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O País – A verdade como notícia

Chapo nomeia Waldemar Sousa Governador do Banco de Moçambique

O Presidente da República, Daniel Chapo, nomeou Waldemar Fernando de Sousa para o cargo de Governador do Banco de Moçambique e Felisberto Dinis Navalha para Vice-Governador da instituição. As nomeações foram feitas por Despacho Presidencial, ao abrigo das competências conferidas ao Chefe do Estado pela Constituição da República. Waldemar Fernando

Terminou hoje o périplo de quatro dias que o candidato da Frelimo realizou na província de Tete em mais uma acção de caça ao voto, com a realização de um comício concorrido no campo do Grupo Desportivo de Tete. Nyusi fez um resumo das mensagens que deixou nos comícios anteriores realizados em Tete nos sete distritos que visitou desde a passada Sexta-feira.

A mensagem centrou-se em cinco aspectos, criação de empregos, financiamento à agricultura, industrialização, uso sustentável dos recursos naturais e formação e capacitação do capital humano. “Nós vamos incentivar o sector privado para poder criar postos de trabalho, vamos industrializar o país, vamos mobilizar os investimentos, vamos apoiar a agricultura para podermos ter trabalho e emprego, então, os que conseguirem emprego, devem respeitar e os que não conseguirem, o Governo que vamos criar será um Governo orientado para o trabalho, todos ministérios tem que saber que a primeira coisa é Homem, trabalhar para o Homem, nos primeiros cem dias vamos apresentar o nosso projecto nesse sentido, então no próximo ciclo todos nós temos que trabalhar, o professor tem que trabalhar, trabalhar significa também ensinar bem, não faltar, enfermeiro também tem que trabalhar" prometeu.

Por outro lado e uma vez que o desafio é aumentar a produção, Nyusi acredita que haverá no país maior disponibilidade de diversos tipos de produtos que actualmente o país importa, dai que vai adoptar uma política de protecção à indústria e produção nacional, mas alertou que tal passa pelo aumento da produção, pelo que não poderá antes de por exemplo, suprir o défice do açúcar, do frango, do arroz, entre outros produtos, mandar impedir a sua importação.

Por outro lado diz que pretende estimular as exportações, dai que as suas viagens para o exterior irão se centrar na busca de mercados para os diversos produtos de que o país deverá ser excendentário. Para já diz estarem assegurados dois mercados para o tabaco, gergelim, feijão-boer e açúcar. Mas quer que os produtos nacionais sejam exportados para muitos outros cantos do mundo.

Voltou a reiterar que para se alcançar esses propósitos é preciso haver paz, até porque segundo ele os países que são tidos como ricos, essa riqueza resulta de muito trabalho e não de pessoas que passam a vida a murmurar e a promover conflitos armados. E deu exemplo de países da região em que Moçambique é uma excepção em relação de conflitos militares cíclicos.

“Em 2014 vocês mandaram-me trabalhar para a paz, e fui chamado de mwana-mwana, agora, trabalhamos ou não para a paz? Então todos dias quando dormíamos e acordávamos era só intendere, intendere, intendere, começamos a correr de um lado para outro, Gorongosa fomos, Chimoio fomos, fomos para fora do mundo para ir a procura dessa paz. Agora no próximo ciclo é o ciclo que nós temos que desenvolver a cultura de trabalho, e aqui há duas coisas, o emprego que pedimos na Vale, Cahora Bassa, na escola para ser professor, mas também há trabalho, e trabalho para Moçambique existe”.

Para o dia 15 de Outubro o candidato da Frelimo pediu em Tete uma vitória eleitoral expressiva e que não deixa margem para dúvidas “combinamos aqui em Moatize, há vezes que o resultado da ruídos, da barulho. Quando começa a ganhar dois a um, até que é mais ou menos, mas quando ganhas 5 a 4, eu ganhei com 5 e outro 4, começam a dizer que lhe roubaram, diz que não, eu é que joguei bem mas o árbitro apitou mal, mas para evitar isso, Tete, é só golear, txaiar, e qual é o resultado? 5 a 0”.

E aproveitou a ocasião para explicar aos presentes o sentido do lema da sua campanha “eu ouvi quando entrei, é contigo que da certo, eu também canto,  é contigo que dá certo. Acho que alguns já sabem, pois em algum dia já estive com eles, com quem dá certo de facto? Se Tete não votar na Frelimo dá certo? Se Tete não votar no pai Nyusi porquê você vai dizer é contigo que da certo?, se eu não estou lá. Então dá certo primeiro comigo mesmo, eu é que devo votar para dar certo, então cada um pega no seu peito e diga é comigo que dá certo. Mas não chega, se a minha mãe e o meu pai não votarem, dá certo? Se o teu marido e a tua esposa não votarem dá certo? Teu irmão e vizinho não votarem dá certo? Então é preciso que todos nós votemos. Acho que em Tete com essa gente toda a votar não haverá problemas aqui, hão-de tentar explicar mas esses meus amigos da imprensa tiraram imagens, aquele que discutir é por teimosia”, disse.

