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O País – A verdade como notícia

Polícia usa gás lacrimogéneo para impedir marcha da ANAMOLA em Quelimane

A Polícia da República de Moçambique (PRM) recorreu ao uso de gás lacrimogéneo para impedir uma marcha de membros e simpatizantes da ANAMOLA, que pretendiam percorrer algumas artérias da cidade de Quelimane, na Zambézia, no âmbito das celebrações do primeiro aniversário do partido. A marcha estava prevista para depois dos

Esta terça-feira, terá lugar, na Cidade de Maputo, a primeira sessão extraordinária do partido ANAMOLA, de Venâncio Mondlane. A informação foi revelada na tarde de hoje, à imprensa, pelo político, aquando da sua chegada ao país. Mondlane diz, ainda, que a sua formação política vai concorrer às eleições autárquicas de 2028.

Tal como das várias vezes que Venâncio Mondlane voltou ao país vindo do estrangeiro, os seus apoiantes foram ao Aeroporto Internacional de Mavalane para recebê-lo, mas desta vez, o momento coincidiu com a recente aprovação do seu partido, ANAMOLA.

À imprensa que também o aguardava, o ex-candidato presidencial falou do futuro do seu projecto político. Esta terça-feira, terá lugar a primeira sessão extraordinária da comissão executiva do ANAMOLA.

“Será nesta reunião onde vamos definir as linhas mestres, os pilares e as estratégias daquilo que vai acontecer para o futuro. O que posso dizer, posso adiantar aqui algumas coisas. É que nós vamos continuar a defender o povo acima do bolso. Nós vamos continuar a defender o povo acima dos interesses particulares.”, revelou Venâncio Mondlane, ex-candidato presidencial.

E esta defesa dos interesses do povo, deverá começar nas próximas eleições autárquicas, que o partido garante que vai concorrer.

“Com ANAMOLA e convosco, 2028, os municípios todos, vamos limpar. Nós temos agora cerca de quatro, cinco municípios que estão com oposição. Esses cinco municípios que estão com oposição, queremos que se mantenham ainda, porque aí já não será a oposição, já será a oposição. Os outros municípios que estiveram a ser geridos com base na força do cano, com base no gás lacrimogêneo e nos blindados, queremos arrancar todos eles, limpar tudo”, disse Mondlane, com tom carregado de convicção.

Venâncio Mondlane sublinha, ainda, que o ANAMOLA abre espaço para todos aqueles que queiram coligar-se.

“Nós somos uma aliança, vocês perceberam, quer dizer, não é propriamente um partido, é uma aliança. O que isso significa? Que nós estamos aqui a sinalizar que estamos disponíveis a fazer uma frente comum com todos aqueles que amam Moçambique. Então significa partidos políticos, sociedade civil, outro tipo de organizações, movimentos associativos que amem Moçambique, que são patriotas, que querem o bem deste povo. Nós estamos abertos a fazermos essa frente comum para a libertação de Moçambique”, detalhou.

Logo depois de prestar declarações à imprensa, o ex-candidato presidencial saiu do aeroporto seguido pelos seus simpatizantes e a Polícia disparou gás lacrimogêneo para dispersá-los.

 

O Presidente da República diz que as tarifas propostas pela Mozal para o consumo de energia da Hidroelétrica de Cahora-Bassa levariam a empresa de produção de energia ao colapso. Daniel Chapo reagia assim à pressão feita pela multinacional à HCB, para a redução drástica do custo de energia. 

Falando este domingo durante o balanço da visita de trabalho à República de Madagáscar, o Chefe do Estado garantiu que decorrem conversações para se encontrar tarifas mais justas. 

Diante das ameaças da empresa Mozal de fechar as portas caso falhem as negociações com o Governo sobre as novas tarifas pelo fornecimento de Energia da Hidroelétrica de Cahora-Bassa, o Presidente da República disse que Moçambique não vai abrir mão da sobrevivência daquilo que chamou de “galinha dos ovos de ouro”.

