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O País – A verdade como notícia

Chapo manifesta solidariedade ao Nepal após cheias devastadoras

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem de solidariedade ao seu homólogo da República Democrática Federal do Nepal, Ram Chandra Paudel, na sequência das cheias devastadoras que atingiram, a 26 de Agosto, a região de Rasuwa. A tragédia provocou a morte de centenas de pessoas, deixou um número

Celebram-se hoje 27 anos dos acordos gerais de Paz, o Presidente da República, Filipe Nyusi, dirigiu as cerimónias centrais, na Praça dos Heróis Moçambicanos, na vila da Manhiça. Nyusi começou por saudar o povo moçambicano pela passagem dos 27 anos.

“Celebramos esta data num momento em que abraçamos o desafio de consolidação da paz, que deve ser assumida como um juramento da pátria para que cultivemos a concórdia em palavras e em actos”, disse o Presidente.

Nyusi apelou às instituições democráticas e a sociedade civil a fazer sua parte para assegurar que as diferenças e conflitos sejam resolvidas através do diálogo.

“O mundo testemunhou a paz e acredita nos moçambicanos e a sua capacidade de reconciliação. Celebramos este dia homenageando a todos que deram e continuam a dar o melhor de si com elevado sentido de pátria”, acrescentou o estadista.

As eleições de 15 de Outubro foram também um dos pontos abordados pelo Presidente da República, exortando que o espírito de Paz e de festa seja o mesmo a prevalecer ao longo de todo processo eleitoral.

“Não estamos distraídos e não nos podem distrair com os actos macabros que se registam em algumas zonas no centro do país e com alguma intensidade no norte”, disse Nyusi acrescentando que o Governo está atento e não vão deixar o povo morrer.

O estadista disse que o Governo vai continuar a exortar as Forças de Defesa e Segurança para defender, e que seja o último soldado a não poder defender.

Manuel de Araújo defendeu esta sexta-feira, 04 de Outubro, dia da Paz, que o país está em Guerra e que o chefe do estado deve convocar o conselho nacional de defesa e segurança. De Araújo falava na praça dos heróis local onde acolheram as cerimónias oficiais do 27° aniversário dos acordos de paz.

Manuel de Araújo presidente do conselho autárquico de Quelimane falava depois de fazer uma passeata com taxista de bicicleta na cidade de Quelimane. A passeata rodou algumas artérias da cidade.

“Moçambique está em guerra, o Chefe do Estado tem que reconhecer isso. Tem que convocar o conselho do Estado, Conselho Nacional de Segurança e a Assembleia da República, porque o Presidente Nyusi disse que estávamos a ser invadidos. Queremos saber quem está a nos invadir para podermos nos preparar e enfrentar os invasores”, disse De Araújo.

Já o secretário permanente da província, Júlio Mendes, disse que o chefe do estado está empenhado na consolidação da paz no país.

“Há um esforço em levar as autoridades incluindo o nosso Presidente da República em construir esta paz a partir de alicerces básicos sólidos, e pensamos que a nossa população precisa continuar a acreditar nos valores, a construir e vivermos tos em paz”, disse
A comunidade Sant'Egidio bem como o conselho cristão de Moçambique fizeram apelos de paz no país.

“A comunidade apela toda camada social do país para pautar num diálogo, um diálogo fundado na palavra de Deus e confiante no senhor”, falou o representante da comunidade.

Refira-se que duas cerimónias distintas marcaram o dia da paz. A primeira na praça dos heróis orientada por Júlio Mendes, secretário permanente da Zambézia e a segunda na praça da Paz pelo presidente do conselho autárquico de Quelimane Manuel de Araújo.

No trigésimo quinto dia da campanha eleitoral, o partido Renamo, na província de Maputo, não saiu à rua, tendo chamado a imprensa para se queixar da violência no processo que atingiu, inclusive, a caravana do seu candidato presidencial, Ossufo Momade. 

Segundo Miguel Manjate, Mobilizador da Renamo na província de Maputo, o partido apela ao civismo como forma de evitar violência e ilícitos eleitorais na campanha eleitoral em curso até dia 12 deste mês.

Já o MDM foi aos bairros suburbanos do município da Matola prometer a expansão de serviços sociais básicos. Na Matola esteve Augusto Pelembe, Cabeça-de-lista daquele partido na província de Maputo.

Por fim, o cabeça-de-lista da Frelimo, Júlio Parruque, esteve a acompanhar o candidato presidencial do partido, Filipe Nyusi.

 

 

O partido Frelimo, na província da Zambézia, reagiu contra o discurso de Manuel de Araújo, cabeça de lista da Renamo para governador naquela parcela do país, segundo o qual os eleitores, no próximo dia 15, devem votar e permanecer no local para controlar o voto.

“No dia da votação, quando vocês acabarem de votar, fiquem lá para defender o vosso voto. Levem o vosso coco, o vosso lanho, a vossa batata, a vossa mandioca… naquele dia, vão votar e fiquem lá mesmo até o resultado sair. Ninguém sai da votação antes de saber qual é o resultado. Se não aqueles malandros de vermelho vão roubar a urna e vão meter votos dele”, afirmou Manuel de Araújo durante um discurso.

