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O País – A verdade como notícia

Chapo manifesta solidariedade ao Nepal após cheias devastadoras

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem de solidariedade ao seu homólogo da República Democrática Federal do Nepal, Ram Chandra Paudel, na sequência das cheias devastadoras que atingiram, a 26 de Agosto, a região de Rasuwa. A tragédia provocou a morte de centenas de pessoas, deixou um número

Daviz Simango entrou esta sexta-feira na província de Inhambane no Sul do país e mal atravessou a ponte sobre o rio Save parou na vila franca do Save, no distrito de Govuro, para o primeiro contacto com o eleitorado.

O Candidato do Movimento Democrático de Moçambique, MDM, não teve escolta da polícia neste ponto e quando menos se esperava começou a confusão quando um pequeno grupo de apoiantes da Frelimo entrou em pancadaria com os do MDM, tudo porque o grupo da Frelimo tentou inviabilizar o trabalho do MDM tocando vuvuzelas nas proximidades do local onde Daviz Simango falava.

A caravana do MDM saiu em direccao à vila de Mambone, a sede do distrito de Govuro, e à medida que ia aproximando os membros da Frelimo mais uma vez cruzavam o caminho do MDM, tendo obrigado o MDM a fazer paragens não previstas para evitar o pior.

No mercado da vila de Mambone, o cenário parecia estar preparado para uma confrontação, mas valeu a prontidão da Polícia…

Mesmo assim, prosseguiu com a campanha…foi ao mercado do peixe local e antes de vender o seu peixe, como se diz em linguagem popular, comprou o peixe desta vendedeira…

No comício popular, falou da intolerância politica e preferiu chamar os incidentes que presenciou de desespero do partido no poder e convidou a população local a votar na mudança.

Na província de Inhambane estão inscritos mais de 657 mil eleitores e estão disponíveis 13 mandatos para a Assembleia da Republica.

 

O candidato presidencial da Frelimo, Filipe Nyusi retomou hoje a campanha eleitoral depois de uma interrupção por dois dias e trabalhou em Chimoio onde pediu voto à população e prometeu manter a paz, reconciliação e unidade nacional.

No seguimento do vigésimo sétimo dia da campanha eleitoral, o candidato presidencial da Frelimo, Filipe Nyusi, orientou um comício no distrito de Chimoio, província de Manica, depois de um interregno por dois dias para atender os assuntos do Estado.

Em Chimoio, o candidato da Frelimo prometeu manter a paz, reconciliação e unidade nacional em troca de voto, por entender que estes são os pilares para o desenvolvimento do país.

“No nosso manifesto continuamos a priorizar a unidade nacional, a paz, a reconciliação e a democracia”, mencionou Filipe Nyusi, candidato da Frelimo, explicando que “sem paz nada se pode fazer e que tal como trabalhamos para paz em 2014, no manifesto da Frelimo, a unidade nacional, paz e democracia. Por isso, na nossa cabeça devemos continuar com a paz”.

Sobre o Estado do Direito Democrático, descentralização e ética de governação, que também constam do manifesto do partido do “batuque e maçaroca”, Nyusi sublinhou que é impossível governar sem o que chamou de “boas maneiras”. “É preciso respeitar o cidadão, respeitar o bem comum, boas práticas, transparência. É o que nós prometemos para os próximos cinco anos”, assegurou o candidato da Frelimo.

Juntamente com a transparência na sua governação, Filipe Nyusi prometeu desenvolver a economia e a justiça social, esclarecendo que “justiça social não significa ir ao tribunal e ganhar a causa, mas sim significa dar água a toda gente, dar escola, hospital e boa habitação para todos. E isso tudo está no nosso manifesto”.

Segundo Filipe Nyusi, tudo isso só pode ser possível se a população votar em si e no seu partido.  

O presidente honorário da Frelimo e antigo presidente da República, Joaquim Chissano, chegou esta quinta-feira à província da Zambézia, para reforçar a campanha eleitoral do seu partido e candidato presidencial, Filipe Nyusi.

