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O País – A verdade como notícia

Chapo ameaça mão pesada contra posse ilegal de armas após fim da amnistia

Presidente da República anuncia medidas coercivas contra quem não entregar voluntariamente armas de fogo em situação irregular e exige maior disciplina e respeito pelos direitos humanos às Unidades de Operações Especiais e de Reserva da PRM. O Presidente da República, Daniel Chapo, advertiu que o Estado moçambicano vai adoptar medidas

O Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, Filipe Nyusi, dirigiu, esta manhã, no Instituto Superior de Estudos de Defesa “Tenente-General Armando Emílio Guebuza” (ISEDEF), em Maputo, a Cerimónia de Encerramento do ano Académico/2023 e dos Cursos de Estado-Maior Conjunto e de Promoção a Oficial Superior.

Durante a cerimónia, Filipe Nyusi lembrou que o mundo vive uma conjuntura particular e com ameaças à paz. Por isso mesmo, defendeu que o Instituto Superior de Estudos de Defesa deve continuar a atender às necessidades do sector de defesa e apoiar na estratégia para fazer face a ameaças terrorista que o país enfrenta, com contribuições nos estudos e no combate ao que atenta à integridade territorial em Moçambique.

Para o Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, a Cerimónia de Encerramento do Ano Académico/2023 e dos Cursos de Estado-Maior Conjunto e de Promoção a Oficial Superior deve constinuir um momento de reflexão para materilização dos objectivos da instituição, “porque queremos a paz e estabilidade para o desenvolvimento sustentável do país”.

Mais do que nunca, Nyusi entende que os profissionais formados no Instituto Superiror de Estudos de Defesa devem contribuir para o desovolvimento e bem-estar do povo moçambicano. “Devem proteger o país e todas as pessoas que vivem no país sem discriminação”, o que exige preparação e compromentimento das FDS na preservação da independência, democracia e ordem constituicional.

Segundo disse Filipe Nyusi, os formados no Instituto Superiror de Estudos de Defesa passaram por momentos exigentes, mas a maior exigência terão nos seus postos de trabalho, porque regressam com mais conhecimentos, o que coincide com um momento em que as FDS se encontram num momento de paulatino rejuvenescimento.

Filipe Nyusi não terminou o seu discurso dem antes felicitar aos graduados em prol de um país seguro.

Na manhã desta quarta-feira, o cabeça-de-lista da Renamo, em Nampula, recusou ter incitado os nampulenses à violência, no seu último comício. Falando à imprensa, momentos antes de viajar a Maputo, Paulo Vahanle reiterou que o que procurou expressar foi a verdade. “Quando a oposição diz a verdade e reclama os seus direitos, no país, recebe um tratamento que não é adequado das autoridades”, disse Vahanle.

Segundo o cabeça-de-lista da Renamo em Nampula, quando se referiu às azagaias, no seu comício, fundamentalmente, quis lembrar aos munícipes que a bandeira do seu partido possui imagens de azagaias. Paralelamente, o comício serviu para pedir à Frelimo e à polícia para agirem com respeito. “Não queremos matanças e nem provocações. Estamos a reivindicar um direito consagrado na Constituição. A polícia não está autorizada a matar. Pedimos à polícia que nos respeite e que procure saber o que está a acontecer”.

Para Paulo Vahanle, na Cidade de Nampula, houve muitas irregularidades e nenhum órgão foi ter com o seu partido para se informar.

“A polícia esteve à frente para matar a democracia. Se os moçambicanos se sentiram agitados com os meus pronunciamentos, acho que não deve ser assim. Nós estamos a querer dizer: cuidado que a Renamo é resistente e na sua bandeira tem flechas. Deixem de nos matar porque um dia podemos nos revoltar. Não estou a incitar à violência, estou a dizer que os nampulenses têm direito à vida”.

A Renamo na Matola diz que recebeu uma notificação do Conselho Constitucional a exigir os editais que estão com os partidos. António Muchanga acredita que, havendo bom senso, será declarado vencedor das eleições autárquicas.

É o segundo dia que António Muchanga dirige uma manifestação em contestação aos resultados das eleições autárquicas na cidade da Matola.
Numa passeata que começou no bairro da Machava, os membros e simpatizantes da Renamo levantaram dísticos de mensagens reivindicativas e interagiram com os munícipes no bairro T3.

Para já, segundo António Muchanga, a Renamo na Matola recebeu uma notificação do Conselho Constitucional.
“O Conselho Constitucional já começou a seguir os passos que a lei recomenda. O tribunal de primeira instância deveria ter pedido os editais que andam com os concorrentes. Lamentavelmente, isso não aconteceu. Acreditamos que, havendo bom senso, a Renamo será declarada vencedora das eleições autárquicas de 11 de Outubro”, disse António Muchanga, cabeça-de-lista da Renamo na cidade da Matola.

