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O País – A verdade como notícia

Convidados destacam regresso às raízes e inovação no discurso de Chapo

Artistas e académicos convidados para a Conferência Nacional de Quadros da FRELIMO, que decorre em Chimoio, reagiram positivamente ao discurso de abertura do Presidente do partido, Daniel Chapo. Para os convidados, a intervenção marca um “regresso às raízes”, com um olhar para o futuro, e traz orientações concretas para o

O Presidente da República, Filipe Nyusi, exortou, esta segunda-feira, as forças políticas concorrentes e os seus membros no sentido de participarem de forma livre, consciente, ordeira e tolerante na campanha eleitoral rumo às eleições autárquicas que hoje inicia em todo o país. Para Nyusi, as eleições devem constituir o momento de celebrar a moçambicanidade.

Falando à nação, esta segunda-feira à noite, Nyusi exortou ainda que, na interacção com os eleitores, os cabeças-de-lista se concentrem na apresentação de manifestos, abstendo-se de discursos incendiários, que podem gerar violência.

Aos dirigentes, segundo o Presidente da República, cabe a responsabilidade de orientar os seus membros sobre a conduta eleitoral.

De igual modo, a Polícia deve actuar com isenção e imparcialidade para que o processo possa decorrer dentro da lei e ordem.
Segundo Nyusi, as eleições autárquicas do próximo dia 11 de Outubro vão-se realizar num contexto de aprofundamento da democracia e da descentralização, verdadeiros pilares do Estado de Direito Democrático.

Nestas sextas eleições autárquicas, 65 municípios irão registar o processo eleitoral que envolve 22 concorrentes, entre partidos, coligações e associações de grupo de trabalho.

Aos órgãos eleitorais, o Presidente da República apelou para a transparência.

O Presidente da República e Comandante-chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS) de Moçambique, Filipe Nyusi, instou, esta segunda-feira, em Moatize, Tete, as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) a continuarem a ser o reflexo do patriotismo e da unidade nacional, colocando os soldados, praças e os sargentos no topo das prioridades e, de forma visível, intensificar o processo de treino e formação militar para outros patamares da prontidão combativa para responder ao carácter dinâmico das ameaças cada vez mais difusas.

Paralelamente, as Forças Armadas deverão reforçar a capacidade combativa, adequando a doutrina e postura aos desafios do âmbito estratégico operacional. E a respeito disto alerta que as FADM não estão na fase defensiva, mas na ofensiva. Por isso, entende Nyusi, devem promover e desenvolver as relações civis militares através da interacção com as comunidades locais, respeitar os direitos humanos nos teatros operacionais, sendo que, neste último aspecto, o Presidente afirma que o país tem sido um grande exemplo.

As Forças Armadas devem reforçar a boa coordenação nas operações conjuntas e combinadas com as forças irmãs de defesa do Ruanda e com a Missão Militar da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SAMIM, sigla em inglês) e aprimorar outros apoios multilaterais e de carácter bilateral em curso.

“Como Governo, continuaremos a criar as condições logísticas que aprimorem a capacidade de intervenção das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, tornando-as aptas para responder a quaisquer desafios de segurança, para que sejam as mais modernas possíveis, direccionando recursos tecnológicos e meios que ajudem na defesa da pátria e soberania”, garantiu Filipe Nyusi.

“Segundo o Chefe de Estado, a situação de segurança na província de Cabo Delgado está no centro das atenções do Governo, pois as acções terroristas perturbam a paz, o bem-estar das populações e regridem os esforços do Governo em prol do desenvolvimento. Ademais, os ataques terroristas provocaram a perda de vidas humanas, o fluxo de deslocados internos, violações sistemáticas dos direitos humanos, destruição de infra-estruturas públicas e privadas, paralisação dos projectos de desenvolvimento, entre outros aspectos”, lê-se na fonte que estamos a citar. E sublinha-se: “É dever das FADM, enquanto instituição responsável pela defesa e salvaguarda da soberania, combater energicamente e eliminar todo e qualquer tipo de ameaça à estabilidade nacional”.

