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O País – A verdade como notícia

A Confederação das Associações Económicas recebeu, nesta semana, a embaixadora da Finlândia em Moçambique, Satu Lassila, num encontro que visou reforçar a cooperação, discutir desafios e oportunidades do sector privado e identificar áreas específicas para fortalecer a colaboração institucional.  

A CTA considera que, apesar dos avanços registados na cooperação entre Moçambique e Finlândia, ainda existe um grande potencial por explorar no domínio da cooperação económica e empresarial.

Em 2024, o volume de comércio bilateral dos dois países situou-se abaixo dos 15 milhões de dólares norte-americanos, sendo as exportações moçambicanas compostas essencialmente por produtos agrícolas e minerais. Os investimentos directos finlandeses em Moçambique, embora relevantes em sectores estratégicos como energias renováveis e tecnologias de informação, permanecem aquém das reais capacidades e oportunidades oferecidas por ambos os países.

Neste contexto, o presidente da CTA, Álvaro Massingue, destacou a importância de reforçar e diversificar a cooperação empresarial, promovendo parcerias estratégicas entre empresas moçambicanas e finlandesas, joint ventures, transferência de tecnologia e o fortalecimento das cadeias de valor locais.

“Estamos convictos de que a experiência finlandesa em inovação, sustentabilidade e digitalização pode oferecer contributos transformadores ao nosso ecossistema empresarial, em especial às micro, pequenas e médias empresas, que constituem a espinha dorsal da nossa economia”, referiu Álvaro Massingue.

Para a CTA, este encontro marca o início de uma nova e promissora etapa na cooperação entre Moçambique e Finlândia e propõe a realização de missões empresariais e fóruns de negócios.

O presidente da CTA convidou a Embaixada da Finlândia a participar na 20ª CASP, a ter lugar de 12 a 14 de Novembro de 2025.

A Embaixadora Satu Lassila aceitou o convite e destacou as excelentes relações entre Moçambique e Finlândia, havendo necessidade de fortalecer a cooperação económica para promover os investimentos e o comércio bilateral.

A campa onde jaziam os restos mortais de uma menor, que morreu vítima de doença, na sua primeira semana de vida, foi profanada na cidade da Beira.  O corpo foi descoberto pelos pais fora da campa, quando chegaram no cemitério para fazer a limpeza da mesma. Esta é a segunda vez na Beira em menos de dois anos, que uma campa é profanada. 

Três meses após sepultarem o seu filho, um jovem casal foi surpreendido, na tarde desta terça-feira, com os restos mortais da finada fora da campa, no cemitério localizado no bairro de Inhamízua. Os autores deste crime, as motivações e as circunstâncias em que tal acto ocorreu ainda dão desconhecidos, mas deixou os progenitores desolados.   

Foi a mãe que descobriu que a campa foi profanada, quando se dirigiu ao cemitério para a limpeza da campa. Ela afirmou que começou por vez numa mata próximo ao local onde estava a campa uma capulana e vestes usadas nas cerimônias fúnebres da sua filha.

“Eu fiquei admirado quando vi a capulana e logo abri um pouco. Vi que era a roupa da minha filha que foi enterrada com ela que estava lá”, disse Isabel Cabachi, mãe da criança.

Isabel Cabachi disse que ficou aterrorizada e depois no meio da angústia procurou o marido. A comunidade e estruturas do bairro foram informadas e juntos dirigiram-se ao cemitério onde certificaram as palavras da jovem mãe. 

“Nós já estávamos a esquecer o assunto. Já não contávamos mais com esse assunto porque quem morreu, morreu, não mais acorda. Mas fazer limpeza é algo que está nas nossas mentes, para nos lembrarmos do nosso bebé. Mas o que aconteceu é algo difícil para nós porque não é coisa normal”, disse João Lobo, pai da finada.

Dado o estado avançado da decomposição do finado não foi possível saber no local se teria sido retirado algum órgão do corpo. O pai da finada diz que não há razões para suspeitar de quem quer que seja.