A homenagem consistiu na inauguração, pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, de monumento em memória aos mártires. Foi em Inhaminga onde, entre finais de 1973 e meados de 1974, as forças do regime colonial português protagonizaram um dos maiores e últimos massacres na história do país, contra a população civil, entre ela mulheres e crianças.

As três mil pessoas massacradas foram antes torturadas. Algumas das vítimas foram enterradas vivas em três valas comuns. Para concretizar os actos macabros, os autores dos massacres usavam armas de fogo, baionetas e electrocutavam as vítimas. Estas eram enterradas numa vala comum por meio de um caterpílar. O massacre tinha como objectivo travar o avanço da luta de libertação nacional na frente Manica-Sofala.

Na cerimónia de inauguração estavam presentes alguns sobreviventes que viram os seus parentes a serem executadas naqueles anos.

“Em finais de 1973, as forças do regime colonial português chegaram na minha casa numa tarde e maltrataram o meu pai acusando-o e ser colaborador dos chamados turras (guerrilheiros da Frelimo), só porque naquela manhã ele tinha comprado alguns quilos de açúcar e farinha para uma cerimónia”, Explicou Sónia Isabel, um dos sobreviventes do massacre.

De acordo com ela, “naquela altura, comprar mais de cinco quilos de qualquer tipo de alimentos levantava suspeitas”. Por isso, o progenitor “foi levado a este local (de massacre) no dia seguinte, depois de passar uma noite na cadeia. Usaram uma máquina eléctrica para lhe torturar com o objectivo de ele indicar o local onde estavam os guerrilheiros (da Frelimo)”.

“Infelizmente, ele não sabia de nada. Depois foi morto e nós vimos o corpo a ser enterrado numa vala comum. Hoje, 45 anos depois, ver um monumento a ser inaugurado pelo Presidente da República para homenagear os nossos compatriotas enche-nos de orgulho”, afirmou Sónia Isabel.

Importa referir que antes da execução, as pessoas eram detidas numa  cadeia subterrânea, localizada próximo da estacão ferroviária de Inhaminga. O calabouço tinha a capacidade para 60 pessoas. Entretanto, eram encarceradas cerca de 200 pessoas, grane parte delas oriundas de outros pontos da província de Sofala, de acordo com Santos Bernardo, outro sobrevivente do massacre.

Na inauguração do monumento, Filipe Nyusi pediu aos moçambicanos para perdoarem o regime colonial português, autor dos massacres.

Depois de inaugurar o monumento e ouvir como as pessoas eram aprisionadas e levadas para a execução, o Chefe do Estado seguiu para o campo do Ferroviário local, onde foram apresentadas diversas peças teatrais representando os massacres de Inhaminga. 

Filipe Nyusi dirigiu-se, no final, aos presentes e pediu aos mesmos para perdoarem os autores dos massacres de Inhaminga.

“Muitos de nós precisamos de tempo para lidar com a dor da perda. Isso faz-nos buscar as mais variadas razões para adiarmos o perdão. Mutas vezes, esperamos que aquele que nos ofendeu se arrependa para depois o perdoarmos. Sucede que esta demora em perdoar priva-nos de usufruir a paz e a felicidade que poderíamos gozar”, disse Nyusi.

“Reviver mágoas faz-nos reduzir o espaço da nossa paz espiritual. Perdoar aqueles que nos causaram dor e tristeza é um caminho para desfrutar o sossego e a tranquilidade para connosco mesmo. O monumento não apaga a dor causada pela perda dos nossos entes queridos mas ergue-se para nos incentivar a fazer melhor uso da energia que consumiríamos ao guardar rancor. Vamos usar estas energias para melhorarmos as nossas condições de vida, garantir a reconciliação nacional, consolidar a paz e a unidade”, sugeriu Nyusi.

 

 

 

 

 

No seguimento do vigésimo quarto dia de campanha eleitoral em curso no país desde o passado dia 31 de Agosto, em Manica, os partidos tendem a virar as suas atenções para os distritos, depois de na última semana terem olhado a capital provincial, Chimoio, como “zona de conforto” no processo de caça ao voto.

Assim, esta segunda-feira, os distritos de Gondola, Mossurize e Vandúzi, foram a preferência, respectivamente, dos partidos Frelimo, Renamo e MDM.

A cabeça-de-lista da Frelimo para Assembleia provincial de Manica, Francisca Domingos Tomás esteve no distrito de Gondola, concretamente na localidade de Muda Serração, onde num showmício por ela orientado, o qual foi antecedido de uma passeata, pediu votos para o partido de batuque e maçaroca e seu candidato presidencial Filipe Nyusi, prometendo emprego para jovens e desenvolvimento a vários níveis.

