. Entre os factores identificados, a Secretária de Estado destaca ciúmes passionais, muitas vezes descontrolados, que transformam relações em cenários de posse e conflito; jogos de azar, como a popular aplicação aviador, que leva jovens a perderem dinheiro e esperança; e ainda situações de feitiçaria e abandono familiar.

“Temos registado adultos e idosos que se suicidam porque sentem-se rejeitados pelos filhos, acusados injustamente de feitiçaria ou simplesmente esquecidos depois de anos de sacrifício. Este sentimento de inutilidade e exclusão é devastador”, sublinhou.

A governante acrescentou que, para além da mobilização comunitária, o Estado está a estruturar um plano provincial de prevenção e combate ao suicídio. Este plano prevê a criação de um banco de dados unificado, coordenação interinstitucional e parcerias com várias entidades, desde as rádios comunitárias até ao Conselho Cristão de Moçambique e à Associação dos Médicos Tradicionais. “Estamos a trabalhar com todos, desde os psicólogos, sociólogos e antropólogos até às lideranças religiosas e comunitárias. Só assim podemos levar mensagens de esperança e de valorização da vida às zonas mais recônditas da província”, reforçou.

Bendita Lopes destacou ainda a necessidade de mudar a forma como se fala do suicídio. “O lema do nosso triênio 2024-2026 é mudar a comunicação sobre o suicídio e começar a conversar.

Queremos quebrar o silêncio, porque muitas vezes a falta de diálogo e de escuta ativa agrava o sofrimento das pessoas. Precisamos que as famílias, as escolas, os serviços e até os colegas de trabalho estejam atentos aos sinais de risco e ofereçam suporte a quem mais precisa”, afirmou.

No plano prático, a província está a desenvolver campanhas de sensibilização nas comunidades, ações de capacitação para gestores e profissionais, e iniciativas que envolvem diretamente os jovens, identificados como um dos grupos mais vulneráveis.

“O alto custo de vida, a pressão social e a falta de oportunidades fazem com que muitos jovens prefiram desistir da vida em vez de enfrentar os desafios. É uma realidade dolorosa que temos de enfrentar com coragem e determinação”, disse a governante. As acções, segundo a Secretária de Estado, têm sido intensificadas ao longo de setembro, mês mundialmente dedicado à prevenção do suicídio, mas não se esgotam neste período. Marchas, palestras, encontros comunitários e programas de rádio têm sido usados como veículos para espalhar mensagens de esperança.

“O objetivo é que cada pessoa perceba que a vida é valiosa, que cada um é importante e amado, e que desistir nunca deve ser a solução”, concluiu Bendita Lopes. Apesar dos esforços, os números continuam preocupantes. Cerca de 80 pessoas por ano decidem pôr fim à vida em Inhambane, uma média que faz soar alarmes e exige respostas urgentes. A luta contra o suicídio, defendem as autoridades, não se resume apenas a estatísticas, mas passa pela construção de comunidades mais solidárias, pela valorização da saúde mental e pelo resgate da autoestima de cada cidadão.

Mais de 3 mil vendedores do mercado Limpopo, em Xai-Xai, decidiram, esta quinta-feira, paralisar as atividades, como forma de exigir a revisão dos contratos em vigor, provisão de água e, suspensão da cobrança do cumulativo de taxas em dívida nos últimos 9 meses deste ano. Município nega suspender e alega tratar-se de um grupo que vendedores que quer boicotar o processo.

A manhã e tarde desta quinta-feira foram de agitação , no maior mercado da província de Gaza.

Os vendedores do Mercado Limpopo, em Xai-Xai, decidiram paralisar o comércio, como forma pressionar a edilidade a suspender processo de cobrança de taxas, alegadamente acumuladas há 9 meses.

“Como havia manifestações, podíamos começar de junho para pagar as mensalidades do mercado. Nós decidimos paralisar e procurar os chefes do mercado”, manifestou-se, um dos vendedores do Mercado Limpopo.

Eles dizem que não estão contra as cobranças, mas, contestam modalidades de liquidação imposta pelas autoridades municipais.
“Estávamos a ser obrigados a pagar recibos do ano passado.Enquanto antes, quando havia reuniões aqui (…) combinamos pagarmos a partir de junho para cá.Mas agora estamos obrigados” lamentou, outro vendedor.

Mas o descontentamento do grupo vai mais além.”Há dois anos, se não for três anos, não temos água, não temos torneiro.Nem casa de banho, nem de qualquer maneira aqui no mercado. O contrato está 300 cada banca. A população que está lá fora deve entrar aqui dentro. Sem isso não vamos pagar, porque não vamos conseguir” exigiram.

Em reação, o Município de Xai-Xai disse tratar-se de acção protagonizada por um grupo de vendedores movidos por agendas pouco claras.