No mesmo cemitério os familiares abriram uma outra cova onde a finada voltou a ser sepultada. As autoridades lamentaram e lembraram que este é o segundo caso de profanação de túmulos em menos de dois anos no mesmo posto administrativo. 

O SERNIC em colaboração com as autoridades locais e os membros da comunidade de Inhamízua estão a investigar o caso, enquanto isso as autoridades municipais garantiram que vão aprimorar a segurança nos cemitérios. 

Professores de cinco escolas da cidade de Chimoio voltaram a paralisar aulas por um período de 45 dias. Estes dizem que este é o mecanismo que encontraram para pressionar o Governo a pagar o dinheiro de horas extras que lhes é devido desde o ano de 2023.

A Escola Secundária Eduardo Mondlane, na cidade de Chimoio, é uma das instituições de ensino que não tem aulas nos últimos dias. Do lado de fora é possível ver alunos que tentam, à sua sorte, seguir com o processo de ensino-aprendizagem, indo sempre à escola para ver se os professores mudam de ideia e possam dar aulas.

Os alunos dizem que a sua ida a escola visa persuadir aos professores a repensarem na sua medida, uma vez que parte deles tem exames e temem por resultados desastrosos.

“Eu ainda não sei se nós vamos ter exames. Nós perguntamos ao professor, falou que vão para casa, ficar um mês em casa, e que voltariam no dia 28 de Novembro. Eu não sei se vamos fazer ou não, mas estou a ouvir com o guarda a falar que até Dezembro, fim de Dezembro. Ainda não sei se vamos fazer ou não, mas eu estou muito triste, eu quero fazer o exame”, disse Orquídea Alfaiate, aluna da referida escola.

Kleb Baptista Chigalo está ciente das razões que estão a levar os professores a “gazetarem” aulas, dai que se posiciona do lado de advogado dos mesmos.

“Porque eles não estão a ser pagos, eles precisam de ser pagos para também alimentarem as suas casas”, defende Kleb Chigalo.

Já na Escola Secundária 7 de Abril havia no recinto escolar um movimento de alunos e professores, mas nada de aulas. Numa das salas, por exemplo, o professor até entrou, deixou o seu material na secretária e desapareceu.

Os alunos dizem que já estão cansados de gozar férias impostas pelos professores. “Primeiro, deram-nos férias de duas semanas e depois um mês em casa. Voltamos e aqui na escola e começamos a fazer testes, mas depois falaram que vão ficar mais um mês em casa”, explica Anita Nélson, aluna da Escola Secundária 7 de Abril. 

Por seu turno, Tabita Mungofango diz que a situação vai prejudicar aquelas pessoas que terão exame. “Estão a dizer que é para ficar em casa três semanas. E isso vai nos prejudicar porque temos exame”, disse.

Os professores estão cientes disso, mas através do seu porta-voz alegam que é a única forma que encontraram para pressionar o pagamento de horas extras.

“Até agora estamos aguardando a resposta porque ninguém se pronuncia. Se fosse uma questão lógica, iríamos dizer que após a promessa que foi falhada, deveriam voltar para dizer alguma coisa. Mas todo mundo continua no silêncio e nos sentimos ignorados. Tendo em conta também os pronunciamentos da Ministra de Educação que deixou os professores ainda mais agastados e frustrados, decidimos que a única solução é paralisar as aulas para pressionar”, explicou Ivan Octávio.

Para já, de acordo com o porta-voz do grupo dos professores, a presente paralisação das aulas será de 30 dias úteis, “que será até dia 28 de Novembro. Consequentemente poderá afectar os exames da 9ª e 10ª classe”, frisou Ivan Octávio.

A nossa equipa de reportagem sabe que o assunto já está a ser tratado ao nível do Ministério das Finanças que não avança prazos para a liquidação da dívida.

O ministro do Interior, Paulo Chachine, diz que as acções de revista compulsiva a viaturas particulares nas cidades de Maputo e Matola, realizadas pela Polícia de Protecção (PP), Polícia de Trânsito (PT) e Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic), são ilegais.