“Muitos projectos virão, muitas empresas irão instalar-se no nosso país porque o conflito armado acabou, e assim que acabou há condições para se abrir empresas para que os jovens tenham dinheiro e por via disso ganharem dinheiro. Não vamos distribuir dinheiro, não é assim que se faz”, prometeu Francisca Domingos Tomás a centenas de residentes de Musa Serração que acorreram ao showmício.

Enquanto isso, o cabeça-de-lista do MDM, Arone Mussualho esteve a caçar votos no distrito de Vandúzi, tendo privilegiado contacto interpessoal. Depois membros e simpatizantes daquela formação política foram juntar-se na sua sede, para fazer balanço das actividades do dia.

Mussualho, disse que caso o MDM e seu candidato Daviz Simango vençam as eleições, as péssimas condições de vida que a brigada de campanha eleitoral encontrou no bairro de expansão em vandúzi, passarão para a história, uma vez que “tudo vai mudar para o melhor”, segundo garantiu.

“Felizmente hoje fomos trabalhar num bairro de expansão onde há problemas de água, energia e saneamento. Clamaram também sobre a distância que percorrem para terem acesso ao centro de saúde. Mesmo as casas que caíram durante o ciclone idai, as populações ainda não conseguiram reconstruir porque não tiveram apoio do governo”, disse Mussualho, para quem “a solução desses problemas todos só é possível com a governação do MDM”.

Já o cabeça-de-lista da Renamo, Alfredo Magumisse deslocou-se aos povoados de Mavi e Goi-Goi no distrito de Mossurize, há cerca de 260 quilómetros da cidade de Chimoio.

 

O partido Frelimo, na cidade de Maputo, considera que os primeiros 15 dias da campanha eleitoral foram positivos e apela a todos os partidos políticos a não pautarem por actos de violência durante a campanha eleitoral, sempre que as caravanas se cruzarem ou em outros locais.

A formação partidária que fazia o balanço neste domingo, da campanha eleitoral nos primeiros dias, considera que o período foi caracterizado pela recepção da sua mensagem e a demonstração de total apoio ao candidato presidencial Filipe Nyusi.

Para a formação partidária, no período em alusão, a campanha eleitoral incluiu divulgação do manifesto eleitoral, contacto interpessoal em diversos bairros, caravanas e encontros com vários grupos sociais.

Olhando para realização do trabalho a cento e treze porcento e o alcance dos potenciais eleitores a trinta e nove porcento, a Frelimo assegura que a vitória é certa no dia 15 de Outubro

A Polícia impediu, hoje, a caravana do candidato presidencial da Renamo, Ossufo Momade, de passar defronte do governo distrital, do município e da residência protocolar do administrador no Gurué, província da Zambézia. A razão é que a rota não fazia parte do itinerário previamente comunicado pelo partido.

O episódio registou-se pouco depois das 11h00 quando a caravana de Ossufo Momade pretendia passar pela zona administrativa. A atitude da Polícia da República de Moçambique (PRM) indignou os membros da Renamo. Estes  não acataram as orientações da Polícia e gerou-se uma confusão.

O cabeça-de-lista da Renamo na Zambézia, Manuel de Araújo, desceu da viatura e tentou negociar com a Polícia mas esta não aceitou. Mesmo assim, a caravana seguiu  marcha à força.  

Entretanto, o artigo 20 da lei 2/2019 de 31 de Maio diz que “qualquer candidato, partido político ou coligação de partidos políticos pode realizar livremente a campanha eleitoral em qualquer lugar da jurisdição da República de Moçambique”, desde que tal não seja em locais interditos para propaganda política, tais como “repartições do Estado, órgãos de governação descentralizada policial e distrital e das autarquias locais” (artigo 25 da mesma lei).

 

O candidato presidencial da Renamo, Ossufo Momade, pediu voto esta quinta-feira a população da vila sede distrital de Gilé, região localizada na zona alta da província central da Zambézia. Naquele distrito são esperados pouco mais de 105 mil eleitores nas urnas no próximo dia 15 de Outubro.

Ossufo Momade pediu voto com promessas de trazer investidores para instalar fábricas de processamento de recursos minerais, como pedras preciosas e por conseguinte gerar postos de emprego.

O presidente da Renamo prometeu ainda asfaltar a principal via que liga o distrito de Gilé. "Eles amanhã estarão aqui para pedir vosso voto. Vão trazer dinheiro, camisetas, comida etc, recebam e comam porque é do vosso imposto. Estão a governar a 44 anos mas não conseguem asfaltar a vossa estrada para combater a poeira" disse.