À sua chegada a Quelimane, capital provincial da Zambézia, Chissano teceu elogios ao candidato do seu partido e falou do desempenho no mandato prestes a terminar, como mostra de que merece continuar na liderança do país.

"O Presidente Nyusi é um líder inovador e de grandes flexibilidades que, contra todos os obstáculos decorrentes do corte do financiamento externo para o Estado, conseguiu criar condições para que a economia continuasse a crescer" avaliou.

"Nyusi nunca poupou esforços para restabelecer a paz no país, apesar de alguns malfeitores na província de Cabo Delgado estarem a cometer atrocidades. Ainda assim, a economia está reavivada e precisamos do Presidente Nyusi para mais um mandato de governação" justificou, na sua mensagem direccionada aos eleitores.

O antigo estadista disse ainda que apostar em Nyusi, é dar garantia da continuidade de acções para o desenvolvimento social nas áreas estratégicas, nomeadamente, a educação e saúde.
 

Filipe Nyusi está desde hoje a trabalhar na província de Manica, a sétima província que escala no decurso da campanha eleitoral. Nyusi vai trabalhar durante três dias em oito distritos daquela província. E a porta de entrada foi a capital provincial, Chimoio onde orientou um comício popular no bairro da Soalpo, bastião da Renamo naquela cidade e o bairro dos antigos trabalhadores da antiga Textáfrica.

E por saber estar numa zona de influência da oposição tratou de deixar uma mensagem que o ajudasse a conquistar os votos dos milhares de residentes daquele bairro, que não conseguem esquecer a perda de empregos devido à falência da Textáfrica, a gigante têxtil que era a base da economia de toda a província de Manica.

Nyusi começou por recordar aos milhares de membros e simpatizantes da Frelimo ali presentes que sob orientação do seu Governo as suas residências não foram retiradas e ganharam a titularidade das mesmas, apesar de outrora terem pertencido à empresa.

Por outro prometeu transformar todo o bairro da Soalpo em Zona Económica Especial para atrair empresas que possam investir no gigante adormecido que é a fábrica de têxteis da Textáfrica, mas também atrair outro tipo de empresas e fábricas que podem investir em outros ramos de actividade de modo a criarem mais empregos para os residentes da cidade de Chimoio e de toda a província de Manica.

Nyusi explicou que esses investidores vão beneficiar de redução de impostos, entre outras facilidades para que possam ser incentivados a apostar naquela região. O actual Chefe de Estado que está a procura do segundo mandato na Presidência da República voltou a falar da bandeira da sua campanha que é a criação de mais de três milhões de empregos ao longo do próximo mandato através de atracção de investimentos, do uso de receitas provenientes da exploração dos recursos naturais.

Filipe Nyusi, prometeu ainda investir mais de 2 mil milhões de dólares na agricultura. Reconheceu que o valor é pouco, mas recordou que o Governo tem outras obrigações com a construção de estradas, hospitais, escolas, geração, transporte e distribuição de energia eléctrica, telecomunicações entre outras. E os recursos que o estado for a captar devem ser distribuídos por todos esses sectores.

Porém acredita que dar 10% do Orçamento do Estado à agricultura vai ser possível revolucionar a agricultura praticada no país. Deu exemplo do projecto Sustenta que deverá no próximo ciclo ser alastrado para todo o país, mas só nas duas províncias onde foi até aqui implementado permitiu fazer crescer a produção agrícola. Citou o distrito de Malema em Nampula como exemplo, para dizer que antes do Sustenta o distrito produzia pouco mais de 300 mil toneladas de produtos diversos, mas até ao final de 2018, Malema produzia quase 800 mil toneladas. Esse crescimento deverá ser observado em todo o país através do apoio a 3 milhões de famílias camponesas.

Ainda hoje o candidato da Frelimo trabalhou nos distritos de Bárue e Manica. Na vila de Catandica, sede do distrito de Bárue falou da paz como elemento primordial para que o país possa avançar. E pediu mais uma vez aos Homens Armados da Renamo para saírem das matas e retomarem à vida normal, até porque segundo ele, as bases onde estão devem ser transformadas em machambas e ou fábricas para produzir para a economia nacional e local. Até porque eles próprios são uma força de trabalho que estão ociosos.