Caso o Conselho Constitucional decida a favor da Frelimo, a Renamo promete tomar novas medidas em contestação. De acordo com António Muchanga, as coisas aparentam ainda estar boas, “apesar de que ladrão é ladrão”.

O jornal O País questionou sobre o ambiente político na Frelimo e António Muchanga respondeu nos seguintes termos: “Quando um sistema já está decomposto acaba chegando àqueles níveis. Graça Machel nunca teve problemas de demência, nunca teve problemas de ressonâncias. O que ela disse é o que viu”.

O cabeça-de-lista da Renamo na Matola disse ainda que as reivindicações poderão continuar e revelou que há membros do seu partido que sofrem ameaças de desconhecidos.

A Polícia da República de Moçambique, em Nampula, exige que os órgãos de justiça levem o cabeça-de-lista da Renamo, naquele ponto do país, a tribunal, por incitação à violência.

Paulo Vahanle fez um discurso público durante o fim-de-semana no campo do Matchedje, em Muahivire, onde empunhava flechas e dizia que o seu partido não tem armas, mas vai usar os instrumentos rudimentares em contestação dos resultados das eleições autárquicas.

“Nós, como membros da polícia, acompanhamos também, através das redes sociais, o pronunciamento do candidato à Autarquia da Cidade de Nampula, Paulo Vahanle, instigando, de forma clara, a população à prática de um crime. Estamos a falar da violação dos nossos dispositivos penais, concretamente o código penal, precisamente nos crimes em que falamos de segurança pública”, disse o representante da PRM na Cidade de Nampula, frisando que espera a actuação das instituições de justiça e garantindo a presença dos agentes da polícia para que a ordem não afecte os cidadãos.

A polícia espera que o Ministério Público encaminhe, “de forma contundente, de forma precisa”, o caso à barra do tribunal para que Paulo Vahanle seja responsabilizado pela situação que mina a boa convivência entre os munícipes.

O Primeiro-Ministro procedeu, esta manhã, na Cidade de Maputo, à abertura da primeira Conferência Nacional de Qualidade. Durante o seu discurso, Adriano Maleiane frisou a importância de reflexões pertinentes sobre a normalização da qualidade no país, pois proporcionam desenvolvimento socioeconómico a vários níveis.

Segundo disse o governante, procurar mecanismos de sistema de normalizaço de qualidade, numa reflexão sobre tais práticas, é uma actividade necessária e indispensável. Até porque os sectores públicos, privados e os consumidores em geral têm a expetactiva de ver salvaguardada situações de eficácia e eficiência no que conserne à prestação de serviços. Também por isso, afirmou, o Governo tem investido em acções que tornam ou possam tornar o mercado nacional cada vez ideal. A melhoria da qualidade e da comptetividade importam ao Governo porque o mundo globalizado assim exige.

Adriano Maleiane disse ainda que o Instituo Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ) tem sido um actor fundamental para cultura de qualidade rumo ao desenvolvimento económico e ambiental do país. Assim, com efeito, o Governo tem apostado no reforço do INNOQ para melhorar nível de serviços, tendo em consideração as exigências nacionais e internacionais.

O Primeiro-Ministro espera que a primeira Conferência Nacional de Qualidade sirva para reflexão profunda e partilha de conhecimento sobre gestão de qualidade. Por conseguinte, Adriano Maleiane acredita na renovação das medidas para proteger os interesses e as necessidades da população moçambicana bem como para reforçar a infra-estrutura técnica nacional.

O Presidente da República defende maior cooperação com a Arábia Saudita na mitigação dos impactos das mudanças climáticas e investimento nas áreas de infraestruturas . Filipe Nyusi entende que acções colectivas poderão impulsionar a competitividade e a participação do país nos mercados globais.
A necessidade de reforço da cooperação em diferentes áreas esteve em destaque no discurso do Presidente da República, Filipe Nyusi, durante a sua participação na primeira Cimeira do Reino da Arábia Saudita.

Filipe Nyusi defendeu, na ocasião, que os países africanos devem aprender da Arábia Saudita sobre a gestão dos recursos naturais e como lidar com o terrorismo.

A mitigação dos impactos das alterações climáticas e o investimento nas áreas de infraestruturas são outros pontos-chave, que segundo o chefe de estado merecem atenção nas relações de cooperação, para diversificar a economia.

A primeira Cimeira do Reino da Arábia Saudita decorreu entre esta quinta e sexta-feira, com o objectivo de fortalecer a cooperação política, económica e social entre a Arábia Saudita e o continente africano.

