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O País – A verdade como notícia

Polícia usa gás lacrimogéneo para impedir marcha da ANAMOLA em Quelimane

A Polícia da República de Moçambique (PRM) recorreu ao uso de gás lacrimogéneo para impedir uma marcha de membros e simpatizantes da ANAMOLA, que pretendiam percorrer algumas artérias da cidade de Quelimane, na Zambézia, no âmbito das celebrações do primeiro aniversário do partido. A marcha estava prevista para depois dos

Alberto Ferreira, candidato a Secretário-geral do PODEMOS, que obteve maior número de votos no escrutínio de 25 de Maio, mas que não foi consagrado vencedor, alegadamente por não ter atingido 50% dos votos, submeteu, na última sexta-feira, uma providência cautelar, ao Tribunal Judicial do Distrito Municipal Kamavota, com objectivo de travar a realização da segunda volta de eleições no PODEMOS.

No documento datado de 30 de Maio, Ferreira reitera que o partido está a forçar uma segunda volta baseada em argumentos não fundamentados nos estatutos da organização.

É que, os estatutos dizem “Salvo nos casos expressamente previstos nos Estatutos, as deliberações dos órgãos centrais do Partido são tomadas por maioria simples dos votos“, entende o requerente que a sua eleição foi efectuada com observância da maioria simples exigida, daí que solicita a suspensão imediata de qualquer tentativa de convocação ou realização de nova sessão eleitoral, bem como a validação da sua vitória.

O Presidente da ACLLN desafia os combatentes a lideraram a educação Patriótica e moral dos Jovens, para salvaguardar a soberania nacional. A mensagem foi partilhada hoje por Daniel Chapo durante a abertura da 3 sessão Ordinária da agremiação.

Daniel Chapo foi recebido na manhã deste sábado, na escola central do Partido Frelimo, por aqueles que se espera que sejam os continuadores do Partido.

O Presidente da Frelimo, que é também da ACLLN tinha a missão de conduzir a terceira sessão ordinária do Comité Nacional da agremiação,  que aliás é a primeira que acontece após a morte do antigo secretário-geral, Fernando Faustino, que mereceu um minuto de silêncio.

Porque o legado de Faustino deve continuar, Daniel Chapo desafiou os combatentes a reflectirem sobre a governação da Frelimo.

“Esta III sessão do Comité Nacional da ACLLN deve ser um momento de debate e reflexão profunda  e franca sobre as novas estratégias que a Frelimo deve adoptar para fortalecer a acção política, de modo a permitir uma governação mais dinâmica e orientada em benefício do povo moçambicano”, disse  Daniel Chapo. 

E mais. Devem ser a reserva moral do patriotismo.

“Os membros da ACLLN devem promover e liderar a educação patriótica  da juventude moçambicana como futuro da nação. Por esta via, os jovens devem amar o povo e a pátria. Conhecer a sua identidade cultural, saber de onde saímos, onde estamos e para onde vamos, sob o risco de se deixarem alinear por modelos de vida que minam os nossos valores como moçambicanos, enquanto um povo indivisível”, acrescentou.    

Diante dos apelos, os filhos dos combatentes dizem-se prontos para dar continuidade ao legado dos seus pais.

“A ACLLN vai agora começar a correr muito, porque nós somos muitos e já podemos carregar o manto que vocês carregaram antes. Camarada secretário-geral   da ACLLN, confia em nós”, pediu Samora Machel Júnior, filho do antigo combatente. 

A terceira sessão ordinária do comité nacional da ACLLN termina neste domingo, com a ratificação da eleição do secretariado do Comitê Nacional do partido rumo às eleições de 2028 e 2029.

O Presidente da República, Daniel  Chapo, recebeu, nesta Sexta-feira, no seu Gabinete, uma delegação  da Associação dos Diplomatas de Moçambique (ADIMO), que o foi  felicitar  pela sua eleição e apresentar o plano das actividades  comemorativas dos 50 anos da diplomacia moçambicana. 