Paulo Chachine respondia a uma questão formulada pelo jornalista , que buscava entender os motivos da presença da equipa conjunta composta pela PRM, SERNIC e PT, que nas últimas duas semanas, vem desencadeando ações de abordagem e buscas em viaturas particulares, por razões até então não esclarecidas.

“É essencial que os factos sejam denunciados e que ninguém tenha medo de fazê‑lo. Mesmo os agentes da polícia são cidadãos; se cometem infrações, irregularidades ou desmandos, devem ser denunciados, desmascarados e identificados para que lhes sejam aplicadas as devidas sanções e sejam tomadas medidas. Quanto ao trabalho de intervenção, retirar pessoas de um carro é totalmente ilegal, caso se confirme que o acto o é”, disse o Ministro do Interior.

No local, o governante confirmou a morte de um agente da PRM pertencente à Unidade de Intervenção Rápida, UIR, numa emboscada armada pelos terroristas na manhã de terça-feira em Muidumbe ao longo da estrada  Ausse-Macomia. 

“A primeira coisa é desmentir o facto de que há um  apenas houve, de facto, uma vítima, um colega nosso. Caíram numa emboscada e um deles acabou por falece”, esclareceu.

A polícia ainda não tem avanços nas investigações do último sequestro ocorrido na baixa da cidade, envolvendo um empresário português. De acordo com o ministro do Interior, trabalhos continuam a decorrer para o esclarecimento do que crime e não confirma como também nega haver detenções em conexão com o crime. 

“Um trabalho muito profundo está a ser realizado pela PRM e pela SERNIC, com vista ao esclarecimento deste caso. Estamos num bom caminho e acredito que, com o tempo, vamos conseguir esclarecer este caso, mas está-se a trabalhar com profundidade. Neste momento, não é muito importante falar de detidos ou não detidos”, avançou.

O Ministro do Interior Paulo Chachine falava esta quarta-feira em Maputo, à margem da tomada de posse dos novos comandantes províncias da polícia e de sector estratégicos como centros de formação da polícia.

Trata-se da Verônica Horácio Cuenda, que passa a ocupar o cargo de nova Comandante Adjunta do Ramo da Ordem e Segurança Públicas; Ernesto Timóteo  Madungue, indicado como novo Comandante Adjunto do Ramo da Polícia Costeira, Lacustre e Fluvial; Esperança Calisto, como Comandante e Directora da ESAPOL em Metuchira, Nhamatanda; Joana da Glória Zaqueu Melice nova Comandante Provincial da PRM em Inhambane; Beatriz Tichala, que passa a ocupar o cargo de épComandante Provincial da PRM em Sofala; João Mário Mupuela nova Comandante Provincial da PRM em Manica; era adjunto comissário da PRM Sergio Faustino é o novo Comandante Provincial da PRM em Nampula; Victor Novela é o novo Comandante Provincial da PRM em Niassa.

A estes, Chachine, lançou o desafio de cooperarem com as comunidades para melhor combate aos crimes, com destaque para os de sequestro e corrupção.

O Ministro da Defesa Nacional diz que é preciso mudar a narrativa sobre o terrorismo em Cabo Delgado, de forma a atrair maior investimento. Cristóvão Chume garantiu que a situação no norte do país é estável e o território é viável para investimento. 

“A nossa narrativa não deve ser de expandir a ideia de que o terrorismo está a crescer em Moçambique, porque não é verdade. Nós tínhamos a quatro, cinco anos atrás Mocimboa da Praia ocupada, algumas áreas administrativas ocupadas pelo terrorismo, mas hoje não temos nenhum sítio, onde podemos dizer que os terroristas estão lá a governar”, defendeu o ministro, falando a imprensa a margem da II sessão ordinária da Assembleia da República. 

O titular das pastas da Defesa Nacional garantiu que a situação em Cabo Delgado é estável e viável para o investimento. “Vamos continuar a trabalhar para que seja continuamente viável”, assegurou o Chume, acrescentando que é preciso investir numa narrativa positiva, que atraia mais investimento para o país. 