“A Mozal está a propor as suas tarifas e o Governo, através da empresa pública HCB, que fornece, vende e exporta energia elétrica a Escom, é  preciso deixar claro isso, está, neste momento, a discutir as tarifas, porque, com base nas tarifas que a Mozal está a propor neste momento, a serem aceites aquelas tarifas, a HCB pode colapsar”, disse o Presidente. 

O Governo e a Mozal negociam agora novas tarifas. “O que nós estamos neste momento a fazer é defender o interesse nacional e os interesses do povo moçambicano. Nós temos uma responsabilidade acrescida como governo, não podemos aceitar  tarifas, que vão levar a HCB a subsidiar  a Mozal e colapsar a HCB. Então, as conversações continuam e  se chegarmos a um consenso em relação às tarifas não há problemas”, declarou.  

O Chefe do Estado falava, neste domingo, durante o balanço da sua participação na 45ª Cimeira da SADC. Chapo falou ainda de acordos assinados.

“O outro aspecto positivo que emana desta cimeira foi a adoção do orçamento que permitirá a operacionalização plena do Centro das Operações Humanitárias de Emergência baseada em Nacala, na República de Moçambique,  concretamente na província de Nampula, num momento em que os estados membros enfrentam inúmeras dificuldades de ordem financeira. É um orçamento que achamos que vai ser importante, cerca de 3,5 milhões de dólares, o que vai nos ajudar a manter o trabalho ao nível de  Nacala e também da região (…)”, partilhou.   

A margem da Cimeira Chapo manteve dois encontros que espera que tragam resultados.  O Chefe do Estado terminou a sua visita de trabalho à República de Madagascar nesta segunda-feira.

O Presidente da República, Daniel Chapo,  procede hoje à abertura oficial do XII Festival Nacional da Cultura (FNC), na cidade de Tete, num acto que assinala o início da fase final do maior encontro cultural do país.

O evento, que ocorre sobre o lema “50 Anos Consolidando a Unidade Nacional e a Paz Através da Cultura”, decorre até 22 de Agosto e celebra o cinquentenário da Independência Nacional, promovendo a coesão social, a inclusão e o desenvolvimento sustentável, através da valorização do património e da diversidade cultural do povo moçambicano.

O Festival Nacional da Cultura enquadra-se nas prioridades estratégicas da Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE) 2025–2044, do Plano Quinquenal do Governo (PQG) 2025–2029 e do PESOE 2025, reafirmando o papel da cultura como eixo de identidade, de paz e de desenvolvimento económico. 

O presidente da República assegurou hoje, durante a 45a Cimeira Ordinária da SADC, o reforco da cpacitacao das Forcas de Defesa e Seguranca para melhor desempenho no combate ao terrorismo em Cabo Delgado. Daniel Chapo afirmou ainda diante dos seus homólogos que o país está estável social, politicamente, após as manifestações pós-eleitorais.

O Presidente da República cumpriu neste domingo o segundo dia da visita de Trabalho à República de Madagáscar. Daniel Chapo foi um dos oradores na 45a Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, SADC. A paz e a Segurança e combate ao terrosimo em Cabo Delgado marcaram sua intervenção. 

O Chefe de Estado subiu ao pódio, pela primeira vez numa Cimeira Ordinária da SADC, para destacar o facto de o terrorismo, que ja deslocou mais 70 mil pessoas em Cabo Delgado e Nampula, ser uma preocupacao cujas medidas de combate passam por apetrechar as Forcas de defesa e Seguranca. 

“A erradicação da ameaça representada pelo terrorismo na província de Cabo Delgado constitui uma das prioridades do Governo da República de Moçambique. Para este fim, as Forças Armadas de Defesa de Moçambique continuam a revigorar as suas ações para estancar este fenômeno e de onde também estamos empenhados no reforço da capacidade dos nossos militares para a abordagem mais eficaz do terrorismo no quadro da defesa da soberania e da integridade territorial”, declarou.

