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O País – A verdade como notícia

Partido Socialista de Portugal manifesta disponibilidade em apoiar cidadão da CPLP

O grupo parlamentar socialista na Assembleia da República Portuguesa diz que os cidadãos da CPLP podem contar com a sua empatia face à recente decisão de elevar para sete anos o período de permanência necessário para obter a nacionalidade portuguesa. A posição foi expressa pelo secretário-geral do partido, após um

Em Sofala o governador, Alberto Mondlane, pediu aos moçambicanos para neste 25 de Setembro, reassumirem o compromisso  na preservação da unidade nacional, consolidá-la e cuidá-la para todo o sempre.   

O governador de Sofala lembrou que o objectivo central da Luta de Libertação Nacional foi e será sempre unir os moçambicanos e levá-los a desafiar o dia-a-dia acometidos com a mesma causa, um Moçambique livre e independente e rumo a um   desenvolvimento robusto.

Alberto Mondlane que falava depois de depositar uma coroa de flores na praça dos heróis moçambicanos apontou os avanços em vários sectores, com destaque na educação, saúde e agricultura como  resultado das conquistas de 25 de Setembro.
 

 

Ossufo Momade iniciou hoje a caça ao voto na província de Tete. No distrito de Moatize prometeu tirar a população de sofrimento privilegiando a criação emprego para os jovens.

Ossufo Momade está desde esta quarta-feira na província de Tete para pedir votos aos potenciais eleitores deste círculo eleitoral.
 
Localidade de Kondeze, distrito de Moatize, interagiu com a população que o esperava tendo afirmado que a alternativa certa para Moçambique e a Renamo é o partido da mudança.
 
Momade prometeu emprego aos jovens e Reiterou a importância da investir na agricultura para que a população não passe fome.

O presidente e candidato da Renamo apresentou igualmente o cabeça de lista da Renamo, Ricardo Tomás, classificando-o como a solução para os problemas de Tete.

O candidato a Presidência da Renamo vai trabalhar durante três dias e vai escalar cinco distritos para pedir votos aos cerca de um milhão e 100 mil eleitores recenseados pelos órgãos eleitorais.
 

O Presidente da República exigiu hoje medidas mais céleres e eficazes por parte das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), para acabar com a instabilidade protagonizada por homens armados que actuam na zona norte da província de Cabo Delgado.

Filipe Nyusi falava nesta terça-feira em Maputo, num encontro com oficiais superiores das FADM, por ocasião da passagem dos 55 anos da sua criação, que amanhã se celebram, Filipe frisou que o problema já dura há tempo demais e é hora de dizer basta.

“Já está a ser tarde para cuidar deste assunto e, se for preciso, voltem a preparação” de modo a que a resposta não seja “na base da politização das Forças Armadas de Defesa de Moçambique” mas sim, na base de competência de comando” disse Filipe Nyusi.

A instabilidade em Cabo Delgado já dura há pouco mais de dois anos e neste momento, esta situação é que deve ser o foco das FADM.

“Concentrem-se na vossa missão principal e, sobretudo, quando o povo vive ameaçado. Isso, ao nível do comando superior é importante” frisou.

O bairro de Mawandla 2 no distrito de Magude foi o ponto escolhido pelo cabeça de lista da Frelimo, na província de Maputo para pedir voto e apresentar a sua estratégia de governação caso seja eleito governador desta província.

Na ocasião, Júlio Parruque prometeu melhorar vias de acesso, construir um aponte para circulação de pessoas e bens, melhorar a produção agrícola e de acabar com a seca e estiagem.

Por sua vez, a Renamo dirigida pelo seu cabeça-de-lista, António Muchanga, escalou os bairros Khongolote e Intaka e deixou promessas de construir infra-estruturas sociais e económicas para as comunidades da província de Maputo.

Já o cabeça de lista do MDM, Augusto Pelembe assegura governação transparente e focada nos interesses da população.

 

O chefe adjunto provincial do gabinete de preparação de eleições do partido Frelimo em Nampula, Víctor Borges garantiu que só com a Frelimo poderá se assegurar a continuidade do progresso e bem-estar das comunidades.