Morreu, nesta terça-feira, em Portugal, Fernando Veloso, jornalista e fundador do semanário Canal de Moçambique e do diário Canalmoz. Veloso perdeu a vida aos 71 anos de idade, vítima de doença. 

Fernando Veloso mudou-se para Portugal há cerca de uma década e lutava, passavam anos, contra problemas de saúde que o afastaram fisicamente de Moçambique.

Nascido em 1954 na cidade da Beira, província de Sofala, o jornalista fundou o Canal de Moçambique em 2006. Foi um dos fundadores do Media Fax, um dos jornais do grupo Mediacoop, primeiro projecto de media independente e privado de Moçambique pós-independência.

Fernando Veloso foi uma das figuras marcantes da imprensa moçambicana. O jornalista era conhecido crítico, destemido e comprometido com a verdade, mesmo diante de perseguições políticas, intimidação e censura.

Descrito como um jornalista inconformado, Fernando Veloso fez do jornalismo um acto de coragem e dedicou-se à profissão, denunciando a corrupção e promovendo a transparência. Confrontou o poder político para garantir o direito dos cidadãos à informação.

Na sua carreira jornalística, durante mais 40 anos, Fernando Veloso acumulou passagens também pelo semanário Zambeze, Savana e Notícias da Beira. Iniciou a profissão como fotógrafo. 

Reagindo ao infortúnio, a partir da Suíça, o Presidente da República, Daniel Chapo, manifestou as suas “mais sentidas condolências à comunicação social moçambicana”.

O Chefe do Estado destacou o papel de Veloso na fundação da Mediacup e do Canal de Moçambique, “como uma equipa jovem que trabalhou e continua a trabalhar na comunicação social moçambicana”.

Disse que o jornalista fez parte “daquela geração que trabalhou bastante ao nível do país para o crescimento da liberdade de imprensa”, e reiterou “as mais sentidas condolências à família enlutada, amigos, colegas e à classe jornalística moçambicana”, afirmando que “o país está de luto pela perda deste grande homem da comunicação social e do jornalismo”.

No âmbito da celebração do seu aniversário, o antigo Chefe do Estado, Joaquim Chissano, visitou o Hospital Geral de Mavalane, onde ofereceu enxoval aos dois primeiros bebés nascidos hoje, naquela unidade sanitária. O antigo estadista ofereceu ainda presentes a alguns bebés na enfermaria do hospital. 

Através da Fundação Joaquim Chissano, o antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, decidiu visitar o Hospital Geral de Mavalane, onde ofereceu presente aos recém-nascidos. 

“A primeira parte consistiu na visita à sala de partos, onde ofereceu enxoval a dois bebés, os primeiros que nasceram nesta manhã, na nossa maternidade. Depois foi à enfermaria da maternidade, onde visitou também alguns bebés e ofereceu presentes”, disse o porta-voz do hospital, reiterando o seu agradecimento com a visita do ex-estadista. 

Joaquim Chissano explicou que a visita ao Hospital Geral de Mavalane, enquadra-se numa serie de acções, levadas a cabo pela fundação de que é patrono, para que as crianças cresçam em paz. 

“A nossa acção é um apelo para as outras pessoas também olharem para as nossas crianças como os construtores da nossa felicidade, da felicidade do nosso povo, de nós todos como povo (…) Queremos que este povo caminhe de uma maneira boa, aquela que Deus nos desejou. Estas crianças devem crescer neste ambiente de amor, amor entre os pais, entre os vizinhos, entre toda a comunidade, enfim, o amor de toda nação moçambicana”, disse o estadista. 

Chissano lembrou ainda que decorre o diálogo nacional em todo o país e apelou que, durante o processo, sejam levantadas ideias que tragam soluções para os problemas que nos apoquentam. 