A par do combate aos terroristas, Daniel Chapo usou a oportunidade de se recordar e agradecer pelo apoio prestado pelos os países da região, através da SAMIM.

“Apraz-nos respeitar e reiterar a gratidão do povo moçambicano a vossas Excelências, a liderança pela determinação e engajamento dos países irmãos da SADC à nossa região no combate ao terrorismo na província de Cabo Delgado. Perderam a vida cidadãos de diferentes países que integravam para além dos feridos. Moçambique continuará a prestar homenagem a estes filhos exemplares que sacrificaram as suas vidas e até a sua integridade em nome da solidariedade e do espírito de irmandade, que norteia a nossa organização e a nossa região da SADC. Reiteramos os nossos votos de encontro e de conforto aos governos irmãos da região da SADC que integraram-se a SAMIM, povos irmãos e as respectivas famílias.”

Porque outro “mal” desestabilizou o país, as manifestações pós-eleitorais, Chapo referiu-se a ele como algo já ultrapassado, em resultado do entendimento dos actores políticos e demais intervenientes sociais, através da assinatura do compromisso político para um diálogo nacional inclusivo e afirmou, em alto e bom som que: “Moçambique está estável política e socialmente, bem como em termos de segurança desde Março, isto graças ao entendimento entre irmãos”.

Mas não desceu do pódio sem enaltecer a anterior presidência da SADC, o Zimbabwe, pelos avanços alcançados no quesito da cooperação regional.

“Gostaríamos de manifestar o apreço de vossas Excelências pelos inúmeros progressos que têm sido alcançados no processo de integração regional, nos planos políticos de paz e segurança, bem como desenvolvimento econômico-social. Estes progressos devem-se a uma sábia liderança e visão estratégica que nos conduz a uma SADC susceptível de responder às expectativas dos seus povos”.

Madagascar assume a presidência da SADC

Um dos marcos da sessão 45 da Cimeira da SADC foi a transição da presidência do órgão, de Zimbabwe para Madagascar, uma acto acompanhado pelos presentes, com destaque para o Rei de Eswatini, dos chefes de Estado de Moçambique, Madagáscar, África do Sul, Botswana, Namíbia e outro.

O Presidente cessante desafiou o actual presidente a continuar a promover a paz e diálogo na região, bem como ao reforço da necessidade de união entre os países, porque acredita que o desenvolvimento da região só poderá vir com a cooperação. 

“Os eventos da Semana da Industrialização da SADC são agora uma ocorrência anual e as plataformas facilitam ambientes de intercâmbio para o aprimoramento da industrialização, do comércio e do investimento. Lamentavelmente, nossas exportações continuam a ser impulsionadas por produtos primários e o comércio intrarregional permanece muito inferior ao de nossos negócios com outras regiões. Nossa prosperidade está inevitavelmente ligada ao sucesso de nossos vizinhos, da nossa região como um todo e do continente”, disse Mnangagwa.

Já para Andry Rajoelina, presidente de Madagascar, que assume a presidência da comunidade quando o seu país completa exactos 20 anos como membro, o acto é uma honra ao país.

“Sob a minha presidência, comprometo-me a fortalecer a coesão política e económica para que a SADC fale a uma só voz, porque a nossa força reside na nossa união. Negociar colectivamente com as grandes potências e defender os nossos interesses comerciais, como Goa. Garantir a segurança e a estabilidade, porque não há desenvolvimento sem paz e estabilidade.

Privilegiaremos sempre o diálogo para resolver conflitos. Também aceleraremos os projetos industriais e energéticos regionais e faremos da transformação agrícola uma prioridade para que o Sul possa alimentar-se. É assim que a nossa região se projetará com confiança para o futuro”.

