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O País – A verdade como notícia

Venâncio Mondlane denuncia assassinatos de membros do ANAMOLA

O presidente do Partido ANAMOLA, Venâncio Mondlane, denuncia uma alegada onda de insegurança que, segundo afirma, está a afectar membros da sua formação política em diferentes regiões do país. Mondlane, que falava esta sexta-feira em Quelimane, disse que 56 membros do ANAMOLA foram assassinados, apontando ainda para casos de incêndio

No último dia de visita a Suíça o Presidente da República, Daniel Chapo, foi à Organização Mundial da Saúde onde se reuniu com o Director-Geral da organização, Tedros Adhanom, que prometeu oferecer 3,5 milhões de doses de vacina contra a cólera para reforçar o Programa do Governo, que visa acelerar a erradicação da cólera em Moçambique. 

Por outro lado, Chapo teve garantia da GAVI, aliança global para vacinas e imunização, de um reforço de 60 milhões de dólares para a aquisição de diversas vacinas usadas em Moçambique, no plano nacional de imunização. O Chefe do Estado recebeu também a garantia de financiamento de 3,1 mil milhões de dólares do Fundo Global para apoio ao combate ao HIV-Sida, tuberculose e Malária.

Estes resultados fazem Daniel Chapo regressar de Genebra com sentimento de missão cumprida e de alcançado os objectivos da sua deslocação ao país europeu.

Outra conquista é o apoio inequívoco da Organização Mundial de Meteorologia para ajudar na mobilização do financiamento, para expandir os sistemas de aviso prévio, tendo sido já garantidos 9 milhões de dólares que, se foram disponibilizados de uma única vez, o país pode conseguir implantar uma Estação Meteorológica em todos os distritos.

O Chefe de Estado, respondendo a uma pergunta da nossa equipa de reportagem, disse que um dos objectivos da visita era conseguir angariar mais apoios dos parceiros multilaterais e bilaterais para o financiamento do défice de 8 mil milhões de Meticais do Plano de Contingência, aprovado na semana passada pelo Conselho de Ministros.

Outro palco que o Governo pretende angariar financiamento e deixar ficar o conceito de Justiça e Financiamento Climático é na COP 30, que vai se realizar no próximo mês, em Belém, no Brasil. Além de apresentar a actualização da Comparticipação Nacionalmente Determinada que é um documento que define as metas de redução de emissões de carbono e resiliência climática, Moçambique vai exigir que países que poluem contribuam na reversão de danos dos efeitos das mudanças climáticas e apoiam os planos de resiliência climática dos países menos poluentes e expostos aos efeitos nefastos das mudanças climáticas como Moçambique. 

Chapo visitou ainda a Organização Mundial do Comércio e a Organização Mundial de Propriedade Intelectual e disse ter ficado impressionado com a presença nestas organizações de quadros provenientes de países africanos e por isso considera que Moçambique deve também incentivar seus quadros a concorrer a vagas nestas instituições.

Arranca hoje a segunda sessão ordinária da Assembleia da República, nesta décima legislatura. Durante a sessão, o parlamento vai apreciar a Informação Anual do Chefe de Estado à Nação, a proposta de lei atinente ao Plano Económico e Social e Orçamento do Estado 2026, a conta geral do Estado referente ao exercício económico de 2024, entre vários outros instrumentos. 

A II sessão da Assembleia da República foi dirigida pelo Presidente do órgão, Margarida Talapa, que destacou a implementação de acções com impacto directo na vida da população e convidou a todos os moçambicanos a fazerem parte do diálogo nacional inclusivo. 

Talapa fez ainda menção aos problemas persistentes que assolam a sociedade, como o caso do terrorismo em Cabo Delgado e os raptos, destacando a bravura das Forças de Defesa e Segurança, apoiadas pelo Ruanda, e apelando a vigilância activa da população. 

A Presidente da Assembleia da República apelou ao compromisso colectivo na prevenção e combate à criminalidade organizada, “apostando no reforço das capacidades das instituições ligadas à matéria, bem como na responsabilização efectiva de todos envolvidos nestes crimes”.  