As informações que temos, um grupo só de três que está a criar esta agitação generalizada. Mas nós queremos repetir aqui que existem alguns, neste trabalho que fizemos no primeiro bloco, que estão a pagar as taxas na totalidade. Mas um grupo reduzido lá é que iniciou com esta insinuação. Agora, é normal que não se tenha o valor a pagar-se imediatamente na totalidade de janeiro a esta parte”, explicou, o Porta-voz do Município de Xai-Xai, Dias Nhampossa.

Dias Nhampossa, avança que neste momento, decorre a atualização de dados, mas avisa, que a regularização dos meses, em divida é inevitável.
” Não houve nenhuma combinação. Deixamos claro logo no início da nossa abordagem.Abdicou-se dos pagamentos, das cobranças das taxas no mercado de Limpopo, estou a falar do mês de outubro, novembro e dezembro.E simplesmente as cobranças iniciam de janeiro a este mês de setembro”.

Como forma reduzir a tensão instalada no mercado Limpopo, segue activa uma comissão interna que vai fazer o levantamento das inquietações, dos mais três mil vendedores para o encontro agendado para próxima sexta-feira.

Há anos que Moçambique é descrito como um dos principais corredores para o tráfico de drogas mas nos últimos tende a transformar-se num país consumidor com maior incidência nas escolas, a informação é da Procuradoria-Geral da Cidade de Maputo.

As escolas têm estado a se transformar em focos de venda e consumo de drogas, principalmente na cidade de Maputo, segundo a Procuradoria-Geral da República. Para tentar combater a situação, a PGR está a capacitar membros dos núcleos anti- drogas criados nas escolas envolvendo a comunidade escolar de todas unidades de ensino da capital do país.

De acordo com a Procuradora-Chefe da cidade de Maputo, Natércia Dias, a capacitação dos núcleos  anti -drogas, visa criar planos de acção de controlo de venda e consumo de drogas no recinto escolar ‘’ a capacitação tem como objectivo,trazer ferramentas a todos os membros do núcleo especialmente aos estudantes que e para criarem um plano de acção a implementar nas suas respectivas escolas, entretanto, mais  do que repreensão estamos preocupados com a prevenção, desse modo temos adotados medidas no sentido de prevenir o consumo de drogas  especialmente envolvendo crianças adolescentes e jovens , por essa razão nós tivemos a iniciativa de CRiar os núcleos anti- drogas em todas as escolas da cidade de maputo, que e para garantir o envolvimento em acções a nível de um ambiente escolar que visa prevenir este mal que e o consumo de drogas que traz um mal às crianças, jovens e adolescentes’’ disse  

 Natércia Dias, salientou ainda  que, esse plano de acção, tem em vista prevenir o consumo de drogas e álcool num ambiente escolar, por tanto aqui os estudantes vão trazer as suas reações específicas e concretas a serem implementadas primeiro no ambiente escolar,  depois a nível da cidade de Maputo.

Alguns directores de escolas atiram a culpa aos pais e encarregados de educação pelo aumento do consumo de estupefacientes nas escolas e exigem a colaboração de todos para estancar o mal: é preciso referir que as bebidas e outros tipos de drogas, incluindo o cigarro eletrônico, vem de casa, por tanto, e de casa  para a escola, é um adulto que partilha esses objectos , mostra- se agora necessário, trabalharmos não só a nível da sensibilização por parte dos alunos como o público alvo, mas também mostra-se urgente incluirmos também os pais e encarregados de educação, afirmou   Sabino Congolo | Director da ES Francisco Manyanga

Esta formação envolveu professores, alunos e as direcções das escolas existentes na cidade de Maputo.

O país vai avançar, ainda este ano, com um novo censo aéreo de elefantes e outros grandes mamíferos, sete anos após a última contagem oficial. O anúncio foi feito em Maputo, durante um seminário sobre a metodologia a ser usada no processo, que deverá decorrer entre este mês e Dezembro, com o apoio de parceiros internacionais.

Citado pela Lusa, Severiano Khoy, director-geral adjunto da Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) disse que a contagem devia acontecer a cada cinco anos, mas tem sido adiada por falta de recursos. “Assim que iniciarmos, vamos procurar manter a regularidade prevista no nosso plano”, afirmou.

O objectivo é actualizar os dados sobre a população e a distribuição destes animais, numa altura em que os números anteriores revelaram sinais preocupantes. Entre 2014 e 2018, o efectivo de elefantes caiu 13%, passando de 10.496 para 9.122, sobretudo devido à caça furtiva e a fenómenos naturais. A Reserva do Niassa foi apontada como uma das mais afectadas.

Samiro Magane, coordenador do Programa de Conservação da Biodiversidade na Biofund, destacou que o exercício é dispendioso, envolvendo aeronaves e forte logística, mas considerou-o “crucial” para orientar políticas de proteção. Sem revelar o orçamento, explicou que o financiamento sueco desempenha um papel decisivo para a concretização do projeto.

Para Magane, os resultados do censo serão essenciais para compreender a real situação das espécies de elevado valor económico e definir estratégias mais eficazes de conservação.

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