A visita insere-se nas celebrações do Dia do Diplomata, cuja  efeméride é assinalada a 16 de Setembro, data em que Moçambique  ocupou, pela primeira vez, o seu assento nas Nações Unidas como  Estado independente.

Durante a audiência, os diplomatas saudaram o Chefe do Estado pela  sua investidura e pela passagem dos 50 anos da independência  nacional, marco que coincide com cinco décadas de diplomacia  moçambicana.

“Viemos hoje à Presidência da República para saudar  o Presidente da República, primeiro, pela sua eleição, porque depois  da eleição é a primeira vez que nós viemos cá”, declarou Laura da  Graça Guambe da Silva, presidente da direcção da ADIMO, em  declarações à imprensa no final do encontro. 

As comemorações foram oficialmente lançadas a 20 de Julho do ano  passado, numa altura em que a ADIMO completava 21 anos de  existência, e incluem uma série de eventos a decorrer ao longo deste  ano. 

Entre as actividades previstas no âmbito das celebrações, está a visita  a membros honorários da associação, entre os quais se inclui o Chefe  do Estado. 

A presidente da ADIMO destacou que, nos termos dos estatutos da  organização, o Presidente da República é considerado o diplomata  número um e, por isso, integra a associação como membro honorário.  

O ponto alto das celebrações está marcado para o dia 16 de  Setembro próximo, data que simboliza a entrada de Moçambique na  comunidade internacional. “Estas comemorações terão o seu ponto  mais alto a 16 de Setembro de 2025, porque é a data que nós, pela  primeira vez, sentámos, como um país independente, nas Nações  Unidas, e por essa via escolhemos esta data para que passemos a  comemorar o Dia do Diplomata no dia 16 de Setembro de cada ano”. 

Laura da Silva referiu que Chapo acolheu a delegação  com entusiasmo e reiterou o seu compromisso com a diplomacia  moçambicana. “Ele recebeu-nos com muita euforia e alegria, saudou-nos, felicitou-nos pelo trabalho que estamos a desenvolver. Aliás, ele é  membro, e a partir de hoje ele passa a ser o membro de iúri e de facto (por direito e por facto) da Associação dos Diplomatas de  Moçambique, e estas actividades que nós estamos a desenvolver  estaremos a desenvolver com o Presidente da República” 

A dirigente sublinhou ainda que a associação saiu do encontro  revigorada e comprometida com as orientações recebidas. “Então,  nós estamos lisonjeados, como ADIMO, pelo acolhimento de Sua  Excelência o Presidente da República, ouvimos a sensibilidade do  Presidente da República, ouvimos as recomendações do Presidente  da República e vamos implementar todas essas recomendações e  conselhos de Sua Excelência o Presidente da República”.

A bancada parlamentar do MDM exigiu, hoje, a responsabilização dos agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Gorongosa e do seu comandante pelo ataque a membros do partido, durante uma marcha.

“É inaceitável que as Forças de Defesa e Segurança sejam usadas pelo partido que governa o país como pedra de arremesso contra os seus adversários políticos”, condenou o porta-voz do MDM, Fernando Bismarques, durante o discurso de encerramento da I sessão ordinária da X Legislatura.

O MDM manifestou, também, preocupação com ataques no Norte de Cabo Delgado, na Reserva Especial do Niassa, e pela movimentação de grupos armados em Morrumbala. Para o partido, é fundamental que as Forças de Defesa e Segurança estejam mais vigilantes, de forma a evitar que esses crimes se alastrem.

A quarta força política da Assembleia da República manifestou, ainda, preocupação pela “continuidade dos anteriores ciclos de empobrecimento e de aprofundamento da miséria do país”.

“A economia nacional vive uma crise que não deriva somente das manifestações pós-eleitorais registadas nos últimos meses, do terrorismo em Cabo Delgado, de choques climáticos, da guerra comercial ou outras razões exógenas (…) Sem um combate sério, ao que o chefe do Governo convencionou designar como raposas, o país será condenado à miséria, que passará de geração em geração”, apontou Bismarques, exigindo mais esforços para a erradicação da corrupção.