Margarida Talapa destacou a morosidade na execução de algumas obras públicas, bem como à limitação de recursos humanos, materiais e financeiros, como alguns desafios na governação provincial. 

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou, esta quarta-feira, uma  mensagem de felicitação ao antigo Chefe do Estado Joaquim Chissano, por ocasião do seu 86.º aniversário natalício,  celebrado a 22 de Outubro. 

Na mensagem, Daniel Chapo presta tributo ao “estadista  cuja visão e sabedoria marcaram profundamente o curso da  História nacional”, sublinhando o seu papel determinante na  consolidação da paz e da unidade entre os moçambicanos.

“É com profundo respeito, admiração e reconhecimento que, em  nome do Povo moçambicano, do Governo da República e em meu  nome pessoal, endereço as mais calorosas felicitações a Sua  Excelência Joaquim Alberto Chissano, antigo Presidente da  República de Moçambique, por ocasião do seu 86.º aniversário  natalício”, lê-se no comunicado da Presidência da República. 

O estadista considera que a efeméride constitui “uma oportunidade  para celebrarmos não apenas mais um ano de vida de um ilustre  filho da Pátria, mas também para enaltecer o legado de um  estadista cuja visão e sabedoria marcaram profundamente o curso  da nossa História nacional”. 

Outrossim, recorda que, sob a liderança “serena, prudente e  visionária” de Joaquim Chissano, Moçambique consolidou o  caminho da paz, da reconciliação e da unidade nacional após  longos anos de conflito armado. 

“A assinatura do Acordo Geral de Paz, em 1992, permanece como  um dos marcos mais notáveis da nossa História contemporânea e  um testemunho da sua dedicação incansável à causa da harmonia  entre os moçambicanos”, realça. 

A mensagem destaca igualmente o exemplo de Joaquim Chissano  como líder que soube enfrentar desafios com serenidade,  transformar adversidades em oportunidades e guiar o país com firmeza em momentos decisivos. 

“Hoje, ao celebrar os seus 86 anos, rendemos homenagem ao  Homem de Estado que soube transformar desafios em oportunidades e que, com serenidade e patriotismo, guiou  Moçambique em momentos decisivos da sua História”, afirma. 

Concluindo, Daniel Chapo formula votos de saúde e longevidade  ao antigo Chefe de Estado: “Nesta ocasião especial, desejo a Sua  Excelência longa vida, boa saúde, felicidade e tranquilidade, para  continuar a partilhar connosco a sua sabedoria e experiência, que  tanto enriquecem o nosso País”.

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou, esta terça-feira, uma mensagem de felicitações à Primeira-Ministra do Japão, Sanae Takaichi, pela sua eleição ao mais alto cargo do Governo japonês.

Na mensagem, o Chefe do Estado expressa a sua enorme satisfação pela eleição de Sanae Takaichi como Primeira-Ministra do Japão e, em nome do Povo e do Governo da República de Moçambique, bem como em seu próprio nome, transmite-lhe felicitações pela ascensão ao cargo. 

“A vossa ascensão a este elevado cargo, como a primeira mulher a liderar o Governo do Japão, representa um marco histórico que inspira confiança e esperança em torno da liderança inclusiva e visionária”, refere. 

Sublinhando a solidez das relações entre os dois países, o Chefe do Estado recorda que Moçambique e o Japão partilham laços de amizade e cooperação baseados no respeito mútuo e no compromisso comum com a paz, o desenvolvimento e a prosperidade. 

O Presidente da República salienta a importância da parceria estratégica com o Japão, sublinhando que Moçambique valoriza profundamente o papel daquele país no apoio aos sectores da agricultura, energia, educação, infra-estruturas e resiliência climática. 

O estadista moçambicano expressa também o reconhecimento pelo contributo nipónico no desenvolvimento de infra-estruturas regionais: “Agradecemos, de forma especial, a contribuição do Japão para o desenvolvimento do Corredor de Nacala, um exemplo tangível do vosso compromisso com a integração regional e o crescimento sustentável de África”. 