Nyusi diz estar ciente e encorajado com os resultados que estão a ser alcançados no campo operacional, o que se pode notar pelo visível retorno das populações às suas zonas de origem e que pouco a pouco retomam as suas vidas normais. Além disso, registam-se, de forma notável, o retorno das actividades económicas e o normal funcionamento das instituições públicas e privadas em todos os distritos da província de Cabo Delgado.

“Estes resultados em nenhum momento devem significar abrandamento das acções militares. Deverão constituir a causa da intensificação das operações em curso. Não podemos cometer os mesmos erros de desactivar o poderio das Forças de Defesa e Segurança quando consideramos que a batalha foi superada com sucesso. Estamos cientes dos desafios conjunturais, mas as circunstâncias impõem-se a adequar-nos às metamorfoses permanentes que ameaçam a segurança e a viabilidade da nossa agenda”, sublinhou Filipe Nyusi.

 

25 DE SETEMBRO DEVE SER DATA DE REFLEXÃO SOBRE AS AMEAÇAS À PÁTRIA

Ainda ontem, o Presidente da República, Filipe Nyusi, sublinhou, em Moatize, província de Tete, que não se deve resumir apenas à comemoração das conquistas até agora alcançadas pelas FADM, mas um momento de reflexão sobre as profundas e difusas ameaças à defesa da pátria que a cada dia emergem.

“É dia para recordar com emoção todos os heróis do 25 de Setembro; é dia de exaltar os valores da unidade nacional, o espírito patriótico mantido vivo ao longo dos quase 50 anos da independência”, considerou o Presidente”, conforme se lê na nota da Presidência. 

De acordo com Nyusi, Tete é hoje o quartel-general das FADM, e justifica que a escolha daquele ponto do país para acolher as cerimónias centrais obedeceu à lógica de que todo o território nacional é Moçambique, mas sobretudo um tributo ao papel desta província no contexto da luta pela independência.

Segundo o Estadista, nesta província foram travadas renhidas batalhas contra o exército do regime colonial português. Foi em Tete onde as Forças Armadas de Moçambique (FAM) e Forças Populares de Libertação de Moçambique (FPLM) repeliram com valentia as investidas do regime racista e minoritário da então Rodésia de Ian Smith.

As cerimónias da data acontecem sob o lema “Forças Armadas de Defesa de Moçambique, uma força credível de elevada prontidão para a defesa de Moçambique, do seu desenvolvimento e prosperidade”. 

O Presidente da República prestou uma homenagem a todos os jovens de 25 de Setembro de 1964, jovens que deram a sua juventude e suas vidas para que, hoje, Moçambique pudesse desfrutar da liberdade do exercício democrático, da paz e progresso como uma nação que se afirma no Conserto das Nações.

“Hoje, o seu legado é devidamente valorizado por sucessivas gerações dos jovens que, ingressando nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique, se inspiram na geração do 25 de Setembro. O 25 de Setembro imortaliza o sacrifício, coragem, bravura e patriotismo dos melhores filhos desta nação que, em diferentes fases da nossa história, têm colocado acima dos seus interesses a defesa da pátria amada”, afirma o Estadista.

Nyusi faz menção ao facto de que desde o alcance da independência o país ter enfrentado desafios diversos que põem em causa o desenvolvimento e a harmonia entre os moçambicanos, referindo-se aos fenómenos naturais cíclicos, hostilidades armadas e actualmente o terrorismo na província de Cabo Delgado.

O Presidente considera a defesa da pátria como a condição primordial para a manutenção de todas as outras formas de independência do país. Por isso, explica que, ao se comemorar o 25 de Setembro, pretende-se imortalizar a data para que as gerações vindouras “conheçam este importante marco histórico e encarem os valores de pertença a esta pátria que custou sangue”.