O Presidente da República diz que os países africanos devem aprender da Arábia Saudita a gerir recursos, sem que os mesmos sejam tidos como maldição. Filipe Nyusi defende maior cooperação com a Arábia Saudita na mitigação dos impactos das mudanças climáticas e investimento nas áreas de infraestruturas . Filipe Nyusi entende que acções colectivas poderão impulsionar a competitividade e a participação do país nos mercados globais.

António Muchanga, cabeça-de-lista da Renamo, ameaça declarar o município da Matola um Estado autónomo, caso o Conselho Constitucional não valide a sua vitória naquela autarquia. Muchanga promete inviabilizar a governação da Frelimo, porque defende que não existe mecanismo que possa desmentir que tenha vencido as eleições, no passado dia 11 de Outubro.

António Muchanga e outros membros e simpatizantes da Renamo, saíram hoje, para caminhar pelas ruas da Matola. Tratou-se da primeira passeata de Muchanga e seus apoiantes, depois da divulgação dos resultados das eleições autárquicas de 11 de Outubro.
A marcha, que iniciou às 10 horas, partiu no mercado de Malhampsene e terminou no mercado de Santos.

O ponto mais alto da caminhada que visava pressionar o Conselho Constitucional a ser justo, de acordo com António Muchanga, deu-se defronte do edifício do Conselho Municipal, onde apesar de posicionados bem próximos carros blindados e vários policiais, não houve incidentes.

Eram já por volta das 13h00 quando o cabeça-de-lista da Renamo, para a autarquia da Matola, falou ao Jornal O País. Muchanga disse esperar que o Conselho Constitucional não faça o que a Comissão Nacional de Eleições fez.

“O Conselho Constitucional disse que vai avaliar a minha reclamação, em sede de validação dos resultados, esse processo de validação dos resultados ainda não ocorreu. Espero, sinceramente, que o Conselho Constitucional não faça o que a CNE fez, porque se fizerem isso, Moçambique acabou. Nós não podemos ser proibidos de governar, porque também a Frelimo não vai governar, aqui”, ameaçou.

António Muchanga, cabeça-de-lista da Renamo, ameaça declarar o município da Matola um Estado autónomo, caso o Conselho Constitucional não valide a sua vitória naquela autarquia.

“Eu vou tomar Matola e já não como município. Vou transformar a minha Assembleia em Assembleia Republicana da Matola, vou criar o que eu quiser, aquilo que acontece na Somália, vou fazer aqui. os embaixadores que vierem, vão falar comigo, os outros vão falar com outros dirigentes”, explicou António Muchanga.

A Renamo garante que as marchas na Matola são para continuar, até que se declare que este partido venceu as eleições de 11 de Outubro. “Estas marchas vão continuar até o Conselho Constitucional dizer o que vai dizer. Depois disso vamos tomar outras medidas, mais radicais, como a declaração do Estado da Matola, do Estado de Maputo, Estado de Marracuene, Estado de Nampula, Estado de Matola-Rio, Estado de Nacala, de Quelimane, até governarmos em todos os municípios onde ganhamos.

Muchanga avança ainda ao jornal O País, que tem todas as provas de que venceu o escrutínio do mês passado e que o Conselho Constitucional tem em sua posse editais originais e acrescenta que organizações da sociedade civil, envolvidas na observação das eleições, também dão vitória a Renamo.

“Nós já entregamos editais à terceira Secção do Tribunal Judicial, entregamos editais a segunda, Secção e entregamos também à Comissão Nacional de Eleições para remeter ao Conselho Constitucional. Estão a aparecer, agora, organizações que fizeram contagem paralela cuja contagem é igual a nossa”

António Muchanga defende, por isso, que não existe mecanismo que possa desmentir que tenha vencido as eleições, no passado dia 11 de Outubro. “A Lei Eleitoral, dá o direito de os partidos com assento parlamentar indicarem um membro da mesa de voto. O primeiro escrutinador é da Frelimo, o segundo é da Renamo e o terceiro é do MDM. O do MDM e o da Renamo entregaram os editais, questiono por que o da Frelimo não entrega os editais, por que os delegados da Frelimo têm medo de entregar os editais”, indagou.

O cabeça-de-lista da Renamo para a Matola questiona a presença de Moçambique nas Nações Unidas e acusa Filipe Nyusi de ter as mãos sujas, perante a crise política instalada no país. “Nos não podemos ter pessoas que se dizem membros das Nações Unidas, quando são pessoas pouco civilizadas. Como é que as pessoas nas Nações Unidas se sentam com Nyusi, uma pessoa que tem mãos sujas, que nao lava a cara, come com civilizados ”

Muchanga lamentou ainda que mesmo com críticas de Graça Machel, para dentro da Frelimo, o discurso do partido continue optimista quanto a sua governação. “A avó dos gatunos, avó Graça, já disse, o tio Nihia, já disse…e tantas outras pessoas. Destaco essas duas figuras porque são pessoas que quando jovens deixaram de estudar para se juntar a frente de libertação de Nacional para libertar Moçambique, libertar a terra e os homens e eles tem em mente o discurso do saudoso Samora Machel, que dizia que não libertou o país para colocar gatunos no poder”, acrescenta.