Nyusi terminou o dia orientando um comício também com milhares de membros e simpatizantes do seu partido na cidade de Manica. Aqui falou das grandes obras do Governo naquela província, nomeadamente as obras da Estrada Nacional Número 6 que parte da Beira até Machipanda naquela mesma vila, a reabilitação da Linha Férrea de Machipanda também com o mesmo percurso e a reabilitação das centrais eléctricas das barragens de Mavuzi e Chicamba que estabilizaram a corrente eléctrica não só em Manica como em Sofala.

Mas também falou da construção de escolas, hospitais, expansão da energia eléctrica entre outras realizações. E prometeu fazer mais, mas tal depende do voto esmagador dos eleitores daquela província.

 

Depois de Moatize, Ossufo Momade trabalhou hoje em dois distritos fronteiriços da província de Tete, quinto maior círculo eleitoral do país.

Nas primeiras horas, ele entrou no posto administrativo de Dómue, onde foi recebido por milhares de membros e simpatizantes que o acompanharam numa passeata pelas ruas daquele ponto do país.

Foi nessa passeata que membros e simpatizantes da Frelimo e da Renamo apedrejaram-se a ponto de ser necessário que a Polícia disparasse para o ar de modo a acalmar os ânimos. Quando os ânimos já estavam amainados, o candidato presidencial da Renamo subiu ao palco do comício. Soltou dois pombos e disse aos presentes que, apesar da situação, continua um homem de paz e perdoa tudo o que aconteceu.

“Ficámos preocupados com o que aconteceu na nossa entrada na vossa vila. Alguns elementos daquele partido que não quero mencionar nomes começaram a arremessar pedras contra nós. Aquilo não é democracia. Aqueles não conhecem a democracia”, disse Ossufo Momade, explicando tratar-se de um problema antigo, do qual o falecido líder da Renamo, Afonso Dhlakama, era também vítima.

"Essa brincadeira não está a iniciar com Ossufo. Mesmo no tempo do nosso saudoso presidente faziam isso. Impediam que ele pudesse hospedar numa vila ou num distrito ou localidade e faziam aquilo que fizeram aqui (em Dómue) hoje. Mas como nós somos democratas, perdoamos aqueles pecadores", enfatizou.

Constrangimentos à parte, o líder da Renamo queria falar do seu manifesto em eleitoral. Em Dómue prometeu construir um hospital de referência e afirmou que não faz sentido, havendo governo no país, que os habitantes daquele posto administrativo continuem a ter que recorrer ao Malawi para buscar cuidados de saúde.

Depois de Dómuè, Momade seguiu para Ulungué, o posto administrativo sede do distrito de Angónia. Em comício recordou à população que aquele é um dos maiores centros de produção no país e que, pelas condições climáticas, o distrito já devia ter desenvolvido.

“O vosso clima é da Europa, vocês quando estão aqui, parece que estão em Portugal, França ou outros países da Europa. Deviam ter o respeito”, disse, criticando o facto de “o governo do dia não cria condições para que vocês possam produzir, para que vendam os vossos produtos e tenham uma boa alimentação. Aquilo que vocês podem ter para sobreviver e ter boa vida”, avisou.

Já quase no fim do dia, Ossufo seguiu para o distrito de Tsangano, outro celeiro da província de Tete, onde depois de percorrer alguns quilómetros de estrada de terra batida encontrou muitos potenciais eleitores que o esperavam. Enfatizou, igualmente, a importância da agricultura mas também deixou um aviso: “Ninguém pode aparecer nas vossas casas e pedir cartão de eleitor. Quem aparecer na vossa casa a pedir cartão de eleitor devem denunciar. Muitos não sabem mas quando levam o vosso cartão ou o número querem criar condições para que vocês não votem ou para que os vossos votos não contem. Fiquem atentos, muita vigilância”.

É, segundo Ossufo, preciso vigilância porque o distrito de Tsangano. “Tem um clima bom para produzir maçã, uva, milho, gergelim e outros produtos, mas vocês ainda vivem na pobreza absoluta. Eu vejo nas caras dos jovens, dos pais e das mães que estão aqui a pobreza absoluta. Essa brincadeira deve acabar", terminou o candidato presidencial da Renamo, apelando a votos para o seu partido no sentido de haver mudança.