O chefe adjunto provincial do gabinete de preparação de eleições do partido Frelimo em Nampula, trabalhou no posto administrativo de Natikire, arredores da cidade. Víctor Borges destacou as realizações deste mandato e referiu que a Frelimo e o seu candidato presidencial poderão continuar a trazer aquilo o necessário para o bem-estar das comunidades.

Os membros e simpatizantes da Frelimo mostraram ter acatado as mensagens de educação cívica.
 
Enquanto isso, a Renamo marchou pelas artérias da cidade de Nampula onde destacou a figura do seu candidato presidencial e do partido. A Renamo apelou os eleitores a votarem em massa no seu partido.

Já o cabeça de lista do MDM esteve no posto administrativo de Anchilo onde na caça ao voto recorreu a língua Emakua. A ocasião serviu para reforçar o material de propaganda.

 

 

O MDM reservou o vigésimo quinto dia de campanha para fazer balanço, onde queixa-se de inviabilização de seus trabalhos políticos.

A título de exemplo, Humberto Escova, delegado provincial do MDM em Manica, avançou que recentemente no distrito de Macossa, membros e simpatizantes da Frelimo quando se aperceberam que o MDM se preparava para saudar o seu candidato presidencial Daviz Simango, o qual estava de passagem para a vizinha província de Tete, “os camaradas mobilizaram jovens para pedirem voto exactamente no mesmo local onde Simango devia se encontrar com seus membros”.

Já a cabeça de lista da Frelimo em Manica, Francisca Domingos Tomás esteve no povoado de Pindanganga em Gondola onde voltou a prometer emprego para jovens além de providenciar água, luz e infra-estruturas sociais básicas como é o caso de acesso a educação, saúde, estradas e pontes caso o partido vença as eleições.

Falando a centenas de potenciais eleitores que acorreram ao comício em Mussiquiri, Francisca Domingos disse que os problemas que aquela comunidade enfrenta, só terão solução se o povo depositar seu voto no candidato Filipe Nyusi e na Frelimo.

Por sua vez, o cabeça-de-lista da Renamo, Alfredo Magumisse continua a pedir votos em Mossurize, tendo trabalhado esta terça-feira no povoado de Mabudu.

 

 

A Renamo acusa o Secretário-geral da Frelimo de instigar violência na campanha eleitoral. Através do seu cabeça-de-lista, António Muchanga, o maior partido da oposição lançou duras críticas contra Roque Silva, por supostamente ter instigado a violência no bairro de Mussumbuluko, na Matola, durante o fim-de-semana, no âmbito da presente campanha eleitoral.

Já a Frelimo, através de Avelino Muchine, do gabinete provincial de preparação das eleições, distancia-se das acusações da Renamo e diz-se ser da paz.

Outra acusação neste dia de campanha surgiu do MDM contra o Governo do dia. Augusto Pelembe, cabeça-de-lista daquele partido, na província de Maputo, acusa o Governo actual de corrupto.

 

 

Daniel Chapo prometeu a implantação naquele distrito de diversas infra-estruturas sociais.

O cabeça de lista da Frelimo foi, nesta segunda-feira, caçar voto no distrito de Jangamo e foi recebido por membros e simpatizantes daquele partido.

Esta tarde, Daniel Chapo orientou um comício popular na Posto Administrativo de Massavane e garantiu na ocasião que só a Frelimo e o seu candidato podem desenvolver a província, pois segundo disse, a Frelimo soube o que a população queria e fez questão de providenciar, de tal modo que aquele partido sabe o que é necessário para desenvolver o distrito, citando a título de exemplo o sistema de abastecimento de água já em funcionamento e Hospital Distrital de Jangamo ainda em construção.

Massavane é uma região potencialmente turística. Daniel Chapo prometeu à população mais infra-estruturas sociais, tais como estrada, bombas de combustível e mais investimento no sector do turismo.

O cabeça de lista da Renamo trabalhou no interior do distrito da Maxixe, enquanto que o do MDM trabalhou no distrito de Funhalouro.

Terminou hoje o périplo de quatro dias que o candidato da Frelimo realizou na província de Tete em mais uma acção de caça ao voto, com a realização de um comício concorrido no campo do Grupo Desportivo de Tete. Nyusi fez um resumo das mensagens que deixou nos comícios anteriores realizados em Tete nos sete distritos que visitou desde a passada Sexta-feira.