O Presidente da República diz que é preciso que a ferrovia reassuma o seu papel central no transporte de carvão. Daniel Chapo defende que é preciso acelerar as mudanças estruturais para elevar a eficácia da componente ferroviária e impulsionar maior competitividade no Corredor de Maputo. 

O Chefe do Estado inaugurou, nesta sexta-feira, o novo edifício sede da Grindrod Moçambique, infra-estrutura erguida no âmbito da expansão do Terminal de Carvão, no Porto da Matola. Durante o seu discurso, Daniel Chapo afirmou que a construção do edifício vai elevar a importância geoestratégica do Corredor de Maputo, para a região austral do continente, a SADC.

“O investimento agora lançado, na ordem de 80 milhões de dólares, para ampliação do Terminal de Carvão, neste Porto de Matola, irá permitir o crescimento da capacidade terminal de carvão de Matola, dos actuais 8 milhões de toneladas para 12 milhões de toneladas anuais, num horizonte de dois anos”, afirmou.

Chapo avançou ainda que a expansão do terminal portuário da Matola vai permitir o aumento das áreas de estocagem no terminal, a extensão de tapetes rolantes e a instalação de novos equipamentos de carregamento. 

O governante lembrou ainda que o Terminal de Carvão da Matola é uma infra-estrutura ferroviária e, por isso, “não é aceitável que estejamos, hoje, a assistir a um crescimento de transporte rodoviário de carvão e magnetite, dois produtos que sempre tiveram ferrovia como meio de transporte natural”. 

O Presidente da República garantiu que vai continuar a investir na ferrovia, para reduzir o número de camiões a transportar carvão e magnetite. 

Chapo apelou ainda a melhorias na cadeia de logística, para que o investimento feito tenha um retorno positivo para os investidores. 

“Esta expansão deve ser complementada pela elevação de eficiência operacional das nossas ferrovias, a gestão de fronteiras, que é extremamente importante para a eficiência logística, a tramitação aduaneira, que deve ser eficiente, e os serviços logísticos dentro de padrões de previsibilidade exigidos pelo mercado regional e internacional”, sublinhou.

Chapo augurou que o desenvolvimento portuário que o país regista seja acompanhado pela criação de empregos para a juventude, rendas para as famílias e mais receitas para o cofre de Estado.  

“Ao sector privado, cabe a responsabilidade de transformar essas condições em progresso real, com inovação, criatividade, responsabilidade, competência e visão de médio, curto e longo prazo”, advertiu.

 

O Presidente da República, Daniel Chapo, no uso das competências que lhe são conferidas, nomeou, através de Despacho Presidencial, Carlos Pedro Mondlane para o cargo de Juiz Conselheiro do Tribunal Supremo.

De acordo com o comunicado da Presidência da República, a nomeação de Carlos Pedro Mondlane reforça o compromisso do Estado moçambicano com a meritocracia, com o fortalecimento das instituições judiciais e a contínua promoção do acesso à justiça, da independência dos tribunais e da confiança dos cidadãos no sistema judicial. 

 

O Presidente da República, Daniel Chapo, participou, esta quinta-feira a noite, em Maputo, no lançamento do livro “Gruveta: General de Todas as Frentes”, uma obra de 219 páginas que homenageia o General Bonifácio Gruveta Massamba, figura incontornável da História de Moçambique.

Com a coordenação de Lo-Chi e António Barros, com prefácio de Mussagy Daude Jeichande, a publicação destaca o percurso de um herói nacional moldado pela simplicidade, compromisso patriótico e firmeza moral. 

Para o Chefe do Estado, trata-se de um contributo valioso para a preservação da identidade nacional e um legado que deve inspirar as futuras gerações, pode-se ler no comunicado da Presidencia: “A leitura que faço, em primeiro lugar, é desejar os parabéns aos mentores da iniciativa de ter sido escrita esta obra bastante importante para aquilo que é a identidade do povo moçambicano”, disse o Presidente da República. 