 

 

O distrito de Mabote na província de Inhambane poderá ser o primeiro a materializar a iniciativa presidencial “um Distrito, um Hospital Distrital”, com a construção para breve de um hospital distrital nesta parcela da província.

Esta informação foi avançada pelo Cabeça de lista da Frelimo na província de Inhambane, Daniel Chapo, que falava nesta quinta-feira, em reunião popular que orientou no povoado de Mussengue no distrito de Mabote.

Daniel Chapo, disse que neste momento já foi identificado o local em que será construído o hospital distrital de Mabote e avançou que já foram lançados os concursos e apurado o empreiteiro que vai construir e brevemente irá mobilizar o equipamento para começar a construção desta infra-estrutura que vai permitir dar assistência médica a população de Mabote.

Chapo, destacou ainda a construção de uma agência bancária, construção de um comando distrital modelo, e o sistema de abastecimento de água que está na fase conclusiva, como prova evidente de que o Presidente Filipe Jacinto Nyusi, o Partido Frelimo estão comprometidos com o bem-estar da população e pediu à população para votar no partido e no seu candidato presidencial no dia 15 de Outubro próximo.

Esta sexta-feira a Frelimo estará virada a preparar a chegada do seu candidato presidencial.

Já o candidato presidencial do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) inicia amanhã a caminha na província de Inhambane.

 

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, discursou na Praça dos Heróis Moçambicanos, à margem da cerimónia de deposição de coroa de flores alusiva às celebrações do 55º aniversário das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).

Uma vez que a efeméride coincide com o processo eleitoral, Nyusi apelou aos moçambicanos a se “abster de actos que perturbam o exercício democrático”.

Outra abordagem que mereceu destaque por parte do Presidente da República são os ataques armados em Cabo Delgado, que fazem vítimas desde 2017. “Temos que tudo fazer para desmantelar esses focos”, sublinhou o Presidente.

A terminar, Filipe Nyusi falou dos ataques xenófobos na África do Sul, realçando as acções de assistência em curso, que o governo desenvolve aos moçambicanos que manifestaram desejo em regressar.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, procedeu hoje a inauguração do Monumento e Centro de Interpretação dos Combatentes da Luta de Libertação, na praças do combatentes em Maputo. No seu discurso o estadista disse que o povo moçambicano tem uma longa história de rejeição, audácia e firmeza e que a celebração do dia 25 de Setembro está repleta de simbolismos.

“Para além dos 55 anos da luta de Libertação este é o ano em que se assinalam 50 anos depois do assassinato de Eduardo Mondlane”, disse Nyusi.

O Presidente disse ainda que o monumento é uma forma de eternizar os feitos dos que lutaram para libertar a pátria. “Queremos preservar a nossa eterna gratidão aos combatentes, queremos honrá-los porque sacrificaram as suas vidas para que sejamos independentes”, acrescentou.

O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, disse que o monumento é uma forma de homenagear os combatentes.

Já, Roque Silva, secretário geral da Frelimo, falou da importância do monumento como uma forma de valorização e reconhecimento por aqueles que deram a vida pelos moçambicanos.

A infra-estrutura construída em homenagem aos combatentes custou 54 milhões de meticais.

Em Sofala o governador, Alberto Mondlane, pediu aos moçambicanos para neste 25 de Setembro, reassumirem o compromisso  na preservação da unidade nacional, consolidá-la e cuidá-la para todo o sempre.   

O governador de Sofala lembrou que o objectivo central da Luta de Libertação Nacional foi e será sempre unir os moçambicanos e levá-los a desafiar o dia-a-dia acometidos com a mesma causa, um Moçambique livre e independente e rumo a um   desenvolvimento robusto.

Alberto Mondlane que falava depois de depositar uma coroa de flores na praça dos heróis moçambicanos apontou os avanços em vários sectores, com destaque na educação, saúde e agricultura como  resultado das conquistas de 25 de Setembro.
 

 

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