Sobre a suposta campanha de recolha de cartões de eleitores por pessoas desconhecidas, Ossufo Momade apelou o seguinte. "Vocês não podem aceitar que alguém leve o vosso cartão. Protejam o vosso cartão porque ele é individual e intransmissível. Não entreguem a ninguém porque o documento é importante para colocar a Frelimo fora do poder".

Filipe Nyusi pediu hoje aos membros e simpatizantes da Frelimo para não responderem provocações que conduzem a violência na campanha eleitoral. E por outro lado diz que é altura de pôr fim à violência armada porque Moçambique está a ficar um país estranho na região por se recorrer a armas para resolver diferenças.

Esta Quinta-feira o candidato da Frelimo trabalhou nos distritos de Mandimba, Marrupa e na cidade de Lichinga onde orientou comícios populares concorridos. A tónica do seu discurso foi contra a violência armada.

Nyusi diz que não é possível desenvolver um país que está sempre em guerra. Por outro lado apelou a contenção de ânimos durante a campanha eleitoral para evitar a violência. Mas também aproveitou para responder algumas provocações dos seus adversários nesta corrida eleitoral.

Marrupa é um distritos que fielmente tem votado da Frelimo e Nyusi quer reforçar a domínio e apontou as obras do quinquénio como exemplo de quem cumpre promessas.

Mandimba e Lichinga não votarem nele em 2014, mas as estradas, a linha férrea, os projectos de abastecimento de água, a reabilitação dos hospitais de Lichinga, Cuamba, Mandimba entre outros são a prova de que é como a chuva que chove para todos, Segundo suas palavras:
Esta sexta-feira a campanha de Nyusi em Niassa termina com um comício no distrito de Lago.
 

Cabeça-de-lista da Renamo, António Muchanga, diz que vai trazer mais indústrias para Matola caso seja eleito governador da província de Maputo. Já o do MDM promete uma governação transparente e emprego para jovens.

No vigésimo dia da campanha eleitoral um grupo de membros e de simpatizantes do partido Renamo, liderado pelo seu cabeça-de-lista, António Muchanga, escalou alguns bairros da Matola, para contactos interpessoal para a promoção das suas promessas eleitorais.

O bairro Intaka, foi o primeiro escolhido pelo cabeça-de-lista do maior partido da oposição. Ali, Muchanga apostou em mensagens de apelo à mudança, anunciando-se como a “opção certa”. Muchanga disse ter planos para acabar com o sofrimento da população da Matola e de toda a província de Maputo.

“Vamos construir mais escolas e dotá-las com melhores condições para que as crianças não estudem debaixo das árvores. A Renamo vai acabar com os buracos e vai construir mais estradas”, prometeu.

Muchanga prometeu, também, que caso o seu partido vença as eleições, vai assegurar a construção de mais indústrias e revitalizar a que está adormecida, como a Vidreira.

Por sua vez, o MDM foi trabalhar no distrito de Boane. O seu cabeça-de-lista, Augusto Pelembe, também optou no contacto interpessoal para pedir voto, assegurando que “só o seu partido pode combater a corrupção que mina o crescimento da província de Maputo”.

“O MDM já provou que aposta na governação transparente e abrangente, é o único partido que não permite a corrupção. A nossa governação não olha para a cor partidária, estará focada nos interesses da população”, disse Pelembe.

Ainda ao eleitorado do distrito de Boane, o cabeça-de-lista do MDM deu garantias de acabar com o desemprego, a falta de medicamentos nas unidades sanitárias e de inovar o sector agrícola para o aumento da produção.  

“Cerca de 65% dos jovens de Boane são desempregados e correm para a África do Sul Em busca de melhores de vida e como consequência, muitos moçambicanos estão a morrer vítimas de xenofobia naquele país. Visitei os centros de saúde e constatei que não têm paracetamol, nós queremos acabar com isso, bastando apenas votarem no nosso partido”, exortou Pelembe.

 

Em Cabo Delgado, no 18 dia da campanha eleitoral, os cabeças-de-lista estiveram frente a frente para apresentação e debate dos manifesto do partido a sociedade civil.

A apresentação e debate dos manifestos eleitorais com a sociedade civil, teve lugar na cidade, e estiveram presentes apenas 2 dos 3 cabeças-de-lista dos três principais partidos que concorrem às eleições de Outubro próximo. Trata-se de José de Jesus Avelino, do Movimento Democrático de Moçambique e Angela Eduardo, da Renamo que por razões de saúde, encarregou um representante para apresentar o programa do partido.

Este debate foi organizado pela Universidade Católica de Moçambique, através do departamento de ética, cidadania e desenvolvimento, da Faculdade de Gestão e Informática de Pemba.

Por razões desconhecidas, o Cabeça-de lista da Frelimo, Valige Tauabo, esteve ausente no encontro, onde os membros da sociedade civil, académicos e estudantes, colocaram várias perguntas e apresentaram algumas preocupações que não constavam nos manifestos eleitorais.

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