Por ocasião das celebrações e reconhecimento da participação activa na luta de libertação da pátria nas frentes da luta armada ou clandestinidade; no combate diplomático e da informação e propaganda; nas batalhas triunfais da independência, democracia e paz, bem como no esforço abnegado tendente a valorizar e perpetuar conquistas desta luta decidiu, o Presidente da República condecorou, em todo o país, 979 cidadãos nacionais com a medalha “Veterano da Luta de Libertação de Moçambique”, para quem a entrega abnegada destes sirva de exemplo para as gerações actuais que hoje enfrentam o terrorismo em Cabo Delgado.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, exortou, esta segunda-feira, às forças políticas concorrentes e aos seus membros no sentido de participarem de forma livre, consciente, ordeira e tolerante na campanha eleitoral rumo às eleições autárquicas. Para Filipe Nyusi, as eleições devem constituir um momento de celebração da moçambicanidade.

Falando à Nação, Nyusi exortou ainda que, na interacção com os eleitores, os cabeças-de-lista se concentrem na apresentação de manifestos, abstendo-se de discursos incendiários, que podem gerar violência.

Aos dirigentes, segundo o Presidente da República, cabe a responsabilidade de orientar membros no código de conduta eleitoral. 

De igual modo, a polícia deve actuar com isenção e imparcialidade para que o processo possa decorrer dentro da lei e ordem. 

Segundo o Chefe de Estado, as eleições autárquicas do próximo dia 11 de Outubro vão se realizar num contexto de aprofundamento da democracia e da descentralização, verdadeiros pilares do estado de direito democrático. 

Nas presentes eleições, as sextas autárquicas, 65 municípios irão registar o processo eleitoral que envolve 22 concorrentes, entre partidos, coligações e associações de grupo de trabalho.

Arranca, amanhã, a campanha eleitoral nas 65 autarquias do país. A Comissão Nacional de Eleições (CNE) apela para a não participação de crianças nas caravanas e nos comícios e que todas as formações políticas respeitem a lei eleitoral. 

Mais de  20 partidos políticos, coligações de partidos, grupos de cidadãos e simpatizantes saem às ruas, a partir desta terça-feira, para apresentar os seus manifestos e pedir voto para o dia 11 de Outubro. 

A campanha eleitoral vai decorrer nas 65 cidades e vilas autárquicas e será marcada por passeatas, comícios e contactos interpessoais. 

A Comissão Nacional de Eleições quer uma campanha ordeira, por isso deixa recomendações.  

“A CNE exorta os partidos políticos, coligações de partidos políticos e grupos de cidadãos proponentes concorrentes para que evitem a presença de crianças nos comícios e caravanas da campanha eleitoral. Igualmente, que se abstenham de instrumentalizar jovens alcoolizados ou que tenham consumido substâncias psicotrópicas. Aos condutores de veículos que transportam membros e simpatizantes dos partidos políticos em camiões, apela-se para maior rigor na observância das regras de trânsito para evitar tragédias”, apela Carlos Matsinhe, Presidente da CNE.

O Presidente da Comissão Nacional de Eleições, Dom Carlos Matsinhe, falava hoje, em conferência de imprensa, na qual reiterou que deve haver tolerância política para evitar violência.

“A Comissão Nacional de Eleições reitera a sua legítima expectativa de ver uma campanha eleitoral pacífica, ordeira e democrática, na qual haja espaço para todos, respeito e tolerância em relação à opinião alheia numa convivência democrática dos diversos emblemas políticos que constituem o nosso mosaico nacional. A CNE acredita firmemente que os diversos intervenientes desta campanha eleitoral irão distanciar-se de actos de violência política, de incitamento ao ódio e farão deste período um período de reflexão colectiva sobre a elevação dos princípios morais de perdão, tolerância e reconciliação entre os moçambicanos”, acrescentou.

A campanha eleitoral decorre até 8 de Outubro e será sucedida por dois dias de reflexão, para, no dia 11 de Outubro, escolher-se os edis dos 65 municípios.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, aterrou, na manhã deste domingo, no Aeroporto Internacional de Tete, para uma visita de dois dias.