A mensagem centrou-se em cinco aspectos, criação de empregos, financiamento à agricultura, industrialização, uso sustentável dos recursos naturais e formação e capacitação do capital humano. “Nós vamos incentivar o sector privado para poder criar postos de trabalho, vamos industrializar o país, vamos mobilizar os investimentos, vamos apoiar a agricultura para podermos ter trabalho e emprego, então, os que conseguirem emprego, devem respeitar e os que não conseguirem, o Governo que vamos criar será um Governo orientado para o trabalho, todos ministérios tem que saber que a primeira coisa é Homem, trabalhar para o Homem, nos primeiros cem dias vamos apresentar o nosso projecto nesse sentido, então no próximo ciclo todos nós temos que trabalhar, o professor tem que trabalhar, trabalhar significa também ensinar bem, não faltar, enfermeiro também tem que trabalhar" prometeu.

Por outro lado e uma vez que o desafio é aumentar a produção, Nyusi acredita que haverá no país maior disponibilidade de diversos tipos de produtos que actualmente o país importa, dai que vai adoptar uma política de protecção à indústria e produção nacional, mas alertou que tal passa pelo aumento da produção, pelo que não poderá antes de por exemplo, suprir o défice do açúcar, do frango, do arroz, entre outros produtos, mandar impedir a sua importação.

Por outro lado diz que pretende estimular as exportações, dai que as suas viagens para o exterior irão se centrar na busca de mercados para os diversos produtos de que o país deverá ser excendentário. Para já diz estarem assegurados dois mercados para o tabaco, gergelim, feijão-boer e açúcar. Mas quer que os produtos nacionais sejam exportados para muitos outros cantos do mundo.

Voltou a reiterar que para se alcançar esses propósitos é preciso haver paz, até porque segundo ele os países que são tidos como ricos, essa riqueza resulta de muito trabalho e não de pessoas que passam a vida a murmurar e a promover conflitos armados. E deu exemplo de países da região em que Moçambique é uma excepção em relação de conflitos militares cíclicos.

“Em 2014 vocês mandaram-me trabalhar para a paz, e fui chamado de mwana-mwana, agora, trabalhamos ou não para a paz? Então todos dias quando dormíamos e acordávamos era só intendere, intendere, intendere, começamos a correr de um lado para outro, Gorongosa fomos, Chimoio fomos, fomos para fora do mundo para ir a procura dessa paz. Agora no próximo ciclo é o ciclo que nós temos que desenvolver a cultura de trabalho, e aqui há duas coisas, o emprego que pedimos na Vale, Cahora Bassa, na escola para ser professor, mas também há trabalho, e trabalho para Moçambique existe”.

Para o dia 15 de Outubro o candidato da Frelimo pediu em Tete uma vitória eleitoral expressiva e que não deixa margem para dúvidas “combinamos aqui em Moatize, há vezes que o resultado da ruídos, da barulho. Quando começa a ganhar dois a um, até que é mais ou menos, mas quando ganhas 5 a 4, eu ganhei com 5 e outro 4, começam a dizer que lhe roubaram, diz que não, eu é que joguei bem mas o árbitro apitou mal, mas para evitar isso, Tete, é só golear, txaiar, e qual é o resultado? 5 a 0”.

E aproveitou a ocasião para explicar aos presentes o sentido do lema da sua campanha “eu ouvi quando entrei, é contigo que da certo, eu também canto,  é contigo que dá certo. Acho que alguns já sabem, pois em algum dia já estive com eles, com quem dá certo de facto? Se Tete não votar na Frelimo dá certo? Se Tete não votar no pai Nyusi porquê você vai dizer é contigo que da certo?, se eu não estou lá. Então dá certo primeiro comigo mesmo, eu é que devo votar para dar certo, então cada um pega no seu peito e diga é comigo que dá certo. Mas não chega, se a minha mãe e o meu pai não votarem, dá certo? Se o teu marido e a tua esposa não votarem dá certo? Teu irmão e vizinho não votarem dá certo? Então é preciso que todos nós votemos. Acho que em Tete com essa gente toda a votar não haverá problemas aqui, hão-de tentar explicar mas esses meus amigos da imprensa tiraram imagens, aquele que discutir é por teimosia”, disse.

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