Concluindo a sua mensagem, o Presidente Daniel Chapo formula votos de sucesso à nova líder japonesa: “Ao iniciar o vosso mandato, Excelência, formulo votos de pleno êxito na condução dos destinos do vosso país e reitero a nossa inteira disponibilidade para aprofundar a cooperação e consolidar a amizade que unem Moçambique e o Japão”.

 

Quem é Sanae Takaichi, a primeira mulher a comandar o Japão

A nacionalista Sanae Takaichi foi nomeada nesta terça-feira primeira-ministra do Japão, e, desta forma, será a primeira mulher a comandar o país. Ela conquistou a vitória na votação parlamentar para escolha do cargo, após ter sido eleita líder da legenda governista Partido Liberal Democrático (PLD) no início do mês.

“Sanae Takaichi foi eleita nova primeira-ministra”, disse o porta-voz do Parlamento japonês, Fukushiro Nukaga, ao final do apuramento da votação, onde obteve 237 dos 465 votos na disputa, quatro acima do necessário.

Yoshihiko Noda, líder do maior partido da oposição, o Partido Democrático Constitucional (PDC), ficou em segundo lugar com 149 votos; seguido por Yuichiro Tamaki, do Partido Democrático para o Povo (PDP), com 28 votos; Tetsuo Saito, do partido budista Komeito, que abandonou recentemente a coalizão com o PLD após 26 anos, obteve 24 votos; e os votos restantes foram para partidos minoritários.

A nomeação de Takaichi, de 64 anos, estava praticamente assegurada depois que assinou na véspera um acordo com o opositor Partido da Inovação do Japão (Ishin), seu novo parceiro de coalizão, para contar com seu apoio na votação, na qual a fragmentada oposição não conseguiu apresentar um candidato conjunto para enfrentá-la.

Aos 64 anos, ela assume o Japão em meio a uma crise política, já que será a quinta líder nacional em cinco anos. E a agenda já começa agitada: na próxima semana, a primeira-ministra deve receber o presidente dos EUA, Donald Trump, em solo japonês.

Admiradora da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, Takaichi é uma estrela da política ultraconservadora do país e uma das raras mulheres a subir na hierarquia dominada por homens. Ela é defensora da estratégia conhecida como “abenomics”, do falecido primeiro-ministro Shinzo Abe, que prevê grandes gastos e uma política monetária flexível para impulsionar a economia.

O Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Mateus Saize, manifestou abertura do país para receber o Subcomité de avaliação  das Nações Unidas para a prevenção da Tortura. A disponibilidade foi manifestada durante um encontro de cortesia que aquele Subcomité manteve com o titular da justiça.

“O país está pronto para ser avaliado e iremos criar todas as condições para que o subcomité faça o seu trabalho conforme a metodologia definida e sem pressão do Governo”, disse o governante.

O órgão da ONU está desde esta segunda-feira a visitar o país pela segunda vez, até 30 de Outubro, para avaliar a implementação das suas recomendações anteriores.

“Estamos ansiosos para avaliar como o Governo de Moçambique agiu em relação às recomendações que fizemos há quase uma década, após a nossa visita de 2016”, disse Chris Nissen, chefe da delegação do SPT. “Também estamos ansiosos para ver como o mecanismo nacional de prevenção à tortura do país melhorou em termos de estrutura e funciacaonamento”, acrescentou.

Moçambique ratificou o protocolo facultativo à convenção contra a tortura e outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes (OPCAT), em 2013.

Durante a missão, a delegação visitará estabelecimentos penitenciários, esquadras de polícia e outros locais onde pessoas estão detidas. A mesma equipa deverá reunir-se com autoridades governamentais e outras autoridades oficiais, representantes da sociedade civil e agências da ONU.

A delegação também realizará reuniões e visitas conjuntas com o órgão de fiscalização anti-tortura de Moçambique, a Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), que actua como mecanismo Nacional de Prevenção (MNP) oficial do país.