Chapo destacou a forma como o General Gruveta é retratado na obra: “um homem simples, humilde, mas cheio de convicções e que viveu sempre na simplicidade”. E ainda lembrou que, apesar de ter direito a um enterro na cripta da Praça dos Heróis Moçambicanos, o General pediu para ser sepultado na sua terra natal, um gesto que, segundo Chapo, “revela a sua ligação genuína às origens e ao povo”.

No Chefe do Estado, evocou a sua visita à campa de Bonifácio Gruveta, durante a campanha eleitoral, como forma de prestar homenagem ao homem que considera “um exemplo para a juventude, porque lutou para libertar a terra e o povo”. 

Além disso, destacou também o carácter pedagógico da obra, por retratar valores de humildade, responsabilidade e patriotismo.

Chapo recordou o papel de destaque de Gruveta durante os dez anos da luta de libertação e como primeiro governador da Província da Zambézia. “Mesmo durante a sua governação, sempre caminhou a pé do gabinete para a residência, e conversava com toda a gente, de todas as classes sociais”, afirmou. 

Para Chapo, trata-se de um modelo de liderança próxima do povo e sustentada por valores éticos sólidos.

O livro apresenta Gruveta como “o General de todas as frentes”, expressão que remete ao seu papel determinante tanto nas frentes militares da luta de libertação como nos desafios da governação pós-independência. 

O prefácio da obra descreve-o como um homem moldado pela sensibilidade, firmeza e dedicação — traços que construíram a sua moçambicanidade com zelo e dignidade.

O Presidente da República, Daniel Chapo, manifestou total apoio à iniciativa “Moçambique Primeiro”, apresentada nesta quinta-feira por uma delegação do Conselho Cristão de Moçambique (CCM), liderada pelo seu presidente, o bispo Rodrigues Júlio Dambo. A proposta visa promover a união, a paz e o compromisso dos moçambicanos com o desenvolvimento do país, colocando os interesses nacionais acima de qualquer divergência.

Durante o encontro, o bispo Dambo explicou que a iniciativa tem como objetivo despertar o patriotismo e a responsabilidade, tanto individual quanto coletiva. “Esta iniciativa visa juntar todos os moçambicanos, unir-nos e olharmos para Moçambique primeiro. Que cada um de nós, governantes, partidos políticos e toda a sociedade, possamos fazer algo de bom para Moçambique”, afirmou o líder religioso.

Segundo o bispo, a proposta incentiva a prática diária de uma cidadania consciente e ativa. “Acordar de manhã e dizer: o que faço por Moçambique primeiro? Ao dormir, perguntar: o que fiz por Moçambique primeiro?”, reforçou, sublinhando que a mensagem central é a rejeição da violência e a valorização da paz como condição essencial para o progresso.

De acordo com Dambo, o Presidente da República acolheu com entusiasmo a proposta do CCM e demonstrou abertura ao espírito de reconciliação e coesão nacional. “Foi um encontro muito positivo. Sua Excelência, o Presidente da República, acolheu a iniciativa e deu todo o apoio necessário, porque Moçambique precisa reconciliar-se, reencontrar-se e precisa que todos nós caminhemos juntos”, declarou.

Durante a audiência, a delegação do Conselho Cristão de Moçambique reconheceu que, apesar das diferenças políticas e ideológicas serem naturais na história dos povos, os moçambicanos devem manter-se unidos. “As diferenças sempre existiram, mas nós, como moçambicanos, devemos estar unidos em prol de Moçambique primeiro”, frisou o bispo.

Rodrigues Júlio Dambo reconheceu ainda que o país enfrenta desafios históricos e complexos, mas defendeu que a superação desses obstáculos só é possível com coesão nacional. “Desde os primórdios da humanidade enfrentamos diferentes tipos de problemas, mas só os podemos ultrapassar se estivermos unidos”, afirmou, garantindo que a Igreja sai encorajada da audiência com o Chefe do Estado.

Antes da apresentação formal da proposta, a equipa do Conselho Cristão saudou o Presidente Daniel Chapo pela sua eleição, destacando que ainda não haviam tido oportunidade de felicitá-lo oficialmente. Elogiaram também a liderança que tem exercido, especialmente num momento desafiante para o país, considerando que esta tem contribuído significativamente para a harmonia nacional.