O Presidente da República do Botswana, Duma Boko, alertou que o continente africano encontra-se em perigo devido ao desemprego e à pobreza. O chefe de Estado falava este domingo, em Madagáscar, durante a sessão de abertura da 45ª Cimeira da SADC.

O encontro, que decorreu a 17 de Agosto, contou com a participação de pouco mais de três mil pessoas, entre Chefes de Estado e de Governo e delegações dos 16 países-membros da organização.

Ainda neste domingo, Madagáscar assumiu a presidência rotativa da SADC, sucedendo ao Zimbabwe. O presidente cessante e chefe de Estado do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, destacou, no seu discurso, que a industrialização, a transformação agrícola e a transição energética são elementos fundamentais para o desenvolvimento da região.

Perante o Rei de Eswatini e os Chefes de Estado de Moçambique, Madagáscar, África do Sul, Botswana, Namíbia e outros países, realizou-se a cerimónia de transição da presidência da organização.

Numa data simbólica, em que se assinalam 20 anos desde a adesão de Madagáscar à comunidade, o Presidente malgaxe considerou uma honra para o seu país assumir a liderança da SADC.

O secretário-geral da Frelimo, Chakil Aboobacar, apelou, neste sábado, a um maior empenho e à eliminação do comodismo por parte dos autarcas dos municípios geridos pelo partido na província de Maputo.

A intervenção teve lugar durante uma reunião de avaliação do desempenho das autarquias sob liderança da Frelimo, realizada no município de Boane. O encontro contou com a presença de vários presidentes dos conselhos autárquicos, que apresentaram os progressos alcançados, apesar dos desafios impostos pela recente crise política no país.

Segundo Chakil Aboobacar, embora o balanço geral do trabalho político e governativo da Frelimo nos municípios da província seja considerado positivo, persistem desafios significativos que precisam de atenção urgente. O secretário-geral foi claro ao afirmar que “é necessário trabalhar mais e evitar qualquer forma de acomodação”.

A presidente do Município de Boane, Geraldina Bonifácio, e o edil da Manhiça, Luís Munguambe, reconheceram os avanços registados nas suas autarquias, destacando o esforço em manter os serviços essenciais em funcionamento, mesmo em contexto de dificuldades políticas e económicas.

Por sua vez, os presidentes dos municípios da Matola e Matola-Rio, Júlio Parruque e Abdul Gafur, respectivamente, identificaram como prioridade o reforço do crescimento económico local. Ambos defendem estratégias mais eficazes de desenvolvimento urbano e promoção de oportunidades para as comunidades.

Chakil Aboobacar anunciou ainda que a Frelimo vai realizar visitas às autarquias para aferir, no terreno, o grau de cumprimento dos compromissos assumidos pelas lideranças municipais. “Não basta planificar e indicar metas alcançadas, é preciso mostrar resultados palpáveis junto das populações”, afirmou o secretário-geral da Frelimo.

O Presidente da República de Moçambique, presidiu hoje, no seu gabinete, a mais uma sessão de trabalho com os partidos políticos signatários do Compromisso Político para um Diálogo Nacional Inclusivo, na qual foi definido o lançamento da fase de auscultação pública nacional para o próximo dia 10 de setembro, numa cerimónia na capital, Maputo.

O anúncio foi feito pelo porta-voz da reunião, Edson Macuácua, que explicou que a decisão resulta da análise do relatório de atividades desenvolvido pela Comissão Técnica nos últimos três meses, assim como da aprovação da metodologia de trabalho e da estratégia de comunicação do diálogo.

“A reunião deliberou que, no dia 10 de setembro, será lançado o processo de auscultação pública nacional em torno do diálogo nacional inclusivo, numa cerimónia pública dirigida pelo Presidente da República, Daniel Francisco Chapo”, afirmou Macuácua à imprensa.