Ao final da visita, a delegação apresentará oralmente suas observações preliminares confidenciais ao Governo de Moçambique e ao Mecanismo Nacional de Prevenção.

O SPT emitirá também um relatório para o Governo moçambicano, que permanecerá confidencial até que as autoridades nacionais solicitem sua divulgação pública.

Desde o início de suas operações em 2007, o SPT tem o mandato de visitar todos os Estados Partes do Protocolo Facultativo e realizar visitas não anunciadas a quaisquer locais onde pessoas estejam ou possam estar privadas de liberdade. Até o momento, 95 Estados ratificaram o Protocolo Facultativo.

O Parlamento vai discutir a proposta de lei do Sistema Nacional de Saúde. A II sessão ordinária referente a X Legislatura arranca, esta quarta-feira, e estão previstas para o debate um rol de 19 matérias. 

Os deputados da Assembleia da Assembleia da República voltarão a reunir-se, entre 22 e 16 de Dezembro, no âmbito da II Sessão Ordinária. 

A priori, são 19 as matérias elencadas, para serem apreciadas havendo espaço para mais. 

“Os primeiros temas são regimentais, a primeira sessão será Solene de abertura. Constarão aqueles temas normais, neste caso, os discursos de abertura da presidente da Assembleia, dos chefes das bancadas  e aprovação da agenda de trabalho”, explicou Luciano de Castro, porta-voz da sétima sessão da Comissão Permanente. 

Entre os pontos agendados para esta sessão, destaca-se a apreciação da proposta de lei do Sistema Nacional de Saúde. 

“Teremos também a proposta de lei que estabelece o Regime Jurídico do Sistema Nacional de Saúde. Esse tema é muito importante porque o sector da saúde remeteu o documento há muito tempo e estamos à espera desta magna casa para que possa entrar em vigor nos próximos tempos”. 

As informações foram partilhadas, esta segunda-feira, pela Comissão Permanente que apreciou igualmente a situação dos mandatos de dois deputados do partido Podemos, que ainda não tomaram posse. 

“Segundo a lei, se não tomaram posse ainda não perderam a oportunidade. O processo está a seguir os seus trâmites e se não tomaram posse na primeira sessão ordinária poderão fazê-lo até o fim da segunda. Esse é um direito dos deputados”. 

Na II sessão ordinária da Assembleia da República será apresentado o Informe Anual do Provedor de Justiça e Informações do Governo. 

A Primeira-Ministra de Moçambique, Maria Benvida Levi, participou, esta segunda-feira, em Nairóbi, nas comemorações do Dia dos Heróis do Quénia (Mashujaa Day), uma celebração nacional dedicada à memória dos fundadores e defensores da independência queniana.

Na sua intervenção, a dirigente moçambicana transmitiu saudações do Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, ao seu homólogo queniano, William Ruto, e ao povo do Quénia, destacando os laços históricos e de amizade entre os dois países.

Durante o seu discurso, Benvida Levi apresentou ainda sentidas condolências pelo falecimento do líder queniano Raila Odinga, a quem descreveu como “um verdadeiro nacionalista cuja voz continuará a ecoar na luta por uma sociedade mais justa e democrática”.

A governante sublinhou que as celebrações do Mashujaa Day constituem “um momento de introspecção e reflexão sobre os feitos dos melhores filhos da nação queniana que lutaram, morreram e sacrificaram-se por uma causa nobre: a libertação, construção e consolidação do país”.

Recordando os fundadores do Quénia, Jomo Kenyatta e seus companheiros, Maria Levi afirmou que homenagear os heróis nacionais é “um acto de preservação da história colectiva do povo queniano”, reafirmando os valores e ideais que sustentam o desenvolvimento de uma Quénia mais justa, inclusiva e próspera.

A Primeira-Ministra concluiu a sua intervenção reafirmando a importância da unidade como pilar de força, liberdade e dignidade dos povos africanos, e expressou o agradecimento de Moçambique pelo convite para participar nesta efeméride simbólica.