Os representantes do CCM incentivaram o Presidente da República a continuar a trilhar o caminho do diálogo e da reconciliação. E destacaram como um gesto de coragem o encontro com o então candidato Venâncio Mondlane, considerando-o um marco importante para o fortalecimento da unidade nacional. “Devemos felicitar também o encontro com o candidato Venâncio Mondlane, que foi um ato de coragem e que contribui realmente para a reconciliação dos moçambicanos”, afirmaram.

O Conselho Cristão reiterou o seu compromisso com a paz e a estabilidade, reafirmando o seu papel como parceiro do Estado na promoção do diálogo, da reconciliação e na construção de uma sociedade mais justa e solidária.

O Presidente da República, Daniel Chapo, manifestou total apoio à iniciativa “Moçambique Primeiro”, proposta nesta quinta-feira por uma delegação do Conselho Cristão de Moçambique (CCM), liderada pelo seu presidente, o bispo Rodrigues Júlio Dambo. A iniciativa visa promover a união, a paz e o compromisso dos moçambicanos com o desenvolvimento do país, colocando os interesses nacionais acima de quaisquer divergências

Durante o encontro, o bispo Dambo explicou que a proposta do CCM pretende despertar o patriotismo e a responsabilidade individual e colectiva. “Esta iniciativa visa juntar todos os moçambicanos, unir-nos e olharmos para Moçambique primeiro, e que cada um de nós, governantes, partidos políticos ou toda a sociedade possamos fazer algo de bem para Moçambique”, afirmou o líder religioso.

O bispo acrescentou que a iniciativa procura inspirar um exercício contínuo de cidadania consciente. “Acordar de manhã e dizer: o que faço por Moçambique primeiro. Ao dormir, perguntar: o que faço por Moçambique primeiro”, disse, sublinhando que a mensagem central da proposta é a rejeição da violência e a valorização da paz como condição indispensável para o progresso.

Segundo Dambo, o Presidente da República acolheu positivamente a proposta do CCM e demonstrou abertura ao espírito de reconciliação e coesão nacional. “Foi um encontro muito positivo, Sua Excelência Presidente da República acolheu a iniciativa e deu todo o apoio necessário, porque Moçambique precisa reconciliar-se, precisa reencontrar-se e precisa que todos nós caminhemos juntos”.

Na audiência, a delegação do Conselho Cristão de Moçambique destacou também que, embora as diferenças políticas e ideológicas façam parte da história dos povos, é fundamental que os moçambicanos se mantenham unidos. “As diferenças sempre existiram, mas nós, como moçambicanos, devemos estar unidos em prol de Moçambique primeiro”, reforçou o bispo. O presidente do Conselho Cristão de Moçambique reconheceu que o país enfrenta desafios históricos e complexos, mas sustentou que a superação exige coesão nacional. “Os problemas também são históricos. Desde a história da humanidade, temos atravessado diferentes tipos de problemas, mas para ultrapassarmos só podemos estar unidos”, afirmou, garantindo que a igreja sai encorajada da audiência com o Chefe do Estado.

Antes de apresentar a iniciativa, a equipa do Conselho Cristão saudou o Presidente Chapo pela sua eleição, destacando que ainda não tinham tido oportunidade de felicitá-lo oficialmente. Reconheceram que o estadista assumiu o cargo num momento desafiante e elogiaram a liderança que tem exercido, que, segundo os religiosos, têm contribuído para a harmonia nacional.

Os representantes do CCM encorajaram o Presidente da República a continuar no caminho do diálogo e da reconciliação, saudando, também, os encontros com o então candidato Venâncio Mondlane como um gesto de coragem e de grande significado político.

“Devemos felicitar, também, o encontro com o candidato Venâncio Mondlane, que foi um acto de coragem, e isto contribui realmente para a reconciliação dos moçambicanos.”

O Conselho Cristão reiterou ainda o seu compromisso com a paz e a estabilidade, reafirmando o seu papel como parceiro do Estado na promoção do diálogo, da reconciliação e da edificação de uma sociedade mais justa e solidária.

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