O membro da Renamo defende que o actual Presidente da República, Filipe Nyusi, carrega todos os males do país. “Este actual Presidente que a Frelimo tem, carrega todos os males sobre ele. Roubam, sequestram, assassinam, traficam drogas, fazem tudo de mal”.

O cabeça-de-lista da Frelimo na Cidade de Maputo marcou presença nas celebrações dos 136 anos da capital do país. Diz-se pronto para governar e resolver os problemas dos munícipes. Quanto às contestações dos resultados eleitorais que dão vitória à Frelimo, reiterou que o seu partido venceu sem margens de dúvida.

A próxima celebração das festividades do Dia da Cidade de Maputo será dirigida pelo cabeça-de-lista vencedor das sextas eleições autárquicas cujos resultados ainda não foram homologados pelo Conselho Constitucional. E Rasaque Manhique diz-se pronto para governar.

“É mesmo um start que estamos a dar porque queremos correr, principalmente para aliviar o sofrimento daqueles que sofrem enquanto munícipes da nossa bela cidade. A população merece ter um melhor transporte; temos de melhorar o sofrimento daqueles que vivem cercados de água; temos de melhorar o saneamento da nossa cidade; temos de melhorar o acesso ao emprego por parte da nossa juventude; temos de melhorar também a formação; vamos trazer a formação técnico-profissional para os nossos jovens e todos juntos vamos fazer isso”, garantiu Rasaque Manhique, cabeça-de-lista da Frelimo na Cidade de Maputo.

Quanto às contestações dos resultados eleitorais, Manhique reitera que é normal em democracia e reitera que o seu partido venceu as eleições.
“Eu respeito aquilo que diz que são contestações, aliás, há-de saber aquilo que também sei que, desde que iniciámos com estes processos de democracia, contestações sempre existiram. O facto é que nós estamos a celebrar porque vencemos as eleições, trabalhamos e preparamos, como dissemos, sempre nós preparamos as nossas vitórias e por isso vencemos e vencemos bem as eleições.”

Ademais, o cabeça-de-lista da Frelimo diz que vai apostar numa governação inclusiva e participativa.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, efectua,  hoje,  uma visita de trabalho de dois dias ao Reino da Arábia Saudita.

Durante a visita, o Chefe do Estado irá participar, em Riade, na primeira Cimeira Arábia Saudita-África, em resposta ao convite formulado pelo Rei da Arábia Saudita e Guardião das duas Mesquitas Sagradas, Salman Bin Abdulaziz Al-Saud.

Um comunicado da Presidência da República recebido na nossa redacção indica que o evento pretende fortalecer a cooperação política, económica e social entre a Arábia Saudita e o continente africano. 

Em Março deste ano, Filipe Jacinto Nyusi efectuou uma visita de trabalho de dois dias ao Reino da Arábia Saudita, à convite de Sua Majestade Salman Bin Abdulaziz Al Saud.

A visita do Chefe do Estado moçambicano comportou uma agenda bastante carregada que incluía, entre outros assuntos, o encontro com o Príncipe Herdeiro do Reino da Arábia Saudita, Mohammad Bin Salman e com outras entidades governamentais sauditas, para identificação de oportunidades de cooperação nas áreas de agricultura, abastecimento de água e energia.

Durante a visita, o Presidente Nyusi convidou o Rei da Arábia Saudita a visitar Moçambique, tendo, na ocasião, recebido garantia dos sauditas sobre a sua presença na edição 2023 da FACIM. Por seu lado, Moçambique assegurou o seu apoio à candidatura da Arábia Saudita para acolher a EXPO 2030.

“Realizamos esta visita de trabalho ao Reino da Arábia Saudita com objectivo de estreitar as nossas Relações Diplomáticas, sobretudo, dinamizar a nossa cooperação económica no âmbito da Diplomacia Económica”, explicou o Chefe do Estado, falando em conferência de Imprensa com jornalistas moçambicanos.

Igualmente, o Presidente Nyusi visitou uma unidade industrial que opera por meio de três áreas estratégicas de negócio, nomeadamente a petroquímica, agro-nutrientes e Especialidades.

‘’Demos algumas informações importantes porque estamos a abrir uma janela, pois o conhecimento deste país para com o nosso era quase inexistente, apesar de haver pequenos movimentos multilaterais e começamos pela apresentação geral de Moçambique”, destacou, na altura, Filipe Nyusi.

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