Moçambique participa, a partir desta segunda-feira, do Fórum Global de Turismo, que decorre em Bruxelas, capital da Bélgica. O evento, que terá duração de dois dias, contará com a presença de diversos países e incluirá um painel no qual o país compartilhará sua experiência na área do turismo.

O Secretário de Estado para o Turismo, Fredson Bacar, representa Moçambique no fórum, onde o país participa pela primeira vez. Bacar destaca que a participação do país vai além da promoção turística, sendo também uma oportunidade para estreitar parcerias, fazer diplomacia econômica e atrair investimentos.

“Fomos convidados a participar deste evento para partilhar a nossa experiência, que tem como tema, que é a África em Extensão, infraestruturas turísticas ou para o turismo, emprego jovem e investimento. Vamos falar daquilo que são os desafios de hoje, é verdade que há desafios globais e há desafios contextualizados. E, naturalmente, neste exercício de troca de experiência, de interação e de reflexão, vamos aprendendo uns com os outros”, explicou, Bacar. 

Segundo o representante de Moçambique, neste fórum que reúne diferentes actores da cadeia produtiva do turismo, incluindo governos, académicos, instituições financeiras, operadores turísticos, agências de viagem e hotéis, o país pretende mostrar que tem potencial para transformar os recursos que tem em riqueza material e garantir que as comunidades que vivem em torno dos recursos naturais tenham a vida melhorada, mas para tal, há necessidade de atrair parceiros. 

O vice-presidente do fórum, Sekip Hardal, reforça o prestígio do evento e o papel de Moçambique como destino turístico sustentável. 

Segundo ele, a experiência do país pode servir de exemplo para outros países africanos e europeus, contribuindo para a promoção de práticas de turismo responsável e sustentável. O Fórum Global de Turismo termina nesta terça-feira e este ano decorre sob o lema: “Redefinindo o Turismo num Mundo em Transformação e Mudança”.

O Presidente da República, Daniel Chapo, discursou como orador principal no painel de alto nível, que marcou a abertura do Congresso Extraordinário da Organização Mundial de Meteorologia. Durante o discurso, Chapo defendeu o investimento em sistemas de aviso prévio, para evitar danos humanos e materiais causados pelos eventos climáticos extremos.

O Chefe de Estado assumiu ainda o compromisso do seu Governo em trabalhar afincadamente, em conjunto com os parceiros de cooperação e organizações internacionais, na mobilização do financiamento, para garantir o cumprimento da meta definida pelas Nações Unidas de garantir maior cobertura territorial dos sistemas de aviso prévio. 

É que segundo Daniel Chapo, Moçambique é o terceiro país africano mais vulnerável aos efeitos das mudanças climáticas, recorrendo aos dados registados desde 2019, que mostram que vários ciclones se abatem consecutivamente pelo país, causando destruição e luto, além da seca, que tem afectado o centro e sul do país.

Para o Presidente da República, ter sistemas de aviso prévio aprimorados é caminho andado para evitar a reversão dos ganhos obtidos nos sectores sociais e económicos do país, pois cada dólar investido em sistema de aviso prévio pode representar até seis dólares poupados da destruição e/ou perdas causados pelos eventos climáticos extremos.

Por outro lado, Daniel Chapo falou da expansão da instalação de sistemas de aviso prévio, em todo território nacional, através da montagem de estações meteorológicas em cada um dos distritos do país, para garantir boletins meteorológicos em tempo recorde e em linguagem acessível para o cidadão comum e até difundida em rádios comunitárias e agentes locais o que tem permitido maior preparação para eventos climáticos extremos e evitado perdas humanas.

Neste momento, o Governo de Moçambique avança para modernização do sistema de aviso prévio com instalação de radares meteorológicos tendo já em funcionamento dois, em Maputo e na Beira, e faltam por instalar mais quatro em Xai-xai, Nacala, Tete e Lichinga.

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