A 42 km da cidade de Maputo, o distrito de Boane foi o primeiro ponto onde Daviz Simango trabalhou na manhã de hoje. Caminhou pelas ruas da mais recente autarquia, enquanto era seguido por membros e simpatizantes do Movimento Democrático de Moçambique (MDM).
Num ambiente pacífico e de festa, foi pedindo votos no mercado local e foi mesmo nas proximidades do mercado que decidiu parar para discursar.
“Vamos criar um fundo para que os jovens possam ter acesso ao emprego. O que queremos é que a cada jovem seja inovador, crie o auto empregos e que possa empregar os outros, associado ou não, mas que ele crie. Aqueles 7 milhões para os distritos, temos as nossas mães que nos educam, que cuidam dos nossos irmãos, que nos levam a saúde e não tem acesso a esse dinheiro que podia ajudar a aumentar o volume do seu negócio. São essas mães que queremos apoiar”, prometeu Daviz Simango, candidato Presidencial do MDM
Apoio, mais apoio e muito apoio de cada eleito é o que Daviz Simango diz precisar no dia 15 para que possa chegar à Presidência da República e trazer o que chamou de uma nova ordem social no país.
No bairro da Zona Verde, no município da Matola, houve grupos culturais para honrar a presença do candidato do “partido do galo”. E no Bagamoio, um bairro do Município de Maputo, Simango fez uma longa caminhada até chegar ao local do último comício do dia.
Diz ser o candidato que vai ao encontro da população, vive a realidade do povo, por isso enquanto caminhava ia fazendo o diagnóstico visual dos problemas que os munícipes enfrentam, a começar pela questão da do fundo de compensação autárquica para o desenvolvimento dos municípios.
“É preciso aumentar o fundo de compensação aos municípios porque queremos que haja saúde para a nossa população. Não podemos permitir que continuemos a viver assim por causa de grupo de ladroes e corrupto”, concluiu Simango.
Esta quinta-feira, o candidato presidencial do MDM fecha o primeiro ciclo do périplo e depois volta ao Centro e Norte do país.