O Compromisso Político para um Diálogo Nacional Inclusivo, assinado a 5 de março de 2025, constitui um entendimento entre diferentes forças políticas para criar um espaço estruturado de concertação sobre matérias de interesse nacional, reforçando a coesão social e a estabilidade política.

De acordo com a metodologia aprovada, o processo será conduzido em três etapas. A primeira, que começa com o lançamento a 10 de setembro, consistirá na auscultação pública nacional e da diáspora, envolvendo sociedade civil, partidos políticos, academia e diversos estratos sociais, a nível distrital, provincial, central e no exterior do país.

A segunda fase envolverá a sistematização de todo o material recolhido, durante um período estimado de três meses, permitindo elaborar propostas que serão posteriormente submetidas a debate público nacional, para recolher opiniões adicionais e aprofundar a análise dos temas em discussão.

Na terceira etapa, as contribuições do debate serão organizadas com o objetivo de construir consensos e elaborar propostas de acordos. Estes documentos serão apreciados pelas lideranças dos partidos signatários e, uma vez aprovados, convertidos em iniciativas legislativas a apresentar à Assembleia da República.

Macuácua sublinhou que o processo privilegiará formatos diversos para garantir a máxima inclusão. “Haverá encontros com públicos diversificados, debates temáticos com grupos especializados e encontros individualizados com personalidades da sociedade civil, política e académica moçambicana”, detalhou.

O porta-voz destacou ainda que o diálogo estará aberto a contributos de pessoas singulares e coletivas, permitindo a participação de todos os que queiram apresentar propostas ou iniciativas no âmbito do processo nacional e inclusivo.

“Está tudo preparado para que o diálogo entre na segunda fase, a da auscultação, com o lançamento a 10 de setembro pelo Presidente da República, em ato público na capital do país”, concluiu Macuácua.

O Ministério da Justiça aprovou, esta quinta-feira, o pedido de Venâncio Mondlane para a criação do seu partido. A formação política chama-se Aliança Nacional de Moçambique Livre e Autônomo, ou simplesmente ANAMOLA. 

Após meses de espera, Venâncio Mondlane anunciou esta sexta-feira que o Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos disse sim, a criação do seu partido. 

Apesar de o nome ANAMALALA ter sido rejeitado pelo Ministério, o político reitera que não deixará de ser usado dentro do partido, e explica por que razão. 

Após o registo oficial, o partido deve publicar os estatutos no Boletim da República, criar sede e órgãos internos, abrir conta bancária, obter NUIT e cumprir as regras de prestação de contas e participação eleitoral.

O Presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Lutero Simango, alertou, nesta quinta-feira, que o agravamento da violência armada em Cabo Delgado pode abrir caminho para que os insurgentes comecem a apresentar reivindicações políticas.

O líder partidário defendeu a necessidade urgente de diálogo com os terroristas para o alcance de uma solução.

“O terrorismo precisa ser parado. Temos de saber de onde vem, quem o financia e o que realmente querem os terroristas, pois se isso não acontecer, nos próximos anos, podemos assistir reivindicações políticas do movimento”, afirmou Simango, durante um encontro no âmbito da iniciativa Moçambique Primeiro, que reuniu partidos políticos e confissões religiosas na Cidade de Maputo.

O líder do MDM também denunciou a fragilidade da resposta humanitária às vítimas das insurreições em Cabo Delgado. “Falta quase tudo. É preciso criar condições mínimas para as vítimas do terrorismo. Não podemos continuar a ignorar o sofrimento das populações afectadas”, enfatizou.

Simango disse “é altura da FRELIMO pedir perdão ao povo moçambicano. A reconciliação nacional continua refém da vontade política”, disse.

O encontro desta quinta-feira foi realizado com o objectivo de promover um diálogo inclusivo sobre a paz e a reconciliação nacional. Simango defende que, sem uma abordagem multissectorial e vontade política real, Moçambique continuará vulnerável a ameaças internas com possíveis implicações políticas.

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