 

Os investidores estrangeiros de nacionalidade chinesa que pretendiam instalar uma fábrica de cimento no distrito de Chibabava, em Sofala, sem seguir todos os trâmites legais para a obtenção de uma licença ambiental, foram multados em mais de 14 milhões de meticais, e as actividades foram paralisadas pelo Governo. 

Depois de o Governo ter-se distanciado do projecto de construção de uma fábrica de cimento, no distrito de Chibabava, em Sofala, pelo facto de o mesmo não ter obedecido às regras estabelecidas para tal, com destaque para a questão ambiental e a não indemnização a dezenas de famílias camponesas, cujas áreas foram ocupadas pelos investidores, seguiu-se depois uma investigação que culminou com a emissão de uma multa.

A empresa em causa, que conta com investidores de nacionalidade chinesa, foi multada em pouco mais de 14 milhões e meio de meticais, segundo um documento emitido pela Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental, ou simplesmente AQUA.

A AQUA indica, no documento, que a multa foi emitida por se ter constatado que a referida empresa procedeu à abertura de uma área para a implantação de uma fábrica de cimento, um acto antecedido de abate de árvores e compactação de solos, uma actividade não licenciada ambientalmente.

A nossa equipa de reportagem teve igualmente acesso a um outro documento emitido pela Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental, que ordena o encerramento das actividades de abertura da área para a implantação da fábrica em referência, pertencente à firma Shun Xin Yuan Africa Investment Limitada, por implementação de actividade não licenciada.

O mesmo documento indica que o levantamento do encerramento será feito mediante a apresentação da licença ambiental e o respectivo estudo de impacto ambiental ou plano de gestão ambiental actualizado.

Os representantes da empresa sancionada declinaram comentar as acções tomadas pelo Governo em relação a este projecto, cuja primeira pedra para a sua implementação, como anteriormente havíamos noticiado, deveria ser lançada há cerca de duas semanas, mas a denúncia das famílias camponesas, cujas áreas foram ocupadas pela firma sem nenhuma compensação, impediu o avanço da iniciativa.

O processo de reconstrução do distrito de Mecúfi, em Cabo Delgado, está em curso, depois da destruição causada pelo ciclone Chido em Dezembro do ano passado. Foram 200 mortos e 76 mil afectados.

Um dia depois da passagem do ciclone Chido pelo distrito de Mecúfi, em Cabo Delgado, a imagem era de uma razia causada pela força do vento no dia 15 de Dezembro do ano passado, que atingiu 260 km/h. “Quando fizemos o balanço depois do ciclone, no dia 16 de Dezembro, fomos ver que o distrito foi afectado a 100%, mas, depois da intervenção dos nossos parceiros, o Governo principalmente, registámos 76 mil habitantes que foram afectados. Através da Saúde, fizemos o levantamento de 200 perdas humanas no distrito de Mecúfi”, disse Fernando Neves, administrador de Mecúfi.

Com este grau de destruição, a população do distrito de Mecúfi passou a depender de ajuda para reerguer a sua vida. “Houve distribuição de chapas de zinco, barrotes, houve construção de uma casa de trânsito para aquelas pessoas que não tinham possibilidades, como é o caso de deficientes, idosos e mulheres chefes de família, e, à medida que os apoios vêm, vamos dando aquilo que a população necessita para a sua habitação”, acrescentou o governante.

Depois daquele acontecimento, o então Presidente da República, Filipe Nyusi, deu ordens para que a reconstrução obedecesse ao ordenamento territorial para melhor orientar a ocupação do solo, fora das zonas de risco.

“Este processo está sendo feito. Foi um comando. Iniciamos com duas comunidades-piloto, a comunidade de Sassalane e a comunidade de Maweia. O processo está em curso. Neste momento, foram abertas 25 ruas para atendermos o ordenamento territorial. E, como é um processo contínuo, o distrito está a continuar para que todas as comunidades elegíveis no distrito tenham o ordenamento territorial.” 

O edifício onde funciona a administração do distrito, que estava totalmente destruído, assim como o Centro de Saúde de Mecúfi, estão numa fase avançada de reconstrução.

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