Segundo entende o partido Frelimo, Manuel de Araújo está a incitar aos eleitores a cometerem a perturbação da ordem pública. António Gusse, mandatário da Frelimo naquela parcela do país, diz que Manuel de está a incitar aos eleitores a cometerem um crime, o de perturbação da ordem pública.

 

 

 

Daviz Simango abriu, hoje, a fase decisiva da sua campanha eleitoral orientando um comício popular no distrito de Machanga, província de Sofala. Na terra natal dos seus avos, o candidato presidencial do MDM prometeu estradas e criticou o tipo de paz que se vive no país.

Neste 35º dia de campanha, Simango atravessou a ponte sobre o rio Save, deixando a zona Sul do país e a porta de entrada na província de Sofala. Foi ao distrito de Machanga onde membros e simpatizantes do seu partido o aguardavam.

Seguiu-se uma marcha que marcou a entrada do considerado filho da casa…

Daviz Mpebo Simango tem as suas raízes naquele distrito, pois viveram ali os seus antepassados paternos.

Caminhou durante cerca de uma hora até à vila-sede e pelo caminho ia saudando a população.

No comício que orientou, começou por criticar o tipo de paz que se vive no nosso país e disse que o MDM é um partido com mãos limpas, capaz de olhar a todos como moçambicanos, independentemente das diferenças. “Dizem que temos paz, mas os nossos irmãos em Cabo Delgado estão a morrer. Essa paz é metade ou é completa? Não se pode falar de paz enquanto as pessoas estão a morrer. Não se pode falar de paz enquanto andam a vender armas para matar pessoas”, afirmou Daviz Simango.

Sobre o seu manifesto eleitoral, Simango prometeu melhorar as condições de vida da população daquele ponto da província de Sofala, caso seja eleito presidente da República no dia 15.

Para fechar o dia, foi à casa que considera o santuário da família Simango, conversou com parentes e conhecidos, e convidou-nos a conhecer o local que o seu avo o ofereceu para construiu a sua casa e dar seguimento à linhagem dos Simangos.

 

 

O candidato da Frelimo, Filipe Nyusi, iniciou a sua campanha na província de Maputo, escalando os distritos de Manhiça, Marracuene e Boene. Para além de comícios populares, caminhou pelas ruas de Boane e interagiu com vendedores do mercado local e residentes.

Depois de cumprir os três comícios populares agendados para esta sexta-feira, o candidato da Frelimo arranjou tempo para caminhar pelas ruas da vila de Boane. Foi ao mercado local onde interagiu com os vendedores. Conversou com jovens que fazem pequenas reparações.

E ficou impressionado, até porque é o que tem estado a defender no seu compromisso, capacitar jovens para que tenham iniciativas de auto-emprego:

Encontrou vendedores de produtos diversos e inteirou-se de como está a ser feito o comércio naquela vila.

Antes, Filipe Nyusi orientou um comício popular naquela vila onde pediu aos potenciais eleitores uma vitória clara no dia 15 de Outubro.

Nyusi chegou a Boane ido de Marracuene. Aqui disse conhecer perfeitamente os problemas daquele distrito e que quer resolve-los. Vale lembrar que o Governo está a projectar criar uma zona económica especial a norte deste distrito.

O candidato entrou na província de Maputo pelo distrito da Manhiça onde igualmente orientou um comício popular concorrido. Aqui apresentou o cabeça de lista para Governador da Província.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje o candidato da Frelimo, Filipe Nyusi, terminou a sua campanha eleitoral na província de Gaza onde escalou oito distritos. Esta sexta vai caçar voto na província de Maputo. No ultimo comício realizado em Gaza e que teve lugar na vila da Macia, no distrito de Bilene prometeu transformar a agricultura moçambicana e colocar o país como um dos grandes “players” internacionais na agro-indústria.

Para tal, o Plano  Nyusi para a agricultura para por investir anualmente 10% do Orçamento do Estado, que corresponde a mais de 2 mil milhões de dólares, naquele sector tal como foi recomendado aos países africanos na Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana realizada em Maputo em 2002, conhecida como declaração de Maputo. Até ao momento, o nosso país tem alocado anualmente pouco mais de 6% do seu Orçamento, não estando a cumprir com essa declaração. Mas Filipe Nyusi disse diz que é chegado o momento de mudar as coisas e cumprir o mandato constitucional que coloca a agricultura como a base de desenvolvimento da economia nacional e a indústria o catalizador.

Para melhor coordenar as reformas e implementar o seu plano, logo que ganhar as eleições, o incumbente compromete-se a criar uma entidade governamental que terá a missão de fazer a coordenação intersectorial que vai orientar as acções dos diferentes ministérios que têm a responsabilidade de criar as condições institucionais para o funcionamento do seu plano.

Filipe Nyusi diz que igualmente o plano passa pela modernização da agricultura que para além da mecanização é necessário empregar a ciência, a tecnologia e a investigação ao serviço daquele sector de modo a produzir sementes geneticamente modificados e adaptados à realidade agro-ecológica do país, que resista a doenças e pragas. Mas também o estudo dos solos e plantas para garantir a maior produtividade possível.