A visita de Filipe Nyusi enquadra-se nas celebrações de mais um aniversário das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, celebrado esta segunda-feira, 25 de Setembro, cujas cerimónias centrais terão lugar na Praça dos Heróis em Tete. 

Antes das cerimónias do dia 25 de Setembro, Nyusi vai inaugurar, no distrito de Zumbo, um tribunal, no âmbito da iniciativa presidencial “um distrito, um tribunal”.

Este ano, o país celebra 49 anos desde o início da Luta Armada de Libertação Nacional (25 de Setembro de 1964), que culminou com o alcance da independência de Moçambique, a 25 de Junho de 1975.

Moçambique e os Estados Unidos de América vão reforçar cooperação para combater o terrorismo na província de Cabo Delgado. A informação, avançada este sábado pelo Chefe de Estado, prevê também à pesca ilegal e ao tráfico de drogas na costa moçambicana.

O Presidente da República regressou ao país depois de ter estado em Cuba e nos Estados Unidos da América. À sua chegada à capital Moçambicana, Nyusi deu uma conferência de imprensa onde explicou os resultados dos trabalhos efectuados, um dos quais sobre o terrorismo.

“Uma das coisas que vimos é pirataria marítima, crimes no mar, a pirataria marítima, tráfico de drogas, tráfico de pessoas também o terrorismo. Tivemos esses encontros e a trocar impressões e temos estado a trabalhar com os Estados Unidos nesse sentido  e quando eles vem com os seus vasos de guerra e atracam na nossa costa muitas vezes usamos esse momento para os nosso marinheiros trocarem experiências. portanto haverá seguimento no sentido de que o que podemos fazer juntos para tornar essa pesca ilegal de muitos países que usam nossas águas para cometer esses crimes”.

Manteve encontro com os dirigentes da petroleira norte-americana  Exxon Mobil que tem as operações de prospecção e exploração de gás paralisadas em Cabo Delgado.

“Não se podia estar em Washigton sem termos algum encontro de trabalho com Exxon Mobile tivemos um jantar de trabalho precisamente para percebermos qual é a evolução e eles tirarem as dúvidas daquilo que é a evolução no terreno. O Problema deles não é sim ou não continuam em Moçambique, mas o problema é quando é que retomam e temos estado a trabalhar nesse sentido e eles avaliaram os sucessos com muita satisfação”.

Filipe Nyussi falou da participação de Moçambique na  capital cubana da cimeira  G77+China.

“Relativamente a Cuba nós tivemos para além da cimeira, tivemos também a reunião bilateral de trabalho de seguimento mais ou menos do que o presidente de Cuba fez aqui quando visitou e foi um momento breve para perceber o que está a acontecer  e muitas áreas foram abordadas apesar de ser pouco tempo e desta vez deixamos como bandeira de cooperação o turismo “

Com participação na assembleia geral das nações unidas, Nyusi teve vários encontros e participou de discussões sobre mudanças climáticas, paz e segurança. O Presidente da República faz uma avaliação positiva dos trabalhos realizados.

“A visita foi produtiva conseguimos aquilo que nós queríamos a partir de Havana, Nova Iorque e Washigton DC onde os encontros foram muitos outros informais nos corredores, sabes onde estão chefes de Estado muito pode se fazer”.

Filipe Nyusi, manteve encontro com vários dirigentes políticos e personalidades mundiais, uma das quais o Secretário Geral das Nações Unidas que ficou informado dos avanços que pais assinala em vários capítulos de desenvolvimento. 

Os Estados Unidos asseguraram hoje que vão intensificar o apoio à Moçambique no combate ao terrorismo, através do treino de tropas militares. A garantia foi dada pelo Secretário de Estado norte-americano da Defesa num encontro com o Presidente da República.

O chefe de Estado foi recebido pelo Secretário de Estado da Defesa dos Estados Unidos, cargo equivalente ao de ministro da Defesa em Moçambique.

As delegações dos dois países sentaram-se à mesa esta sexta-feira no local onde converge toda a estrutura de defesa e segurança dos norte- americanos.

O Secretário de Estado da Defesa garantiu o reforço do apoio no combate ao terrorismo, através do treino às tropas nacionais.