A extensão agrária é outra aposta para desenvolver a actividade Agricola, sendo que o Governo vai massificar a formação e contratação de extensionistas para que possam ajudar os agricultores a melhorarem a qualidade e quantidade da sua produção. A agricultura familiar deverá beneficiar da elaboração de um plano específico para o seu desenvolvimento e os pequenos agricultores irão beneficiar de financiamento e capacitação da gestão de fundos e da produção de modo a que possam conseguir reembolsar os valores.

Filipe Nyusi promete ainda aprimorar os serviços de apoio aos agricultores, nomeadamente, mecanização, irrigação e infra-estruturas para que possam criar condições de incremento da produção mas também de escoamento dos produtos produzidos pelas comunidades e reduzir perdas quer na sementeira, colheita e colocação no mercado.

Esta é segundo Filipe Nyusi, a melhor forma que o país pode encontrar para sair da dependência, alias citou o exemplo do ultimo quinquénio em que o Governo não contou com o apoio dos parceiros internacionais e o aumento da produção salvou o país de entrar em falência. Dai que nos próximos cinco anos é para intensificar a produção. Por outro lado, entende que com o aumento da produção o país estará em condições de melhor resistir às crises que ciclicamente afectam a economia mundial.

Dai que o Projecto Sustenta que foi implementado em Nampula e Zambézia nos últimos anos, deverá ser alargado para todo o país porque mostrou que ajuda a se alcançar os níveis de produção desejados. A título de exemplo, Nyusi citou o caso de Malema que com a ajuda do Sustenta a produção de diversas culturas saiu de mais de 300 mil toneladas ano para mais de 800 mil.

A Renamo acusa o candidato presidencial da Frelimo, Filipe Nyusi, de tolerar a violência na campanha eleitoral, sobretudo, em Gaza. Entretanto, a Frelimo refuta as acusações e diz que a violência é promovida por pessoas camufladas em “camaradas”

A província de Gaza está a ser um terreno difícil para o périplo eleitoral dos candidatos da oposição. Quer Ossufo Momade, da Renamo, e Daviz Simango, do MDM, viram suas caravanas “atacadas” à entrada na província, por membros e simpatizantes da Frelimo. Episódios dos quais, houve a intervenção da polícia, que em alguns casos atirou ao ar para dispersar as escaramuças.

Para a Renamo, essa violência se agrava, alegadamente, porque o candidato presidencial da Frelimo, Filipe Nyusi, tem tolerado.

“Do que tenho acompanhado como mandatário da Renamo, em todo país, dos cerca de 99% dos casos, ou que estejam na polícia, ou que estejam no tribunal, em todos eles contra a oposição, o denominador comum é o partido Frelimo. Portanto, a Frelimo é o agressor mais presente. Por isso, eu volto a dizer e repito, que o presidente da Frelimo não pode vir com um discurso ‘que não se pode responder às provocações’, porque quem provoca e agride é, justamente, a Frelimo”, disse Venâncio Mondlane.

“Se ele [o candidato da Frelimo] não assume uma posição de refreio aos ânimos dos seus membros do partido; e anda com discurso romântico e dissimulador, significa que ele é o promotor e avalista dessa violência. Tal é o caso do seu silêncio a quando do incêndio à casa da mãe de Manuel de Araújo, em que ele não se pronunciou”, acrescentou o mandatário da Renamo.

Entretanto, a Frelimo recusa todas as acusações e lança a culpa a pessoas que supostamente fazem-se passar por “camaradas”.

“Nós achamos que são pessoas camufladas que querem entrar no processo político para mancharem aquilo que é a campanha da Frelimo. A campanha da Frelimo é de festa e de transmissão de mensagens. Repudiamos toda a violência”, expressou Caifadine Manasse, acusando, igualmente, a Renamo de “verdadeiro rosto fomentador das confusões”.

Face à situação de violência que tende a subir de tom, os órgãos eleitorais mostram-se preocupados e apelam à necessidade de uma campanha ordeira e pacífica.

“Notamos que a campanha estava a decorrer de forma ordeira, com alguns incidentes que são característicos, em algum momento, da campanha eleitoral. Porém, a medida que chegamos ao fim, estamos a notar uma escalada de violência, o que condenamos e, de sobremaneira”, declarou Paulo Cuinica, porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE).

Estes pronunciamentos foram feitos a margem do debate dos manifestos eleitorais dos candidatos a Presidente da República, que teve lugar ontem, em Maputo, no evento organizado pelo Instituto para a Democracia Multipartidária.

 

 

O cabeça-de-lista da Frelimo a cargo de governador da província da Zambézia, Pio Matos, reuniu-se esta quarta-feira com fazedores da cultura, em Quelimane, no campo do Sporting daquela cidade para persuadir voto a favor da Frelimo e seu candidato Filipe Nyusi.

Concluir a drenagem de Quelimane que segundo disse ainda não está concluída, implementar o projecto de saneamento a partir de 2020, criar emprego para os munícipes de Quelimane, combater o tribalismo entre outras situações são dentre várias aposta de Pio Matos se chegar ao cargo de governador.

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