Filipe Nyusi agradeceu o apoio norte- americano para questões de defesa e destacou a abertura do país em continuar a cooperar com este país.

Depois destas declarações abertas à imprensa, as duas delegações reuniram-se à porta fechada por cerca de meia hora. 

A Frelimo diz que os actos de violência envolvendo os seus membros não reflectem a postura do partido e apela para paz e liberdade durante a campanha eleitoral. O secretário-geral do partido pede ainda aos órgãos eleitorais e à sociedade civil para pautarem pela isenção no processo.

Numa sessão sem direito a perguntas, a Frelimo convocou a imprensa, na sexta-feira, para se distanciar dos actos de violência a que os seus membros estiveram envolvidos na Beira e apelou para um ambiente de paz e liberdade na campanha eleitoral já à porta.

O apelo deixado aos membros e simpatizantes da Frelimo é que liderem o processo, por forma a transformar a campanha eleitoral em momento de festa, pois, na visão do partido, este período serve para a troca de ideias, ou seja, é uma oportunidade que cada um tem para explicar à sociedade o que de melhor irá fazer, caso vença as eleições.

“Gostaríamos de usar esta oportunidade para apelar aos membros e simpatizantes de todos os partidos políticos e segmentos da sociedade moçambicana, para que este processo eleitoral seja de paz e liberdade, num ano em que, pela primeira vez, se realizam eleições sem nenhum partido armado. Será uma forma de presentear o povo moçambicano se todos nós pudermos realizar uma campanha eleitoral, baseada na paz, tranquilidade e convivência pacífica”, disse Roque Silva, secretário-geral da Frelimo.

Dos órgãos eleitorais, sociedade civil e outros intervenientes no processo, o secretário-geral da Frelimo quer imparcialidade.
“Apelamos para que, neste processo de campanha eleitoral e no próprio dia de votação, para que actuem com muita isenção, porque esta isenção vai ajudar a criar confiança nos processos, sobretudo ao que irá acontecer até à divulgação de resultados. Eleições têm de ser festa, um momento para convivência pacífica”, declarou Roque Silva.

Roque Silva avançou que a Frelimo está preparada para o processo que se avizinha e garante vitória em todas as autarquias.

Movimento Democrático de Moçambique, MDM, faz o apelo para  que a campanha eleitoral que arranca no próximo dia 26 do mês em curso decorra de forma ordeira e sem incidentes. Na mesma ocasião, o MDM desafiou os órgãos eleitorais e a PRM  a actuarem dentro dos limites da Lei.

O MDM convocou, para esta sexta-feira, uma conferência de imprensa para manifestar o seu posicionamento face ao arranque da campanha eleitoral já no dia 26, do mês em curso, tendo alertado que para se evitar fráude eleitoral e sem violência os órgãos de administração eleitoral e da justiça devem agir de forma eficiente e eficaz, segundo avançou o líder do terceiro maior partido político em Moçambique, Lutero Simango.

“Queremos que este processo eleitoral decorra de forma democrática e participativa e, para isso, esperamos que as autoridades policiais sejam totalmente isentas, que sejam imparciais, garantam, não só a segurança, ordem e tranquilidade públicas, mas, sim, não faça parte deste processo, pois a Polícia da República de Moçambique deve ser, de acordo com a Constituição da República, uma polícia republicana que garante e defende a Constituição da República. Nós membros e partidos que apoiam o MDM estaremos de forma estratégica a trabalhar neste processo eleitoral, onde nos propomos a manter a Beira e conquistar outras autarquias”.

Quanto ao escrutínio do dia 11 de Outubro, o MDM garante que vai fiscalizar o processo de votação em todo país.

“Queremos garantir a todos nós concidadãos e aos membros do MDM que vamos fiscalizar este processo desde o primeiro dia até a data de votação”

Depois de não ter conseguido inscrever-se para as eleições autárquicas, o Partido União para Mudança decidiu esta sexta-feira anunciar o seu apoio ao MDM.

 

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